Enquanto o povo continua nas ruas há mais de 30 dias, fato inédito na nossa história, as elites cleptocráticas lideradas pelo STF continuam nos conchavos para governar o país, depois da maior fraude eleitoral da história, não só na contagem dos votos, mas em todo o processo eleitoral, quando para a esquerda podia tudo e para a direita nada.
Todo este processo foi acompanhado passo a passo pela população nas redes sociais. Antes era pela imprensa, os jornais eram consumidos se muito por 1% da população, o resto das informações pela televisão geralmente governista, posto que dependente de verbas oficiais.
O povo nas ruas em frente aos quartéis, afinal por enquanto o exército é a única instituição confiável, e a equipe de transição governamental age no sentido de ocupar o estado de vez, posto que o mesmo já estava ocupado por décadas de esquerdismo. E preparando institucionalmente para isolar de vez as elites do povo, fazendo leis que coíbem, ou criminalizem quaisquer críticas do povo aos maganos do poder. Enfim os corruptos de sempre nunca dormem, e o povo mobilizado e esperançoso espera os sinais que nunca chegam.
O presidente que deveria liderar o processo está calado, afinal, fez um grande governo mas está longe de ser um estadista. Se fosse, iria para guerra, cimentando de vez nossa democracia para o futuro, fazendo outra constituição, com reforma política, eleitoral, penal, judiciária, da federação e do estado, referendada pelo povo. E claro, botaria TODOS os agentes da cleptocracia na cadeia. Para os ministros do supremo bastaria o fisco.
Porém as massas, cansadas devem entrar em refluxo, e sem lideranças as frustrações serão maiores. Num possível governo Lula, a situação pode se radicalizar com a formação natural de outras lideranças, ideologicamente mais conservadoras e combativas, afinal a tomada de consciência pelo povo não vai parar, e não é um acordo de elites que vai pacificá-la.
Afinal, é a guerra entre as classes dominantes do estamento burocrático do estado, que realmente sempre mandaram e o povo empreendedor, ou seja, do velho e bom capitalismo. E vejamos, qualquer laivo de abertura econômica liberal, inclusive as mais tímidas, o Brasil, se não cresceu, melhorou. Isso aconteceu com Castelo Branco cujo ministro da economia foi Roberto Campos, e até com o social democrata FHC, e claro, com Bolsonaro e Paulo Guedes;
Com Lula e o petismo correremos o risco de um retrocesso colossal, talvez o maior do nosso século. Enfim as forças mais reacionárias venceram esta batalha, mas já perderam a guerra. Senão viveremos dias da mais absoluta miséria, tal qual a Venezuela e a Argentina, e quem sabe a dissolução futura do Brasil como Nação? Afinal o Foro de São Paulo está aí mais vivo do que nunca, e pipocam idéias de uma moeda única para o continente. Seria o euro dos miseráveis, com o beneplácito mais do que explícito dos globalistas, que afinal mandam em tudo. Triste Brasil, só o povo nos salva, e é o que resta ainda. Como diria Lênin, o quê fazer?