segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

A DITADURA DO JUDICIÁRIO - RAFAEL BRASIL

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Como dizia Paulo Francis, para abir o caixa preta da petrobrás e do judiciário ele aceitaria um déspota esclarecido, em outras palavras um ditador, mesmo com muita relutância, posto que era um democrata, para pelo menos em dois anos p fazer o serviço. A petrobrás a lava jato mostrou as entranhas da safadeza e corrupção, monstruosa na era poetista, mas o judiciário ainda estamos esperando. Só com uma grande pressão popular, digamos assim. Hoje eles mandam em tudo, afinal estão legislando, que seria uma atribuição do poder legislativo. E tem as estupendas mordomias, altos salários, nepotismo o escambau, e claro, muita corrupção, em em todas as esferas da federação. 
Mas o pior é a ditadura, ou seja, hoje o judiciário se mete em quase tudo, DPVAT, ideologia de gênero, aborto e queria criminalizar homofobia com punições equivalentes a racismo, dentre outras barbaridades. E o pior é o aparelhamento nos últimos trinta anos de governos esquerdistas. Do contínuo aos juízes todos são esquerdistas, afinal nas universidades só aprendem com professores esquerdistas, abraçando suas estranbóticas causas.
Mas ainda tem os concursos cujas provas são recheadas de agendas esquerdistas e , digamos globalistas, como as políticas de desencarceramento, copiadas de sociólogos e intelectuais da ONU, e a visão do marginal como vítima da malvada sociedade dentre outras sandices. 
Segundo o professor Evandro Pontes, as provas da magistratura são elaboradas por um instituto ligado a Universidade de Brasília, onde está recheado de esquerdistas, gente do PSOL ao PC do B, uma desgraça. Sendo assim qualquer juizinho de comarca do interior , desde os primeiros anos da faculdade é doutrinado pela mentalidade esquerdista, isso passando pelos cursos de mestrado e doutorado.
Em síntese, é a corrupção da inteligência, eis o pior dos problemas. E o supremo continua a mandar no país, com a mais deslavada defesa de políticos corruptos e bandidos de todos os quilates. Até as pedras sabem disso. Só uma ampla mobilização popular pode mudar este quadro, afinal o presidente sozinho não pode enfrentar o sistema cleptocrático que passa, claro, pelo congresso. Como diria Lênin, o que fazer? Só o povo mesmo, afinal isso é um longo processo que começou com as mobilizações populares em 2013. Em outras palavras, é preciso partido, militância e guerra cultural. Como diria Olavo de Carvalho, é preciso ter paciência urgente. E conhecer os passos dos inimigos para enfrentá-los. A direita tem que aprender a se organizar. E ter estratégias de longo prazo. Existe outro caminho?

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