quarta-feira, 12 de junho de 2019

MORO E LAVA JATO SOB ATAQUE DE BANDIDOS - RAFAEL BRASIL

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Justamente no momento da tramitação e votação da reforma da previdência, as forças do atraso se organizam para boicotar e combater o governo e as instituições democráticas, ou o que resta delas, para se safar da revolução democrática inciada pelo povo mesmo caoticamente a partir de 2013.
Agora querem aproveitar o caso do Hacker que gravou conversas de Sérgio Moro, aliás que nada revelaram, e que por serem gravações ilegais não tem nenhum valor jurídico pra mudar a sentença de Lula, para justamente mudar a lei da prisão em segunda instância e soltar o líder da ORCRIM. Claro, tudo é política e esta é mais uma tentativa de manter a narrativa de perseguição política e consequentemente de que a prisão de Lula foi política. Apesar de uma dezena de pocessos com infindáveis provas contra ele e a quadrilha, que parece não ter fim. Em poucas palavras, o que chamam de sistema resiste, e resistirá de todas as formas.
O STF, a mídia, os sindicatos, a intelectualidade acadêmica, ou seja quase a totalidadee do estamento burocrático do estado, reagem porque simplesmente vão perder privilégios. Claro, tudo é um proceso e será longo, mas a sociedade está de certa forma mobilizada, e sabe de tudo pelas redes sociais. Sabe e discute de quase tudo, ou seja, de penico a bomba atômica, para desespero destas elites, que agora tentam deseperadamente controlar o incontrolável numa democracia, que são as redes sociais.
Bom que o presidente como resposta condecorou Moro, e a sociedade reagiu com veemência no apoio a lava jato, que , como sabemos, também é e será um longo processo de aprimoramnento das instituições verdadeiramente republçicanas e democxráticas. Vamos à luta, afinal esta é a luta de todos os brasileiros honestos , trabalçhadores, e que se prteocupam com o futuro de seus filhos e netos. Afinal a destruiição de um  país pode levar uma década, mas a recontrução será longa e penosa. E como bem disse o presidente, temos que ter um momento de inflçexão,  em outras palavras, recomeçar. Renovar pela tradição, afinal, o que tem nos salvado é a tradição do conservador povo brasileiro. E viva nós!

segunda-feira, 10 de junho de 2019

FORÇAS PODEROSAS CONTRA A LAVA JATO - RAFAEL BRASIL

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Como bem disse o jornalista Augusto Nunes, a lava jato é um processo, que não tem data pra acabar, é um patrimônio nacional. E tem muita gente contra, é o chamado sistema, o patrimonialismo nacional, como diria Raymundo Faoro, é a reação do estamento burocrático do estado, que luta e tem muitos poderes, para manter velhos privilégios. Claro, alguns deslizes podem acontecer, afinal, nada é perfeito, só Deus, mas essecialmente é uma questão meramente republicana e democrática, o clamor popular pelas reformas, democráticas e liberais, que o país tanto precisa. Afinal, o estamento burocrático do estado é o principoal empecilho para o desenvolvimento e mesmo sobrevivência do cartorial capitalismo nacional.
Nunca um presidente foi tão atacado pela mídia tradicional majoritariamente esquerdista. Afinal ninguém estava preparado para ter o "choque" de um presidente notadamente de direita, crescendo no bojo de um amplo, mas desordenado movimento conservador. Afinal a sociedade é conservadora, não tem canais de representatividade na mídia, no show buiseness e nas universidades. O Brasi não tem nenhum canal de televisão, rádio ou jornal, assumidamente conservador. E também no estado aí incluindo o judiciário. Foram décadas de ocupação de espaços, num país onde professor conservador sofre o diabo para exercer sua profissão com um mínimo de liberdade. Alunos militantes agem como cães raivosos, geralmente incitados por professores militantes, e como bons esquerdistas, com mentalidades totalitárias.
O governo enfrenta uma figadal resistência da parte mais corrupta e fisiológica do congresso nacional , além de uma esquerda raivosa, desmoralizada pela corrupção e pelo desmonte do estado que dizia defender, que perdeu o bonde da história, sem discursos, sem narrativas, ou melhor, suas narrativas envelheceram.
Bom que o presidente vem bravamenmte resistindo ao fisiologismo mais rasteiro, e tentando desmontar o estado patrimonialista com o liberalismo econômico e as reformas do estado. No caso da reforma da previdência, o governo conseguiu a assinatura de 25 governadores, inclusive os do nordeste, que sabem que seus estados estão quebrados, mas posavam de oposição ao governo e às reformas. Passando a previdência vem a reforma tributária e as privatizações. Enfim serão estas reformas que, se feitas, darão um boas perspectivas de melhria das condições de vida da polulação, com, mais renda e trabalho. É estranho que ainda tem liberal que reclama, fazer o quê?
Agora vem a propalada crise das gravações das falas de Sérgio Moro. Até agora nada comprometedoras, afinal a condenação de Lula está amparada em sólidas provas. E vem mais processos por aí. Erroneamente muitos esquerdistas tentam se salvar com o lema de Lula livre. Seria um reetrocesso estrondoso, e fator de instabilidaede política e institucional. O que ele teria a oferecer? Mais populismo e miséria? E com o acúmulo de processos ele ficará na história como o nosso maior bandido político. Eu pelo menos nunca me enganei. Sabia o que ía dar o populismo, estatismo e nacionalismo fulêiro, ou seja, em crise econômica a recessao.  Só não sabia que ía dar nesta tremenda roubalheira. A maior da história ocidental. E tem gente que ainda duvida. É isso aí.

terça-feira, 28 de maio de 2019

O STF E O PROTAGONISMO DO ATRASO - RAFAEL BRASIL



O STF sempre se notabilizou pela subserviência aos poderosos de plantão, desde a aurora golpista da república. Passando evidentemente pelas ditaduras, a varguista e a militar, a primeira mais cruel e fascista, a segunda tecnocrática. Todas as versões dos chamados tribunais superiores foram de uma subserviência sem par. Só agora o STF se volta contra o governo abertamente, e contra todas as medidas de corrupção,  sobretudo quando se sabe que membros de todas as cortes estão com medo de serem pegos em casos mais que escabrosos de corrupção. Afinal a corrupção petista até agora não chagou ao judiciário. Ou seja, faltam os togados na extensa galeria da corrupção nacional.
Hoje, está aparelhado pela ideologia de esquerda, e quer legislar, como no caso do aborto e da chamada homofobia, que torna este crime igual ao racismo, o que é um absurdo e esta matéria ainda está para ser apreciada pelo congresso. 
Agora, depois da eleição de Bolsonaro, as altas cortes tentam bagunçar o governo, logo mais agora, quando Fachin suspendeu o leilão da petrobrás para a privatização das refinarias, dando um prejuízo de mais de 8 bilhões a estatal de petróleo, que aliás devia ser vendida também.
Assim como os políticos, os ministros do STF são odiados pela população, justamente, aliás. Afinal eles se colocam sempre ao lado dos poderosos, aliás os mesmos que lhes deram os preciosos cargos cheios de mordomias. E, claro, como os políticos, tem medo da lava jato, que está se tornando um processo, altamente positivo para a nação. E que, no andar mesmo deste processo, vai pegar gente das altas cortes, aliás, várias propostas de impeachment de alguns de seus membros já tramitam pelo senado sem sucesso. 
Agora, com a pressão popular, o presidente negocia um pacto entre os três poderes, simplesmente para salvar o estado, falido até a medula. Aliás não só o governo federal, as estados e municípios estão à mingua. Evidentemente a má vontade com o novo presidente é total, mas vão-se os anéis, ficam os dedos. Afinal a falência total do estado também atingiria em cheio a nata do estamento burocrático do estado, o pior e mais poderoso inimigo do povo, cevado desde o império.
A rigor não devia ter pacto algum, afinal o judiciário está aí para que se cumpra a lei. Porém, com este ativismo, e com a mídia contra, aliás acusando o governo de não saber negociar, fez bem o governo abrir negociações para o caminho das reformas que garantirão, como disse, a própria sobrevivência do sistema, mas, claro, com mudanças mais do que significativas. O problema vai ser até que ponto as mudanças vão ser permitidas. Em poucas palavras, esta gente quer justamente que tudo mude para que tudo fique onde está. Dá pra fazer omelete sem quebrar os ovos? A ver.

ALÉM DO STF SOLTAR BANDIDO, ATRAPALHA A ECONOMIA - RAFAEL BRASIL



O STF e o congresso são os principais problemas do país. Claro, são partes integrantes dos poderes republicanos e seus equilíbrios, mas tem sido os maiores empecilhos para o desenvolvimento, digamos assim, institucional do país e agora uma desgraça na economia. O STF, não sei porque, ou se teria poderes para isso, impediu o leilão da petrossauro, que , pela lógica do mercado, trará mais competição, e consequentemente preços mais baixos para o consumidor.
O impedimento, formalizado pelo ministro esquerdista Edson Fachin, afugentará capitais, ou seja, investimentos sobretudo pela insegurança jurídica que traz. Afinal, quem vai investir fortunas em empreendimentos gigantescos, e depois mudarem as regras do jogo? Sobretudo num país onde sempre reinou a insegurança jurídica, desde as estatizações em massa, depois do último governo de Getúlio Vargas, passando pelo regime militar que estatizou muito, mais, pasmem, do que um Brizola no poder faria. Por essas e outras ditadura é sempre uma merda.
Os dois momentos liberalizantes na economia, o país cresceu. Foi durante o governo Castelo Branco, que criou as bases do chamado milagre econômico dos governos militares, e durante o plano real, feito pelo esquerdista social democrata Fernando Henrique. De lá pra cá, o estado se agigantou e o país afundou. Nada de novo em governos estatizantes, à esquerda e à direita. O único milico que abriu a economia à força, foi Pinochet, malgrado sua feroz ditadura. Ele Chamou Milton Friedmann e os Chicago boys, privatizaram quase tudo e abriram a economia. Resultado: O Chile é o país mais desenvolvido da América do Sul, e, claro, nem os socialistas no poder ousaram mexer muito no sistema.
Aqui nossos liberais estão mostrando a cara, com muitas exceções, claro. Muitos fazem beicinho com Bolsonaro, que entregou a economia ao liberal Paulo Guedes, um dos pilares do governo. E ele vem apontando para simplesmente implantar o capitalismo no país, desburocratizando, privatizando, abrindo a economia e reformando o estado. Porém muitos capitalistas aqui sempre viveram à sombra do estado. E durante os governos esquerdistas, os bancos , que mais lucraram, formaram um oligopólio. É a reação constante do nosso chamado capitalismo cartorial. Nossa chamada burguesia, se é que podemos chamar assim , sempre viveu à sombra do estado, com suas negociatas e protecionismo. E a resiliência dessa turma, juntamente com o estamento burocrático do estado, lutam como podem, para manter os privilégios e tem muita força. Em poucas palavras, são liberais só de boca pra fora.
Vamos acompanhar esta luta hercúlea do governo para implantar o capitalismo no país, coisa difícil, e revolucionária, diante das condições e do ajuntamento de forças contrárias. É a união da esquerda, com a mídia e show business, acadêmicos, alta burocracia, corporativismo em todos os setores, e tudo o mais. É pouco? O certo mesmo é que hoje, ser reacionário é ser de esquerda, e quem se junta com ela. Simplesmente.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

POVO NAS RUAS DE DIREITA É FASCISMO? - RAFAEL BRASIL


Realmente fiquei apreensivo com as manifestações de ontem. Temia ser um fracasso, mas foi um sucesso. E, pasmem: Pela primeira vez na nossa história, o povo vai às ruas pedir reformas, dentre estas, as liberais, como a reforma da previdência. Bem não diria nem liberal, mas emergencial, pois sem a mesma o Brasil cai mais ladeira abaixo. E, como diz um ditado, se tudo está ruim, sempre pode piorar. Além disso, manifestações contra o STF, e o pacote anti violência e corrupção do ministro Sergio Moro. Ótimo para o Brasil, uma surpresa para muitos liberais que não apoiaram a manifestação por acharem que seria autoritarismo, um risco, meio fascistóide, do governo estimular às ruas para a consecução de seus objetivos, que são, pela descentralização econômica, justamente anti fascistas por natureza. Como ser fascista e pregar a descentralização política e administrativa? É essa a essência do pensamento liberal, bem ao estilo Paulo Guedes. Como um liberal, mesmo sem gostar de Bolsonaro, não gosta de Paulo Guedes e suas propostas econômicas? Eis a questão.
As manifestações, como sempre tem acontecido recentemente com as de direita, foram extremamente pacíficas, com velhos e crianças vestidas com as cores do Brasil, e muitas bandeiras monarquistas, viva Antônio Conselheiro! Afinal ele estava certo, enquanto as elites urbanas do país o chamava de lunático. Pode até ter sido, mas ele estava certo, bem mas isso é outra história. Mas fica a pergunta: Onde está o fascismo? Onde estavam os hinos, falanges militarizadas, e a exaltação do "grande líder"? Bolsonaro é e se comporta como um homem comum, justamente o que nossas "zelites" acadêmicas ou midiáticas detestam. Ademais, Marilena Chauí não disse odiar a classe média? Bem ela faz parte destas elites que foram responsáveis pelo desastre que se tornou o país, e que o homem comum quer, e vai mudar. Alguém duvida?
E é sempre bom lembrar que a praça é do povo, sem essa de demonizar manifestações populares. A pressão popular é ótima para a democracia, ao contrário dos que pensam que deve ficar restrita às elites políticas de sempre. E o povo é conservador, felizmente está lutando para abrir canais de comunicação e comando da sociedade, claro, de uma forma democrática e republicana. E ser de direita não é nem nunca foi ser fascista. Fascismo tem origem na esquerda,  totalitarismo também. A direita quer conservar os valores da família e da comunidade em detrimento do estado opressor. A respeito, a direita não tem nem partido, além de jornal, rádio e televisão. É preciso mudar este quadro, que será um longo processo., mas isso também é outra história que comentaremos depois. O bom é que o povo está de parabéns, e esta foi a primeira manifestação de liberais da nossa história. Muitos ditos cujos não gostaram. Se lascaram. Bem feito.

domingo, 26 de maio de 2019

POVO NAS RUAS PEDE REFORMAS - RAFAEL BRASIL

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Pela primeira vez na nossa História o povo foi às ruas por reformas, ainda melhor, reformas capitalistas, ou seja a diminuição do estado e pela reforma da previdência, antes consideradas reformas impopulares.Também contra as artimanhas do parlamento, sobretudo o mais fisiológico, em querer emparedar o governo nestas questões, que ademais são cruciais ao país, nesta trilha lenta e gradual, como diria o general Geisel, rumo ao capitalismo, ou como chamam uma economia de mercado.
Muitos idiotas da objetividade quiseram tachar as manifestações como anti democráticas, porque achavam que tais atos seriam coisas como fascismo, ou coisa que o valha. Nem o PT ousou fazer tais acusações, povo nas ruas é democracia, ponto final. 
E como sempre, as manifestações da direita são extremamente ordeiras, ao contrário da esquerda radical, que parte logo para a baderrna, e o quebra quebra, e com palavras de ordem, digamos, violentas, com o velho discurso divisionista entre "nós e eles". É o povo nas ruas, e nas redes sociais clamando por mudanças, democráticas e republicanas, ora essa. A esquerda quebrou o Brasil e agora parte para a velha política do quanto pior melhor. O que chamamos de centrão é simplesmente a parte mais podre do congresso nacional, que tenta chantagear o governo, protelando às reformas, e agravando a crise, simplesmente pela sobrevivência política, e do sistema, antes batizado de presidencialismo de coalizão. Em poucas palavras, o velho loteamento do estado para grupos políticos mais do que comprometidos com escabrosos casos de corrupção. Essa turma quer mostrar força no parlamento, e quebrar a resistência do governo avesso totalmente a esta forma de fazer política, e que isto foi inclusive discurso de campanha e plataforma de governo. Parece que não vão conseguir, porém o caminho é longo e o tempo é curto.
O mais importante disso tudo, é que o governo se uniu com esta plataforma de governo, e o povo está mobilizado contra as manobras. E dentre as reivindicações, não podemos esquecer o combate à corrupção e à violência, em defesa do pacote de Moro. Também fica implícito o descontentamento, inclusive dos militares contra as medidas mais do que descabidas do STF para aliviar a barra dos corruptos de plantão, que aliás não são poucos, e mais importante: Barrar às investigações nas altas cortes do judiciário, inclusive o próprio STF. É isso aí, vamos acompanhar a batalha da reforma da previdência e das que virão. Reforma tributária, e privatizações. Se fosse presidente eu privatizaria logo a petrobrás. E vocês?

sábado, 25 de maio de 2019

MÉDICAS CUBANAS ESCRAVAS SEXUAIS - RAFAEL BRASIL

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Li agora, na revista Crusué que muitas médicas cubanas eram escravas sexuais. Seguinte: As mais bonitas eram mandadas para cidades maiores e com maior infra estrutura, as mais feias e velhas, para os rincões do interior. Quatro entre dez médicos do programa viram casos de expoloração sexual e foram obrigados a serem coniventes, em outras palavras fechar os olhos. Muitas mulheres eram ameaçadas de serem  cortadas do programa se abrissem a boca. 
Diante destes fatos, nenhuma palavra de feministas sobre o assunto, afinal estes movimentos servem à esquerda, e suas narrativas mais do que fajutas. Há mais de cinco décadas que o comunismo impôs uma cruel ditadura no país, talvez a pior da América Latina em todos os tempos, de triste memória com suas mais grotescas ditaduras. Os comunistas transformaram o país em um favelão, e diante da situação, qual a saída? O pior é que nestes tipos de regime, para sobreviver, a população se corrompe de tal forma, que a mentira e a hipocrisia tornam-se a chave da sobrevivência. E a nomenklatura, ou seja, os membros das altas esferas do partido comunista, não só mandam, mas tem uma penca infindável de privilégios diante da população amorfa e completamente dominada.
Cresci ouvindo loas ao regime que pregava igualdade e justiça social. E as mazelas do regime sempre foram armações do imperialismo americano sempre malvado. Antes Cuba fosse um estado da federação norte americana...quem duvida que a vida do povo não fosse infinitamente melhor? A respeito a maior fonte de renda da ilha é o dinheiro que os exilados mandam aos familiares que continuaram presos à ilha comunista. Um horror. Essa história ainda vai ser contada, mas até quando?

sexta-feira, 24 de maio de 2019

É A PREVIDÊNCIA, IDIOTAS! - RAFAEL BRASIL

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Certa vez, ao ser indagado sobre o sucesso do governo, um assessor de Bill Clinton disse de pronto: É a economia, idiota! Como diz o ditado popular, a parte mais sensível do corpo humano é o bolso. Em outras palavras, quem gosta de estar e ser liso? Estamos na pior recessão da história republicana, que aliás nunca foi tão republicana  com a economia. Aos trancos e barrancos, descemos ladeira abaixo, desde os anos 80 e sua tresloucada inflação. Veio o plano real e um pouco de racionalidade e abertura econômica, reencontramos o valor da moeda, isso durou sofregamente até o segundo governo Lula. A partir do final do segundo governo petista, já descoberta a ação criminosa da cleptocracia no governo com o mensalão, a esquerda tomou conta da economia, e aí afundamos como nunca antes no país. A queda quase fatal veio nos governos Dilma, o poste de Lula, e só ainda estamos respírando e por aparelhos graças a algumas medidas racionalizadoras do governo Temer.
Todos sabem da situação e a bola da vez é a reforma da previdência e concomitantemente do estado. A da previdência era para anteontem, eu mesmo já dizia isso há mais de uma década atrás. E nem precisa ser um analista de botequim para não saber da bomba previdenciária, e dos gastos excessivos do estado. Só um idiota, ou um maluco não sabe disso, além dos muito ignorantes mesmo, estes estão perdoados. E com a reforma da previdência, muitos sabem que o Brasil pode seguir por um caminho virtuoso na economia, claro, com outras mudanças como a tributária e do estado.
Estas mudanças mexem com muitas corporações, sobretudo as elites do funcionalismo público em todos os níveis. É muita mordomia nesta merda de república nababesca. Os marajás pululam em todas as instâncias da administração pública do país, e isso é um processo que deve continuar sendo combatido com a devida ajuda da sociedade, agora munida nas redes sociais. Ou seja, estas corporações e as oposições, aliadas ao lado mais fisiológico do congresso, tentam barrar às reformas, manter privilégios, encurralar o governo contendo seus ímpetos reformistas, sobretudo os muito metidos com corrupção. Outra frente governamental é a luta contra a corrupção, contida no pacote de Moro, daí a efervescência dos fígados mais do que ressentidos, inclusive os das altas cortes da justiça, estas caíram no ridículo malévolo de soltar diuturnamente criminosos de gola branca, como sempre. Em poucas palavras, o Brasil velho do estamento burocrático do estado resiste em todos os campos e com toda a força. Afinal essa gente domina o estado desde o império, aliás o Brasil foi, digamos, criado pelo estado, mas isso é outra história. A luta é do povo contra este estamento que sempre privatizou o estado segundo seus interesses, evidentemente.
Agora o povo está mais atento nas redes sociais, que tem muita merda, mas é de fundamental importância nos dias de hoje. São as redes que estão quebrando o monopólio da grande mídia, esta cada vez mais desmoralizada. O povo apareceu na cena desde as manifestações de 2013, passando pelas de 2015. Pode ser a primeira e verdadeira revolução democrática brasileira, mas temos muitas batalhas pela frente. Afinal precisamoes é de capitalismo. E a respeito, muitos liberais de merda ficam contra o governo, deviam mesmo ficar radicalmente com sua ótima agenda econômica, como muito bem o faz o Partido Novo. Mas isso é outra conversa. Vamos torcer para que a reforma não seja tão desidratada, como confessou Paulinho da Força, outro corrupto da nossa grande máfia sindical, também ressentida porque tem a perder com um Brasil apontando para a modernidade. Vamos acompanhar os acontecimentos e ficar com o governo e sua ótima agenda. Simplesmente não temos alternativa. Temos?

DILEMAS DA EDUCAÇÃO - RAFAEL BRASIL

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A educação tem que ser tema permanente na sociedade. É muito mais importante do que reforma de previdência e o escambau. Claro, sem estabilidade não iremos a lugar algum , longe de desdenhar a economia  aliás em frangalhos, mas só sairemos do buraco com educação. E precisamos mudar radicalmente, de fio a pavio, como se diz no popular. Investimos muito, e mal, em universidades, e pouco em escola básica. Resultado: os alunos chegam à universidade analfabetos e sem saber nem a tabuada.
Nas universidades públicas, federais e estaduais, só entra remediado ou rico. Para os pobres, faculdades fajutas, em sua maioria de cuspe e giz, como se dizia antigamente. Nossos alunos ficam nos últimos lugares em exames de avaliação internacional como o PISA, e nossas universidades produzem muito, mas a relevância dos trabalhos é pequena. Em poucas palavras, produzimos muita porcaria, afinal o sistema prioriza a quantidade ao invés da qualidade, e muitos professores para ganhar produtividade fatiam seus trabalhos, o que evidentemente piora a produção científica. Estamos em décimo terceiro em quantidade de trabalhos científicos e quadragésimo em citações. Em humanas deve ser muito pior. Ficamos atrás de países como Argentina, Chile e Colômbia, só para ficarmos aqui na periferia do capitalismo que é a América do Sul.
Os governos petistas queriam transformar o país numa potência educacional, e aí o estímulo à produção em massa. Foram, cridas 270 revistas científicas, das quais apenas 16 tem alguma relevância internacional em termos de citações. 
Então tudo ou quase tudo tem que ser repensado, e a briga é grande, afinal 80% do orçamento das federais é para pagar salários. Os entraves burocráticos somados à resitência ideológica de buscar parcerias com o setor privado piora o estado de coisas. Afinal o aparelhamento ideológico dos campus pela militância esquerdistas salta aos olhos, não dá para esconder. 
Para mudar este quadro, só em décadas, mas é preciso começar. Vai ter e já está tendo muita briga por vir, afinal o novo ministro da educação veio pra brigar. Terá uma gigantesca resistência das corporações, já está tendo, e os problemas da escola básica são enormes. Como formar melhor, e incentivar pessoas a abraçar a carreira do magistério? Afinal, são os piores alunos do ensino médio  vão ser professores. Enfim os problemas são enormes, e os debates serão esclarecedores. O que não pode é gastar muito e não ensinar a ler nem contar. Sem a base, nada feito. Alguém duvida?

quinta-feira, 23 de maio de 2019

BOA MINISTRO ABRAHAM, DÊ UM FORA NA UNE - RAFAEL BRASIL

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Muito bem o ministro da educação Abraham Weintraub não querer conversa com gente da UNE, desde os anos 80 dominada de cabo a rabo pelo PC do B, partido stalinista da pior qualidade, e cujos quadros sempre participou de governos petistas, fazendo parte da roubalheira ampla geral e irrestrita, inclusive na UNE. Mas afinal, para o esquerdista, ainda mais leninista e stalinistra, roubar para o partido é uma atitude mais do que louvável.
Pelo que vi na comissão do congresso, muitos reclamaram de cortes de verbas para programas como o EJA (educação de jovens e adultos) além de outros relacionados com o ensino básico. Na verdade programas como o EJA não levam a lugar nenhum, trata-se de dar diplomas a analfabetos, aliás, como as demais instâncias do nosso ensino, do básico ao superior. Afinal tem-se que mudar quase tudo, gasta-se muito com poucos resultados.
Pra começar tem-se que banir para sempre o sócio construtivismo das nossas escolas. Que volte o bom e eficiente método fonético, o que vai aconbtecer, com o programa do  professor Carlos Nadalin. E priorizar a leitura em todas as instâncias da nossa educação. O bom é que o novo ministro sabe a que veio, e é bom de briga, afinal não existe setor mais aparelhado pelo petismo do que a educação. Enquanto pessoas faziam balbúrdia, ele as fitava com um olhar fixo de quem não tem medo de cara feia, nem de discurso mais do que fajuto.

LOBÃO, LOBINHO - RAFAEL BRASIL

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Quando  jovem, metido a comunista,  amava e considerava como heróis os artistas contestadores do regime militar, como muitos idiotas como eu. Chico Buarque, Milton Nascimento, Gonzaguinha, a turma do Ceará como Fagner, Belchior e Ednardo, a turma do Recife, como o conjunto (era assim que chamávamos o que hoje se chama banda)  como o Ave Sangria, Lula Côrtes, Alceu Valença, Zé Ramalho, Elba, Geraldo Azevedo, dentre outros, enfim tudo gente de muito talento, o que infelizmente não acontece nos dias de hoje. 
Na época, eles tinham um papel até importante na luta pela democracia, conquistando corações da chamada e odiada por Marilena Chauí, classe média, que a considera fascista, ou do que existe de pior na nossa sociedade, uma imbecilidade sem par, no reino dos idiotas, como diria Nélson Rodrigues. A grande maioria destes artistas foram, desde àquela época, cooptados pelo esquerdismo reinante, já nas universidades e mídia, porém, assim como muitos jornalistas e intelectuais, gente de talento.
Estes entes do show business, viriam a comandar o panorama cultural brasileiro desde àquela época, chegando ao clímax, no reinado da cleptocracia revolucionária petista, cujos efeitos maléficos estamos vendo hoje. Na cultura reinou o chamado relativismo cultural, e a fabricação dos chamados por Olavo de Carvalho imbecis coletivos, em poucas palavras, ficaram falando a mesma língua, as mesmas narrativas, e, evidentemente cansou. Os artistas ficaram velhos e sua arte também, com raríssimas exceções, aliás é o que realmente mostra o pequeno alcance da chamada cultura de massas, ou popular, mas isso é outra história, enfim.
Hoje acontece coisas semelhantes, só que agora à direita. Lobão foi um crítico mordaz dessa defunta turma, ademais, chutar cachorro morto não vem a ser lá grande coisa, mas tudo bem ,faz parte da chamada guerra cultural. Agora está metido com uma briga com o pessoal da direita por discordar do que ele considera uma confusão e mediocridade do governo e apoiadores de Bolsonaro. Para ele o governo é medíocre, e não poderia ridicularizar o movimento dos jovens pela educação, chamando-os de idiotas úteis. Tudo bem, é uma opinião. Mas o pior dessa gente é não querer, ou não saber envelhecer. Afinal, todo mundo quer ser "jovem", ou mesmo parecer "jovem". Aliás é a ditadura consolidada do "jovem", como já ridicularizava Nélson Rodruigues, meu guru de cabeceira, já nos idos dos anos sessenta. 
E como dizia o velho anjo pornográfico, a juventude é a fonte da imbecilidade. E as cosas são, como afinal disse certa vez Ariano Suassuna, ao ser informado por um neto sobre a grandeza de John Lennon, quando o mesmo nem sabia da existência do mesmo, perguntou: É melhor do que Bach? Bem , ouço muito pouco música popular, e me diverti com as história de Lobão, mas ouvir suas músicas, jamé. Fico com gente como Egberto Gismonti, ou mesmo os chorões antigos, assim como clássicos como Eernesto Nazereth, Villa Lobos, e muitos outros. E quando ouço música popular, vou de Roberto Carlos, Agnaldo Timóteo, Odair José, Zé Augusto e muitos outros. Afinal, as melhores músicas populares, eram as realmente populares, a que o povão gostava. E rock nacional é merda pura, com, raras exceções, afinal sempre existem, exceções, ou não? Não é, Raúl Seixas e Zé Ramalho?

quarta-feira, 22 de maio de 2019

GENETON MORAES NETO E A HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA - RAFAEL BRASIL

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Sempre li muito jornais e revistas, desde a infância. Primeiro os gibis, depois livros infantis, como de Monteiro Lobato, e aos poucos, revistas e jornais. Desde as fofocas políticas e embates ideológicos, até ciência e futebol, quando lia Issac Assimov e João Saldanha, dentre muitos outros. E apesar da imensidão do bestrirol do dia a dia, ou mesmo da semana, sempre digo que se deve ler de tudo, ou quase tudo. E que os jornais e muitos jornalistas ajudaram a escrever a nossa história, com entrevistas, depoimentos, reportagens investigativas, etc. Portanto muitos livros de reportagens jornalisticas ou mesmo enfocando nossa cultura se destacam não só para esclarecer fatos , como descrever biografias de personagens da nossa cultura, política e coisas a afins, mas para desenterrar diversos fatos históricos antes esquecido por articulistas e historiadores. É o caso de Geneton Moraes Neto, com seu livro Nitroglicerina Pura, e uma longa entrevista reportagem sobre Carlos Drummond de Andrade. Paulo Francis logo comentou que ninguém tinha tirado tanto do grande poeta.
No livro Nitroglicerina Pura Feito em parceria com o famoso jornalista sergipano Joel Silveira, é desvendado um fato bem significativo, e escondido pela esquerda, da intensa colaboração de jornalistas esquerdistas e integralistas na época do pacto Molotov-Ribentroff, ou seja de Hitler e Stálin. Jornalistas comunistas como Jorge Amado dentre muitos outros passaram a colaborar com jornais fascistas, afinal isso era a orientação do comitern, ou seja a Internacional Comunista. No pacto houve até troca de prisioneiros com Stálin "presenteando" a Hitler milhares de comunistas alemães, que depois seriam eliminados nas masmorras da gestapo, a terrível polícia política nazista. Afinal, nazismo e comunismo tinham muito em comum, pois o sistema totalitário foi implementado por Lênin seis semanas depois do golpe no vácuo do poder na Rússia em poder dos social democratas. Stálin fez o resto do "serviço" matando milhões que eram considerados contra revolucionários pelo partido, coisa tão vaga como roubar espigas de cevada nos campos para matar a fome endêmica na Rússia, e países satélites como a Ucrânia, por exemplo.
Geneton com muita razão sabia da brevidade do trabalho em televisão, e, claro, os limites do trabalho jornalístico. E como jornalista abriu esta lacuna na nossa historiografia que sempre endeusou de certa forma os movimentos à esquerda do espectro político. Em poucas palavras, a partir desta investigação, abriu um leque neste campo, de reinterpretar a história com outras narrativas. Justamente nestes tempos bicudos, onde finalmente a direita conservadora ganhou a eleição presidencial depois de um grande assalto e desmonte do estado brasileiro perpetrado pela esquerda no poder. Também no trabalho em televisão, mostrou depoimentos contundentes dos principais atores políticos da ditadura militar, entrevistando inclusive generais como Leônidas Pires Gonçalves, dentre muitos outros.
Tive o prazer de conviver um pouco com Geneton através de um tio meu, Romero Souto Maior, que foi colega dele desde o cursinho Torres em Recife na década de 70. Era um homem muito tranquilo e bem humorado, de uma simplicidade sem par. E muito tolerante politicamente, afinal naquela época tínhamos muitas brigas, entre os defensores do regime, e os democratas que lutavam contra a ditadura. Evidentemente Geneton estava do lado dos democratas, mas tinha amigos do outro lado também, sem maiores problemas. Afinal além de sua verve de jornalista, havia um grande ser humano a observar agudamente os fatos e desnudá-los, sempre em busca da verdade. E o que é mais importante do que a busca da verdade?

terça-feira, 21 de maio de 2019

GENERAL HELENO MANDA UM RECADO AO STF E A CLEPTOCRACIA NACIONAL - RAFAEL BRASIL


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Vejam o pronunciamento do general Heleno. Os militares estão realmente preocupados com a institucionalização democrática do país. Não é mais suportável estas manobras para acobertar criminosos. 

"Brasileiros honestos, e com um mínimo de compromisso com o futuro do País, reflitam. O STF concluirá,em breve, uma das manobras mais tenebrosas e bem urdidas da História do Brasil. Eliminando a prisão após a condenação em segunda instância e acabando com o foro privilegiado (o que poderia até parecer positivo), o STF institucionalizará, para todos os indiciados em processos de corrupção (dispensável citar o nome dessa corja), a impunidade e a inevitável prescrição dos crimes. Os recursos e embargos se encarregarão de cumprir essa tarefa. Não só a lava-jato, mas o próprio Brasil estará liquidado e será entregue definitivamente a essas quadrilhas. Vamos assistir passivamente?"
É muito descaramento e desprezo ao povo brasileiro estes tristes conchavos da cleptocracia nacional, envolvendo membros do legislativo e das altas cortes do judiciário, sobretudo do STF, cujos alguns ministros estão envolvidos em muitas maracutaias. Isto todo o Brasil, sabe, e não quer mais. Em síntese, a sociedade é que tem que pressionar não só nas redes sociais, mas nas ruas, igrejas e locais de trabalho. 
Os militares enfim, tem mentalidade modernizadora, e evidentemente isto também no campo político e de aperfeiçoamento institucional. E a sociedade quer mudanças, evidentemente, mas está desorganizada. A direita nem tem um projeto de partido, o que é lamentável. Mas não tenhamos dúvida. Quem está ao lado da modernidade e do aperfeiçoamento politico e institucional? A esquerda desmoralizada? Tem que ser a direita, moderna e conservadora, o que pode parecer uma contradição em termos, mas o que é o conservadorismo senão um ceticismo natural, em poucas palavras o desconfiômetro? Ou seja, nem tudo que é moderno presta, nem tudo o que é antigo é ruim. Precisamos de ordem, estabilidade democrática e modernização, não só da sociedade, mas do estado. Um estado que nem ensina o povo a ler, está fadado ao fracasso, a mediocridade, nossa maior doença. Quem duvida?

A CRISE É BOLSONARO? - RAFAEL BRASIL


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Há pouco mais de cem dias do governo Bolsonaro, muitos espertalhões bradam pelo ipeachmnent, está surgindo confusão no ar. A mídia, os parlamentares com medo da polícia e da justiça, os tribunais superiores, as corporações de alto e baixo clero, sussurram seus rancores.   Falta articulação política, bradam jornais e a mídia ressentida, porque em grande parte militante das pautas da esquerda. O que Bolsonaro está fazendo de tão ruim? Por que esta reação em cadeia?
A crise econômica se avoluma, e sem as reformas, sobretudo a mais urgente, a da previdência, piora os humores do mercado e tudo o mais, por isso  é de fundamental importância para que o sistema respire. É neste imbróglio legislativo que está nosso principal problema. Os parlamentares de ambas as casas, estão pedindo cargos no governo. E também estão morrendo com medo da polícia e da justiça nos calcanhares. Estão azedos com o pacote de Sérgio Moro, que combate a violência endurecendo as penas e a fiscalização da corrupção. Aliás em relação ao Moro, estão com ódio visceral do fundador e , digamos, promotor da lava jato. Neste clima, fazem chantagem com o governo e a sociedade, pois uma das bandeiras da campanha do presidente foi justamente o não loteamento de cargos em troca de apoio político.
Esta pendenga vai demorar muito, aliás é um governo de direita, que a esquerda vai ter que respeitar, ou seja engolir. E as corporações ameaçadas estão reagindo, de marajás a barnabés, ambos com privilégios incontáveis perante o cidadão comum. Ou algum idiota pensa que a esquerda  foi às ruas em defesa de verbas para a educação que eles próprios destruíram?
O governo está no caminho certo, muitos torcem o nariz mas tem que reconhecer. Está tentando desburocratizar a economia, e tentando lutar contra nossa endêmica violência. Aliás, o que a mídia nem mostrou foi a redução em mais de 20% dos homicídios, o que seria motivo de comemoração nacional.
Porém o governo também fez muitas trapalhadas, sobretudo na comunicação. Na questão do contingenciamento de verbas para a educação, o ministro, ótimo por sinal, demonstrou inexperiência, afinal é na educação que está montado o maior esquema de dominação esquerdista da nossa história. Desde o professorzinho analfabeto das periferias e grotões, aos professores universitários, são esquerdistas. Aí é guerra prolongada, como diria Mao Tsé Tung. E a direita está desarmada. Mas vai ser uma briga boa. Afinal gastamos muito com poucos resultados.
Vamos ver o desfecho desta briga. O bom é que os milicos estão comprometidos com o governo, e podem, de certa forma, garantir o início das reformas. Mas quem está do lado certo da questão? Quem é progressista? Quem quer manter o status quo, ou quem quer mudar, democraticamente em em preceitos  republicanos? Eis a questão, o resto é farofa.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

TOFFOLI TINHA OUTRO CODINOME, É MAIS UM CORRUPTO A SERVIÇO DO PETISMO - RAFAEL BRASIL

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Toffoli tinha outro codinome nas transações da odebrecht com a corrupção monstruosa do petismo. Era a letra T. O amigo do amigo do meu pai era T, claro de Toffoli. 
Nunca o desespero tomou conta dessa gente diante dos fatos , escabrosos. Nunca em nenhum lugar do planeta houve manifestações contra as altas cortes de um país. Só depois da internet e da lava jato o povo ficou sabendo das mais do que tenebrosas manobras e da safadeza dos nossos tribunais superiores, e tem os estados, onde a corrupção anda junto com a impunidade.
A lava jato avança pelo judiciário, isso envolve muita gente que se considera inimputável, e sempre foram, é bom  frisar. 
Claro está que tudo está contido na necessidade de uma reforma radical do estado, em todas as suas instâncias, coisa de uma geração, afinal envolve ideologia, plantada em todas as nossas escolas e universidades, há pelo menos quatro décadas pela esquerda gramsciana.
O presidente, a respeito, apontou para uma solução que abrange a liberdade de imprensa, no caso da censura à revista Cruzué. Ainda o chamam de fascista, é uma desgraça. Aliás, os que o chamam de fascista silenciam diante da censura à imprensa, e sobre os descalabros do STF, em perfeita sintonia com o crime e os criminosos, claro. É o velho DNA leninista, segundo a qual as razões de partido ou ideologia se sobrepõem a tudo o mais. Existe mais salvação para a esquerda? Eles esperneiam e ocuparam o estado, mas estão perdendo na cultura. Mas a luta será árdua, com muitos capítulos emocionantes, afinal a História se move. Só não vê quem não quer.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

O STF É O RATO QUE RUGE! - RAFAEL BRASIL

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Como rezava o lema do velho e bom Pasquim, era o jornal do "rato que ruge". O símbolo do jornal era o rato sig uma antítese do Topo Giggio, então sucesso na televisão, um ratinho babaca que divertia crianças e adultos bestas. O Pasquim sofria censura, mas depois contavam que mandavam uma loira bonita da redação para o censor, em mesas de bar com amigos, mostrar a documentação das matérias a serem analisadas. Gavola, o censor deixava passar tudinho. E o Pasquim seguia publicando tudo, com grandes cartunistas e colunistas, como Jaguar, Ziraldo, Paulo Francis e Millôr Fernandes, só para ficarmos nestes exemplos.
Agora, em plena democracia, o STF não só censurou uma matéria da revista Cruzoé sobre as delações de Marcelo Odebrecht, mas intimou os membros do jornal a depor na Polícia Federal. É o rato, que ruge, afinal, o STF é intocável? Aliás o judiciário o é? E o ridículo da reação é que por estamos na era da internet, todo o país sabe de tudo. Porém é intimidação. O ministro é que devia se explicar, colocando o cargo à disposição. É a maior desmoralização uma suprema corte da nossa história, qiuiçá, das democracias ocidentais.
Na verdade, a raiva dessa gente é com o povo. Afinal, é a primeira vez em nossa história que o povo sai às ruas contra o supremo. Creio que a primeira vez em toda a História ocidental. Estarei errado? Eles são simplesmente ridículos. Estão na contra mão da história, que se move. Apesar destes esperneios deste estamento burocrático das mais altas esferas, que não admite mudanças, a história anda. Aqui, em Paris, Em Quito, e até em Havana. Quem duvida?

domingo, 14 de abril de 2019

"STF, a última torre de marfim" (amigo do amigo do meu pai), por Ruy Fabiano

O Judiciário, mais especificamente o STF, é a bola da vez. No dia seguinte (11) à rejeição pelo Senado da CPI da Toga, a revista Crusoé revelou que o presidente do STF, Dias Toffoli, teria recebido propina da Odebrecht, quando advogado-geral da União, em 2007.
Lá, constava, sob o codinome “amigo do amigo do meu pai”, como peça-chave para garantir o consórcio, liderado pela Odebrecht, na licitação das obras da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira. E-mails tratam da adesão do “amigo do amigo” à causa, que acabaria tendo o desfecho vitorioso buscado pela empresa.
Nas tratativas, Lula é personagem central, fato já apurado há mais tempo pela força tarefa da Lava Jato. A dúvida remanescente era o “amigo do amigo”. Não é mais. Marcelo, que está sob delação premiada, cumprindo pena de prisão domiciliar – e, portanto, passível de comprometer todo o acordo, caso minta ou omita qualquer dado -, revelou: o “amigo do amigo” é José Antônio Dias Toffoli.
Lula, nas planilhas, é o “amigo” do pai de Marcelo, Emílio. E Toffoli, nomeado à AGU e posteriormente ao STF por Lula, é o amigo do amigo. Não se sabe ainda o que fez – e, se o fez, quanto ganhou.
Mas não há dúvida de que a denúncia trará consequências, na medida em que, oriunda de uma delação premiada, não pode ser desprovida de provas. Se o for, o delator pagará alto preço.
A novidade restabelece no Senado – instância que julga os ministros do STF – o ambiente pró-investigação do Judiciário. O jurista Modesto Carvalhosa, autor de pedido de impeachment contra Gilmar Mendes, já avisou que ingressará com idêntico pedido contra Toffoli, por corrupção e quebra de decoro.
O argumento de que a denúncia se refere ao exercício de outro cargo – o de advogado-geral da União – não a invalida. “É quebra de decoro, e alguém que comete um crime não tem condições de cumprir uma função pública dessa envergadura”, diz Carvalhosa.
Pior: não é a única denúncia que atinge Toffoli. Acusação semelhante lhe fez o diretor da OAS, Leo Pinheiro, também em delação premiada, envolvendo doação de recursos para a reforma de sua casa, quando já ministro do STF. A denúncia acabou desfeita, sem maiores explicações, pelo então procurador-geral Rodrigo Janot.
Posteriormente, a mesma Crusoé publicou notícia, não desmentida, de que Toffoli recebia mesada de R$ 100 mil de sua mulher, advogada, e pagava outra de R$ 50 mil à ex-mulher.
Ficou por isso mesmo. Entre os mais de 20 pedidos de impeachment a ministros do STF, engavetados no Senado, constam alguns contra Toffoli – assim como contra Gilmar Mendes (o recordista), Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello.
Foi em razão desse contencioso que a pretensão de alguns senadores de instalar a CPI foi sufocada, sob intensa pressão dos ministros. Como o Senado julga o STF e o STF julga o Senado, a tendência tem sido a do velho expediente de uma mão lavar a outra. É improvável que, agora, fique exatamente assim.
Algum barulho haverá. Na verdade, já houve. Jamais, na história, multidões foram às ruas pedir o fim de uma Corte de Justiça. E isso aconteceu há uma semana, em diversas capitais do país.
O senador Alessandro Vieira, autor do pedido de CPI, já avisara, antes mesmo da denúncia a Toffoli, que voltaria à carga. Agora, terá mais elementos para fazê-lo – e os senadores menos argumentos para sustentar a recusa.
A faxina moral que devassou Executivo e Legislativo, desde o advento da Lava Jato, em 2014, chega enfim ao Judiciário. Não é casual que o STF tenha recorrido ao ineditismo de se arvorar em órgão acusador e julgador dos que o acusam.
Inédita também é a situação em que se encontra – e que ameaça pôr fim à última torre de marfim da República.
Ruy Fabiano é jornalista 

terça-feira, 2 de abril de 2019

A DECADÊNCIA DE CAPOEIRAS - RAFAEL BRASIL

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Vi esta semana uma excelente reportagem no blog de Gilvan Alves sobre a decadência da feira de Capoeiras, e consequentemente da cidade. Logo a feira, que era um símbolo do município, e que atraía gente de todo o estado, sobretudo a feira de gado, cantada em prosa e verso, e que era um orgulho para a população.
Muitos apontam para o descaso dos políticos com a cidade, o que não deixa de ser verdade, mas como diria o saudoso Plínio Marcos, o buraco é mais embaixo. Uma das principais atividades do município era a pecuária, desde décadas, em franca decadência. Claro pecuária de subsistência e também os médios criadores, faziam parte o do que poderíamos chamar de elites locais.
Com a decadência, seja pela seca, ou pela falta de políticas voltadas para o seu desenvolvimento, estas elites  simplesmente faliram, e em sua grande maioria migraram para outras cidades, mais notadamente Garanhuns. Em outras palavras, centenas de famílias em melhores condições deixaram a cidade.
Claro, tem o descaso dos políticos, que ao não enxergarem o problema, contribuíram significativamente para esta triste situação. E a migração continua, sem soluções a curto e médio prazo. Em síntese, a cidade está simplesmente abandonada, com altos índices de violência, e sem alternativas consistentes. Se o governo atual é ruim, a oposição também não apresenta alternativas reais de mudanças.
É preciso reformar a política e discutir a situação, senão a decadência será total e inexorável, porém as coisas continuam na mesma, sem alternativas. Cidades nascem, crescem e morrem, assim como a vida. Como fazer as mudanças saindo da politicagem miúda, do sempre mais do mesmo? Eis a questão. Que as elites pensantes da cidade discutam estas questões, mesmo de Garanhuns, onde a diáspora da cidade só faz aumentar. Fica a pergunta.

quarta-feira, 27 de março de 2019

O GOLPE E O REGIME MILITAR – RAFAEL BRASIL


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Muito tem se falado sobre o golpe militar e o regime que resultou. Logo agora que o presidente recomendou que o regime fosse comemorado dentro dos quartéis, ou mesmo fosse incentivado debates e discussões como palestras nos mesmos, na data em que foi desencadeado.
Pululam nas redes sociais debates acalorados sobre o que a direita chama de a redentora, e a esquerda de golpe militar fascista. Evidentemente, pelas paixões suscitadas, as narrativas não correspondem os fatos históricos em questão. Afinal a conjuntura internacional, e o acirramento da crise econômica do governo Goulart, favoreceu a radicalização e a intervenção militar.  Porém, a esquerda também era totalitária, e a revolução cubana teve um importante papel na época. Ademais a própria revolução cubana foi contrária a política soviética para a América Latina de não revolução, mas de uma aliança da esquerda com os setores ditos nacionalistas contra o imperialismo americano. Fidel ao tomar o poder teve inclusive apoio dos Estados Unidos, e só depois, mais precisamente em 1960, declarou a revolução socialista e o alinhamento com a União Soviética.
Do ponto de vista da esquerda, a revolução cubana mostrou que a revolução poderia surgir com o que poderíamos chamar de voluntarismo revolucionário, em poucas palavras, da vontade e disposição de grupos guerrilheiros, em tomar o poder pela luta armada, contrariando as orientações de Moscou. Aliás já havia um rompimento da URSS com o stalinismo com o famoso XX congresso do partido em 1956, que aqui redundaria na divisão do PCB, em duas alas inconciliáveis. O PCB alinhado a Moscou, e o PC do B, alinhado ao stalinismo e depois com o maoísmo.
O clima depois da renúncia de Jânio Quadros era de radicalização política. Naquele tempo, era permitido votar em candidatos distintos para presidente e vice. Assim, Jango foi eleito vice de Jânio. Ou seja, um presidente de direita, ou pelo menos alinhado com os conservadores, e um vice de esquerda. A renúncia, depois de sete meses de governo, acirraria a crise, pois quando Jânio renunciou, Jango estava justamente em visita à China comunista. Com a renúncia houve uma grande resistência à posse do vice, resultando na adoção do parlamentarismo, logo abortado com um movimento pela legalidade capitaneado por Brizola, um dos autoproclamados herdeiros do varguismo.
A radicalização política aumentou, juntamente com a guerra fria. Grupos castristas a maoístas, treinavam e formavam guerrilheiros em Cuba e na China, enquanto militares conspiravam. A crise econômica acirrou os ânimos, colocando lenha na fogueira. Aqui em Pernambuco surgia as ligas camponesas comandadas pelo advogado Francisco Julião, e o governador era Miguel Arraes, que foi, corretamente um legalista, e anti radical. A direita, comandava um grande movimento cívico, com a intensa participação da Igreja católica, arrastando multidões às ruas das grandes cidades, sobretudo o Rio de Janeiro.
Quem desencadeou o estopim foi o general Mourão Filho, partindo com tanques de Juiz de Fora, numa ação impetuosa e voluntarista, pois os conspiradores foram pegos de surpresa. Como não houve reação do então proclamado esquema militar de Jango, do general Assis Brasil, os militares, juntamente com amplos setores da sociedade civil e muitos políticos, foram aderindo ao golpe, saindo da tocaia. E tudo aconteceu depois de um comício de Jango na estação central do Brasil, onde o mesmo radicalizou o discurso, bradando para o que a esquerda chamava de reformas de base. E como não houve resistência, os golpistas tomaram o poder, prometendo eleições presidenciais, em 1966. A maioria dos políticos apoiaram o golpe, como Juscelino, e Carlos Lacerda, que seriam os principais concorrentes. Os dois foram cassados posteriormente, pois os golpistas transformaram o governo num  regime militar, uma ditadura que foi se radicalizando, por vinte anos, até a abertura promovida pelo general Ernesto Geisel, quando o regime já estava se desmoralizando pela crise econômica, causada sobretudo pela crise do petróleo em 1973.
Foi numa ditadura envergonhada, nem tanto de direita, mas de cunho positivista, como aliás é a base de nossa malfadada república. Os radicais de esquerda contribuíram consideravelmente pela radicalização política, quando em 1968 foi dado um golpe dentro do golpe, com o endurecimento do regime. Evidentemente houve violência de ambas as partes, do governo e dos terroristas, que pregavam a ditadura comunista no país. Evidentemente perderam os democratas, que experiemetaram o gosto amargo da repressão política e da censura à imprensa.
Os militares fizeram uma verdadeira revolução econômica, investindo maciçamente em infra estrutura, alavancando a economia de uma forma excepcional. Durante o governo Médici, o mais duro na repressão, o Brasil chegoiu a crescer 12% ao ano. Nossa economia passou da quadragésima a oitava no ranking  mundial. Se tivéssemos eleições diretas, Médici ganharia com cerca de 80% dos votos, dada a sua imensa popularidade.
Como bons positivistas, os milicos não roubaram, mas, digamos, fizeram a cama para roubarem no futuro. Encheram o país de estatais, e pasmem: As oposições ainda chamavam o governo de entreguista e anti nacionalista.
O regime militar deve ser analisado pelos historiadores, enfim. As esquerdas, depois no poder com a redemocratização, criaram a narrativa de que os integrantes da luta armada foram mártires pela democracia. Narrativa ridícula amplamente desmentida por historiadores de esquerda como Jacob Gorender. Pintaram a ditadura como, fascista, e extremamente brutal em sua repressão. O aparato repressivo foi devidamente desmontado por Geisel que enquadrou a linha dura do regime permitindo a abertura e a redemocratização.
Como bem ressaltou o jornalista Élio Gaspari, que teve acesso ao arquivo de Heitor de Aquino, um dos ideólogos do regime, todos queriam golpe. Miguel Arraes, uma semana antes do golpe, ao ser interpelado por um jornalista se haveria golpe, disse: Vai sim só não sei de que lado. Nisso estava certo, pois o golpe veio, e ele foi preso, e depois, como muitos, seguiria para o exílio. Mas isso é outra história.
Justamente quem não conhece a nossa história, fica reproduzindo a narrativa da esquerda, e isto sobretudo está descrito nos livros didáticos. Hoje, com a eleição de um candidato de direita, há um saudável confronto de narrativas. Isto é bom que acirra os debates, e nos mostra que a discussão do período é tarefa para historiadores, e, claro, para esclarecer muitas questões a respeito da democracia no Brasil, e na América Latina. Afinal nossa democracia foi vilipendiada pela própria esquerda no poder, que resultou neste mar de lama , nunca antes visto no país. Porém, é como dizia o saudoso Roberto Campos, que realmente formou a tecnoburocracia nacional quando foi ministro da economia de Castelo Branco, e criou as bases para o grande crescimento econômico do regime militar. As ditaduras de direita são biodegradáveis, as de esquerda, muito piores. Basta estudar um pouco de História para ver que ele estava certo. Afinal, os conservadores são chatos mas estão certos. É isso aí.

terça-feira, 26 de março de 2019

HOMEM É HOMEM, MULHER É MULHER, TERRORISTA É TERRORISTA – RAFAEL BRASIL

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Como diria Falcão, homem é homem, mulher é mulher, aí completo, terrorista é terrorista, afinal nestes tempos do politicamente correto, chega de eufemismos, abaixo a novilíngua. A esquerda quis reescrever a História classificando como guerrilheiros os terroristas que participaram da chamada luta armada. Até filme com nosso dinheiro fizeram sobre o famigerado Marighella, que foi um terrorista famoso, nem tanto pelas suas malfadadas ações, mas por ter escrito um manual de terrorismo que seria usado por inúmeras organizações terroristas do mundo a exemplo das Brigadas Vermelhas na Itália, e outras inúmeras organizaçõs deste tipo, como as organizações terroristas islâmicas que ainda infestam o planeta. Aliás,  Marighella virou até nome de escola na Bahia. Este é um dos legados do Brasil petista.
E por falar em petismo, quando no governo, eles deram guarida ao terrorista Cesare Battisti, um terrorista italiano que matou várias pessoas naquele país, e apesar das inúmeras tentativas do governo de lá para extraditá-lo, aqui era tratado como herói, sob o eufemismo de ativista. Até inúmeros retratos o meliante tirou com  autoridades do governo, e até a eleição de Bolsonaro ele era tratado como celebridade, e aplaudido pelos milhões de idiotas de plantão, que aliás não são poucos. Gente que ainda considera Lula um preso político, e são em sua grande maioria pertencentes as chamadas classes pensantes que acabaram com o que restava de eeducação nacional.
Agora ele confessou no que cinicamente negava, que foi o assassinato de pelo menos quatro pessoas durante o seu triste protagonismo na Itália. Aqui sob o governo petista vivia nababescamente, gozando das belezas deste país tropical,  banhado de sangue pela violência das quadrilhas que estão devidamente infiltradas em quase todos os setores da sociedade, e também em governos, como o de São Paulo, é o que dizem.
Aqui os terroristas são retratados até em livros didáticos como heróis que lutavam pela democracia durante a ditadura ,militar. Uma mentira devidamente desmentida por muitos esquerditas sinceros, como Fernando Gabeira e Jacob Gorender, este um grande historiador, que inclusive descreve os assassinatos dos terroristas de opositores e dissidentes destas organizações que caíam em desgraça.
Felizmente esta narrativa vai chegando ao fim, afinal a verdade tarda mas não falha. Dilma também foi uma terrorista alçada à presidência, foi o chamado poste de Lula. Tentou, felizmente sem sucesso, fazer uma nova constituição nos moldes do bolivarianismo, o modelo venezuelano, mas felizmente o exército ficou imune. Mas o sujeito confessou e a esquerda nem pediu desculpas, o que no passado chamavam de autocrítica. Afinal, o mantra comuinista é mentir, desde Lênin. Seguindo este malfadado raciocínio, tudo pelo partido e pela revolução. Mataram cerca de 150 milhões de almas no sangrento século XX, e estes genocidas ainda são apresentados aos nossos pobres estudantes como revolucionários,  que lutavam por um mundo melhor. Uma desgraça para nosso povo, que ainda sofre com o desgoverno que provocou a maior recessão da nossa História, uma lástima. Porém ocuparam quase todas as escolas e universidades, matando nossa cultura e sacrificando à imbecilidade total muitas gerações de brasileiros. Felizmente estas narrativas vão perdendo a validade, simplesmente porque é um acinte à verdade. E como sabemos a verdade nos libertará. É só não ficarmos calados mas sinda temos um longo caminho pela frente. Afinal a ignorância, mentira e imbecilidade é obra de séculos, como diria nosso grande Nélson Rodrigues.

segunda-feira, 25 de março de 2019

A CRISE DA CHAMADA ARTICULAÇÃO POLÍTICA – RAFAEL BRASIL


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O assunto do dia é a chamada articulação política. A mídia e, claro, a oposição, o que afinal quer dizer a mesma coisa nos dias que correm, dizem que o governo não terá capacidade de articulação política para emplacar as mudanças institucionais, sobretudo no caso da previdência, e do pacote contra a violência do ministro Sérgio Moro. Articulação  seria o loteamento de cargos ou mesmo de verbas para os parlamentares, como reza a chamada pelo governo de  velha política. Se o governo cede, seria ridicularizado pela mídia, descontente com o brutal corte de verbas governamentais. Se não, como vem acontecendo, vão gritar pela falta de articulação política, aliás é o que já está acontecendo, em outras palavras, se ficar o bicho pega, se correr o bicho come.
Esta semana o ministro Paulo Guedes vai ao congresso alertar sobre os perigos da não aprovação da reforma previdenciária. Creio que o governo devia fazer mais e massivamente, aliás o próprio ministro falou isso ainda hoje. Se a reforma não for aprovada os servidores em todas as esferas, federal estadual e municipal, simplesmente irão ficar sem receber, e isto a curto prazo, ou seja, questão de um ano, mais ou menos. Ainda mais se considerarmos que sem a reforma os investimentos não virão e a arrecadação naturalmente cairá. Seria o caos, mais ainda do que estamos vivendo com a brutal recessão da famigerada era petista.
O que está acontecendo é uma verdadeira queda de braço, seria o que poderíamos chamar de destruição criativa. Temos que mudar radicalmente o que FHC e outros politicólogos chamaram de presidencialismo de coalizão, em outras palavras, o loteamento do estado, e o caminho aberto para a mais deslavada corrupção, que envergonha os brasileiros conscientes e decentes.
Claro, dentre muitas outras reformas, precisamos da reforma política, mas a urgência é salvar o estado , falido e corrompido. Depois diminuir o mesmo com um amplo programa de privatizações, isso a curto prazo. Afinal, como há anos sabemos, o Brasil precisa de capitalismo, e com mais de duas décadas de esquerdismo, o que já era ruim ficou pior.
Em síntese, o governo precisa se comunicar diretamente com a população, sobretudo os servidores públicos. Para isso devia ter um canal aberto constantemente em cadeia nacional de televisão, e comunicar a todos que logo ficarão sem nada. E o pais num estado de caos e guerra civil, aliás quase chegamos a esta situação com o desastre monumental da esquerda no poder. Afinal, a situação pode piorar? Sempre pode. E dessa vez fica sem nada, de marajá a barnabé. Quem quiser que pague pra ver.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Guten Morgen 73: Como sobreviver à faculdade - Flavio Morgenstern

Guten Morgen 73: Como sobreviver à faculdade

Agora que você passou no vestibular e viu como a faculdade é por dentro, está decepcionado e intoxicado de maconha. Saiba como manter a sanidade e os estudos em nosso podcast
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Guten Morgen, Brasilien! Já que educação, MEC, doutrinação, Ricardo Vélez, ideologia e quejandos estão em voga (para não falar eternamente do diploma de Olavo de Carvalho), vamos dar um manual de como sobreviver à essa entidade acadêmica, erudita, científica e dona da verdade e das maiores bocas-de-fumo do planeta: a Universidade. Se você acabou de passar na faculdade, seus problemas mal começaram. Sobreviva com nosso podcast.
As faculdades, ou o mundo acadêmico em si, perderam completamente o sentido original contido na palavra “Universidade”: um conhecimento universal, uma busca por uma unidade coerente entre disciplinas absolutamente distantes como Física e Crítica Literária. Hoje, o debate é dominado por “especialistas”, ou seja, aqueles que se aprofundam em apenas um tema, e geralmente o entendem cada vez menos quanto mais o estudam, justamente por só lerem uma coisa.
Ao invés de acadêmicos serem mais inteligentes do que os eruditos do passado, cada vez mais inventam uma desculpa para lerem menos: algo não foi publicado em um jornal acadêmico relevante, o professor não gosta de tal autor, há um “consenso acadêmico” que não permite discutir certos temas, ou simplesmente “ninguém na faculdade leva tal livro a sério”, o que faz com que certos assuntos sejam lidos por todos, exceto por universitários, que se gabam de, ehrr, estudarem mais do que os não-iniciados.
Essas são apenas algumas das contradições do atual academicismo, que acredita que atingiu a maior verdade do Universo por ter aprendido a usar as normas da ABNT no Word. Fora a marofa de maconha e gente que se aproveita para nunca mais se vestir bem na vida, damos um breve passeio pela história da educação a da pedagogia desde a Paidéia grega (sempre inventamos um motivo pra falar de Grécia Antiga…), a educação no Império Romano, até o surgimento das Universidades na Idade Média.
E para quem acha que as faculdades hoje são o supra-sumo da sabedoria “científica”, vamos analisar como e por que, bem ao contrário do que se acredita, o conhecimento criado e descoberto nas Universidades pode ter avançado tecnologicamente desde então, mas decaiu e muito em matéria filosófica – aquilo que, justamente, dá unidade e coerência ao conhecimento.
Da paidéia a Harvard, e das Universidades medievais à educação global unificada, vamos admitir o que ninguém admite: as faculdades, com todos os méritos que possuem e excelentes programas e professores, são uma entidade decadente no mundo atual.
A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência PierGuten Morgen, Brasilien! 
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