segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Qual o tamanho do veto? Rafael Brasil

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Bolsonaro terá que vetar, pelo menos em parte, o tal de projeto das caladas da noite, o de abuso de autoridade de Renan Calheiros e Roberto Requião. Como mais da metade do congresoso tem rabo preso, votaram sorrateiramente, depois da MP da modernização econômica. Forças terríveis agem em conjunto para acaber com a lava jato. É a velha fórmula, desde a chamada nova república, passando pelo PSDB com o plano real. Faz-se reformas econômicas para um  país há décadas estagnado, e matém-se a estrutura corrupta da política desde e sempre. Como disse muitas vezes Marco Maciel, o Brasil precisa de uma grande reforma política. Brasília corrompeu de vez o país, e claro, não quer largar o osso. 
Se não vetar, acaba com o combate à corrupção e pior: piora o combate à violência, que é nosso principal problema. E também Sérgio Moro sairia do governo, o que seria um desastre. Parece que o governo vai delegar a Sérgio Moro, em consonância com os anseios populares, a negociação dos vetos. Que, como um remédio, dependendo da dose pode curar ou matar o paciente. A conferir.
 Sérgio Moro é muito popular, e quanto mais atacado, o povo o defende, ótimo. O povo quer mudanças, afinal o próprio PT subiu com o discurso anti corrupção, claro, num passado agora longínquo. Afinal, recordar é viver. Vamos ver a dose do remédio, e acompanhar as reformas econômicas. Sérgio Moro está cercado, mas Paulo Guedes está atuando a todo o vapor, e com o aval do congresso, que cobra a contrapartida e até o protagonismo. Menos mal. A conferir.

Renan, um bandido competente - Rafael Brasil

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Como muitos da chamada nova república, denominação esta , agora ridícula como vemos, Renan surgiu desta massa heterogênea que era a frente de oposições o então MDB, depois transformado em PMDB pela reforma política causuística do então presidente Figueiredo. Desde esntão, foi deputado estadual, federal por duas vezes, e senador quatro mandatos. Foi aliado de todos os governos, e é uma das maiores raposas políticas nacionais. Claro, foi aliado do petismo, quando a safadeza e a corrupção tornaram-se política de estado.
Conhecedor dos piores meandros do poder, mesmo derrotado por estreita margem de votos para a presidência do senado, pelo também aprendiz de meliante Davi Alcolumbre,  foi o arquiteto da malfadada lei de abuso de autoridade, que juntamente com a mídia, os altos escalões do judiciário e da apodrecida classe política, lutam diuturnamente para enterrar a lava jato. A lei, originalmente, um projeto do senador psolista Randolfe Rodrigues, foi direcionada,  para em tempo certo e na penumbra da noite, em voto por aclamação, ser aprovada, para a revolta da nação.
Resta saber se o presidente vai vetar,  total, ou parcialmente. Segundo o saite O Antagonista,   foi feito um acordão do presidente com Dias Toffoli, para efetivar este acordo, que significaria uma frente contra a lava jato, símbolo da luta contra a brutal corrupção no país. A conferir, se isto for verdade, será um desastre para o  presidente cuja bandeira foi justamente a luta contra a violência e a corrupção, que ademais andam juntas.
Na economia as coisas andam, o que é um alívio para o presidente e o sistema patrimonialista. Afinal quem faz parte do estamento burocrático do estado, de marajá a barnabé, deve rezar de joelhos para que se salve a galinha de ovos de ouro, justamente o estado. E o governo está fazendo isso com muita competência, através de Paulo Guedes. Ridículo é funcionário público ser contra. Muitos ignoram, o velho ditado de que é melhor perder os anéis do que os dedos. Vamos aguardar, que esta semana vai ser quente. Tem nomeação do procurador geral da república, e o povo vai se manifestar no dis 25. Só o povo afinal pode ser o fiel da balança. A ver.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

TRIBOS E GANGS - RAFAEL BRASIL

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A queda da cultura e dos valores civilizacionais, afeta o mundo, mas no Brasil, país de tradição de ignorância popular, e de queda violenta da alta cultura nas últimas décadas, a coisa é bem pior. Instigados pelo relativismo cultural reinante nas escolas e universidades, a "cultura" tribal, eufemisticamente chamada de cultura popular, virou uma moda que se tornou um dogma. 
É a vitória de Pirro, da tribo contra a universalidade da cultura e civilização. Afinal, "tudo é cultura", e se é assim, pra que estudar, ter conhecimentos mais aprofundados, daquilo que se convencionou chamar de cultura ocidental e cristã, tão vilipendiada pelos desconstrucionistas das nossas academias, estas, como sempre macaqueando o o mesmo lixo que se produz lá fora? Eis um dos eternos problemas das chamadas periferias do capitalismo. Em poucas palavras, o que existe é o culto à incultura, ou mesmo à ignorância pura a simples.
Existe, não só aqui, gangues de punks, das ditas minorias revoltadas, inclusive com injustiças bem pretéritas, de torcedores de futebol, o escambau. Pois não é que tem gangues ditas cristãs evangélicas, associadas com traficantes, para depredar com extrema violência adeptos de religiões afro brasileiras? Um absurdo, mas é o país com proeminência do lumpemproletariado, ou lumpesinato, o que Hannah Arendt chamava de sociedade sem classe. E é o lumpesinato, que serve de massa de manobra para as piores ideologias, que sangraram o mais do que tormentoso século XX, com suas guerras jamais superadas em crueldade e totalitarismo, comunista, fascista e nazista.
Ademais, é no cristianismo que surge a idéia de livre arbítrio, base civilizacional da democracia, que é o respeito ao indivíduo, que se torna cristão por uma decisão individual, interior. E é no respeito ao outro que se fundamenta o segundo mandamento cristão, cujo primeiro é amar Deus acima de todas as coisas. E o cristianismo e mais especialmente o católico, é muito, digamos, malemolente, historicamente falando, no Brasil. Aqui, muitos padres, bispos e até arcebispos pertenceram a maçonaria, e o sincretismo religioso sempre foi um problema para a Igreja Católica, mas são peculiaridades nossas, enfim.
Também tem o preconceito contra cristãos, sobretudo no anticristianismo pregado em nossas universidades, onde para muitos o simples fato de ser cristão é visto como fundamentalismo. Além do preconceito contra protestantes, enfim, tem que ter respeito e seguir o segundo mandamento, que é universal, e em todos os aspectos da vida. Preconceito e intolerância existe sobretudo em quem diz sempre defender as chamadas minorias. E lei e cadeia, para essas gangues, afinal, dura lex sed lex, a lei é dura mas é a lei. Alguém duvida?

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

O JOGO DO CONGRESSO CONTRA A LAVA JATO - RAFAEL BRASIL

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Esta semana foi muito importante para a agenda liberal na economia. O congresso votou com ampla margem, as medidas que destravam as relações de trabalho e a burocracia no país, é o que conhecemos pelo chamado custo Brasil. Ótimo, o país precisa, há décadas do liberalismo econômico, ou seja, o velho e bom capitalismo, cujo principal entrave aqui por esta bandas é o estado patrimonisliata, como diria Raymundo Faoro.
Porém, como moeda de troca, o congresso aposta no fim da lava jato, dificultando o máximo às investigações. Afinal, a maioria dos congressistas, sobretudo os da esquerda, estão metidos em escabrosos casos de corrupção, endêmica na era petista. E claro, tem os outros que não ficam atrás, sobretudo os do chamado centrão. Ontem mesmo vortaram uma lei cmamada de abuso de autoridade para coibir a ação da polícia e da justiça contra maganos, sejam empresários, políticos e magistrados, estes ainda a serem pegos, daí a resistência dos chamados tribunais superiores. Não é por menos que esta lei foi copmandada por gente como renan Calheiros, o cangaceiro da corrrupção, há décadas no topo do p0der, em vários governos.
Agora a atenção da população deve ser no senado, onde está se formando um grupo para forçar a CPI da lava toga, com vários pedidos de impeachment contra ministros, mais do que simples meliantes. Afrontam toda  nação revoltada com medidas atenuantes para criminosos, sobretudo os que os colocaram nos seus respectivos postos. Aí é que deve entrar a população, não só através das redes sociais, mas nas ruas. 
Aliás só o povo nas ruas que tem mudado o jogo,  senão nem a reforma da previdência teria passado, ou mesmo o preço a ser cobrado pelo congresso seria a desmoralização total do governo com a volta do loteamento de cargos. Logo a reforma da previdência será ratificada pelo senado, que aponta para uma nova e necessária reforma, a tributária. Bem, menos mal, como as reformas são necessárias desde anteontem, bom para o país. E o povão nas ruas deve não só dar apoio à lava jato, mas ao pacote contra a violência do ministro, odiado pela cleptocracia, Sérgio Moro. Que Deus ajude o Brasil, mas o povo deve estar sempre atento. Afinal precisamos de muitas reformas ainda e depois da agenda econômica, precisamos de uma boa reforma política e partidária, mas isso é outro assunto. A conferir.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

A UNE SEMPRE FOI DE ESQUERDA, AGORA CADUCOU - RAFAEL BRASIL

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A UNE foi fundada no arvorecer da feroz ditadura do Estado Novo de Getulio Vargas, que foi um simpatizante do fascismo, em dezembro de 1938. A ditadura foi implantada em 1937. Logo depois a UNE rompeu com seu criador, e se tornou desde então uma entidade de esquerda. Aliás, o próprio Vargas, em seu último governo selaria um acordo com os comunistas, ferozmente perseguidos e torturados por ele na feroz ditadura do estado novo. Que ninguém fala, mas foi mais repressiva do que a dos milicos a partir de 64, quando os mesmos se apoderaram do movimento civil e implantaram uma ditadura, quando adiaram as eleições prometidas para o ano de 1966. Como depois da guerra , os comunistas pregavam a aliança com a chamada burguesia nacional contra o imperialismo, Prestes subiu no palanque de Getúlio, que chegava ao auge do seu populismo. É bom lembrar que Vargas cruelmente entregou a mulher de Prestes aos nazistas, a alemã Olga Benário, e como judia e comunista foi morta num campo de concentração na Alemanha, mas a mentalidade comunista de obediência cega aos ditames do partido eram um dogma, tudo bem, em nome da revolução. Ademais, se Olga voltasse para a URSS, muito provavelmente seria executada, mas isso é outra história.
Com o regime militar, a UNE foi, digamos, uma janela de contestação ao regime, apesar de ser posta na ilegalidade em 64. Foi uma escola de política, aliás o movimento estudantil sempre foi um celeiro fértil para arregimentar quadros políticos, como José Serra e José Dirceu, dentre muitos outros. Durante o regime militar, mesmo na ilegalidade, promoveu uma grande manifestação na época, a famosa passeata dos cem mil, em pleno governo Costa e Silva, e quando boa parte da esquerda, desiludida com o partido comunista e entusiasmada com revoluções como a cubana e chinesa, partiram para a luta armada e o terrorismo. Na pratica, estes grupos favoreceram o endurecimento do regime, com o AI-5 em dezembro de 1968, chamado de golpe dentro do golpe. 
Com a redemocratização, a UNE volta, e promove campanhas pela legalidade. O movimento estudantil foi importante na redemocratização, mas naquela época já estava sendo aparelhado pelo PC do B, que manteria um feudo sobre a entidade até a chegada ao poder pelo PT. E no governo, se corrompeu totalmente, juntamente com a organização criminosa que tomou conta do país, já quase todo aparelhado pela esquerda, no estado, da mídia às universidades. 
Foi esta desmoralizada UNE que convocou uma greve de alunos e professores ontem, uma vergonha. É óbvio que a esquerda, hoje com uma pauta não mais da classe operária, mas das chamadas minorias, perdeu todo o glamour. Em outras palavras, a moral. É bom lembrar que cacarecos políticos como o PC do B, apoiaram os piores facínoras da história, como Stálin e Mao Tsé Tung. Só aqui ainda querem posar de progressistas. Uma ova! Só um idiota ainda vai atrás dessa gente que quase acaba com o país, e sempre foi conivente com as piores ditaduras e tiranos da história. Alguém duvida?

terça-feira, 13 de agosto de 2019

As farras e mordomias do supremo - Rafael Brasil

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Li no saite O Antagonista que ministros do supremo viajam de graça com as suas respectivas famílias, sob o pretexto de fazerem palestras no exterior. Tudo bancado com o dinheiro de Itaipu e também da Fundação Getúlio Vargas. 
Os ministros de alta toga, viajam e se hospedam com suas esposas e filhos nos melhores hotéis, e em época de férias. Além de jantares luxuosos e mordomias similares. Uma verdadeira farra, que Bolsonaro está cortando, diga-se de passagem. Hotéis de cinco estrelas, vôos em classe executiva, férias esticadas e palestras renumeradas. Deve ser porque o mundo jurídico precise desses gênios do direito que faz o Brasil uma "maravilha" na ética e claro, na justiça. Deve ser também porque eles ganham pouco, ora essa. 
Itaipu financia viagens de ministros do supremo tribunal federal, superior tribunal de justiça e tribunal superior do trabalho. Até o presidente da agora famigerada OAB, e muitos senadores e figurões da república desfrutam destes privilégios. Uma vergonha. Desde 2013, gastaram mais de 16 milhões com estas mordomias.
São estes figurões que querem acabar com a lava jato, claro, afinal tem que prestar serviço a quem os contratou, ou seja o PT e satélites. Infelizmente o Brasil ainda terá muito trabalho para se livrar destas práticas. Só o povo atento e mobilizado que pode barrar estas coisas, mas isso é um processo, e não pode parar. Na verdade TODOS estes pulhas deviam ser demitidos, processados, e dependendo dos caso presos. Em poucas palavras a lava jato tem que chegar ao judiciário. Quem discorda?

Argentina ladeira abaixo - Rafael Brasil

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Até a primeira metade do sangrento século XX, a Argentina era um dos países mais ricos do mundo. No início do século, tinha uma expressão usada na Europa, que o sujeito podia ser rico como um argentino. Ainda no final do século XIX , uma famosa loja de departamentos a Harrods, abriu uma filial em Buenos Aires, a única filial da famosa loja no planeta. O país contava com a maior extensão de ferrovias da América Latina, tinha a população com maior escolaridade, e florescia a indústria, no bojo da substituição de importações das grandes guerras e do período entre elas. Depois da Segunda Guerra, era a sexta economia do mundo. Hoje perde para a Colômbia, e sua economia equivale a de Minas Gerais por exemplo. O que houve, como o país, qual sua desgraça? O velho populismo casado com o caudilhismo, tradição da América espanhola. Afinal nestas latitudes, tudo pode piorar.
Tudo começou co Perón em 1946, quando ele chegou ao poder, e governou começando o processo de destruição do país até 1955. De orientação fascistóide, tal qual Getúlio Vargas, guardadas as peculiaridades de cada país, Corrompeu completamente os sindicatos, combateu violentamente a Igreja,  ampliou benefícios a todos através do agigantamento do estado, fez políticas econômicas desastrosas, e o país mergulhou no caos, entre ditaduras, e brigas entre as mais variadas facções do peronismo, que, pasmem, ainda estão muito fortes. E as ditaduras também tiveram um caráter estatizante e nacionalista, e de uma crueldade sem par. A ditadura argentina matou no mínimo 15 mil pessoas, e surgiu com a volta do peronismo, com a  vinda do caudilho em 1973, quando se seguiu o caos e a feroz ditadura.
Em poucas palavras, a Argentina é o rico que virou pobre, e caminha celeremente para a miséria total. O presidente Macri, falsamente chamado de liberal pela turba peronista, não fez as reformas liberais que o país tanto precisava, como a da previdência, e dos amplos direitos sociais escandinavos, para uma economia sucateada e caminhando para celeremente para o buraco. O resultado é a volta do peronismo, com Cristina Kitchner no comando. Em poucas palavras, a Argentina pode caminhar para a venezuelização. Com a vitória do peronismo nas eleições primárias, o dólar subiu, as bolsas caíram, e os dólares dos argentinos migraram certamente mais para o exterior. Ademais os argentinos, dizem, tem bilhões de dólares no exterior, dada a permanente insegurança política no país. O peronismo no poder, significa mais assistencialismo, mais entraves para o desenvolvimento  e mais corrupção, inclusive de valores. Muito provavelmente vamos assistir a mais uma história triste na pobre América Latina, contaminada pelo esquerdismo e populismo. Afinal, nós ainda não somos governados de certa forma pelo getulismo? Mas isso é outra história, vamos acompanhar mais este drama continental, aliás um drama repetitivo e triste. Uma pena. Que isso não se repita por aqui. Vade retro!


quinta-feira, 8 de agosto de 2019

O STF CONTINUA CONTRA A NAÇÃO, MAS O PAÍS ANDA - RAFAEL BRASIL


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Ontem Gilmar Mendes deu uma canetada impedindo a polícia federal de investigar o bandido Glenn Greenwald, que roubou informações ilegais, rackeadas.  Tudo isso com o apoio da esquerda, da radical a ligt, como a Rede de Marina Silva, para desmoralizar Sérgio Moro, o governo e a lava jato. No mesmo dia, o supremo impediu numa decisão inédita e inconstitucional, a transferência de Lula para um presídio no interior de São Paulo. Deviam alojar ele nas dependências do STF, com todas as mordomias, afinal o esforço para que tudo continue do mesmo jeito, e que as coisas voltem à normalidade para a cleptocracia reinante é latente, e até pátético. Impossível, afinal, como diria Ferreira Gullar a história se move. E desde as primeiras manifestações de 2013, o povo acordou, sem líderes, nem partidos. A lava jato anda, porque o povo quer. Simples assim quem não compreender isso tá ferrado. Ótimo para o Brasil, e os brasileiros, enfim.
Como andar da carruagem da história, ontem passou tranquilamente o texto da reforma da previdência, isso é o que realmente conta para o governo. Com a economia em perspectiva de recuperação, dá para enfrentar outras pautas, que é a briga do povo contra os altos escalões do estamento burocrático do estado e seus agentes, como os meliantes esquerdistas do STF e quejandos. Afinal a lava jato é um processo, que não vai e não deve terminar, enfim é a república que está em jogo. A república democrática, diga-se de passagem, pois quem é democrata mesmo é a direita, ademais, Bolsonaro tem dado o exemplo, ao posicionar  o país ao lado dos EUA, quebrando paradigmas de toda uma tradição diplomática anti americana, inclusive com os militares, e se posicionando a favor da democracia e da liberdade no continente.
Agora o povo deve se mobilizar para o senado desengavetar e discutir o impeachment de alguns membros do STF, como Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Vamos aguardar os acontecimentos, e que a sociedade não se desmobilize. Afinal, sem a mobilização popular, os vampiros da república triunfarão, como ademais desde sempre.


quarta-feira, 7 de agosto de 2019

BOLSONARO E A CÓLERA DAS "ZELITES" - RAFAEL BRASIL



Quem manda no país? A burguesia? O proletariado? Os latifundiários? Os militares? O judiciário? O congresso? Não, quem manda mesmo é o estado e sua burocracia, aí incluídos, o congresso o judiciário, os altos funcionários de estatais desnecessárias, o escambau. Em poucas palavras Brasília, uma cidade horrorosa, sem esquinas, e cheia de prédios esquisitos. Desde a década de 30, passando pelo getulismo, e até o regime militar, o estado se agigantou de uma forma anárquica e corrupta, sugando às energias da nação. Claro, não estou aqui querendo dizer que viveríamos sem estado, porém, como diria Plínio Marcos, sempre tem um porém, o mesmo deve ser amplamente reformado de modo a atender à população. Aliás a burocracia lasca o pobre, que tem uma carrada de impostos a pagar até quando adquire um carro usado. Mas do jeito que está não dá. Tem-se que acabar, nem sei como, os altos salários do judiciário, além das absurdas vantagens e mordomias. Também uma ampla reforma política e partidária, afinal, desde há muito, até vereador de grotão tem séquito. E tem deputado demais, tanto no congresso como nos estados falidos da nossa dita federação. Ademais, que federação? Afinal, quase tudo flui pra Brasília, o paraíso dos safados da república.
A raiva de toda essa gente de Bolsonaro, é que estão prestes a perder muitas boquinhas, aí incluídos mais do que nebulosos casos de corrupção, e como sabemos, a corrupção é anti republicana. Aqui nem temos capitalismo de verdade, afinal, quando um burguês está à beira da falência, acorre ao estado através de políticos movidos à propina. Como diria Gramsci, nada como o capitalismo livre concorrencial , para destruir formas arcaicas de poder, no nosso caso o velho patrimonialismo. O estado privatizado por grupos, na maioria dos casos corporativos. A nomenklatura, sempre privilegiada, tem enormes poderes, e são quem realmente mandam em nós, otários pagadores de impostos de sempre.
Até a mídia e o show buiseness vivem do estado. O que se gasta com festas ditas populares em todo o país não está no gibi. Governo federal, estados e municípios, patrocinam milhares de artistas, que, sem o estado não teriam público algum. Enquanto isso, a cultura popular, fica com migalhas, e nem temos orquestras sinfônicas em profusão no país. Ao povão o lixo, ora bolas, afinal, festas populares, com a iniciativa privada. E tome politicagem e propinas. Na mídia, os jornalistas são em sua grande maioria esquerdistas, e o governo paga para a televisão, fortunas. Isso deve acabar, mas o governo , mesmo diminuindo o dinheiro, não acabou de vez. 
Isto sem falar na chamada comunidade acadêmica e escolas em todo o país, infestada de esquerdistas/ Bem isso é gravíssimo, mas é uma questão muito complexa, e de longo e médios prazos. É a chamada guerra cultural, mas o que se quer é liberdade, ou seja, democracia nas universidades e escolas. O que existe é uma ditadura do esquerdismo mais barato, ou seja, pura militância. E colocar a educação como parte de um projeto político partidário dá nisso. Um país de analfabetos, de fio a pavio. Em poucas palavras, um sistema educacional que nem ensina a ler, o que se pode dizer mais?

terça-feira, 6 de agosto de 2019

DISCURSO DE ÓDIO - RAFAEL BRASIL

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Quem realmente prega e tem discurso de ódio? Claro, tem idiota radical em todo lugar. Mas radicalismo seria ir às pretensas raizes do problema, afinal, ninguém pode negar o radicalimo de um Stálin, quando sabemos que ele era um homem calmo, frio, mas tranquilo, e extremamente calculista e racional, aliás como convém a todo psicopata. O problema é o fanatismo e , como diria Olavo de Carvalho, a imbecilização coletiva. Em poucas palavras, o processo de ter atitudes, e agir como manadas. Existe um índex piliticamente correto, e quem não falar e agir do mesmo jeito, é devidamente excluído, e pior: Tachado de tudo o que não presta, como racista, fascista, homofóbico, contra as mulheres, e vai por aí. Até contra a natureza, ora bolas. Dias desses, um amigo quis me convencer de que o instinto materno seria uma construção social. Indaguei qual seria o instinto materno das crocodilas que protegem seus tenros filhotes naquela boca, cuja dentada quebra um cidadão como cachorro come ossos de frango assado, ou mesmo ao molho. Quando o discurso dito científico quer brigar com a natureza divina das coisas cai no ridículo. E muita gente acredita, afinal, como ficar de mal com amigos, e até a família, de véias tatuadas? Em outros termos, quando a ciência quer confrontar Deus e o senso comum dos homens, sempre cai no ridículo.
Fui comunista, depois social democrata, os quais eram odiados pelos mesmos. Desde quando social democrata era tachado de direita, o que me deixava incomodado, mas como nunca fui de turma, nem ligava. Mas Paulo Francis e Roberto Campos mudaram minha cabeça, afinal, sempre aplaudi as poucas, mas eficientes medidas de FHC de cunho liberalizante. Mas ser tachado de direita era como um palavrão, um tapa na cara, sobretudo eu, de família comunista, caviar, menos mal. 
Agora a direita está mostrando a cara, na política, dado que o povão sempre foi saudavelmente conservador. Afinal quem está salvando o Brasil  são os grotões, do campo e da cidade, ou seja o homem comum, que sempre foi conservador e temente a Deus. Só que a maioria foi enganada pela esquerda melancia, do tipo gramsciana, que adentrou com sucesso no país ainda nos tempos do regime militar, quando se trocava o conceito de revolução radical pela revolução processual, ou seja passiva. Sem querer querendo o cabra se tornaria socialista sem saber. E não é que deu certo? Só que na prática tudo isso endoideceu muita gente, justamente àqueles que não se conformam com a sociedade que não absosrve seus parâmetros  "civilizatórios", afinal para essa gente o povão é mesmo imbecil por natureza, e cabe a eles os iluminar. Bem, se você não for gaysista, abortista, partidário do desarmamento civil e da relativização da violência e da justica, tá fora da turma. E assim seguem como gado, e como gado vivem na busca de um hedonismo perdido, na busca de um paraíso terrestre, onde tudo é permitido contra o sistema dito patriarcal. Aliás um dos elementos mais entorpecedores das idologias socialistas, é a promessa de um paraíso terrestre, guiado, evidentemente pelo partido iluminado, e seus agentes repositórios deste devir histórico. Lindo, não? Durma-se com um barulhoi desses...
Diante desse quadro mais do que melancólico, os novos esquerdistas morrem de ódio, porque essencialmente o povão não gosta deles, e como eternos adolescentes, até por falta de alguma racionalidade, tem reações emocionais, de raiva, raiva da gota! Ódio mesmo, afinal como o povão não querer suas idéias mais do que "iluminadas", que ademais algumas delas são consensuais, na dita comunidade científica? Que coisa, um acinte! Porém, e como sempre foi, aqui na periferia do capitalismo, tudo ou quase tudo vem de fora. Desde os parâmetros genocidas da esquerda revolucionária, do tipo leninista, até hoje, com esta agenda feita nas comunidades acadêmicas  do ocidente dito cilivizado. Não é por menos que o velho comunista Hobsbawn ressaltou em relação ao comunismo latino ameriucano, justamente a falta de originanildade, mas o velho historiador, antes de morrer, tinha suas sinceras esperanças no PT e em Lula. Quebrou a cara, como vemos. 
Bem, quem prega o discurso de ódio? É a direita? Bolsonaro prega a violência legítima do estado contra bandidos, ora essa. Algo errado? A raiva da esquerda é que Bolsonaro é um homem comum, ele simplesmente representa o povo, aliás, ele é fruto da isatisfação desorganizada do povo que saiu às ruas indignados com este Brasil da cleptocracia patrimonialista. O povo com razão odeia estas elites. Daí a raiva e o ódio. Mas como diria Gramsci, tudo é um processo. O homem comum quer educação verdadeira, trabalho, cerveja e criar família, em segurança. O resto é farofa, e podem ficar com raiva. Quanto mais essa gente fica com ódio, fico mais alegre, pois sempre há uma luz no fim do túnel. Mas haja briga, aliás ainda estamos só no começo. Afinal é mais fácil destruir do que construir. E vamos lá, brigar com estes bestas! Quem vai abrir pra estes molengas? Que vão catar coquinhos , ora essa!

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

STF, O ÚLTIMO BALUARTE DOS LADRÕES - RAFAEL BRASIL

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Não é brincadeira, mas o último baluarte dos ladrões é o STF. O STF luta contra a nação, com seus mais do que legítimos anseios de mudança, seja contra a insuportável violência, e contra a corrupção, dentre outras coisas. O aparelhamento do estado foi tão amplo que contaminou completamente parte do judiciário, e as supremas cortes. Soa patético a movimentação dos ministros militantes tentando barrar a lava jato e reforçar a impunidade ampla geral e irrestrita, claro, para eles sobretudo.
Querem botar pra fora Detram Dallagnol, e levar em conta os depoimentos ilegais dos hackeadores, para desmoralizar e punir Sergio Moro e a lava jato anulando os processos para soltar Lula e muitos dos seus comparsas. Também a receita e o COAF foram paralisados porque, dentre outras coisas, estava a mulher do ministro Toffoli, e também envolve os negócios mais do que sombrios do meliante de alta toga Gilmar Mandes. Eles vão continuar afrontando à nação? Eis a questão, tudo depende do senado, em acatar os pedidos de impeachment contra Toffoli e Gilmar Mendes. Mas o presidente do senado está envolvido em muitas maracutaias, e engavetou tudo, até agora. Enfim tudo depende da pressão popular, que já está forte nas redes. Pobre do povo brasileiro, ter que lidar com estas elites mais do que podres. Aí incluída a chamada elite intelectual acadêmica, que apoia tudo isso, uma vergonha, sempre é bom  frisar.
Mas a luta será árdua, e de tempo indeterminado, afinal, a lava jato é um processo que não pode parar. Ademais, Lula e o PT chegaram ao poder com a bandeira anti corrupção e ética na política, não? Este é um velho anseio da população brasileira, ética na política, e na vida. Nada mais do que anseios democráticos e republicanos, será pedir demais? Mas os marajás da república resistem, e qualquer professorzinho dos rincões do Acre, do Oiapoque ao Chuí, brada as maravilhas do socialismo e as narrativas mais do que fajutas do PT e aliados. A nata da cleptocracia, nunca anmtes na história. Vade retro! Mas como sou otimista, o Brasil é maior. Mas que vai dar trabalhop, vai. Afinal a revolução brasileira é permanente, tem que ser, como diria Trotski, um dos diabos comunistas que juntamente com muitos outros ardem no fogo eterno do inferno. Que se phodam.

sábado, 3 de agosto de 2019

O STF MANDA NO PAÍS. PODE? - RAFAEL BRASIL

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Como bem ressalta o meu irmão Ricardo, revoltado com as eternas manobras do STF para barrar a lava jato, quem manda no país hoje é o STF. Quer legislar em causas como o aborto, e prisão depois da segunda instância, quando se sabe que na imensa maioria dos países democráticos, o sujeito já vai preso depois de condenado na primeira instância. Depois recorre, mas preso. Na verdade, a lava jato está chegando ao supremo, pois que chegue logo. A reação da corte, se deu por causa das investigações da receita federal, que pega parentes e esposas de ministros como no caso de Dias Toffoli e Gilmar Mendes, antes um ferrenho defensor do PSDB, mas agora, no desespero, tornou-se o principal advogado da ORCRIM.
Ainda hoje soltaram o assassino do jornalista Tim Lopes, que foi queimado vivo, o traficante Elias Maluco, sob a chancela de Celso de Melo, o tal de decano. Devia ir mesmo em cana, uma sujeito desses, mas , afinal eles andam protegidos por seguranças, e viajam por todo canto em aviões da FAB, além de viajar ao estrangeiro com as passagens pagas pelo povo a suas esposas. Este é o Brasil dos poderorsos, que claro, protegem os poderosos amigos que os colocaram em seus tão cobiçados cargos. Uma vergonha, precisa dizer mais? As vítimas e suas famílias que se lasquem.
Agora, baseados em gravações clandestinas, e facilmente editáveis, querem derrubar o principal promotor da lava jato Detran Dallagnol. A raiva e a prepotência dos membros das altas cortes é acintosa, porque em defesa do que existe de pior na nação, que é o patrimonialismo e a arrogência desmesurada dos agentes estatais.
Quando um ministro, como Dias Toffoli, toma uma decisão de impedir o COAF de incvestigar pessoas como a sua mulher, suspeitíssima, a república mostra suas entranhas. E é bom o povo assistir e se indignar com tudo isso. Afinal  quem perde a capacidade de se indignar está mortinho da silva. Quem duvida?

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

A ESPIONAGEM ESQUERDISTA DEU ERRADO - RAFAEL BRASIL

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Afinal, o que tinha tudo pra dar errado, deu mesmo. E de onde nada se espera, não sai nada mesmo, só pilantragem, no caso dos hackeres, e de Verdevaldo, um pilantra a serviço da ORCRIM. O plano, de execução complexa e coordenada era simples: Desmoralizar Moro, odiado pelos juízes das supremas cortes, dos políticos com medo da lava jato, e dos esquerdistas, claro, enfraquecer o governo e soltar Lula, juntamente com uma carrada de bandidos, cerca de 170 mil. Todo sistema corrupto urdia, matreira e silenciosamente, mas com coordenação. Só que, felizmente, só fizeram trapalhadas, e como diria Garrincha, não combinaram com os adversários. O povo e a verdade limpa e cristalina, fizeram a diferença.
O tal de Verdevaldo  antes  fez uma entrevista com Lula, claro, da cadeia, preparando o terreno da narrativa de perseguido político.  Depois as gravações dos áudios, com o acolhimento favorável dos ministros do STF, além de forte pressão midiática, noves fora as redes sociais, estas independentes e incontroláveis, pelo menos por enquanto. Resultado: As gravações nada mostraram, antes pelo contrário, reforçaram a impressão de que Tanto Moro, como Dallagnol agiram em conjunto para ajustar às investigações visando prender bandidos. Nada de mal. Apesar de Moro sofrer constrangimentos horríveis, ao ser inquirido pelos bandidos do PT e aliados, no senado e na câmara. Um show de paciência, e pior: ministros do STF se movimentando para colocar tudo sob suspeita e soltar Lula, mesmo com a ilegalidade das gravações. Aliás, ainda nem resolveram a pendenga da condenação em segunda instância.
Em poucas palavras, Moro saiu mais forte, com o povo nas ruas se manifestando por ele e contra a safadeza e a corrupção além da violência, nosso maior problema. Com a prisão dos rackeres fulêiros em São Paulo, descobriram a ligação deles com Manuela D'Ávila, candidata à vice presidência justamente pelo PT. A moça é do stalinista e maoísta PC do B, um dos maiores cacarecos políticos da nossa história. E o pior: Rackearam os juízes e o escambau. Bom para o Brasil, mas durante este grande imbróglio, teve a delação de Palocci, sem nenhum destaque pela mídia. Jogaram 500 bi no lixo, justamente mais da metade do dinheiro que se pretende economizar com  a reforma da previdência, e para atender os planos de expansão da tal de revolução socialista seguindo estratégia do Foro de São Paulo. Mas esta história ainda vai render, e reforçar o caráter criminoso da ORCRIM e seus tentáculos em todo aparelho de estado. Vamos acompanhando o show de safadezas, e mais importante: As mudanças na sociedade brasileira e o caráter na nossa revoloção, democrática liberal e republicana. Pela primeira vez em nossa história. Saravá! 

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

MINISTROS DO STF TINHAM PASSAGENS DE GRAÇA PARA AS MULHERES - RAFAEL BRASIL

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Além de inúmeras mordomias e vantagens salariais de todos os tipos, os membros do STF tinham passagens internacionais pagas com nosso dinheiro para, pasmem, suas mulheres. Isto em rerlatório do TCU, que consta que gastaram fortunas com estas passagens, das madames dos senhores ministros.
Vejo agora no saite Antagonista que o ministro Alexandre de Moraes, o censor, mandou suspender as investigações da receita 133 pessoas inclusive, é claro, de membros do STF, como Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Haja corporativismo, e claro, medo da lava jato ou coisa similar chegue às altas cortes. Já dizia Paulo Francis  que aceitaria um déspota esclarecido, desde que o mesmo abrisse o caixa preta da petrobrás e do judiciário. Falta o judiciário, vamos ver, o povo quer ver, quero ver sangue!
Sim, e Dias Toffili fez cerca de setenta viagens nos aviões da FAB, pode isso? Afinal, este cabra não trabalha mesmo, aliás eles tem  muitos assessores que fazem o serviço real. Quem duvida? Uns merdas que se acham importantes.

ENQUANTO O SISTEMA REAGE, A LAVA JATO CONTINUA - RAFAEL BRASIL


Enquanto o sistema reage, com mil artimanhas, a lava jato continua, para alegria de todos os brasileiros decentes. Ontem foi pego pela polícia federal o maior doleiro da ORCRIM, o doleiro dos doleiros, um cidadão chamado Dario Messer. Ele estava disfarçado com o cabelo e barba pintada de ruivo.
Enquanto isso, os tribunais superiores tramam, juntamente com o congresso, boa parte corrompido até a medula, para afastar às investigações. Aliás, as investigações podem chegar nas altas cortes do judiciário, daí o medo de ministros desqualificados como Dias Toffoli. Além de desqualificados militantes esquerdistas, e em sua maioria envolvidos nos mais escabrosos cassos de corrupção. Enfim a lava jato pegou parte da nata do empresariado, dos políticos, falta agora do judiciário. Vamos esperar pra ver. Esperar e fiscalizar nas redes sociais, como sempre digo, as redes foram e são essenciais para este novo Brasil que está nascendo.
Uma vergonha é quem, por motivos ideológicos e outros mais, ficam contra às investigações e o processo de , digamos, depuração democrática que o país tanto precisa. Nossa elite acadêmica é de dar nojo, tal o aparelhamento das escolas e universidades pela esquerda. Defendem o que existe de pior na nação, desde sempre. O estado patrimonialista e seus beneficiários, aliás quem faz parte desta elite não quer jamais largar o osso.
É isso aí, enquando os poderosos de sempre reagem, o governo toca a agenda econômica, de fundamental importância para o país, justamente por seu caráter liberal. E no segundo semestre que se inicia, o pacote anti violência do ministro Sérgio Moro, que inclusive vai pegar os agentes da corrupção, daí o medo do congresso, que está acuado, com raiva, mas não pode ir contra o povo. Em poucas palavras, o jogo continua. Só que desta vez o povo pode vencer. Será a primeira vez em nossa história. Saravá!

quarta-feira, 31 de julho de 2019

"MEU MENINO NO SUPREMO" - RAFAEL BRASIL

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Segundo os autores do livro recém lançado Os Onze, dos autores Felipe Recondo e Luiz Weber, o plano de Lula era transformar Dias Toffoli no Gilmar Mendes do PT, informa o saite O Antagonista. Bem até as pedras sabem disso, o STF hoje é o principal entrave à formação de um estado verdadeioramente democrático e republicano. Isto sem falar dos tribunais superiores dos estados, antros de corrupção, nepotismo, e privilégios de verdadeiros marajás. Neste momento histórico, são guardiões do que existe de mais atrasado no país, que é a defesa do status quo de dominação do povo pelo estamento burocrático do estado. E são eles que comandam, junto com um legislativo, fruto de um sistema político anti democrático, dominado por partidos coruptos e atolados em corrupção. O povo não quer mais isso. Quem aguenta? Quem quer ficar calado?
É preciso uma reforma do estado, o que aliás felizmente está acontecendo, e, claro também da justiça e do judiciário. Por que o judiciário tem férias forenses, ora essa, devia funcionar o ano todo, aos domingos e feriados. E acabar com as mordomias, Toffoli, o menino de Lula no supremo, seu Gilmar Mendes de estimação,  fez 72 viagens, em menos de um ano em aviões da FAB. Isso é uma vergonha, um acinte a toda nação. Por que àquele traste viajou tanto, seria bom perguntar.
O menino de Lula no supremo vem seguindo à risca os planos da ORCRIM. E também do estamnento burocrático do estado, que rosna, silenciosa e continuamente. Mas o povo e as redes socias estão mostrando a cara, aliás, desde às eleições. E a luta será grande, afinal, para a mídia, mais valeu os crimes de um militante rackeador, do que as delações de Palocci sobre o rombo de cerca de 500 bilhões do BNDES durante a "gestão" petista. Justamente metade do que o governo pretende economizar com  a reforma da previdência. Enfim o sistema rosna, e conspira, justamente para soltar e livrar os meliantes da cadeia, como ressuscitar o defunto da esquerda petista. Que morreu, mas o difícil vai ser remover o cadáver, dada a uma ocupação de espaços de décadas, bem antes de chegar ao poder. Mas vamos lá! O Brasil precisa ouvir o povo. E o povo está percebendo que liberalismo é bom, na política e na economia. Ademais, o povo sempre esteve à léguas na frente da nossa chamada elite intelectual. Quem duvida?

terça-feira, 30 de julho de 2019

O CASO FERNANDO SANTA CRUZ, A REPRESSÃO E O TERRORISMO - RAFAEL BRASIL

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Esta semana assistimos um bate boca do presidente da república com o presoidente da OAB, Felipe Santa Cruz, filho de Fernando Santa Cruz, desaparecido provavelmente pela repressão do regime sobretudo às organizações armadas, a maioria terroristas, como no caso da AP, Ação Popular, que já preparava suas ações antes do movimento de 64, em 1962.  Segundo Bolsonaro, Fernando Santa Cruz foi morto pelos próprios companheiros. Porém o caso fica sem solução, pois o corpo está até hoje desaparecido, e o presidente da OAB quer interpelar Bolsonaro na justiça para que ele esclareça o caso, em poucas palavras, que ele conte o que sabe. Tem até gente que está propondo um impeachent do presidente pelo quiprocó. Ridículo.
A AP, a qual pertencia Fernando Santa Cruz, foi uma organização terrorista, e seus membros estavam preparados pra matar. O atentado ao aeroporto dos Guararapes contra Costa e Silva em 1966, feriu 14 pessoas e matou duas, o jornalista Edson Régis e o militar Nélson Gomes Fernandes. A AP tinha uma orientação maoísta, ou seja da linha chinesa, que visava promover a chamada guerra popular prolongada, do campo para a cidade, seguindo o modelo do maior tirano da história da humanidade. E estas organizações matavam e torturavam possíveis dissidentes e delatores, aliás isso é comum na história do comunismo, afinal quem matou mais comunistas foram os próprios. Evidentemente, estas pessoas nunca foram democratas, queriam implantar uma ditadura comunista no país, fato amplamente discutido e documentado por esquerdistas famosos como Jacob Gorender, e Fernando Gabeira, dentre outros. Só que a esquerda construiu uma narativa de que estas pessoas estavam reagindo à ditadura em prol da democracia. Uma mentira que foi passada às gerações seguintes., inclusive nos livros didaticos, que aliás muitos apontam Lênin como democrata, e que Stálin matou 500 mil pessoas, quando o numero chegou a cerca de  30 milhões.
Na verdade, com o tempo, sabemos que não tinha inocente em ambos os lados. É lamentável a morte de uma pessoa em condições até hoje misteriosas, e como diz um  relatório da marinha, de causas não naturais. Mas o que existe mesmo é a tentativa da esquerda de manter uma narrativa mentirosa, essencialmente. A repressão política foi um fato laamentável, e as torturas também, mas para uma parte ínfima da população. Mas o terrorismo de esquerda também matava e torturava, só os verdadeiros democratas que sofreram, com a censura, e repressão política. No final, com a decadência da economia, ou do chamado milagre econômico, a ditadura começa a perder apoio popular, e Geisel desmontou o aparato repressivo possibilitando à abertura política e a volta da democracia. Claro, com uma frente de oposições fortes, e que incluía até setores importantes da esquerda como o velho pecebão, que foi contra o terrorismo e a chamada luta armada. Queriam democracia como um instrumento para chegar à ditadura comunista através da organização das massas.
Aliás, muita gente que participou de atos terroristas e da chamada luta armada, se tornaria membro do PT, e consequentemente do governo como Zé Dirceu e Dilma. Montaram o governo mais criminoso da nossa história e deixaram o país e o povo em frangalhos com cerca de 14 milhões de desempregados. Mas essa história ainda vai ser contada. Aguardemos.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

FASCISTAS DE CÁ, FASCISTAS DA RÚSSIA - RAFAEL BRASIL

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Quase nada ouço, da nossa mídia desmoralizada pela militância esquerdista, sobre a repressão do governo, este sim facista de Putin, na Rússia. De uma truculência sem par, ora vejam, numa manifestação de pouco mais de três mil pessoas, prenderam mil. Dentre eles o corajoso líder da oposição Alexei Navalny, e seus poucos seguidores.
De tradição autoritária, e depois com o comunismo, totalitária, a Rússia com seus intelectuais eslavófilos sempre sonharam com um fetiche chamado grande Rússia, ou seja, sonhos de império. E na verdade ninguém mais do que o georgiano Stálin, conseguiu ir tão longe, claro, com os mais de trinta milhões de mortos pelo comunismo, bem mais do que os vinte e tantos milhões na segunda guerra, que eles chamam de a grande guerra patriótica.
Depois da falência do comunismo, apressada por Gorbachov, a Rússia, depois de algumas, digamos, experiências democráticas sob Bóris Yeltsin, caiu sob o poder do ex agente da KGB, a poderosa e temida polícia secreta do comunismo Wladimir Putin , e continua até hoje mergulhada no autoritarismo, de colorações nitidamente fascistas.
Putin, aos poucos, tal qual Chávez na Venezuela, foi reformando a constituição para se manter no poder, onde se encontra até hoje, um pouco mais de vinte anos depois. Se aliou à máfia de industriais russos que emergiram do comunismo, e se fartou com a venda de petróleo, aliás , com o gasoduto que fornece energia para boa parte da Europa, e exportando produtos bélicos, com a herança soviética de alta tecnologia no setor. Ademais, no fim da União Soviética se gastava mais de 40% do PIB com orçamento militar, coisa que nenhum páís pode aguentar, claro no afã de concorrer com os Estados Unidos, na  corrida armamentista. Putin sonha em manter e expandir este império, atuando com muita força na política internacional sbretudo contra a hegemonia norte-americana. Aqui na América Latina, apóia ditaduras como a de Cuba, a mais longeva e de longa tradição de aliada a ex URSS, da Venezuela, Nicarágua e todos os que representam o anti amerticanismo na região.
Aqui, quem apóia tipos como Putin, é a esquerda, uma vergonha. Aliás uma esquerda fascista, intolerante, essencialmente autoritária e corrupta. E são estes mesmos que se declaram, anti fascistas, alemais mentir é um mantra esquerdista, claro, mentir para o partido e a tal da revolução. Aliás este DNA vem de Lênin,m o inventor do sistema tortalitário, depois copiado por gente como Hitler,  Fidel Castro, Che Guevara, e uma figura como Zé Dirceu hoje, para ficarmos nestes tristes exemplos.
Pra esta gente Bolsonaro é o fascista. E quem é a favor dele também. Aliás que fascismo é esse? Todas ações são para diminuiir o poder do estado, desde a política econômica liberal, até na questão do armamento civil, que a esquerda impôs à nação, que no plebiscito queria justamente o contrário? Quem são os fascistas que aparelharam todo o estado, sobretudo as universidades e a mídia e o escambau?  O brasileiro é pacífico e quer progresso. Em outras palavras, o que nunca de fato tivemos, uma sociedade livre, próspera e democrática. E a sociedade, aos trancos e barrancos vai levando o barco, juntamente com o governo, sem partido, sem mídia e contra todo o estamento burocrático do estado. Afinal, fascista é o cú da mãe, como ironiza o velho e bom Olavo de Carvalho. Olavo tem razão, quen não sabe? KKKK!

AGENDA LIBERAL E DA SEGURANÇA E AVANÇO DO GOVERNO BOLSONARO - RAFAEL B RASIL

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Enquanto a mídia, a oposição, o centrão, os tribunais superiores conspiram, a agenda do governo avança, e ótimo, em direção ao liberalismo econômico. Em poucas palavras, reforma do estado, privatizações e abertura econômica, com a prometida aliança estratégica, ou seja, política e militar com os Estados Unidos.
O país precisa desde anteontem melhorar a infra estrutura, ou seja: Precisamois de ferrovias, rodovias, hiodrovias, portos e aeroportos, dentre outras coisas. Nem o estado falido pode investir, nem existe um marco regulatório para as concessões a empresas estrangeiras. Isso também vale para as empreiteiras, afinal as nacionais estão desde sempre envolvidas com o estado patrimonialista e seus negócios mais que escusos, ainal foram a ponta de lança da megalomania esquerdista de exportar a revolução socialista para toda a América Latina através do Foro de São Paulo, organização crimonosa que foi devidamente escondida pela mídia por mais de duas décadas.  Graças ao monumental trabalho do filósofo Olavo de Carvalho, agora está sendo mostrada por setores da mídia quando da realização do congresso na pobre e falida Venezuela.
Outro grande problema é a segurança, aliás esta foi uma das principais bandeiras de campanha, e de fato o maior problema nacional. Mata-se cerca de 60 mil pessoas ao ano, cifra maior do que três guerras do Iraque. O povo vive trancado dentro de casa, e as cidades se transformaram num inferno pra se viver, sobretudo as grandes e as médias, e recentemente as pequenas também. Políticas equivocadas, muitas delas elaboradas em gabinetes de sociólogos esquerdistas ligados à política globalista da ONU, promoveram o abrandemanto estpúpído das penas. A impunidade fez explodir à violência, com muitas áreas dos estados comandadas pelo crime organizado. Sérgio Moro e sua equipe trabalham em diversas frentes, isolando os líderes das facções criminosas que comandam da cadeia, e com um pacote anti violêncoia e corrupção a ser votado pelo sempre recalcitrante e corrupto congresso, fruto de uma estrutura política mais do que arcaica, e essencialmente corrupta. Afinal teremos que, num futiuro próximo fazer uma ampla reforma política, como sempre defendeu nosso Marco Maciel.
A luta é grande mas alvissareira. Afinal, há tempos que o país precisa de um choque de liberalismo. E na questão da violência tem que ser colocado em pauta a questão, crucial, do desarmamento civil. O governo perdeu o primeiro round no senado, mas o processo tem que ser retomado. Afinal povo desarmado é povo escravizado, mas enfim isso é uma questão complexa mas fundamental. 
A sociedade está ligada, mesmo meio tropegamente, nas redes sociais, e muito mobilizada, para o pavor dos políticos desmoralizados da oposição e do malfadado centrão, que é o que existe de mais atrasado no país. Bem, vamos assitir os próximos capítulos dessa história que ademais é um processo. Aliás isso é o que podemos chamar de revolução brasileira , que começou nas manifestações de 2013. Sem partidos nem líderes, o povo deu o recado, e para a falicidade de todos e do governo continua mobilizado. Que continue assim. Saravá!   



terça-feira, 9 de julho de 2019

Book Review: “O Jardim das Aflições”, de Olavo de Carvalho

Book Review: “O Jardim das Aflições”, de Olavo de Carvalho

Versão melhorada da palestra por mim proferida no dia 13 de Fevereiro de 2016, no Grupo de Estudos São Thomas More.
Boa tarde a todos! Agradeço a todos os que se dispuseram a tirar algumas horas deste sábado para virem cá me ouvir discorrer sobre o livro “O Jardim das Aflições”, do filósofo Olavo de Carvalho. Agradeço também à coordenação do Grupo São Thomas More por ter-me dado esta oportunidade de estar aqui.
É um prazer imenso para quem segue o caminho da vida intelectual ter a oportunidade de falar de uma das obras mais importantes para a própria trajetória de estudos. E este é o meu caso em relação ao Jardim das Aflições. É um dos meus livros favoritos de todos, um dos que mais me marcaram e, provavelmente, um dos mais interessantes de todo o pensamento brasileiro, ombreando com algumas obras de Gilberto Freyre e Mário Ferreira dos Santos.
olavo-blog
Dentre os livros do filósofo Olavo de Carvalho, é o que possui a forma literária mais elaborada. É, segundo o próprio autor, um “misto de memórias e ensaio filosófico, reportagem e panfleto político, metafísica, esoterismo e fait divers, religião comparada e etc.”. Essa riqueza de temas e de planos foi disposta numa forma harmônica que raramente se vê nas demais obras do autor, que quase sempre consistem em coletâneas de ensaios, uma vez que o livro tem claramente um começo, meio e fim. Nele também se observa um traço característico do estilo de Olavo de Carvalho: partir de um ponto pequeno para daí empreender uma investigação sobre temas imensamente maiores e isso demanda a abordagem de diversos assuntos necessários à elucidação do tema.
Outra coisa surpreendente em relação ao livro fora as condições em que ele foi escrito. O filósofo estava completamente desempregado, na miséria, vivendo num quitinete em um edifício tão degradado, tão ruim que era apelidado de “Favelão”. Se um livro tão bom pode ser gestado em condições tão adversas, é mais uma prova de que a vontade eo talento podem vencer as adversidades.
Uma observação que eu julgo fundamental que por ser muitas vezes ignorada torna-se a fonte de muitos mal-entendidos na interpretação deste livro e que por isso deve ser feita já é a de que essa obra é o começo de uma investigação sobre o tema, e não uma tomada taxativa de posição. Está isso já na página 26 desta nova edição promovida pela VIDE Editorial:
“…, devo advertir que as opiniões expressas no começo são apenas o começo; que aceitá-las ou rejeitá-las in limine é impedir-se de entender aonde levam; que o leitor, ao tomar posição pró ou contra logo nas primeiras páginas – ou pior ainda, ao fundá-la numa impressão de momento -, estará se enganando a si próprio, tomando este livro como expressão de opiniões prontas, quando ele é, como há de ver quem o leia até o fim, substancialmente, uma investigação; investigação que, do meio para diante, toma de fato um rumo bem diverso daquele que parecia anunciar no começo.”
O núcleo deste livro foi redigido numa noite de Março de 1990, após a conferência proferida por José Américo Motta Pessanha sobre Epicuro no ciclo de Ética promovido no MASP. Esse ciclo e outros promovidos por Adauto Novais não eram inocentes; tinham como . tinham como objetivo reformar a cultura brasileira pela propagação de novas crenças. A base para tal empreitada seria o resgate de uma “tradição materialista” na filosofia ocidental, que põe Epicuro, La Mettrie, Marquês de Sade e outros pensadores de quinta categoria até desembocar no marxismo no centro do pensamento ocidental e deslocava para a marginalidade todas as correntes espiritualistas, ainda que mais importantes.
A pretendida tradição, porém não existe, pois uma verdadeira tradição pressupõe uma continuidade ao longo do tempo por meio de uma entrega de um legado e isso simplesmente não existe no materialismo, que aparece ocasionalmente por motivos os mais variados (teses mecanicistas, cientificistas ou filosoficas), ao contrário da permanente e consistente tradição das correntes espiritualistas. Foi com tal espírito deformador da história da Filosofia que Pessanha organizou a famosa coleção Os Pensadores, que acabou por se tornar indispensável nos estudos filosóficos brasileiros.
Olavo passa a analisar a filosofia de Epicuro para entender porque ela foi eleita como indispensável para suscitar o debate ético no Brasil. Todavia, o que se viu foi um pensamento cosmológico caótico, no qual átomos e seres são instáveis; uma teodicéia que sustenta que os deuses são inócuos mas que, ao mesmo tempo, são o modelo supremo de bem e ideal de vida; uma ética que na verdade consiste numa psicologia prática, cujo objetivo não é descobrir a conduta correta, mas aplacar as angústias pessoais por meio de um constante evasionismo da realidade sofrida por meio da constante recordação dos fatos passados agradáveis e da conversação filosófica no jardim, conversa essa que não objetiva encontrar a verdade, mas sim acalmar-se e “ser feliz”. Mas o ensinamento oferecido é o de que só se pode escapar de vez do sofrimento por meio da morte, seguida de um absoluto esquecimento. Essa técnica, conhecida como Tetrapharmakon (o quádruplo remédio), assim chamada em alusão à descoberta de uma inscrição em pedra na Turquia de um texto epicúreo que determinava o seguinte caminho para “alcançar a felicidade”:
1) “Não há o que temer quanto aos deuses;
2) Não há necessidade de temer a morte;
3) A felicidade é possível;
4) Podemos escapar à dor”
Essa técnica é um wishful thinking radicalizado, elevado a regra de vida. É por ela que alguém pode aceitar a física de Epicuro.
Olavo percebeu um vínculo entre Epicuro e a Programação Neurolinguística (o que não significa, claro, que Milton Erickson ou Richard Bandler tenham estudado o filósofo do jardim), no que se refere à rejeição do conhecmento objetivo da realidade e na substituição desta por imagens fictícias melhoradas para dar a alguém uma sensação de superioridade e de poder.
Mas no epicurismo não consistia toda mundividência de Pessanha; fundido a ele estava o marxismo. Mas como uma doutrina ativista e preocupada com a práxis como a de Marx pode se conciliar com uma tão evasionista como a de Epicuro? Ora, Epicuro foi objeto da tese de doutoramento do jovem Marx. Embora ele tenha repudiado isso em sua filosofia mais madura, o vínculo entre eles deve ser buscado nas Teses sobre Feuerbach, precisamente na 11ª tese, que diz: ”Até hoje os filósofos se ocuparam em compreender o mundo, mas o que importa é transformá-lo”. Nela Marx mostra, como Epicuro, um desprezo pela inteligência teorética e substitui-la por uma auto-hipnose retórica direcionada para “reformar o mundo”; as ilusões coletivas, no marxismo, são superiores ao conhecimento pessoal.
Isso nos remete à história da conquista da inteligência teorética, que anda junta à história do desenvolvimento da consciência individual. Esse processo já se mostra em germe na tragédia grega, nasce com Sócrates, fortalece com o aperfeiçoamento da filosofia grega e é completado com o cristianismo. Essa libertação provocou, porém a reação dos nostálgicos da antiga religião greco-romana, de caráter público e coletivista. O conjunto dessas reações, nascidas também da profunda incompreensão dos pagãos em relação ao fenômeno cristão (paganismo e cristianismo são, segundo o simbolismo da cruz, fenômenos frontalmente opostos) recebeu o nome de gnosticismo.
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Inicialmente um conjunto de seitas esotérico-religiosas variadas, o gnosticismo tinha como traço comum o ódio ao cristiansmo e a nostalgia pela religião e tradição greco-romana. Tal reação se mostra presente em boa parte da cultura ocidental desde a época do Renascimento.
Com o fim do Império Romano, o cristianismo espalha-se numa Europa politicamente fragmentada e socialmente instável, cuja único poder sólido era a Igreja Católica. Ela paira acima dos senhores feudais, principados e reinos que com muita dificuldade duram algumas gerações. A ideia imperial, porém, não morreu com o Império Romano do Ocidente, e a própria Igreja começou a alentar a ideia de criar um império europeu cristão, mas inspirado no romano, em parte para retirar de si própria a carga de cuidar dos assuntos seculares, em parte pelo fascínio mesmo da ideia imperial. E essa ideia continua a ser como que uma constante na cultura ocidental.
Essa ideia tem, marcadamente, quatro grandes momentos: o Império de Carlos Magno; o Sacro Império Romano Germânico; os impérios coloniais surgidos a partir dos Descobrimentos; e o império leigo, primeiro napoleônico e depois americano.
O Império Carolíngio parecia ter concretizado o ideal da Igreja de criar um império europeu cristão, mas ele não sobreviveu à morte do imperador. O Sacro Império mostrou-se uma farsa rocambulesca, com constantes atritos entre o imperador e o Papa. A emergência dos Estados nacionais, o surgimento dos impérios coloniais por volta do final do século XV e a Reforma Protestante (Henrique VIII da Inglaterra tem um papel preponderante nesse sentido), destroem a Cristandade e junto com ela o projeto de império europeu cristão. A partir daí cada soberano reclama para si próprio o papel de braço armado do cristianismo e a missão de “dilatar a Fé e o Império”. Se conseguem cristianizar extensas áreas das Américas, da Ásia e da África, o fazem por meio de muitas violências e nem sempre educando na sã doutrina. Isso para não mencionar o fato de que todos esses impérios não conseguem, apesar de tudo, serem autênticos sucessores do Império Romano.
Mais tarde, com o Iluminismo e a Revolução Francesa, o projeto de império cristão morre, sendo substituído pelo do império leigo: o sucessor do Império Romano não poderia ter vínculos religiosos, devendo ser puramente secular e fundado nas bases materialistas do racionalismo. Entra em cena a figura de Napoleão Bonaparte, que tenta concretizar este intento mas fracassa por ter tentado criar um Império leigo com a estrutura do Antigo Regime. A religião perde grande força no quadro do império leigo.
Já a partir do Renascimento o sentido da vida vai se afastando do cristianismo e isso dá origem a duas correntes de pensamento: a naturalista e a historicista, cuja oposição dá a tônica de boa parte da história cultural da modernidade, dando origem a o que o filósofo, num lance de criação literária, chama respectivamente de “culto dos deuses do espaço” e “culto dos deuses do tempo”.
O “culto aos deuses do espaço” consiste na como que redivinização da natureza a partir das especulações de Nicolau de Cusa que, tentando aplicar ao estudo da natureza os métodos usados para a especulação teológica e tentando matematizar toda a realidade, começa a ver o cosmos como que um ente divino quase que incognoscível.
Mais interessante ainda é, a meu ver, o “culto do deuses do tempo”, com a perversão do buscava dar mais concretude ao acontecer humano, o historicismo desaguou na progressiva entronização da História como agente do acontecer social, relegando os homens concretos a um plano secundário. Sim, com Hegel, o principal responsável por esta concepção, a História humana é mais do que a história de algo ou de alguém, mas sim um sujeito com personalidade própria e independente da humanidade. Daí nasce a ideologia do progresso, segundo a qual a História vive num progresso constante e predeterminado para todos os povos, porém desigual, existindo povos “avançados” e “atrasados”. Esse pensamento é alimento das correntes políticas de esquerda, mas parte da direita acaba por ter parte com ela também.
Tudo isso colaborou bastante para o advento do império americano, o sucessor do império napoleônico no intuito de erguer um império ocidental que fosse sucessor do Império Romano mas, desta vez, sem ter qualquer compromisso religioso e nem qualquer vínculo com as aristocracias hereditárias. Isso, segundo Olavo de Carvalho, só pode nascer por ser os EUA o que são: uma república imperial, capitalista, maçônica e protestante. O que significa isso?
Sendo uma república, a ideia imperial passa a independentizar-se da figura de um imperador autocrata. Na tradicional mentalidade europeia, isso era inconcebível. Sendo capitalista (ou, ao menso, bem mais capitalista do que qualquer país europeu), os interesses privados tinham nos EUA muito mais força do que no Velho Continente, ainda aferrado a elementos feudais e tradicionalistas. Esse forte setor privado tinha força para influir pesadamente nos rumos da política nacional e, não raro, preferia a expansão comercial às intervenções militares no exterior. Maçônica, pois a elite governante dos EUA, desde a Independência, era quase toda composta de membros da maçonaria. A maçonaria exercia aí o papel de casta sacerdotal, moldando o imaginário e os valores profundos desta elite. E protestante, por ser um país composto, em sua esmagadora maioria, por protestantes desde os tempos coloniais. Mas o caso americano se diferenciava do europeu devido ao fato que que lá não havia uma igreja única a dominar no país (como a Igreja Anglicana na Inglaterra ou a Igreja Luterana da Suécia no reino dos Sveas), mas sim um pluralismo denominacional que levou como solução contra possíveis problemas nas relações entre igrejas e o Estado a absoluta neutralidade deste em relação àquelas e, por conseguinte, o Estado americano estava completamente livre de se pautar por qualquer concepção religiosa. O filósofo vê aí a relação entre a expansão mundial da ideologia da Revolução Americana pelo mundo (democracia, capitalismo, lei e ordem, Estado Laico, etc.) com a concomitante expansão do ateísmo pelo mundo.
Claro que tal fenômeno não poderia deixar de provocar certas reações: parte do antiamericanismo no mundo islâmico está nesse contexto, como também a de religiosos em outras partes do mundo. E, seguindo uma emenda ou correção feita há não muito tempo pelo próprio autor a esta análise, há o poderoso movimento conservador americano (pouco conhecido por Carvalho na altura em que redigia o livro), que busca salvar os valores cristãos de maioria da população norte-americana da forte onda secularista contemporânea. Não é possível, ao menos para mim, não ver relação entre este ponto e outro, mais recentemente elaborado pelo autor, sobre os três esquemas de poder globalista que disputam entre si a hegemonia no mundo: o islâmico, o russo-chinês e o ocidental.
O ciclo de palestras no MASP insere-se nesse quadro; os intelectuais de esquerda brasileiros, ao promoverem o materialismo e a politizaão da vida, colocam-se como servidores da Revolução Americana.
Cabe aqui falar em algo como um “antídoto” para o problema do império? Difícil fazer prescrições. Inútil brandir aqui bandeiras como “economia de mercado”, “democracia política”, “direitos humanos”, “transparência”, “justiça social” ou outros chavões abundantes nas discussões públicas, que muitos tomam como se de panacéias se tratassem. O único a fazer aqui é restaurar o sentido cristão da vida: a vida humana é breve, frágil e orientada para Deus. Somos estrangeiros nesta Terra e nossa morada é o Céu. Só a alma obediente antes a Deus do que a qualquer (sim, QUALQUER) poder deste mundo pode santificar-se e cumprir satisfatoriamente seu destino. E MAIS NADA.
Uma das várias virtudes que vejo neste livro são os diversos temas que ele abre para que o leitor empreenda suas próprias pesquisas: a figura do império, a influência da Maçonaria na política e na cultura ocidental modernas, o ateísmo comparado, o crescimento do segredo na sociedade democrática, naturalismo e historicismo, a história da Inquisição, história da Ética no pensamento ocidental, afinidades entre Karl Marx e Epicuro, importância das técnicas de manipulação mental, comparação entre a metafísica de Hegel e a cosmologia de Gurdjieff, etc.
Bem, excedi-me demais no tempo devido, mas não me foi possível ser mais breve. Muito obrigado!
Fábio V. Barreto

sexta-feira, 5 de julho de 2019

'Pessoas normais não são de esquerda', afirma filósofo britânico Roger Scruton

'Pessoas normais não são de esquerda', afirma filósofo britânico Roger Scruton

"Há mil coisas que podem ser chamadas de conservadoras, há mil coisas que podem ser chamadas de liberais. O que importa, no final, é o que você faz com elas."
​Foi assim que o filósofo Roger Scruton abordou uma questão da Folha acerca das diferenças entre os valores que ele se propõe a defender em livros e a realidade política de regimes nominalmente conservadores adernando ao populismo mundo afora.
Uma evasiva deste inglês de 75 anos, o mais celebrado filósofo conservador da atualidade, que falava pelo telefone do banco de um carro na tarde quinta (4) em São Paulo, é verdade. Mas também um chamado à cautela.
"Eu sou um intelectual e gosto de ver as coisas como são, não como eu gostaria que fossem. Assim, minhas opiniões são irrelevantes."
Naturalmente não o são, mas a ponderação ao tentar colher uma avaliação sobre a ascensão de Jair Bolsonaro no Brasil passa por uma humildade objetiva. "Eu não o conheço. É preciso ver o que ele vai fazer além do personagem que é", disse Scruton.
Na véspera, ele dera palestra no ciclo Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, e lá havia comentado também sem dar nomes que os regimes populistas que se espalham dos EUA à Europa diferem de extremismos à medida em que as instituições nacionais de cada país são fortes.
O totalitarismo é uma obsessão de Scruton, que critica a União Europeia como projeto por ver nela o valor individual coibido em favor de uma burocracia sem face. Na mesma linha, apoiou a saída do Reino Unido do organismo.
Nos anos 1970 e 1980, ele ajudou a montar uma rede de intelectuais dissidentes de regimes comunistas do Leste Europeu. Acabou banido da Tchecoslováquia, só para acabar condecorado pelo país após a redemocratização de 1989.
Agora, o filósofo se viu novamente atacado pelo que chama de "totalitarismo do politicamente correto". Em abril, foi afastado do cargo de conselheiro de uma comissão do governo conservador britânico para melhorias urbanas.
O motivo? Uma entrevista à revista esquerdista "The New Stateman" na qual, ficou provado depois, o jornalista havia editado frases para que parecessem racistas ou preconceituosas. "Usaram os mesmos métodos totalitários que eu combati no Leste Europeu, tiraram tudo de contexto. Tentaram me atingir sem que eu tivesse feito nada de errado, mas pelo que eu penso", afirma.
Mesmo com a fraude revelada, ele não reivindicou o posto não-remunerado. "Eu sou um constrangimento para eles, e esse é meu papel na vida, ser um constrangimento."
"A esquerda se acha dona da verdade, e acham que devem nos calar. Na mídia social, eles podem fazer isso sem ter de fazer esforços de entendimento ou engajamento para convencer pessoas com argumentos", sustenta.
Não é uma contradição esse poder da patrulha no mundo virtual, enquanto os governos parecem se deslocar no sentido contrário? "As pessoas normais não são de esquerda no Ocidente. São contra perseguições. É aí que entra a figura de um Donald Trump. Ele fala que é contra isso, aí as pessoas votam nele."
Sobre o mérito desses governos, o laconismo de Scruton é notório.
Questionado se as ações de Trump, Bolsonaro, do húngaro Viktor Orbán e do filipino Rodrigo Duterte, além do alinhamento da nova direita europeia ao modus operandi do russo Vladimir Putin, não se chocam com reais valores conservadores, ele corta: "Não sou a favor de ninguém. Essas questões são muito difíceis de responder rapidamente".
Em sua ampla obra filosófica, Scruton coloca no centro do conservadorismo a valoração da experiência do indivíduo. E essa, diz, só pode ser integral com a apreciação do outro, do lugar do outro.
A retórica da nova direita não se chocaria com isso? "As coisas são muito mais sutis do que aquilo que os políticos dizem para vencer as eleições. Eu prefiro ficar de lado", diz.
Ele concorda, contudo, que possa haver característica de um "conservadorismo à brasileira", ao comentar uma pergunta sobre o papel das denominações evangélicas na construção do "éthos" político desse grupo no país —algo semelhante ao que ocorre nos EUA de Trump.
Novamente, contudo, ele prefere não ser assertivo. Isso continua quando o assunto é Olavo de Carvalho, o escritor radicado nos EUA que é considerado um dos introdutores dos textos de Scruton no Brasil, em artigos de jornal nos anos 1990.
Scruton diz que já ouviu falar, mas não conhece o ideólogo do bolsonarismo. "Muitos me dizem que devo lê-lo. E também que é uma figura divisiva", afirma.
Informado de que Bolsonaro havia postado vídeo no Facebook com uma fala sua, Scruton riu. "Todo mundo é livre para ler e usar minhas coisas. Isso não significa que eu concordo com eles."
Com o 17º livro publicado no Brasil neste mês, Scruton deixou o relativo anonimato para o papel de celebridade editorial no país. "É uma coisa incrível, as conversas que tive aqui foram muito gratificantes.
Ainda tenho muito a processar para ter uma ideia sobre a política e a sociedade daqui", afirma o filósofo.
Ele guarda suas conhecidas opiniões assertivas para outros temas, como a imigração na Europa.
"É um problema que todos podem ver. Nós temos de manter a ordem, e muitos não entendem o que deve ser essa ordem. Nós temos de nos adaptar, e eles também. Eu sou a favor da integração. Não deixá-los crescer à parte. O multiculturalismo está enganado e, ao fim, leva à guetificação".
Tirando o "eles" que pode trair seu conceito de identificação com o outro, a frase é um bem-acabado exemplo do discurso de Scruton.

Igor Gielow, Folha de São Paulo