quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

COMUNISMO MATA, SÓ IDIOTA NÃO SABE - RAFAEL BRASIL

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Comunismo mata e muito. Desde os massacres nunca dantes vistos, na já autocrática Rússia dos Tzares, feitos por Lênin, ainda nas primeiras semanas do golpe que antecedeu a guerra civil, aos genocídios e autocracias aqui na América Latina contemporânea. Cuba, Nicarágua e agora o desastre venezuelano.
Muitos dizem que comunismo acabou, mas podemos chamar de comunismo a idéia leninista de que a elite do partido em questão é portadora da verdade histórica, e como diria Gramsci, o partido seria o condutor das massas, o moderno príncipe. O portador do socialismo, o paraíso na terra, que aliás Marx não deixou uma linha sequer de como seria feito. E o motor de tudo isso seria a luta de classes, agora transfigurada em supostas minorias contra maiorias nem  sempre explicitadas. 
Afinal, mudam as teorias ao calor dos movimentos dialéticos da política e da história, ou seja, o comunismo é um movimento político de grande envergadura que sobrevive mais na periferia do capitalismo, em outras palavras é coisa de subdesenvolvido. E aqui na América Latina foi uma catástrofe de grande envergadura. Brasil, Venezuela, Argentina, Peru, Equador, Bolívia, Nicarágua além do Uruguai, entraram na onda. Curiosamente o Paraguai não seguiu os outros e foi o que mais se desenvolveu, com a devida ajuda das máfias chinesa e outras, claro. Cuba permaneceu como uma espécie de vanguarda deste exército de bandoleiros políticos.
O comunismo é muito atrativo para os jovens, afinal, todos se entusiasmam por lutar pelo bem da humanidade. Mas como disse diversas vezes nosso grande Nélson Rodrigues, a juventude é a fonte da imbecilidade. Enfim, o problema agora é reconstruir sociedades inteiramente corrompidas pelo estado, e tentar implantar o velho e bom capitalismo nestas plagas. Claro, o capitalismo está longe de ser perfeito, mas com democracia é certamente o sistema menos ruim, justamente por não ser um sistema. Digamos, mais um estilo de vida. Mas isso é tarefa de décadas. Afinal, nossa imbecilidade é uma construção de séculos, não é Nélson Rodrigues? KKKKK!

A ZOADA DO HINO - RAFAEL BRASIL

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Me diverti muito nas redes sociais nos últimos dias. Foi a questão do hino, que foi sugerido pelo ministro da educação Velez Rodriguez, de todos cantarem e até filmarem estes eventos cívicos, que estávamos acostumados no passado, e que nas últimas décadas de ensino "progressista" foi praticamente abolido, afinal, nas nossas universidades, nacionalismo ficou fora de moda, virou até coisa de direitista fascista e xenófoba, naturalmente.
A besteira do ministro, que logo foi consertada, foi botar o slogan da campanha, que aliás no início pensei que era mentira dos oposicionistas, o que hoje chamam de fake. E também de filmar, isso acho besteira, pois filmar hoje é uma coisa mais do que banal, aliás por que não filmar muitos professores dando aulas? Assim como as mazelas das nossas escolas, que aliás não são poucas, e até para vermos como funciona uma sala de aula com o pobre do professor, que passou a ser opressor, não ter autoridade nenhuma sobre alunos livres de punição, e por isso mal educados e autoritários? Filmar é uma ótima idéia, assim como antigamente punir alunos mal criados e mal educados, pra dizer o mínimo.
Pórém, o mais ridículo, foi uma penca de professores esquerdistas ficarem fazendo faniquitos por causa do hino, insinuando que obrigar a cantar o mesmo seria coisa de fascista. Até o governo do estado, envolvido até o gogó com corrupção, emitiu uma nota, com aplausos de muitos professores, dizendo que não era pra cumprir a determinação de cantar o "maldito" hino nacional. 
Em suma , foi bom essa besteirada toda, para medir o grau de ignorância em que nos meteram. O óbvio passou a ser o exótico, e vice versa. Temos que lutar pelo óbvio, aliás em quase tudo. E temos que seguir a intuição milagrosa do homem comum, de quem falou magistralmente o Grande jornalista britânico do início do século XX, Chesterton. O homem comum está salvando o país, mas as elites falantes reagem, e com raiva. Uma raiva histérica, e claro, ridícula. Alguém duvida?

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

A GUERRA AINDA NEM COMEÇOU - Rafael Brasil

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A guerra do governo contra o establishment apenas está começando, e nunca na nossa história recente um governo foi tão hostilizado pela mídia e as chamadas classes falantes. Primeiro a reforma da previdência, depois a reforma do estado com muitas privatizações e desregulamentações, mais do que necessárias para atrair investimentos, em poucas palavras, fomentar o velho e bom capitalismo no país. Além do pacote contra a violência, mais do que urgente, precisamos, e o povo está compreendendo, de mais sociedade e menos estado. E, claro, mais educação.
Enquanto escrevo, muitas corporações se movimentam para manter seus inúmeros privilégios, como o judiciário e os altos escalões das burocracias, federal, estadual e municipal, com seus marajás dormindo em berço esplêndido, desde tempos imemoriais.
E a batalha pela educação que está em pandarecos, nem tanto pela falta de dinheiro, mas com os inumeráveis desperdícios e pedagogias mais do que equivocadas como o sócio construtivismo, e a horrenda ocupação militante da educação pela esquerda. Isto é trabalho para décadas, mas sem educação não iremos a lugar algum.
Como sempre por aqui deixam tudo pra depois do carnaval. Os demagogos de sempre, os fisiológicos da velha política e a esquerda, jogam no quanto pior melhor. Sem a reforma da previdência continuaremos ladeira abaixo, com a consequente quebradeira total dos estados e municípios. Todos perdem, sobretudo os mais pobres. É isso aí. Vamos acompanhar os acontecimentos e ver como o governo vai lutar a guerra da comunicação. Na campanha, as redes sociais foram fundamentais. Agora também, mas todos vão perder, eis a questão. Afinal, vão-se os anéis ficam os dedos. Mas a questão é cortar privilégios. E o governo deve se empenhar nesta guerra midiática. A ver.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

PEGARAM O PÁSSARO, PAULO, O PRETO - AGORA A VEZ DO PSDB

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Hoje a operação lava jato pegou um pássaro, não um tucano, mas um pássaro preto, o chamado Paulo Preto, o operador das maracutaias do PSDB. É bom que vai desnudando as operações nada republicanas naqueles que diziam representar a social democracia brasileira. Afinal, foi com grande satisfação que Fernando Henrique passou o poder ao PT, alegre porque Lula ía manter os parâmetros, digamos assim, do PSDB quando no poder. Na verdade, a pauta mais conservadora do partido, como a responsabilidade fiscal e outros parâmetros contidos no brutalmente combatido pelo PT de outrora,  plano real.
Até agora, só figuras mais periféricas do partido foram atingidas pela lava jato, com exceção de Aécio Neves, a vergonha do avô o falecido Tancredo Neves. Agora, o núcleo do partido, com figuras como Geraldo Alkmin e José Serra, dentre outros, como Aloysio Nunes Ferreira, ex comunista, estarão na mira. 
Bom pra todos desmistificar políticos que se apresentavam como honestos e portadores de uma nova política, excluindo totalmente a direita do processo, esta sempre tachada de extrema direita. Afinal, a narrativa do PT era que o PSDB era a direita. 
Depois o PT não só adotaria a agenda econômica conservadora, pelo menos no primeiro governo Lula, mas depois, com as alianças antes veementemente condenadas pelo partido, tentou comprar o congresso com dinheiro de corrupção. Era o mensalão, que foi fichinha para o petlolão. O PT com seu projeto de poder atolou o país e o continente num inédito,  esquema de corrupção nunca antes visto em nossa história.
Vamos aguardar os acontecimentos, e muita coisa ainda está para ser descoberta. Aliás, a social democracia nunca foi, digamos, um parâmetro de probidade e honestidade nos países em que esteve no poder. E junção de governos esquerdistas já dura cerca de três décadas. É bom desmistificar essa turma. Quem não acha?

A BOA PRESENÇA DOS MILITARES NO GOVERNO - RAFAEL BRASIL



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Um dos pontos positivos do governo é a presença de militares em postos importantes da administração. Longe de ameaçar a democracia, como bradam muitos idiotas da objetividade, neste momento, apontam para um processo, necessário, de organizar a máquina pública, com ética e responsabilidade. Ademais são quadros técnicos competentes vindos de instituições como academias militares. E não existem grupos associados a quaisquer projetos autoritários, antes pelo contrário. Estão voltadas para o aperfeiçoamento institucional democrático.
Esta semana é muito importante para os rumos do governo e do país. O presidente vai apresentar dois programas chaves sem os quais a economia e a democracia afundam. A questão da segurança, com o pacote de Sérgio Moro, e a reforma da previdência. O primeiro é uma questão de salvação nacional, sem dúvida, não podemos continuar com a impressionante cifra de 60 mil assassinatos por ano, e com  a leniência das leis contra a bandidagem. O segundo, as contas públicas. Se não for feita nenhuma reforma, muitos idiotas do estamento estatal, em todos os níveis, vão ficar sem receber, dentro de aproximadamente três anos.  Os estados estão quebrados, e os municípios também.
É isso aí, vamos acompanhar o andamento e os debates destas questões. Afinal precisamos de segurança e de empregos. A reforma da previdência abre espaço para uma ampla reforma do estado, e outras mais do que necessárias, mas de médio e longo prazos. Vamos conferir e rezar para que tudo se encaminhe. Capital político o governo tem, e afinal, precisa convencer não só os políticos, mas a sociedade. E a sociedade está captando os bons sinais.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

"Roube um índio", por J.R. Guzzo


Roubaram até remédio de índio, e exigem que o seu líder, Luiz Inácio Lula da Silva, seja prêmio Nobel da Paz. 

Nada como olhar com cuidado cada uma das partes de alguma coisa para ter uma ideia mais exata do todo. 
A máquina pública brasileira, como revelam quase todos os dias fatos trazidos à luz do Sol, transformou-se durante os treze anos e meio dos governos de Lula e de Dilma Rousseff no maior pesqueiro privado do mundo para o desfrute de ladrões do Erário — era chegar à beira da água, jogar o anzol e sair com uma refinaria para a Petrobras, uma hidrelétrica no Xingu ou mesmo um trem-bala, se você fosse uma empreiteira de obras amiga íntima do presidente da República como as Odebrecht, as OAS, as Andrade Gutierrez. 
Também podiam rolar duas dúzias de ambulâncias, lanchas para o Ministério da Pesca ou o patrocínio de um show de axé no interior do Nordeste. 
Roubaram-se sangue humano dos hospitais, leite das crianças nas escolas e sondas para encontrar petróleo no fundo do mar. 
Houve quadrilhas operando a toda na venda de livros didáticos ao Ministério da Educação, na entrega de recursos da “reforma agrária” a mais de 30 000 mortos (sem contar 1 000 políticos eleitos) ou na compra, com dinheiro dos fundos de pensão das estatais, de ações de empresas falidas. 
Pense, em resumo, numa insânia jamais cometida na história mundial da corrupção; haverá precedentes nos governos Lula-Dilma.
Muita gente não tem mais paciência nem tempo para ficar olhando de perto cada episódio da roubalheira desesperada dos três governos e meio do PT. Muito justo, até porque a tarefa seria impossível. 
Mas de tempos em tempos vale a pena ver de novo — ou, mais exatamente, vale a pena separar alguma ladroagem especialmente depravada, de todos os milhares que o cardápio Lula-Dilma oferece, e fazer uma espécie de análise clínica mais demorada da patologia que existe ali dentro. 
Isso contribui, como dito no começo, para o melhor entendimento do todo. 
A esquerda, no comando do arrastão mental que se pratica todo dia no Brasil, tenta passar ao público a alucinação de que o conjunto completo da corrupção no país se resume, no fundo, às sentenças que condenaram Lula (25 anos de cadeia no lombo, pela última conta) por recebimento de propina e lavagem de dinheiro. 
Como, no seu entender, “não há provas definitivas” da culpa do ex-presidente, não há, realmente, corrupção alguma. Aí dá curto-circuito. 
Quando você olha a rapina parte por parte, e faz a soma de tudo, tem certeza de que está vendo um avestruz. 
O PT diz que você está vendo uma galinha.
“Invente uma ‘política pública’. Diga que é ‘social’. E corra para o abraço”
Considere, por exemplo, uma das últimas demonstrações de demência praticadas pelo governo com o seu dinheiro, trazida a público, ainda outro dia, pelo novo ministro da Saúde. 
Dá para fazer ideia, aí, de onde foram amarrar o nosso burro. Segundo o ministro, o Brasil gasta por ano 1,4 bilhão de reais para cuidar da saúde dos índios. 
Esqueça se é muito ou pouco; pode até ser uma miséria, e talvez o governo devesse gastar o dobro, ou o triplo, ou quanto quisesse, nesse serviço. 
O que realmente acaba com qualquer discussão é que 650 milhões desse 1,4 bilhão vão direto para as ONGs a quem as autoridades entregam a tarefa de cuidar da saúde indígena. 
Cereja do bolo: desses 650, quase 500 — isso mesmo, quase 500 — vão para uma única ONG. 
Que tal? 
Os outros 700 milhões da verba total são consumidos com as despesas para a existência material do próprio programa: aluguel de helicópteros e carros para transporte de pessoal, gasto com isso, gasto com aquilo. 
Sabe-se muito bem, em suma, de onde o dinheiro sai: do seu bolso, a cada tostão de imposto que você paga. 
Sabe-se, também, para onde vai: para o bem-estar dos 13 000 agentes das ONGs envolvidas no esquema. 
Sabe-se definitivamente, enfim, para onde essa montanha de dinheiro não vai: para os índios propriamente ditos. Seus índices de saúde são os piores de toda a população brasileira. 
Eles não recebem remédios. 
Não têm acesso regular a exames clínicos. 
As taxas de mortalidade infantil entre os índios são três vezes superiores à média nacional.
Muito bem: multiplique agora essa calamidade por 1 000, ou por 10 000, ou sabe-se lá por quantas partes mais, e dará para perceber a dimensão delirante a que chegou o “todo” na transferência de recursos públicos para interesses privados neste país nos últimos anos. 
É a grande lição do manual de instruções que os governos petistas deixaram como herança. 
Invente uma “política pública” qualquer. 
Diga que ela é “social”. 
Pronto: é só correr para o abraço. 
Roubaram até remédio de índio, e exigem que o seu líder seja prêmio Nobel da Paz. 
É onde estamos.

Veja

"Conversa fiada', por J.R. Guzzo


O QUE REALMENTE SUSTENTA O MOVIMENTO EM FAVOR DO CRIME É O INTERESSE MATERIAL DOS ADVOGADOS QUE O DEFENDEM




A cada dia que passa mais se firma a convicção de que o Brasil é um país realmente extraordinário nas  aberrações de sua vida pública; nada se verá de parecido no mundo atual, no passado e possivelmente no futuro. 
Há demonstrações diárias e concretas dessa degeneração psicótica das “instituições da sociedade civil”, cuja função, na teoria, é fornecer os parâmetros, a segurança e o equilíbrio para o país funcionar com um mínimo de chances. 
Faça o teste: daqui para frente, ao acordar de manhã a cada dia, verifique se você consegue chegar até a noite sem ser atropelado por algum absurdo de primeira classe produzido pelos que resolvem como será a sua existência, quais as suas obrigações e qual o custo a pagar para viver por aqui. 
Conseguiu? 
Impossível, a rigor, não é; mas a experiência mostra que é muito difícil. 
Acabamos de viver, justo agora, um dos grandes momentos deste processo permanente de depravação de valores, conduzido pelos peixes mais graúdos da “organização social” brasileira. 
O ministro da Justiça, Sergio Moro, apresentou, apenas 30 dias após chegar ao governo, um conjunto de medidas essenciais, urgentes e tecnicamente impecáveis para combater o crime e a corrupção que fazem do Brasil um dos países mais lamentáveis do planeta. 
E de onde vem, de imediato, a oposição mais enfurecida contra as medidas de Moro? 
Não dos criminosos ─ de quem, aliás, não se perguntou a opinião. 
A guerra contra a proposta vem da Ordem dos Advogados do Brasil, de juízes do Supremo Tribunal Federal, de integrantes do Ministério Público, dos filósofos que frequentam o mundo das comunicações e por aí afora. 
É uma espécie de ode ao suicídio.
O resumo da opera é o seguinte: todas essas forças, mais as diversas tribos de defensores do “direito de defesa”, acham que o grande problema do crime no Brasil é que existe punição demais para os criminosos, e não de menos. 
Há excesso de presos sofrendo dentro dos presídios, argumentam eles. 
A noção de que a impunidade incentiva diretamente o crime, segundo as mesmas cabeças, é uma construção da “direita branca”, da classe média e dos grandes interesses econômicos para impedir a organização dos pobres e sua ascensão social. 
Na visão do PT, expressa de imediato pelo professor Fernando Haddad, o ministro Moro está errado porque não propôs nada contra a verdadeira criminalidade no Brasil: ela está no “genocídio da população negra”, na “letalidade da polícia” e no “excesso de lotação nos presídios”. 
O pacote de Moro, segundo todos, é “apenas repressivo” ─ e crime, como se sabe hoje em dia, não pode mais ser combatido com repressão. 
O que o governo deveria fazer, então? 
Deveria estabelecer “canais de diálogo” com a sociedade, promover o “desarmamento da polícia”, para evitar a morte de “suspeitos da prática de crimes”, a soltura de presidiários que estão “desnecessariamente” nos presídios, a redução no “excesso de prisões” e mais o que se pode imaginar no gênero.
Muito pouco disso, na verdade, é fruto da inocência ou da compaixão pelo ser humano. 
O que realmente sustenta o movimento em favor do crime, sempre disfarçado como ação para promover os direitos legais dos criminosos, é o interesse material dos advogados que os defendem. 
Esqueça a massa de pobres diabos amontoados no presídio de Pedrinhas ou algum outro inferno parecido: esses aí, a OAB e os escritórios de advocacia milionários, querem mais é que se lixem. 
O que lhes interessa, mesmo, é manter, ampliar e criar leis e regras que permitam deixar eternamente em aberto os processos contra os clientes que lhes pagam honorários de verdade. 
São os corruptos, traficantes de drogas, contrabandistas de armas, empresários, sonegadores de imposto ─ as “criaturas do pântano”, de que fala o ministro Paulo Guedes. 
O resto é pura conversa fiada. 
O que importa, mesmo, é que a culpa do réu nunca seja “provada em definitivo”. 
Enquanto houver crimes e processos que não acabam, haverá cada vez mais fortunas em construção.

Exame

DITADURA CLEPTOCRÁTICA TOGADA - RAFAEL BRASIL

A ditadura cleptocrática togada, do consórcio PT/ STF, se baseia nos princípios fundamentais de qualquer ditadura comunista. Terrorismo de e...