quarta-feira, 1 de julho de 2015

PRÉ-SAL – Em seis meses, Serra fez mais pelo Brasil no Senado do que Suplicy em 24 anos. Basta ter clareza e saber o que se quer!


Em meio ano no Senado, José Serra (PSDB-SP) fez mais pelo Brasil do que Eduardo Suplicy (PT) em 24 anos. O senado deve aprovar projeto proposto pelo senador paulista que aumenta o tempo máximo de internação de menores infratores de 3 para 8 anos. Na verdade, seu texto original propunha 10, mas o relator, José Pimentel (PT-CE), rebaixou em dois anos. E não só.
Serra  deve ser bem-sucedido também— e, mais uma vez, o país sairá ganhando — em pôr fim à obrigatoriedade de a Petrobras participar da exploração do pré-sal. O relator é o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que submeteu a proposta original a uma pequena mudança, mas que conserva a essência do original.
Na versão que deve ir a plenário, a Petrobras deve ter a preferência na participação. Caso abra mão da prerrogativa, então uma empresa privada no lugar. Na verdade, o resultado é o mesmo, não é? O que importa é tirar o entrave que impõe uma pesada carga à Petrobras e que pode atrasar a exploração do pré-sal no Brasil.
Eu não tenho dúvida de que, caso a proposta de Serra seja aprovada, as ações da Petrobras vão subir porque as imposições do pré-sal são hoje um fator que conta contra a salubridade da empresa. Até porque a estatal diminuiu os investimentos previstos para o período de 2015 a 2019 em 37%, o que significa US$ 90,3 bilhões a menos quando comparado com o previsto no Plano de Negócios e Gestão para 2014 a 2018.
O curioso é que o próprio Lula teria dito a senadores do PMDB ser favorável à mudança. Tanto melhor, né? Em sua mais recente resolução, a Executiva Nacional do PT, alheia, como de hábito à realidade, atacou a possibilidade, com aquela retórica jurássica conhecida.
Pois é… Quem disse que é impossível fazer um trabalho decente no Senado e eliminar alguns pilares do atraso? Só que é preciso ter clareza de propósito e saber trabalhar.
Nesse sentido, Serra tem sido exemplar. Também está em tramitação sua proposta que institui o voto distrital já a partir de 2016 nos municípios com mais de 200 mil eleitores, o que seria um avanço formidável. Bastaram seis meses. Suplicy espera há dois anos para defender o seu programa de Renda Mínima para Dilma.
OK. Os 24 anos anteriores demonstram que ele tem outra noção de tempo.
Por Reinaldo Azevedo

Mara Gabrili (PSDB) repete mentiras do PT para justificar voto contra redução. A senhora é uma vergonha, deputada!


MaraA deputada Mara Gabrili (PSDB-SP) publicou um texto vexaminoso no Facebook para justificar seu voto contra a redução da maioridade penal.
A tucana repete as mentiras do PT e, assim como o ministro da Justiça (do Foro de São Paulo), José Eduardo Cardozo, mente até sobre o conteúdo da PEC 171/93.
Os internautas já estão desmascarando Gabrili na rede social, mas convém refutá-la aqui por partes:
1) “Para mim, seria muito mais fácil votar pela redução da maioridade penal, evitando críticas. Porém, todos sabemos que a redução não vai diminuir a violência,”.
É o mito número 5 (veja o print) entre os 7 desmascarados pela VEJA semanas atrás.
E olha que o deputado Moroni Torgan (DEM-CE) derrubou o mesmo mito durante o debate anterior à votação, citando inclusive a queda pela metade no Japão, como tuitei na hora. Onde estava Mara Gabrili? No whatsapp com Jandira Feghali?
Captura de Tela 2015-06-30 às 22.20.272) “e eu não poderia votar a favor simplesmente para tirar a sensação de impunidade que existe hoje na sociedade. Reitero: essa medida só tiraria a sensação.”
Mentira. Essa medida tiraria de circulação por mais tempo os CRIMINOSOS entre 16 e 18 anos. O nome deles não é “sensação”. São bandidos que ficariam afastados do convívio em sociedade, impedidos de cometer crimes contra inocentes.
3) “Há quase uma década frequento presídios do país, onde faço palestras. Como conhecedora do sistema prisional brasileiro, sei que está falido e que não recuperamos pessoas ali dentro.”
Nem os melhores presídios do mundo “recuperam” a maioria dos presos, porque há muitos absolutamente irrecuperáveis. Evitar punir bandidos por suposta incapacidade de recuperá-los é uma eterna desculpa da esquerda para não puni-los de forma alguma (nem melhorar o sistema prisional).
Só falta essa gente exigir que se joguem na rua os doentes internados em hospitais públicos porque o serviço de saúde pública é uma porcaria.
4) “Ao contrário, quem entra ali, sai em 7 ou 8 anos (porque não temos prisão perpétua) formado numa escola do crime para, daí em diante, roubar mais, matar mais.”
Roubar mais do que teria roubado em 7 anos de liberdade? Matar mais do que teria matado em 8 anos soltos? Não existe estudo que prove que, no fim das contas, o resultado seria pior para a sociedade. O que existe é a certeza de que, enquanto estão presos, eles oferecem menos perigo.
5) “O texto apresentado ontem na Câmara possibilitaria, por exemplo, que um jovem portando uma porção de maconha compartilhasse a mesma prisão que criminosos adultos de carteirinha.”
MENTIRA! Como ironizou o especialista em Segurança Pública Bene Barbosa, no próprio post da deputada:
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A PEC 171/93 incluía o tráfico de drogas, não o simples porte de maconha, usado por Gabrili para demonizar a proposta. O texto original está aqui, caso tenha votado sem ler.
Captura de Tela 2015-07-01 às 17.01.056) “Hoje não existem estabelecimentos prisionais diferenciados que poderiam abrigar os jovens.”
O projeto previa justamente a criação desses estabelecimentos, o que a deputada ajudou a impedir com o voto “Não”.
7) “Nossos presídios já estão superlotados. Em pouco tempo, seria preciso começar a liberar presos adultos para dar lugar aos jovens.”
Os jovens entre 16 e 18 anos ficariam nos novos estabelecimentos e só depois iriam para os presídios, já adultos, caso a pena fosse longa. A deputada alegará adiante que o número de menores que cometem crimes graves é baixo, mas aqui usa o argumento contrário, como se eles fossem tantos que entupiriam os presídios.
O nome disso é canalhice.
8) “São os adultos quem mais cometem crimes”
A desonestidade intelectual é evidente. A deputada compara a faixa estreita de jovens entre 16 e 18 anos com qualquer adulto com mais de 18 anos. Como já havia escrito Leandro Narloch em abril: “É claro que o segundo grupo vai ficar com o maior pedaço. Mas se confrontarmos faixas etárias equivalentes, a violência é similar. Brasileiros entre 35 e 37 anos também são responsáveis por uma pequena porcentagem de assassinatos. Deveríamos deixar de condená-los, já que a prisão deles não resolveria o problema de violência no Brasil? Não, claro que não.”
9) “e [os adultos criminosos] já estão sendo soltos por falta de lugar nos presídios.”
Pois que se construam mais presídios, ora! Dois erros (a manutenção da maioridade penal e a precariedade dos presídios) não fazem um acerto.
10) “Isso sim aumenta a violência urbana.”
Para Gabrili, pelo visto, deixar bandido adulto solto aumenta a violência, mas deixar bandido jovem solto, não. É uma “jênia”.
11) “Por outro lado, a recuperação de jovens na Fundação Casa, por exemplo, é significativamente maior do que no sistema prisional.”
Mentira. A deputada não apresenta dados, mas o PT usa dados falsos para fazer comparações falsas, que ignoram a diferença citada da extensão das faixas etárias. Mais: o índice de reincidência de menores é medido pela quantidade de menores pegos novamente pela polícia e não sabemos quantos dos outros continuaram no crime sem ser pegos, neste país que obviamente é mais condescendente com menores que com adultos.
Mesmo assim, a reincidência no DF, por exemplo, é de 75%, segundo o próprio secretário de Segurança, esquerdista.
12) “A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça estima que os menores de 16 a 18 anos – faixa etária que mais seria afetada por uma eventual redução da maioridade penal – são responsáveis por 0,9% do total dos crimes praticados no Brasil. Se considerados apenas homicídios e tentativas de homicídio, o percentual cai para 0,5%.”
MENTIRA E MENTIRA! A Unicef era a fonte do Ministério da Justiça e já negou uma porção de vezes esses dados, como mostrei aqui. O mito do 1% é o número 2 dos 7 derrubados pela VEJA, neste caso com a ajuda da Folha de S. Paulo.
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13) “Ao contrário do discurso corrente, adolescentes não ficam impunes quando praticam atos infracionais equivalentes a crimes. Uma vez considerados culpados, os jovens cumprem medidas socioeducativas. Hoje, temos no país mais de 20 mil adolescentes cumprindo medidas privativas de liberdade em unidades de internação, o que implica restrições de direitos e disciplina semelhante às penitenciárias.”
Uma ova!
Segundo o MP do Rio de Janeiro, dos 508 adolescentes internados atualmente na cidade do Rio, por exemplo, apenas 15 estão há mais de 1 ano internados. O tempo médio de internação é pouco superior a 6 meses. No estado do São Paulo, é de 7 meses. O nome disso é IMPUNIDADE.
14) “Acho, sim, que precisamos rever o ECA e a legislação penal. Aumentar a pena de quem alicia menores para o crime,”
Sobre isso, diz o promotor de Justiça Afonso Henrique Lemos, que entende do assunto muito mais que Gabrili:
“Ressalto que ampliar a pena dos adultos que corrompem os adolescentes é uma medida necessária, porém de pouco efeito prático. Isto porque o adolescente dificilmente é apreendido juntamente com o adulto e a prova de que ele foi corrompido por determinada pessoa é muito difícil de se obter no curso da instrução do processo.”
Mais explicações aqui.
15) “aumentar o tempo de internação de jovens infratores,”
Como disse o promotor: “A proposta de ampliação do prazo de internação [para bandidos menores de idade] será inócua, o que me faz chegar a apenas duas conclusões possíveis em relação àqueles que a defendem: ou estão mal assessorados ou estão agindo de má-fé, buscando iludir seus colegas parlamentares e a população.
Na prática, nenhum adolescente nem sequer permanece dois anos internado e praticamente não há casos de adolescentes que cumprem medida socioeducativa de internação por período superior a 1 ano, ainda que tenha estuprado e matado dezenas de crianças”.
O porquê disso está aqui.
16) “fazer com que a infração praticada permaneça em sua ficha criminal, e que seja considerado reincidente caso pratique crime depois de adulto.”
Enquanto isso, bandidos menores de idade com várias “passagens” pela polícia, como os que mataram a facadas o médico Jaime Gold e com estupros e pedradas a estudante Danielly, permanecem de ficha limpa repetindo e agravando seus crimes.
17) “Precisamos investir em segurança. Precisamos investir em educação.”
Nenhuma “educação” (na verdade, sistema de ensino) do mundo salva todas as pessoas do crime, nem nunca salvará, até porque a vida dos jovens não se resume à escola – e ela compete no mercado das ideias com todo o lixo cultural da sociedade. No caso do Brasil, muitas vezes agravando o lixo, por meio de professores de esquerda que legitimam moralmente o crime, repetindo aos alunos discursos como o de Mara Gabrili.
18) “Estou segura do meu voto, pois votei com a razão.”
O terror jacobino tambem foi feito em nome de “la raison”, deputada.
19) “Votar pela redução seria uma medida populista e irresponsável da minha parte.”
Populista é o discurso mentiroso de Mara Gabrili. “Irresponsabilidade”, para dizer o mínimo, é votar contra a vontade de 87% dos brasileiros movida por mentiras do PT.
20) “Seria enganar a população apenas com a sensação de segurança, mas não com a diminuição da violência.”
Enganar é o que Gabrili faz na sua justificativa. É o que o PSDB, ou ao menos boa parte dos tucanos, faz como “oposição”.
O post vexaminoso é a enésima prova de que esses tucanos apenas concorrem com o PT por cargos, sem qualquer diferença ideológica em relação aos petistas.
Votar “Sim” à redução, Mara Gabrili, seria garantir um pouquinho mais de segurança à população - especialmente a mais pobre, sem condições de se blindar contra os criminosos, ao contrários dos nossos políticos.
Mas a senhora é uma vergonha, deputada! Que bom que muitos já sabem!
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Ibope – Enfim, Dilma em um dígito! Pior do que Sarney e Collor



O momento era dado como certo. Eis aí um dos grandes institutos de pesquisa conferindo ao governo da presidente Dilma apenas 9% de ótimo/bom e 68% de ruim/péssimo. Em 29 anos, é o pior resultado colhido pelo Ibope. Ela “ganha” — ou seja, perde para — de José Sarney e Fernando Collor. Não é qualquer um que realiza tal prodígio. Só 20% dizem confiar na presidente. Nada menos de 78% não confiam. É feia a coisa. Abaixo, quadros publicados no Estadão Online
Faço uma análise mais detalhada daqui a pouco.
Ibope - avaliação Dilma julho
Avaliaçã- Ibope - confiança

Por Reinaldo Azevedo

Danilo Gentili comenta o Ibope de Dilma Rousseff - POR FELIPE MOURA BRASIL


Danilo-Gentili-The-Noite1
De Danilo Gentili, no Facebook:
“Aprovação ao governo Dilma é de 9%, diz Ibope.
Sobe para 91% o número de racistas, fascistas, homofóbicos, machistas, nazistas e elite opressora no Brasil.”
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Vídeo: A “cheiradinha” de Benedita da Silva (PT-RJ) na defesa dos bandidos menores de idade Com Blog Felipe Moura Brasil - Veja



Foi com esse tipo de “mandiocada” argumentativa, exibida no vídeo abaixo, que o PT e sua base aliada impediram a redução da maioridade penal no Brasil.
Não tenho palavras para descrever a “cheiradinha” de Benedita da Silva (PT-RJ).
Deixo para os leitores que quiserem dar uma fungada.
“Meu filho, você não vai poder dar uma cheiradinha.”

Dilma Rousseff desmente Dilma Rousseff sobre delação premiada Com Blog Felipe Moura Brasil - Veja



150629183358_dilma_rousseff_nyc_reuters_624x351_reutersApós a delação demolidora de Ricardo Pessoa, a mulher sapiens Dilma Rousseff disse: “Eu não respeito delator”.
Agora a coluna Painel, da Folha, relembra:
“No debate na TV Bandeirantes no segundo turno de 2014, Dilma defendeu a delação premiada. Citou várias leis assinadas por ela — entre elas a nº 1250, que regulamenta o instituto — para dizer que isso possibilitou a investigação na Petrobras.
Em entrevista à ‘Carta Capital’ entre os dois turnos, disse, sobre o instituto: ‘Para obter provas, Justiça e Ministério Público se valeram da delação premiada, método legítimo, previsto em lei. E muito útil para desmontar esquemas de corrupção’.
Dois meses atrás, eu já tinha mostrado aqui “os dois pesos, duas medidas do PT com os delatores“.
Repito o que escrevi na ocasião:
Antonio Gramsci considerava burguesa a distinção entre verdade e mentira.
Para seus discípulos petistas, naturalmente é verdade o que está a favor do partido e mentira, o que está contra.
Na Operação Lava Jato é assim:
- Se um delator acusa o PT, ele não merece crédito.
– Se o mesmo delator exime o PT ou acusa um adversário do partido, ele merece todo o crédito.
Paulo Roberto Costa denunciou o esquema de corrupção do PT na Petrobras e foi atacado pelo partido.
Quando citou Sérgio Guerra, do PSDB, virou uma fonte preciosa de informação, usada no debate presidencial do SBT por Dilma Rousseff.
Acrescentei também naquele post o exemplo da página do PT no Facebook:
PT-Youssef
Uma graça, não?
A página do PT no Facebook mostra Lula criticando o crédito dado a Youssef pelas acusações contra o PT e, depois, dá crédito a Youssef por eximir o petista Antônio Palloci, acusado por Paulo Roberto Costa de pedir R$ 2 milhões para a campanha de Dilma em 2010.
Como comentou o leitor Carlos Renato Casimiro:
“Ou o Partido dos Trabalhadores utiliza a imagem de Youssef em seu favor, ou só desqualifica o cidadão, mas tem de escolher; hora sim, outra não, fica feio.”
Mas o PT é feio. O PT é horroroso.
E Dilma é PT.

83% desaprovam Dilma. Sim, 83% - O ANTAGONISTA

83% desaprovam Dilma. Sim, 83%

Dilma Rousseff está mais impopular do que Fernando Collor em seu pior momento, em agosto de 1992, às vésperas do impeachment.
Escute só: 83% dos brasileiros entrevistados pelo Ibope desaprovam sua maneira de governar.
83%

DITADURA CLEPTOCRÁTICA TOGADA - RAFAEL BRASIL

A ditadura cleptocrática togada, do consórcio PT/ STF, se baseia nos princípios fundamentais de qualquer ditadura comunista. Terrorismo de e...