quarta-feira, 1 de novembro de 2017

POLARIZAÇÃO ESQUERDISTA TENDE A CHEGAR AO FIM - RAFAEL BRASIL

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Diante do crescimento da candidatura Bolsonaro, o estabilishment procura desesperadamente o tal de candidato de centro, ou seja, da esquerda moderada, ou um tipo de sucedâneo do PSDB, em estado terminal.
Desde a eleição de Fernando Henrique, que derrotou Lula duas vezes no primeiro turno nas asas do plano real que derrubou a inflação, flagelo do país desde o triste final dos governos militares, que om país foi governado pela esquerda. A dita social democrata, mais moderada, e depois pelo petismo, que começou mantendo a moderação do PSDB, pelo menos em termos econômicos, daí o sucesso do primeiro governo Lula. 
E desde o final do regime  militar que a direita foi amplamente demonizada e apagada do espectro político nacional. Ninguém queria ser tachado de direita, que no cenário político brasileiro passou ser um palavrão. A respeito, quando o PT queria achincalhar o PSDB, o acusava de direitista.
Porém, agora a direita começa a aparecer, quebrando esta triste e falsa polarização entre os vários tipos de esquerda. E a situação é outra completamente diferente. A crise não é só econômica, mas , digamos, moral. O aparelhamento do estado, sobretudo da mídia e da educação, resultou numa situação de violência e decadência moral antes nunca vista no país.
Assassinos roubam e matam impunemente, escolas esculhambadas onde os professores são maltratados pelos alunos, e agredidos fisicamente, e a exaltação da sexualidade como isto fosse a coisa mais importante do país. Ninguém aguenta mais isso. Daí o crescimento consolidado da direita com Bolsonaro. O povo afinal é conservador. Não gosta de bandido e da bandidagem. E a pauta esquerdista não convence mais ninguém.
Também tem a corrupção em todos os setores. A  chamada classe política está mais do que podre, e o sistema também. É preciso reformas urgentes e radicais. Bolsonaro ataca de frente estas questões. Não é corrupto e tem propostas para , se não acabar, diminuir drasticamente a violência, sobretudo em relação ao fim do malfadado estatuto do desarmamento. O povo está desarmado, enquanto a bandidagem impune ataca a todos sem piedade.
Gostem ou não, Bolsonaro fala a linguagem do povo. Afinal o povo é conservador, gosta de família, e odeia bandidos. Nada mais natural. Deve disputar contra um candidato esquerdista, mas este não deve passar dos trinta por cento do eleitorado. Em outras palavras, a classe média não quer mais esquerdismo. Quer paz e ordem, respeito ao cidadão e a propriedade.
A mídia bate em Bolsonaro e o ignora, mas o candidato sobe nas redes sociais, uma das grandes novidades da política contemporânea. Seu eleitorado é qualificado, pois são mais escolarizados e os mais jovens. E ainda é desconhecido pela população mais pobre, que está longe das redes sociais. Ou seja, deve tirar muitos votos da esquerda quando for mais conhecido. Afinal basta perguntar aos mais pobres o que acham do desarmamento da população, e da bandidagem. Pobre, afinal quer mesmo sair da pobreza, e detesta bandidagem. 
Muitos acusam Bolsonaro de não entender de economia. Outros de que ele é estatizante, como o PT. Outros, mais idiotas, o chamam de populista. Mas acalmou os setores empresariais, pois é a favor das privatizações, e de uma política externa de maior aproximação com os Estados Unidos. É isso aí. realmente, gostem ou não, a novidade é a direita. Ademais, é uma anomalia um o país não ter um partido, um jornal, ou mesmo uma universidade conservadora. Agora o movimento conservador invade todos os rincões do país. Afinal o povo foi enganado pela esquerda gramsciana. Que é de esquerda, mas não diz claramente  que é. Enquanto durou o crescimento econômico que resultou nos programas sociais, tudo deu certo para a esquerda. Mas como diria o poeta, tem uma pedra no meio do caminho. E a história se move. Bom para o Brasil.

2 comentários:

  1. Verdade. Com certeza, vivemos isso devemos agradecer aos golpistas, supremo, senadores e deputados envolvidos em esquema de corrupção e a mãe do golpe. Globo.

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