Dilma está, segundo a jornalista Mônica Bergamo, autista, em outras palavras, fechada em torno de si mesmo. Toda a sua equipe já sabe que não tem mais jeito. Enquanto isso, Michel Temer e Aécio organizam o governo de transição. Que deve ter uma equipe de respeito e enfrente as reformas, dando início às mesmas.
Pode ser uma saída transitória, tipo a que foi feita sob o comando do então ministro Marcílio Marques Moreira durante a transição de Collor.
E é preciso fazer um inventário do legado negativo da era petista e partir para sérias reformas institucionais, inclusive a política.
Enfim, o jogo mais importante está começando, que é a reforma radical das nossas instituições democráticas e republicanas.
A era petista representa o fim da chamada "Nova República". Agora finalmente teremos a tarefa de construir um novo país. Para nossos netos.
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