A empresa que deu mais dinheiro à JD Assessoria, de José Dirceu, foi a EMS - um total 7,8 milhões de reais.
EMS é um laboratório farmacêutico, investigado na Lava-Jato por sua parceria com a Labogen, de Alberto Youssef, para obter um contrato no Ministério da Saúde.
Em 2013, de acordo com a PF, o deputado André Vargas fez gestões junto à cúpula do Ministério da Saúde para a venda de um medicamento produzido pelas duas empresas.
André Vargas representava a Labogen. Os interesses da EMS, por outro lado, eram representados por um diretor do Ministério da Saúde, igualmente petista, Eduardo Jorge Valadares Oliveira.
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