O judiciário brasileiro é um dos
poderes mais capengas da república. Como boa parte do judiciário, é
subserviente aos poderosos, tudo demora, procrastina-se o possível e a
impunidade é a principal causa da violência e do descalabro moral e ético no
país. Não só até as pedras sabem disso, mas, já foi feita pesquisas pelo então
ministro Nélson Jobim apontando que grande parte dos juízes do interior são
subservientes aos poderosos locais.
Quase tudo como na chamada Velha República, assim denominada pelos
historiadores simpáticos ao varguismo, à direita e depois à esquerda.
Todos sabem que Dilma sabia dos
desmandos em TODO O ESTADO BRASILEIRO A SERVIÇO DO PROJETO DE PODER PETISTA.
Como comunista ideológica, pois participou de um grupo terrorista que advogava
o comunismo leninista (embora o próprio Lênin abominasse o terrorismo, não por
questões éticas, mas pela iniquidade política) , ela não só sabia, mas também
seu mentor, o capo mor Lula.
Apesar dos muitos indícios, o
procurador geral ao interpretar errônea e tendenciosamente a constituição,
disse que ela não poderia ser investigada. Ora, o presidente da república, pela
importância do cargo, seria o primeiro cidadão passível de ser investigado.
Obviamente todas as possibilidades de defesa
devem ser seguidos atentamente pela lei. Não só a justiça, mas o legislativo
não, devem se submeter ao senso comum, desvirtuando a essência jurídica do pleno direito à defesa, e da modificação ou
mesmo a criação de leis, advindas da dinâmica social, e do aperfeiçoamento
institucional.
Porém as evidências, no mínimo de
prevaricação são mais do que claras. Desde o mensalão Lula não só sabia de tudo
e participou de toda a canalhice. Lembremo-nos que um dos maiores mafiosos da
república petista José Dirceu se não fosse o mensalão, era uma das seletas
pessoas mais cotadas para suceder Lula. O outro era Pallocci, igualmente
corrupto, mas menos impetuoso do ponto de vista aparentemente revolucionário.
Em outras palavras era um bom negociador. E foi ele quem acalmaria o mercado criando
condições para o sucesso do primeiro governo petista.
Porém, muitos tem medo, ou rabo preso. Tem medo de
mexer no mito Lula, afinal, o que o Lula sabe fazer muito bem é posar de
vítima. Mas aos poucos o petismo, uma espécie de comunismo fora de do tempo e
lugar, vai sendo devidamente desmascarado e vai sendo colocado na lata de lixo
da história.
A classe média, responsável
indireta pela sua ascensão vai colorar os petistas no ostracismo, de onde nunca
deveriam ter saído. Dependendo das manifestações populares, novas lideranças
deverão surgir numa perspectiva de uma verdadeira liberação do nosso cartorial
capitalismo. Justamente as classes médias que muitos intelectuais petistas
dizem abominar, vão aceleradamente destruir esta praga nacional. A velha
política é que vai definir o que virá como alternativa. Que é o conservadorismo
econômico. Se não, afundaremos indelevelmente. Alguém duvida?
VIVA A
DIREITA!
Hoje ser de direita virou um
palavrão. É preciso desmistificar esta construção esquerdista que já faz mais
de sessenta anos. Ou seja, quando do último governo Getúlio, quando houve a
união da direita nacionalista e estatista com a esquerda, esta já nem tão
nacionalista, pelo menos na teoria.
Os milicos, com exceção de
Castelo Branco, foram os que mais estatizaram, sobretudo Geisel, na chamada
ditadura militar.
Aliás, nos tempos de Geisel já
estava em plena operação o modelo gramsciano de ocupação das escolas e
universidades. Naquele tempo tinha pelo menos vinte vezes mais jornais
esquerdistas do que hoje. Ademais ainda existem jornais esquerdistas? Hoje só
com patrocínio estatal, e com parcos leitores.
As esquerdas, malandramente,
relacionaram a direita com a direita fascista e troglodita. Que ademais se
assemelham mais aos esquerdistas, com a defesa do estado onisciente e
onipresente perante toda a sociedade que os ideólogos da ocasião propalam
proteger.
Ser de direita é realmente
defender os valores da democracia e do republicanismo como valores universais.
Defender o capitalismo, claro, desde que submisso à ética cristã ocidental. Ser
a favor do progresso e do enriquecimento, não só material, mas sobretudo espiritual
da nação. E da abertura econômica e da globalização, com um a maior aproximação com os Estados Unidos e as
nações capitalistas mais avançadas. Se você pensa assim é de direita. E ser de
direita é ser progressista, como o eram meus avôs, materno e paterno, os velhos , Fausto Souto Maior e Luís Pereira
Júnior, que acreditavam no comércio e na livre iniciativa. E não só acreditavam
mas faziam a boa política, sem quase nada ganharem com isso.
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