domingo, 5 de abril de 2015

JUDICIÁRIO CAPENGA E SUBSERVIENTE AOS PODEROSOS - RAFAEL BRASIL



O judiciário brasileiro é um dos poderes mais capengas da república. Como boa parte do judiciário, é subserviente aos poderosos, tudo demora, procrastina-se o possível e a impunidade é a principal causa da violência e do descalabro moral e ético no país. Não só até as pedras sabem disso, mas, já foi feita pesquisas pelo então ministro Nélson Jobim apontando que grande parte dos juízes do interior são subservientes  aos poderosos locais. Quase tudo como na chamada Velha República, assim denominada pelos historiadores simpáticos ao varguismo, à direita e depois à esquerda.
Todos sabem que Dilma sabia dos desmandos em TODO O ESTADO BRASILEIRO A SERVIÇO DO PROJETO DE PODER PETISTA. Como comunista ideológica, pois participou de um grupo terrorista que advogava o comunismo leninista (embora o próprio Lênin abominasse o terrorismo, não por questões éticas, mas pela iniquidade política) , ela não só sabia, mas também seu mentor, o capo mor Lula.
Apesar dos muitos indícios, o procurador geral ao interpretar errônea e tendenciosamente a constituição, disse que ela não poderia ser investigada. Ora, o presidente da república, pela importância do cargo, seria o primeiro cidadão passível de ser investigado.
 Obviamente todas as possibilidades de defesa devem ser seguidos atentamente pela lei. Não só a justiça, mas o legislativo não, devem se submeter ao senso comum, desvirtuando a essência jurídica do  pleno direito à defesa, e da modificação ou mesmo a criação de leis, advindas da dinâmica social, e do aperfeiçoamento institucional.
Porém as evidências, no mínimo de prevaricação são mais do que claras. Desde o mensalão Lula não só sabia de tudo e participou de toda a canalhice. Lembremo-nos que um dos maiores mafiosos da república petista José Dirceu se não fosse o mensalão, era uma das seletas pessoas mais cotadas para suceder Lula. O outro era Pallocci, igualmente corrupto, mas menos impetuoso do ponto de vista aparentemente revolucionário. Em outras palavras era um bom negociador. E foi ele quem acalmaria o mercado criando condições para o sucesso do primeiro governo petista.
Porém,  muitos tem medo, ou rabo preso. Tem medo de mexer no mito Lula, afinal, o que o Lula sabe fazer muito bem é posar de vítima. Mas aos poucos o petismo, uma espécie de comunismo fora de do tempo e lugar, vai sendo devidamente desmascarado e vai sendo colocado na lata de lixo da história.
A classe média, responsável indireta pela sua ascensão vai colorar os petistas no ostracismo, de onde nunca deveriam ter saído. Dependendo das manifestações populares, novas lideranças deverão surgir numa perspectiva de uma verdadeira liberação do nosso cartorial capitalismo. Justamente as classes médias que muitos intelectuais petistas dizem abominar, vão aceleradamente destruir esta praga nacional. A velha política é que vai definir o que virá como alternativa. Que é o conservadorismo econômico. Se não, afundaremos indelevelmente. Alguém duvida?

VIVA A DIREITA!                                                                 
Hoje ser de direita virou um palavrão. É preciso desmistificar esta construção esquerdista que já faz mais de sessenta anos. Ou seja, quando do último governo Getúlio, quando houve a união da direita nacionalista e estatista com a esquerda, esta já nem tão nacionalista, pelo menos na teoria.
Os milicos, com exceção de Castelo Branco, foram os que mais estatizaram, sobretudo Geisel, na chamada ditadura militar.
Aliás, nos tempos de Geisel já estava em plena operação o modelo gramsciano de ocupação das escolas e universidades. Naquele tempo tinha pelo menos vinte vezes mais jornais esquerdistas do que hoje. Ademais ainda existem jornais esquerdistas? Hoje só com patrocínio estatal, e com parcos leitores.
As esquerdas, malandramente, relacionaram a direita com a direita fascista e troglodita. Que ademais se assemelham mais aos esquerdistas, com a defesa do estado onisciente e onipresente perante toda a sociedade que os ideólogos da ocasião propalam proteger.

Ser de direita é realmente defender os valores da democracia e do republicanismo como valores universais. Defender o capitalismo, claro, desde que submisso à ética cristã ocidental. Ser a favor do progresso e do enriquecimento, não só material, mas sobretudo espiritual da nação. E da abertura econômica e da globalização, com um a  maior aproximação com os Estados Unidos e as nações capitalistas mais avançadas. Se você pensa assim é de direita. E ser de direita é ser progressista, como o eram meus avôs, materno e paterno,  os velhos , Fausto Souto Maior e Luís Pereira Júnior, que acreditavam no comércio e na livre iniciativa. E não só acreditavam mas faziam a boa política, sem quase nada ganharem com isso. 

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