quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

PT FASCISTA COMEÇA A DEMONIZAR EDUARDO CAMPOS - RAFAEL BRASIL


O PT já começa a adotar sua cartilha essencialmente fascista, ao atacar Eduardo Campos, postulante ao cargo de presidente. Para os petistas, a política nacional é dividida em dois lados. Os que estão com eles, que são os agentes do bem, e os que são contra, classificados como  contra o Brasil e outras sandices fascistóides, em suma, os agentes do mal.
Para estas pessoas, quem é oposição é contra o Brasil. Antes chamavam os programas sociais de assistencialistas, agora alardeiam o bolsa família como o carro chefe da administração, tentando acusar as oposições de tentarem acabar com o programa, que é o maior programa de compra de votos de toda a história do Brasil. Já são duas gerações vivendo do bolsa família.
A economia está indo para o buraco, a inflação corroendo os ganhos do povo desde o plano real, a previdência está quebrada e a violência estoura nas mais variadas regiões do país. Mas eles mentem despudoradamente. Gente como Sarney, Maluf, os presos do mensalão e todos os grandes e pequenos cacarecos políticos nacionais são ótimos, dede que estejam do lado do PT. Agora começam a atacar Eduardo Campos, porque é dissidente, e está certo em não ficar ao reboque do petismo, cujo maior corrupto é Lula, o verdadeiro chefe do mensalão. Ou alguém de sã consciência acredita que ele não sabia de nada? Lula e o PT estão afundando o país, e não fizeram NENHUMA reforma institucional digna de nome. São o maior atraso da política nacional. Vão afundar o país e botar culpa em alguém na inexistente direita, ou na sempre submissa burguesia nacional. Como Josef Goebels, ministro da propaganda nazista, são adeptos da famosa frase de que uma mentira muitas vezes repetida transforma-se numa verdade. Antes Eduardo era do bem. Agora vão começando a demonização. Eis na íntegra os ataques, que só estão começando.

Leia o artigo completo.
“A BALADA DE EDUARDO CAMPOS
Por um momento, desses que enchem os incautos de certezas, o governador Eduardo Campos, de Pernambuco, achou que era, enfim, o escolhido.
Beneficiário singular da boa vontade dos governos do PT, de quem se colocou, desde o governo Lula, como aliado preferencial, Campos transformou sua perspectiva de poder em desespero eleitoral, no fim do ano passado. 
Estimulado pelos cães de guarda da mídia, decidiu que era hora de se apresentar como candidato a presidente da República – sem projeto, sem conteúdo e, agora se sabe, sem compostura política.
O velho Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos, faz bem em já não estar entre nós, porque, ainda estivesse, morreria de desgosto. 
E não se trata sequer da questão ideológica, já que a travessia da esquerda para a direita é uma espécie de doença infantil entre certa categoria de políticos brasileiros, um sarampo do oportunismo nacional. Não é isso. 
Ao descartar a aliança com o PT e vender a alma à oposição em troca de uma probabilidade distante – a de ser presidente da República –, Campos rifou não apenas sua credibilidade política, mas se mostrou, antes de tudo, um tolo. 
Acreditou na mesma mídia que, até então, o tratava como um playboy mimado pelo “lulo-petismo”, essa expressão também infantilóide criada sob encomenda nas redações da imprensa brasileira.
Em meio ao entusiasmo, Campos foi levado a colocar dentro de seu ninho pernambucano o ovo da serpente chamado Marina Silva, este fenômeno da política nacional que, curiosamente, despreza a política fazendo o que de pior se faz em política: praticando o adesismo puro e simples. 
Vaidosa e certa, como Campos, de que é a escolhida, Marina virou uma pedra no sapato do governador de Pernambuco, do PSB e da triste mídia reacionária que em torno da dupla pensou em montar uma cidadela. 
Como até os tubarões de Boa Viagem sabem que o objetivo de Marina é se viabilizar como cabeça da chapa presidencial pretendia pelo PSB, é bem capaz que o governador esteja pensando com frequência na enrascada em que se meteu.
Eduardo Campos é o resultado de uma série de medidas que incluem a disposição de Lula em levar para Pernambuco a Refinaria Abreu e Lima, em parceria com a Venezuela, depois de uma luta de mais de 50 anos. Sem falar nas obras da transposição do Rio São Francisco e a Transnordestina. Ou do Estaleiro Atlântico Sul, fonte de empregos e prestígio que Campos usou tão bem em suas estratégias eleitorais
Pernambuco recebeu 30 bilhões de reais do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, do qual a presidenta Dilma Rousseff foi a principal idealizadora e gestora.
O estado também ganhou sete escolas técnicas federais, além de cinco campi da Universidade Federal Rural construídos para melhorar a vida do estudante do interior.
Eduardo Campos cresceu, politicamente, graças à expansão de programas como Projovem, Samu, Bolsa Família, Luz para Todos, Enem, ProUni e Sisu. Sem falar no Pronasci, que contribuiu para a diminuição da criminalidade no estado, por muito tempo um dos mais violentos do País.
Campos poderia ser grato a tudo isso e, mais à frente, com maturidade e honestidade política, tornar-se o sucessor de um projeto político voltado para o coletivo, e não para o próprio umbigo.
Arrisca-se, agora, a ser lembrado por ter mantido entre seus quadros um secretário de Segurança Pública, Wilson Damázio, que defendeu estupradores com o argumento de que as meninas pobres do Recife, obrigadas a fazer sexo oral com marginais da Polícia Militar, assim agiam por não resistirem ao charme da farda.
“Quem conhece Damázio, sabe que ele não tem esses valores”, lamentou Eduardo Campos. 
Quem achava que conhecia o governador do PSB, ao que tudo indica, ainda vai ter muito o que lamentar"

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