quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Dias Difíceis.

Com a aprovação na decrescente, ministro apoiando a ditadura síria e a base aliada rebelde e sem querer conversa, Dilma Ducheff está em apuros, é inegável. E a quem ela recorre? Ao criador, ora. A gerentona que dá esporro em ministros e os deixa de calças molhadas recorreu ao seu guru. E o que disse tamanha sabedoria barbuda? Lula disse-lhe que não aperte o PMDB, ou será o fim do governo. Sem essa tão importante aliança, da qual o PT é ultradependente, perde-se a governança e o gado vai ao brejo. Soube que o PMDB já acertou entre os seus pares para, se for pressionado ou afrontado em seus interesses, criar uma CPI apenas para investigar os petistas. É uma carta na manga que o partido tem e se reserva o direito de usá-la quando lhe convier. E Dilma já sabe com quem está negociando, afinal, figuras como Renan, Temer, Sarney, Jucá, Raupp e outros não são de brincarem em serviço. O PMDB é um partido experiente na tarefa de associar para comandar e extrair. Faz chantagem política e arma conspirações, não estando preocupado com aliados. Danem-se as alianças. O corporativismo e o parasitismo estatal falam mais alto dentro da sigla. Já é uma prática antiga dentro do partido e o PT está pagando caro para tomar essa lição. E enquanto o governo não sai das sessões policiais dos jornais, Dilma, a gerentona e mãe do empacado PAC, vai consultar o Oráculo de Caetés.
Pobre Brasil. Que os deuses tenham dó!

Um comentário:

  1. O PMDB não é um partido, ao contrário, constitui-se numa grande quadrilha. Sarney,Jucá, Barbalho e outros se constituem em ladrões de carteirinha, associados em sigla política para o crime.
    O PT, por sua vez, é uma associação de batedores de carteiras que tentam, a todo custo um vôo maior, tornarem-se larápios qualificados, porém roubam as claras, desconhecem o método correto.
    As duas siglas juntas, se tornam, assim, uma imensa quadrilha que tunga o país com as beçãos de um povo aculturado que considera ladrão como artista.
    Não se pode esperar nada bom do que está aí.

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