sábado, 25 de agosto de 2012

CAETÉS: A HISTÓRIA SE REPETE?

Como sabemos, a história não se repete. Novamente a família Sampaio insiste em colocar um membro da família no pleito com poucas chances de prosperar no TSE. Não admitem colocar gente de fora do núcleo familiar. Querem colocar de novo um candidato a pulso. Quando li a sentença da juíza, vi que não existe possibilidade da candidatura passar pelo TSE, e por vários fatores. Jurisprudência firmada e provas de que o candidato em questão tentou por várias vezes na justiça conturbar o processo político e eleitoral, ferindo a democracia e o princípio da rotatividade no poder. Com a nova orientação do TSE pela lisura do processo democrático, é difícil esta candidatura vingar. Mas, como a história não se repete, ele é o candidato mais frágil da situação. Só tem a seu favor a certidão de nascimento. Não tem história na cidade, onde não construiu nenhuma sólida amizade, pois na infância foi totalmente ausente. É um cidadão do Recife, antenado na cidade aonde nasceu e que realmente tem alguma identidade. Se gostasse de Caetés viria morar aqui. Ou seja, independentemente dos tribunais, e diferentemente das eleições passadas, vai perder pelo voto. E Armando é o melhor candidato para Caetés, unindo as oposições, e o que é mais importante: Unindo o povo rumo a dias melhores. Enfim, o povo está rejeitando o "estilo" Zé da Luz de Governar, com seus eleitores de cabresto, coronelismo dos mais atrasados, em pleno limiar do século XXI. Enfim, o que tem de moderno neste "estilo" é a propaganda. Faliu, porque já nasceu falido. E o povo está perto de dar o troco. Ou o recado, a quem tente imitar o "modelo". 

ZOADA IMPOPULAR

Fizeram tanto barulho, com a queima de fogos, que boa parte da população de Caetés não dormiu direito. Teve eleitor que mudou de lado por causa da baderna. Até em Capoeiras ouviram. Alguns pensaram que era uma nova guerra civil. Ridículo. A maioria dos "militantes" eram os que recebem da prefeitura sem trabalhar, a maioria jovens pobres da cidade. Estes não podem dizer não. Mas é assim mesmo. Logo acaba. Não há mal que sempre dure, assim reza o ditado popular.

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