quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Marina Silva no JN: o discurso da vitimização - RODRIGO CONSTANTINO


Marina Silva no JN: o discurso da vitimização

Como encanta no Brasil o discurso da vitimização! Foi o pensamento que tive ao ver aentrevista de Marina Silva ao Jornal Nacional. O sucesso político de Lula já era prova disso. Agora temos em Marina Silva o novo símbolo da coitada que foi massacrada na vida em sua cruzada pelo bem. Eis sua trajetória de vida e no estado do Acre, sua terra natal. E eis a resposta que deu para o incômodo fato de que ficou em terceiro lugar lá nas eleições de 2010, com metade dos votos de José Serra.
Como sair dessa sinuca de bico? Marina puxou da cartola a imagem da vítima. Os acreanos não votaram nela pois ela feriu muitos grupos locais de interesse! Qual a lógica exata disso? Que a maioria dos acreanos é formada pelos grupos de interesse? Ou que são pessoas manipuláveis e suscetíveis à propaganda enganosa das elites locais?
Isso sem falar que seu marido era dessa mesma elite até ontem! Sim, o marido de Marina Silvafazia parte do governo de Viana, do grupo que detém o poder há 16 anos no estado. Fábio Vaz de Lima era secretário adjunto de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis, e recebia mensalmente do governo petista R$ 18.232,93. Se isso não é elite no pobre Acre, então a situação está realmente espetacular nessa pequena Suíça brasileira.
Mas se os fatos não ajudam, há sempre Chico Mendes. Marina mencionou o seringueiro sindicalista, o que nunca perde a oportunidade de fazer, pois sempre rende alguns votos extras. Uma heroína da ética combatendo as elites corruptas locais. Os mártires vendem bem. Mas o fato continua incômodo: Aécio Neves é bem avaliado em sua Minas Gerais, como Eduardo Campos era em seu Pernambuco. Marina foi massacrada no Acre. Motivo: foi boa demais para o povo local. Como é?
William Bonner e Patrícia Poeta fizeram seu papel, apertaram, cobraram sobre a suposta incoerência entre discurso ético e prática. Bonner abriu a entrevista logo questionando sobre o uso do jatinho que caiu e matou Campos, comprado com o uso de “laranjas”. Marina alegou não ter tal informação, e defendeu ampla investigação. Dizer que não sabia de nada e cobrar investigações em público não soa tão novo assim quando algum “malfeito” vem à tona por conta do trabalho da imprensa, não é mesmo?
A imagem de intransigente ou fundamentalista contra o agronegócio e os transgênicos foi negada por Marina Silva. “Há uma lenda de que eu sou contra os transgênicos, mas isso não é verdade. Sabe o que eu defencia quando era ministra do Meio Ambiente? Um modelo  de coexistência: área de transgênico e área livre de transgênico. Infelizmente, no Congresso Nacional, não passou a proposta do modelo de coexistência”, declarou.
Marina Silva como grande defensora do agronegócio, atividade responsável por 40% das nossas exportações (mais de US$ 100 bilhões) e 40% dos nossos empregos? Quem quiser que acredite. É do jogo. Mas se eu fosse um desses 40% confesso que não teria um sono tão tranquilo só porque Marina, agora, diz-se amiga do agronegócio. Mesmo sem ter nada com o setor eu já tenho alguns pesadelos…
Rodrigo Constantino

Marina no “Jornal Nacional”: não explicou os crimes óbvios que envolvem o avião e disse uma besteira estupefaciente sobre transgênicos… Ah, sim: Como se enrolou, tentou criticar a imprensa… - POR REINALDO AZEVEDO


Marina no “Jornal Nacional”: não explicou os crimes óbvios que envolvem o avião e disse uma besteira estupefaciente sobre transgênicos… Ah, sim: Como se enrolou, tentou criticar a imprensa…

Marina Silva acaba de conceder a sua entrevista ao Jornal Nacional. Quem presta atenção ao sentido das palavras percebeu o tamanho do desastre. Os entrevistadores quiseram saber o óbvio: como se justifica o discurso da “nova política” quando a rede de empresas fantasmas e laranjas que envolve o avião em que viajavam Eduardo Campos e ela própria é a evidência escancarada da velha política? Marina, é claro, não conseguiu responder. 
Em nenhum momento, revejam a entrevista depois no site do Jornal Nacional, ela admitiu que crimes óbvios foram cometidos. Mais do que isso: tentou desqualificar, ainda que com aquele seu jeitinho simples, de apelo telúrico, o trabalho da imprensa. Segundo disse, a verdade não virá das reportagens, mas da investigação da Polícia Federal. Como assim? Imprensa, de fato, não é a última instância na apuração de crimes. Nesse caso, no entanto, ela já chegou mais longe do que a polícia. As empresas fantasmas e seus laranjas vieram à luz. Como explicar? Mais: com um discurso oblíquo, sugeriu que a apuração da verdade pode ser um desrespeito à memória de Eduardo Campos.
Até aí, Marina estava na fase da enrolação, mas ainda não havia atingido o patético. William Bonner lembrou que ela e seu  vice, Beto Albuquerque, divergiram sobre algumas questões essenciais, como as culturas transgênicas e a pesquisa com células tronco embrionárias. Como posições inconciliáveis se juntam numa chapa? Isso é “nova política”? Marina, então, se saiu com a cascata de que o jornalista se fixava apenas nas divergências, não nas convergências… É mesmo?
A contradição óbvia estava no ar. Então, quando os adversários fazem composições entre divergentes, estamos diante da evidência da “nova política”; quando é com ela, aí se tem a prova da “nova política”? O que Marina respondeu? Que os jornalistas estavam equivocados. Por que estavam? Ela não disse. Nem tinha o que dizer.
Patrícia Poeta lembrou que, em 2010, Marina ficou em terceiro lugar na eleição em seu Estado, o Acre, que a conhece bem. Mais uma vez, a candidata tentou acusar a ignorância dos jornalistas: “Talvez você não conheça direito a minha trajetória…” Ora, quem não sabe? A agora candidata do PSB saiu-se com uma frase feita: “Ninguém é profeta em sua própria terra…” Ah, entendi: ela é profeta no resto do Brasil, menos no Acre. Listou os interesses que teve de contrariar e coisa e tal. Chegou a sugerir que enfrentou a máquina do governo do Acre. Aí estamos no terreno da piada. Ela participa, por meio de aliados, do governo do Estado desde 1999. É aliada dos Irmãos Viana. Seu marido era secretário de estado até a semana passada.
Na mensagem final, Marina pediu votos e disse que não é do tipo de política que faz a luta do poder pelo poder… Certo! Isso é para os outros. A entrevista terminou, e ficou claro que a tal “nova política” só é explicável com o auxílio da velha enrolação.
Transgênicos
Quem não conhece o assunto não se deu conta do tamanho de uma das besteiras que disse. Afirmou que nunca foi contra os transgênicos (o que é falso, mas vá lá), mas que defendia que houvesse áreas livres dessa modalidade cultura, numa coexistência entre os dois modelos. Felizmente, perdeu a batalha.
Qual é o objetivo dos transgênicos? Aumentar a produção com sementes que já são imunes a determinadas pragas. Ora, imaginem o que aconteceria se, em certas áreas, os transgênicos fossem proibidos e, em outras, permitidos. O resultado óbvio: as terras sujeitas a veto teriam de receber doses cavalares de agrotóxico. Mais: ainda que a proibição atingisse apenas uma parte das terras férteis, é claro que o Brasil não exibiria o robusto desempenho que exibe na agricultura.
Mas eis Marina. Ela se tornou especialista em assuntos sobre os quais ninguém – nem ela própria – entende nada.
Em tempos normais, a entrevista poderia ser devastadora pra ela. Nestes dias, vai saber. Estamos voando no escuro. A gente sabe em que isso costuma resultar.

Por Reinaldo Azevedo

Tese de que comoção impulsiona Marina é falsa - Josias de Souza

Tese de que comoção impulsiona Marina é falsa

Josias de Souza

Veio à luz mais uma pesquisa do Ibope, a primeira desse instituto desde que a morte retirou Eduardo Campos da corrida presidencial. Eis as novidades: Marina Silva (29%) abriu dez pontos sobre Aécio Neves (19%). E está a cinco pontos dos calcanhares de Dilma Rousseff (34%). Num eventual segundo turno, Marina prevaleceria sobre Dilma com uma vantagem de nove pontos: 45% a 36%.
Atônitos, tucanos e petistas buscam um lenitivo na ilusão. Afirmam que Marina sobe graças à comoção que a morte de seu ex-companheiro de chapa ateou no eleitorado. Nessa versão, a candidatura dela murcharia depois que passasse o choque provocado pela tragédia. A tese é falsa.
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Campanha presidencial 2014 140 fotos

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27.ago.2014 - A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) almoça com o candidato do PR ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, em restaurante popular no Rio de Janeiro Leia mais Gabriel de Paiva/Agência O Globo
Marina ostenta agora o mesmo tamanho que exibia em outubro de 2013, quando oDatafolha enviou seus pesquisadores às ruas, nas pegadas do acordo firmado entre Marina e Eduardo Campos. Num cenário em que Marina encabeçava a chapa do PSB, ela amealhava os mesmos 29% que o Ibope lhe atribui agora. Estava 12 pontos à frente de Aécio, que tinha 17%. Dilma aparecia um pouco mais bem posta do que agora: 39%.
Ou seja: o potencial de votos de Marina esperava desde o ano passado para acontecer. Foi sufocado pela falta de registro da Rede Sustentabilidade na Justiça Eleitoral. Sem partido, o fenômeno teve de se contentar com o papel de coadjuvante de um projeto protaginizado por Eduardo Campos. A morte de Campos como que ressuscitou Marina. De volta ao jogo, ela dá um nó na língua de João Santana.
Também em outubro de 2013, poucos dias antes da veiculação do Datafolha que atribuía a Marina 29% das intenções de voto, o marqueteiro do PT dissera o seguinte ao repórter Luiz Maklouf Carvalho: “A Dilma vai ganhar no primeiro turno, em 2014, porque ocorrerá uma antropofagia de anões. Eles vão se comer, lá embaixo, e ela, sobranceira, vai planar no Olimpo.”
João Santana incluía no rol dos “anões” Marina Silva, Aécio Neves e Eduardo Campos. Numa entrevista ao blog, Marina comentou na época: “Quando a gente olha de baixo pra cima, a gente vê o que está acima de nós. E o que está acima de nós é o Brasil. Esta é a posição dos anões, pelo menos a minha. Olhar de baixo pra cima pra ver o que está acima de mim. E o que está acima de mim é o Brasil.”
Três meses antes, em julho de 2013, o Datafolha detectara os primeiros efeitos políticos do ronco das ruas de junho. A popularidade de Dilma despencara 21 pontos. E o segundo turno em 2014, antes improvável, ganhara impulso. Só João Santana não acreditava: “Essa pesquisa tem o valor de uma vaia em estádio. Não passa de catarse temporária. Redobro a aposta: Dilma ganha no primeiro turno.”, disse ao Painel na ocasião..
A 40 dias da eleição, é mais fácil enxergar a empáfia de João Santana do que distinguir Davi de Golias. Sob ameaça de cair do Olimpo, Dilma já não está em posição tão sobranceira. Talvez tenha de se envolver na antropofagia de anões.
Editoria de Arte/Folha
Aroeira

A hora do tiro ao alvo. Coluna Carlos Brickmann

26/08/2014 11:25

PAULO ROBERTO COSTA VAI ABRIR A BOCA?
A hora do tiro ao alvo. Coluna Carlos Brickmann

As pesquisas que mostram o crescimento de Marina Silva liquidaram de vez a gentileza dos adversários. Agora, para Dilma e Aécio, é hora do jogo bruto. No segundo turno há duas vagas, disputadas por três candidatos. E dois deles acham que Marina é que deve sobrar.

Aécio até prefere livrar-se de Dilma, mas sabe que esta missão é quase impossível. Dilma acha que, se Marina for ao segundo turno contra ela, terá o apoio de Aécio; e acha também que, se Aécio for ao segundo turno, não terá certeza do apoio de Marina. Em 2010, Marina, com quase 20 milhões de votos, preferiu a neutralidade e foi para casa, largando Serra sozinho. Por que não repetir a dose?

Só resta saber quem será o primeiro a atirar em Marina. Dilma a detesta, mas pode esperar que ela e Aécio se desgastem. Aécio é mais conciliador e gostaria de aproveitar a briga sem entrar nela. Mas, de qualquer modo, o marido de Dilma, até agora um discreto militante muito próximo do PT, será chamado ao ringue. A discussão em torno do dono do jatinho que caiu, dos recursos usados para comprá-lo, da maneira como foi cedido ao candidato, já é o início da campanha para desconstruir também Eduardo Campos. Serão acusações verdadeiras? 

Não importa: como dizia o estadista alemão Otto von Bismarck, nunca se mente tanto como depois da pescaria, durante a guerra e antes da eleição. Se a verdade estiver por perto, que venha armada. E se proteja, porque ninguém gosta dela.

O profeta

Marina cresce nas pesquisas, e hoje será entrevistada no Jornal Nacional; o Governo Dilma ganha pontos na avaliação do eleitorado; Aécio, embora herdando boa parte da estrutura política de Campos, que não aceita Marina, corre o risco de ficar fora do segundo turno. Mesmo assim, o senador Romero Jucá, que integrou todos os Governos anteriores, declara voto em Aécio, embora desobedecendo à orientação de seu partido, o PMDB. 

Um leitor assíduo desta coluna, que acompanha com sagacidade a política brasileira, chama Jucá de "nosso Frank Underwood" (de House of Cards) e acredita que ele "deve saber algo de que nós ainda não sabemos". É uma boa observação - se bem que, se seu candidato perder, Jucá terá aderido ao vencedor antes que tenhamos tempo de dizer "É Tóis". 

É o que parece

O PSL deixa a coligação de Marina Silva. Vale pela formalização: enquanto estava na aliança, 21 dos diretórios regionais do partido apoiavam Aécio, e quatro Dilma. Eduardo Campos tinha dois. 

E daí? Daí, nada.

Euforia virtual

O deputado pastor Marcos Feliciano, do PSC paulista, é campeão do Facebook, com 1 milhão e 340 mil curtidas - mais que Marina, mais que Aécio, mais que Dilma. Feliciano é o preferido de religiosos conservadores, em 2010 foi o segundo evangélico mais votado, deve reeleger-se bem. Mas que não se iluda com curtidas. 

Ter amigos no Facebook é como ficar rico no Banco Imobiliário.

Muro lotado

Os tucanos têm fama (justificada) de ficar em cima do muro. Mas não lhes falta companhia. Neste domingo, fez um ano que o senador boliviano Roger Pinto, que o Governo brasileiro tinha deixado em banho-maria, fugiu de seu sombrio asilo na nossa Embaixada em La Paz e entrou no Brasil. Até hoje o Governo petista não definiu sua situação, deixando-o num limbo jurídico. Retirar o asilo ao perseguido político é inimaginável; conceder-lhe permanência no Brasil desagradaria o presidente boliviano Evo Morales, tão queridinho de Dilma que pôde até mandar suas tropas ocupar uma refinaria da Petrobras sem ouvir sequer um pio de reclamação. A opção do Governo petista é ficar em cima do muro.

Primeiro-amigo

A boa-vontade do Governo brasileiro para com Evo Morales vai além de tolerar a ocupação militar da Petrobras na Bolívia. E agora vai criar problemas para a presidente da Petrobras, Graça Foster: o senador Ricardo Ferraço, do PMDB capixaba, a convidou para explicar por que o Brasil concordou em pagar mais pelo mesmo gás boliviano - quase meio bilhão de dólares - sob a alegação de que seria "um gás rico", "com componentes nobres". 

Mesmo que o tal gás rico tenha os tais componentes nobres, para que o Brasil precisa dele, se não tem nenhuma usina capaz de separá-los e queima tudo junto, como se gás comum fosse?

Caetano disse: é sim (ou não)

As investigações sobre a Petrobras podem pegar fogo nesta semana, se o ex-diretor Paulo Roberto Costa fizer mesmo o acordo de delação premiada (e podem incendiar o ambiente político inteiro se Alberto Youssef também resolver contar o que sabe). Mas há outra possibilidade: um advogado de prestígio, Nélio Machado, que representa Paulo Roberto Costa, pediu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região que afaste do caso o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Segundo Machado, nenhum dos fatos atribuídos a seu cliente aconteceu no Paraná - portanto, Moro não poderia acompanhar o caso. A troca de juiz faria tudo recomeçar. 

E, até lá, a eleição teria passado, os eleitos estariam comemorando, chegariam as festas de fim de ano. E 2015 será outro ano.

Ibope 6 – Morte de Eduardo Campos alavanca candidato do PSB em Pernambuco; PTB segue na frente


Ibope 6 – Morte de Eduardo Campos alavanca candidato do PSB em Pernambuco; PTB segue na frente

A morte de Eduardo Campos alavancou a candidatura de Paulo Câmara, do PSB, ao governo de Pernambuco. Há um mês, o aliado de Campos tinha apenas 11% dos votos; agora, aparece com 29% no Ibope. Armando Monteiro, do PTB, segue na frente, mais caiu de 43% para 38%. Não se fez simulação de segundo turno, embora a eleição de Monteiro no primeiro comece a entrar na zona de risco: seus adversários, considerando os nanicos, somam 33%. A rejeição de ambos é pequena: 19% para Câmara e 17% para Monteiro. Segundo o Ibope, Marina Silva lidera a disputa presidencial no Estado, com 41%. É provável que, em deferência à família Campos, ela reforce a campanha de Câmara, que conta ainda com o apoio das máquinas do governo do Estado e da Prefeitura de Recife. A eleição, que parecia definida em favor de Monteiro, tem agora resultado incerto.
Também o candidato do PSB ao Senado ascendeu nas intenções de voto em relação há um mês, embora bem menos: Fernando Bezerra Coelho tinha 17% das intenções de voto e aparece agora com 22%. João Paulo, do PT, oscilou de 37% para 35%. São bastante altos ainda o percentual dos que dizem não saber em quem votar (25%) e o dos que afirmam que não votarão em ninguém: 15%.
Por Reinaldo Azevedo

VÍDEO: O RECADO DE AÉCIO PARA DILMA E MARINA - POR JOICE HASSELMANN - VEJA.COM

Eleições 2014

O recado de Aécio para Dilma e Marina

Além da nova postura de Marina, o que se aproveitou do debate de ontem foi a discussão econômica. Aécio mandou recado para Dilma e Marina.

DITADURA CLEPTOCRÁTICA TOGADA - RAFAEL BRASIL

A ditadura cleptocrática togada, do consórcio PT/ STF, se baseia nos princípios fundamentais de qualquer ditadura comunista. Terrorismo de e...