segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Militância mentirosa e ONG's picaretas.

Uma ONG internacional (veja o seu nome no recantinho da foto) liberou no início do ano fotos de índios completamente isolados da fronteira entre o Brasil e o Peru. Quem olha as imagens de perto toma um susto: uma pequena índia (ou parece uma índia, já que os índios de hoje compram suas fantasias na feira...) segura um baita facão de gaúcho. É uma ótima prova de que aqueles não são índios “completamente isolados”, como se divulgou. No contato entre as tribos, a tecnologia ocidental chegou antes que os próprios ocidentais e os índios trataram de agarrá-la como quem está desesperado para sair do Paleolítico. E essas ONG's militantes do politicamente correto aproveitam para mentir e fazer proselitismo barato. Será que tudo é mentira hoje no Brasil? 

Clique na foto para ampliar.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Caetés a Cidade Encantada II





Moro em uma cidade
Que revive o passado,
Que faz de conta ser um reino
De um monarca iluminado
Seu nome não poderia
Ser mais que isso apropriado
Pois se chama Caetés*
Esse pequeno reinado

É copia de seu país
Miniatura da nação
Canta o hino, hasteia bandeira
Pratica corrupção
Rouba do pobre e dá a o rico
Veja que contradição
O inverso de um Robin Hood
Radicado no sertão

No tabuleiro de xadrez
O rei sempre está presente
Um xeque-mate é o final
Da partida, assim se entende
Mas se fosse um tabuleiro
Caetés era excelente
Xeque-mate era impossível
Com o rei estando ausente

Carrega o nome de um poeta
Dos melhores do sertão
Mas se for pra igualar
É triste a comparação
Zé da Luz** era um sábio
um simples homem do sertão
Que só roubava do povo
Suspiros de emoção

É irmão, filho e sobrinho
Vivendo na mordomia
Enquanto o povo sofre
Passa aperreio e agonia
É que em Caetés não tem
Para os doentes valia
Pois medico e hospital
Só na cidade vizinha

E nesse reino é assim
O monarca é encantado
Vem de quatro e quatro anos
Tapear o eleitorado
Dizer que vai melhorar
E tapear muitos coitados
E o resto dos seus votos
Garanto que são comprados

Quem abre a boca pra falar
Escancarar as verdades
"É bicudo, ta mentindo,
São os lisos da cidade"
Assim a corte se defende:
"É mentira, é falsidade!"
Quem tem o poder nas mãos
Tem para si a vantagem

Muito poucos são os projetos
E assim mesmo muito caros
Mas foi parente do monarca
Tem casa boa e bom carro
Comprados com o dinheiro
Que do seu povo foi roubado
Até a merenda das escolas
Vai pra o endereço errado

E assim é a cidade
Que parece monarquia
Alguns sustentam a esperança
De viver melhores dias.
Nesse reino de mentiras
Falcatruas e covardias
Caetés é um exemplo
De corrupção e ousadia.

Ciço .Poeta, 16/09/2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

MARX E A "ESQUERDA" PETISTA


Se vivo fosse, Marx, tão adorado e pouco conhecido das nossas esquerdas, mais especialmente do PT, debocharia da ignorância de Lula, tanto quanto a ainda chamada ala ideológica do partido. Ademais, ele como intelectual, no mínimo desprezava ignorantes, ainda mais alguns idiotas como Lula, que fazem questão de ressaltar a sua própria, como virtude. Seria como comemorar a subida no poder do lumpenproletariado, em conluio com a mais abjeta burguesia. Uma burguesia, digamos, cleptocrata, dependente do estado, dirigido por larápios, com discurso pseudo esquerdista. Esta esquerda é tão retrógrada que faz o capitalismo desandar, e se mantém basicamente por força dos poderes dos setores mais atrasados da sociedade. São os assitidios pelo estado. Aliás, a assistência está aumentando, tornando a conta do déficit público cada vez mais salgada. Depois de concedidos, benefícios são difíceis de cortar. Que o diga a comunidade européia. Em poucas palavras, ao defender e aumentar o estado patrimonialista, de triste tradição lusitânia, o pt se coloca como o principal entrave ao desenvolvimento das forças produtivas da nação, ou seja, do velho capitalismo. Como, para o velho Marx, o socialismo viria do esgotamento do desenvolvimento das forças de produção no capitalismo, não antes, como na Rússia feudal onde se desenvolveu historicamente, estes setores políticos sdão os mais atrasados possíveis.

MARXISMO LENINISTA

Porém, o que substancialmente era majoritário no pt de antes, era o velho marxismo leninismo. Os petistas nunca entenderam a segunda internacional comunista, de colorações, digamos, social-democratas. Só entendiam o linguajar leninista, essencialmente autoritário, com algumas nuances de trotskismo, essencialmente o mesmo leninismo, com algumas pitadas do que viriam chamar de castrismo ,ou guevarismo. Embora as esquerdas latino-americanas em nada contribuíram para os debates entre as esquerdas no âmbvito mundial, digamos assim. Restou o populismo pequeno burguês, entremeado com os usos e costumes da velha cleptocracia nativa, tão conhecida de todos. Isto com um discurso cada vez mais vagamente socialista ,para inglês ver. Certamente as próximas gerações ainda vão sentir o estrago dessa gente à nação. No tempo em que há mais de uma década e meia o socialismo real acabou e o estado social-democrata está em ruínas na Europa, o nosso esquerdismo quer sempre mais intervenção estatal e dirigismo na nossa ainda frágil economia, tentando ressuscitar o modelo europeu. E Dilma, aos poucos vai se tornando o pt no poder. E sem uma oposição consistente. Mas o perigo mora aí. Enquanto governou com paradigmas econômicos conservadores, o velho mpopulismo se safou. Aliás por méritos do próprio Lula. Agora salvem-se quem puder. O Brasil vai para trás. E o velho Marx ri e ao mesmo tempo tem raiva dessa turma. Aliás, nada consta que o velho pensador iluminista tenha sido ladrão.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

TRIBALISMO E FUNDAMENTALISMO

Uma das consequências do tribalismo e multiculturalismo é a amergência do fundamentalismo. No passado, foi a alma dos fascismos nas suas mais variadas versões, a mais radicalizada, o nazismo. Foi o trunfo da cultura sobre a civilização. Do terreiro, sobre o mundo. Cultura, aqui entendida como a maxima valorização das chamadas tradições nacionais, contra a chamada internacionalização dos processos civilizatórios. Desde Stálin, as esquerdas tornaram-se , ou nacionalistas, ou aliadas. Hoje são extremmamenre defensoras do multiculturalismo extremado. Daí os fundamentalismos de cunho piopular. No Egito, tomaram de assalto a embaixada de Israel. Estão perseguindo com mais intensidade as minorias religiosas, como os cristãos. Na Líbia, no lugar do famigerado Kadhafi, a população corre o risco de ser governada pelos fundamentalistas islâmicos. Estes internacionalistas ao seu modo, ao defenderem a formação do grande islã, unindo, desde confins da China, ao norte da África, e quem sabe, pedaços da por eles chamada decadente Europa? O resultado das chamadas "primaveras" árabes pode ser a eclosão do fundamentalismo islâmico, com a formação de governos teocráticos, bem piores do que as antigas ditaduras ditas nacionalistas de tradição nasserista. A situação de Israel pode tornar-se num verdadeiro inferno. Bem pior do que já está. E o mundo bem mais inseguro. Alguém duvida? É por lá que está o petróleo. Seria bom uma crise brutal? Só os idiotas da objetividade acham. O governo brasileiro está incluído neste "time".

DILMA E A POLÍTICA EXTERNA

Continua a política externa brasileira a mesma da dos tempos do antecessor. Sectária, sem ter aproveiotado a oportunidade de pelo menos liderar a América do Sul. De um aparente protagonismo mundial ao fracasso das viagens ao Oriente Médio e da desastrada intervenção na política externa envolvendo os Estados Unidos e o famigerado Irã que lidera o terrorismo fundamentalista islâmico, no mundo. O que está salvando o país é o cambaleante capitalismo, sobretudo o capitalismo agrário. Poderíamos liderar uma América Latina democrática, aberta e emergente. Hoje somos liderados pelo chavismo. Ou cacarecos parecidos,

 

domingo, 18 de setembro de 2011

Educação tem Qualidade questionada Por Merval Pereira

"O resultado do mais recente Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), que revelou um incrível desnível das escolas públicas em relação às escolas privadas do país, além de colocar em discussão a qualidade do ensino em si, está também acendendo o debate sobre a eficácia dos diversos mecanismos de avaliação da educação no país.

O movimento "Todos pela Educação", aliança de empresários brasileiros cujo objetivo é garantir educação básica de qualidade para todos os brasileiros até 2022, ano do bicentenário da Independência, está aprofundando uma análise das avaliações, pois há pesquisadores questionando os resultados medidos pelo Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) ou pelo Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).

Questões de amostragem podem pôr em xeque os avanços registrados, que, embora para o ministro da Educação Fernando Haddad pareçam evidentes, são questionados por educadores.

O Brasil ficou em 53º lugar, entre 65 países, numa prova que avaliou a capacidade de leitura de alunos de 15 anos. O Pisa ainda avaliou habilidades em Matemática e Ciências.

Mas, segundo relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil teve "um grande ganho" na nota de leitura nos últimos anos. Apesar disso, ainda fica atrás de Chile (44º ), Uruguai (47º ), Trinidad e Tobago (51º ) e Colômbia (52º ). Em Ciências, os estudantes brasileiros obtiveram 405 pontos, e, em Matemática, 386 (contra 600 da China).

Fernando Veloso, especialista em educação do IBRE/FGV, lembra que os resultados do Enem, por ser este um teste voluntário, não devem ser interpretados como uma medida de qualidade do ensino médio. Para analisá-la, seria melhor usar os resultados do Pisa e do Ideb, que se baseiam em amostras representativas do total de alunos.

Veloso diz que os resultados do Pisa e do Ideb mostram "uma evolução da qualidade da educação no Brasil, embora ainda lenta, principalmente no ensino médio".

Os resultados recentemente divulgados da prova ABC, que avalia leitura, escrita e Matemática ao fim do 3º ano do ensino fundamental, também mostram enorme disparidade no desempenho das escolas públicas e particulares, assim como revelou o Enem.

Embora possam refletir diferenças de gestão, Veloso diz que elas estão relacionados às diferenças nas condições socioeconômicas dos alunos das redes pública e particular.

Como desenhar intervenções que reduzam o impacto das condições socioeconômicas no desempenho dos alunos é uma questão muito debatida hoje nos EUA, diz Veloso. Têm surgido experiências promissoras, que combinam maior duração do dia e do ano letivos, avaliações frequentes de professores e alunos e preocupação em estimular características como disciplina, motivação e persistência.

O ponto importante, diz, é que as intervenções de sucesso consistem em uma combinação de determinadas ações adaptadas a cada contexto específico. "Portanto, são algo muito diferente de simplesmente abrir novas creches ou aumentar o tempo na escola".

Na mesma linha vai o educador Arnaldo Niskier, ex-secretário estadual de Educação e membro da Academia Brasileira de Letras. Embora admita que a escola está sendo submetida a avaliações de todo o tipo, "o que é um mau, toma um tempo precioso do que interessa mesmo, que é dar aula, ministrar conhecimento", Niskier lembra que o país viveu "sem avaliação 500 anos e nunca se teve instrumentos para se medir com precisão o que deveria ser feito para melhorar a qualidade do ensino, que é o que está em jogo".

O que é inequívoco, diz, é que para quem tem uma escola boa, qualquer que seja a avaliação, o resultado será o mesmo. "É o caso do São Bento, uma escola de qualidade há cem anos, baseada numa educação humanista".

Ele cita várias razões para os avanços e recuos do ensino, especialmente a formação dos professores: "Eles são muito mal remunerados e mal formados no início da carreira, e não têm a formação continuada que nos países desenvolvidos é permanente. Se o professor não se atualiza, o aluno perde o respeito intelectual pela figura do mestre".

Niskier lembra que o Rio já teve a liderança pedagógica do país, e que, de uns tempos para cá, enquanto o ensino privado vai bem, o ensino público no estado "é caótico".

Frisa que o colégio São Bento, considerado o melhor do país, tem tempo integral: o aluno entra às 7h30m e sai às 18h20m. No sistema público, o máximo são quatro horas.

Para Niskier, nas escolas particulares bem colocadas no Enem "se pratica a disciplina de forma bastante séria, em que o aluno não é dono da escola; quem manda é o professor. Nas públicas é onde ocorrem os maiores fenômenos de indisciplina e violência, por distorção de prioridades".

Para o educador, "o Brasil não pode dormir tranquilo com sua educação nos últimos lugares no âmbito internacional. A economia está crescendo, oferecendo novas oportunidades, mas vamos bater em uma barreira que é a ausência de recursos humanos qualificados".

João Batista Oliveira, do Instituto Alfa e Beto, considera que os dados do Pisa revelam que nossos alunos sabem ainda menos Matemática que Português. O Pisa é para alunos de 15 anos, e o Enem, para quem têm em torno de 17 anos; portanto, são aplicados a gerações muito próximas.

"Os resultados de um são espelhados no resultado de outro. E, claro, refletem que não houve mudanças na educação que justificassem mudanças nos resultados".

Ele diz que a estabilidade das avaliações reflete a boa qualidade dos testes: testes bem feitos só mudam muito se houver mudanças dramáticas num sistema educacional. Diz que há poucas semanas o "Todos pela Educação" apresentou pesquisa com alunos do 3º ano em 2011, "cujos dados mostram que a aprendizagem continua muito baixa".

Para Oliveira, "salvo milagre, a continuar como vão esses alunos, daqui a nove anos eles vão repetir esses resultados no Enem". Em síntese, diz, "não há nada no panorama educacional brasileiro que justifique razão para otimismo".

O nome correto do presidente do IBP é João Carlos França de Luca, e não José Carlos como escrevi na coluna de ontem".

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CORRUPÇÃO


Ouvi dizer que a prefeitura de Capoeiras gasta pelo menos um terço de combustível do que a prefeitura da vizinha Caetés. Em Caetés vigora o festival de distribuição gratuita de combustível, além da corrupção, aonde a gasolina é simplesmente roubada e depois vendida a terceiros. Muitos compram carros novos e nunca gastaram nenhum centavo com gasolina nos últimos anos. Estes são os eleitores mais fiéis. Juntamente com os que recebem sem trabalhar, e orgulham-se disso publicamente, tal o descaramento reinante. Quantas cidades brasileiras  vivem na mesma situação? Qual seria a conta geral da corrupção neste país com seus cinco mil  e seicentos e tantos municípios? É preciso pois ampliar a mobilização contra a corrupção. O povão não aguenta mais. Ha muito tempo tenho insistido no assunto. Só com o povo nas ruas as coisas podem mudar.

PETISMO CORRUPTO
Claro, não foi o PT quem inventou a corrupção neste país. Mas depois do mensalão, mostrou que não diferia muito dos partidos  duramente criticados durante décadas, sobretudo quando na oposição. O próprio Lula admititiu que o partido agia como todos os outros, ou seja , com o caixa dois. Disse isso com a cara mais lisa deste mundo, e muita "gente boa" calou. Hoje se alia com os setores mais retrógados da política nacional, em nome da tal chamada governalidade. Qual nada, é para encobrir a corrupção, que segundo vazamento da embaixada americana no país, tornou-se generalizada justamente no governo Lula.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

TRISTEZA




Caetés está de luto. Um trágico acidente tirou prematuramente as vidas de Paulo Sérgio e Gabriela. Gabriela, uma moça querida por toda a população por sua simpatica beleza e simplicidade ímpares era filha De Hermínio Sampaio, Sampainho, recentemente falecido. Estmos de luto, a família Sampaio, e também todos nós que moramos, ou mesmo conhecemos a cidade. Eu, particularmente senti muito sua prematura partida, pois me tratava com extrema polidez, simpatia que denotava uma transparente sinceridade só com seu alegre sorriso. Gabriela se foi, e estamos mais pobres. Que Deus a proteja, juntamente com todos os seus familiares.

DITADURA CLEPTOCRÁTICA TOGADA - RAFAEL BRASIL

A ditadura cleptocrática togada, do consórcio PT/ STF, se baseia nos princípios fundamentais de qualquer ditadura comunista. Terrorismo de e...