Brasil, Turquia e Irã anunciaram um “acordo” para solucionar o impasse sobre o programa nuclear iraniano. Pelo “acordo”, o Irã aceita entregar 1.200 kg de urânio enriquecido a 3,5% à Turquia; no prazo de um ano, os iranianos receberiam de volta 120 kg de urânio enriquecido a 20%, na Rússia e na França, para uso em reatores para fins médicos. Com isso, em tese, o Irã não poderia enriquecer seu urânio para fabricar uma bomba atômica. Parece bom, não é? Mas há uma pegadinha aí.
Os termos do “acordo” do final de semana são idênticos aos que as potências ocidentais, a Rússia e a ONU alcançaram em outubro passado com Teerã – e que depois foi abandonado pelos iranianos. A diferença é que, em vez da Turquia, era a Rússia que guardaria o urânio iraniano. Na ocasião, o acordo era aceitável para as potências porque os 1.200 kg eram todo o material nuclear de que o Irã dispunha; hoje, porém, há séria desconfiança de que os iranianos tenham muito mais do que isso em estoque – ou seja, enquanto entrega urânio para ser enriquecido a 20% no exterior, o Irã ainda terá urânio para enriquecer a 90%, que é o necessário para fazer a bomba.
Assim, o “acordo” entre Brasil, Turquia e Irã na verdade não diz respeito ao impasse iraniano com as potências do Conselho de Segurança da ONU. Os objetivos de Teerã são outros: ganhar tempo, explorar a aliança com integrantes temporários do Conselho de Segurança (Brasil e Turquia) e adiar as novas sanções, sem mexer significativamente com seu projeto nuclear. Para brasileiros e turcos, por outro lado, o “acordo” é útil porque supostamente lhes dá peso diplomático “global”, que é o que Lula e o premiê turco, Recep Erdogan, buscam reafirmar a cada gesto – mesmo que o tal “acordo” não valha o papel em que está escrito.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O Chamberlain de Macaé
“Um novo presidente será eleito daqui a cinco meses. Só ele poderá decidir sobre assuntos estratégicos. Em vez de atuar como um quinta-colunista da bomba nuclear iraniana, Lula deveria pensar apenas em esvaziar as gavetas de seu gabinete”
Lula foi ao baile funk de Mahmoud Ahmadinejad assim como Vagner Love foi à Rocinha. Vagner Love confraternizou com os assassinos do Comando Vermelho? Lula está confraternizando com os assassinos da Guarda Revolucionária iraniana. Vagner Love faz trabalho humanitário no morro? Lula, segundo Dilma Rousseff, faz trabalho humanitário no Golfo Pérsico. Vagner Love foi festejar os dois gols que marcou contra o Macaé? Lula está festejando os dois gols que marcou contra o Brasil.
O Brasil é uma espécie de Macaé do mundo. Isso é uma sorte. Se o Brasil fosse a Inglaterra, Lula já estaria consagrado como o nosso Chamberlain. Sempre que alguém quer guerrear, surge algum pateta tentando ser intermediário da paz. Em 1938, o primeiro-ministro da Inglaterra, Chamberlain, viajou para a Alemanha para negociar olho no olho com Hitler. Depois de alguns encontros, eles assinaram um tratado de paz, pelo qual Hitler se comprometia a ocupar apenas uma parte do território da Checoslováquia. Chamberlain voltou à Inglaterra comemorando a paz. Seis meses mais tarde, Hitler atropelou Chamberlain e ocupou o resto da Checoslováquia. Em seguida, ocupou a Europa inteira.
Se Lula é o Chamberlain de Macaé, Mahmoud Ahmadinejad só pode ser o Hitler de Macaé. Como Hitler, ele mata seus opositores. Como Hitler, ele persegue as minorias. Como Hitler, ele tem um plano para eliminar todos os judeus. Só lhe falta o poder de fogo, porque um Macaé, felizmente, é sempre um Macaé. O papel de Lula é esse: dar-lhe algum tempo para que ele possa obter uma arma nuclear. Na semana passada, um articulista do Washington Post chamou Lula de “idiota útil” de Mahmoud Ahmadinejad. O articulista está certo. Mas há outros “idiotas úteis”, além de Lula. O G15, reunido neste domingo no baile funk iraniano, conta também com a Venezuela, de Hugo Chávez, com o Zimbábue, de Robert Mugabe, e com a Indonésia, de Susilo Bambang Yudhoyono, eleito pela Time, em 2009, uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Time é uma espécie de VEJA de Macaé.
O apoio ao programa nuclear iraniano é o maior erro que o Brasil já cometeu na área internacional. Só a vaidade de Lula ganha com isso. Ao desafiar os Estados Unidos e a Europa, tornando-se cúmplice de Mahmoud Ahmadinejad, ele pode sentir-se um tantinho maior do que realmente é. Trata-se da síndrome de Macaé. Mas alguém tem de dizer a Lula que seu tempo já se esgotou. Ele representa o passado. A esta altura, sua autoridade é meramente protocolar. Um novo presidente será eleito daqui a cinco meses. Só ele poderá decidir sobre assuntos estratégicos. Em vez de atuar como um quinta-colunista da bomba nuclear iraniana, Lula deveria pensar apenas em esvaziar as gavetas de seu gabinete. Acabou, Lula. Chega. Fim. Xô.
Lula foi ao baile funk de Mahmoud Ahmadinejad assim como Vagner Love foi à Rocinha. Vagner Love confraternizou com os assassinos do Comando Vermelho? Lula está confraternizando com os assassinos da Guarda Revolucionária iraniana. Vagner Love faz trabalho humanitário no morro? Lula, segundo Dilma Rousseff, faz trabalho humanitário no Golfo Pérsico. Vagner Love foi festejar os dois gols que marcou contra o Macaé? Lula está festejando os dois gols que marcou contra o Brasil.
O Brasil é uma espécie de Macaé do mundo. Isso é uma sorte. Se o Brasil fosse a Inglaterra, Lula já estaria consagrado como o nosso Chamberlain. Sempre que alguém quer guerrear, surge algum pateta tentando ser intermediário da paz. Em 1938, o primeiro-ministro da Inglaterra, Chamberlain, viajou para a Alemanha para negociar olho no olho com Hitler. Depois de alguns encontros, eles assinaram um tratado de paz, pelo qual Hitler se comprometia a ocupar apenas uma parte do território da Checoslováquia. Chamberlain voltou à Inglaterra comemorando a paz. Seis meses mais tarde, Hitler atropelou Chamberlain e ocupou o resto da Checoslováquia. Em seguida, ocupou a Europa inteira.
Se Lula é o Chamberlain de Macaé, Mahmoud Ahmadinejad só pode ser o Hitler de Macaé. Como Hitler, ele mata seus opositores. Como Hitler, ele persegue as minorias. Como Hitler, ele tem um plano para eliminar todos os judeus. Só lhe falta o poder de fogo, porque um Macaé, felizmente, é sempre um Macaé. O papel de Lula é esse: dar-lhe algum tempo para que ele possa obter uma arma nuclear. Na semana passada, um articulista do Washington Post chamou Lula de “idiota útil” de Mahmoud Ahmadinejad. O articulista está certo. Mas há outros “idiotas úteis”, além de Lula. O G15, reunido neste domingo no baile funk iraniano, conta também com a Venezuela, de Hugo Chávez, com o Zimbábue, de Robert Mugabe, e com a Indonésia, de Susilo Bambang Yudhoyono, eleito pela Time, em 2009, uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Time é uma espécie de VEJA de Macaé.
O apoio ao programa nuclear iraniano é o maior erro que o Brasil já cometeu na área internacional. Só a vaidade de Lula ganha com isso. Ao desafiar os Estados Unidos e a Europa, tornando-se cúmplice de Mahmoud Ahmadinejad, ele pode sentir-se um tantinho maior do que realmente é. Trata-se da síndrome de Macaé. Mas alguém tem de dizer a Lula que seu tempo já se esgotou. Ele representa o passado. A esta altura, sua autoridade é meramente protocolar. Um novo presidente será eleito daqui a cinco meses. Só ele poderá decidir sobre assuntos estratégicos. Em vez de atuar como um quinta-colunista da bomba nuclear iraniana, Lula deveria pensar apenas em esvaziar as gavetas de seu gabinete. Acabou, Lula. Chega. Fim. Xô.
domingo, 16 de maio de 2010
JARBAS ENCOSTA EM EDUARDO
Recente pesquisa do Voxi Populli – instituto para mim com pouca credibilidade, pois foi criado para alavancar a cabdidatura do famigerado Collor – aponta Eduardo com 45
% de intenções de voto contra 38% de Jarbas, que se lançou candidato há apenas dez dias. Vamos ver as pesquisas, sobretudo as do IBOPE e Datafolha, que ao que me parece, tem mais credibilidade. Porém, se esta pesquisa for verdadeira, se cuide Eduardo, que Jarbas é forte e pode ganhar. Discurso ele tem, pois foi o governador que não só salvou o estado da falência promovida pelo- de triste memória- terceiro governo Arraes, o qual Eduardo era secretário da fazenda.
Muitos reclamam em Garanhuns que ele não fez nada por lá. Que só fez uma cadeia, que foi desativada pelo governador Eduardo Campos. Aliás, esta cadeia poderia muito bem servir para botar os corruptos da região, que não são poucos. Porém cadê os projetos das elites políticas da região? Garanhuns precisa se firmar definitivamente como polo turístico e educacional. O que não pode é não fazer festa de São João, ou mesmo no lugar do carnaval tentar promover ridículos retiros espirituais, ou mesmo festivais de jazz. Revitalizar o festival de inverno e criar o festival universitário de verão. Além de promover o ecoturismo rural, aproveitando a beleza da nossa região com nossa excelente gastronomia, inclusive instalando quiosques para saborearmos as delícias do castainho, sobretudo os subprodutos da mandioca, como as tapiocas , bolos de goma e macaxeira. Aproveitar a área onde tem um buracão detrás do matadouro no Magano para fazer um grande parque esportivo e ecológico, nos moldes do excelçente Pau Pombo, com boa iluminasção noturna, e anfiteatros para a realização de eventos dos mais diversos. Ademais, a estrutura turística de Garanhuns foi feita ainda nos tempos do melhor prefeito de Garanhuns dos últimos cinquenta anos, que foi Souto Dourado, se desmerecer Ivo Amaral que também fez m uita coisa pela cidade.
Espero que Jarbas ganhe, pois o mesmo alavancou a economia do estado, investindo sobretudo na sua infraestrutura, priorizando uma política de atração de capitais, não só públicos , mas também privados. E se não aumentou muito o salário dos servidores, sobretudo dos professores, dado o aperto financeiro que encontrou o estado, não diminuiu, nem acabou com o plano de carreira de ninguém. Nunca, na história do estado, subtrairam os parcos salários dos professores, além de acabar com as eleições para diretores, aumentadosignificativamente os salário dos mesmos, num aparelhamento político destes cargos, tornando-os meros ditadores dentro das escolas. Esta é a política de Eduardo, que antes de eleito prometeu cínicamente quase tudo à categoria, que ademais,na média, ganha a matade de um soldado raso da polícia militar, e o menor salário do país.
% de intenções de voto contra 38% de Jarbas, que se lançou candidato há apenas dez dias. Vamos ver as pesquisas, sobretudo as do IBOPE e Datafolha, que ao que me parece, tem mais credibilidade. Porém, se esta pesquisa for verdadeira, se cuide Eduardo, que Jarbas é forte e pode ganhar. Discurso ele tem, pois foi o governador que não só salvou o estado da falência promovida pelo- de triste memória- terceiro governo Arraes, o qual Eduardo era secretário da fazenda.
Muitos reclamam em Garanhuns que ele não fez nada por lá. Que só fez uma cadeia, que foi desativada pelo governador Eduardo Campos. Aliás, esta cadeia poderia muito bem servir para botar os corruptos da região, que não são poucos. Porém cadê os projetos das elites políticas da região? Garanhuns precisa se firmar definitivamente como polo turístico e educacional. O que não pode é não fazer festa de São João, ou mesmo no lugar do carnaval tentar promover ridículos retiros espirituais, ou mesmo festivais de jazz. Revitalizar o festival de inverno e criar o festival universitário de verão. Além de promover o ecoturismo rural, aproveitando a beleza da nossa região com nossa excelente gastronomia, inclusive instalando quiosques para saborearmos as delícias do castainho, sobretudo os subprodutos da mandioca, como as tapiocas , bolos de goma e macaxeira. Aproveitar a área onde tem um buracão detrás do matadouro no Magano para fazer um grande parque esportivo e ecológico, nos moldes do excelçente Pau Pombo, com boa iluminasção noturna, e anfiteatros para a realização de eventos dos mais diversos. Ademais, a estrutura turística de Garanhuns foi feita ainda nos tempos do melhor prefeito de Garanhuns dos últimos cinquenta anos, que foi Souto Dourado, se desmerecer Ivo Amaral que também fez m uita coisa pela cidade.
Espero que Jarbas ganhe, pois o mesmo alavancou a economia do estado, investindo sobretudo na sua infraestrutura, priorizando uma política de atração de capitais, não só públicos , mas também privados. E se não aumentou muito o salário dos servidores, sobretudo dos professores, dado o aperto financeiro que encontrou o estado, não diminuiu, nem acabou com o plano de carreira de ninguém. Nunca, na história do estado, subtrairam os parcos salários dos professores, além de acabar com as eleições para diretores, aumentadosignificativamente os salário dos mesmos, num aparelhamento político destes cargos, tornando-os meros ditadores dentro das escolas. Esta é a política de Eduardo, que antes de eleito prometeu cínicamente quase tudo à categoria, que ademais,na média, ganha a matade de um soldado raso da polícia militar, e o menor salário do país.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
MÍRIAM LEITÃO Gastança federal O Globo - 14/05/2010
O governo Lula deixará uma pesada herança fiscal para quem quer que
seja que lhe suceda. O corte anunciado ontem é uma gota num oceano de
gastança. A maior parte da queda do superávit primário foi para
aumento de despesas de custeio, pessoal e Previdência. A dívida
pública bruta cresceu fortemente e isso só não aparece na dívida
líquida pelos truques contábeis.
Confira nos gráficos abaixo.
Em outubro de 2008, o governo destinava para superávit primário 16% da
Receita Corrente Líquida. Hoje, ele destina apenas 6%.
Receita Corrente líquida é o que fica nos cofres federais, depois dos
repasses para estados e municípios. Pelos cálculos do economista
político Alexandre Marinis, sócio da consultoria Mosaico, essa queda
do superávit primário não significou um aumento de investimento.
Antes da crise, o governo investia 5% da sua receita, agora, destina
6%. O aumento foi de apenas um ponto percentual. Mas as despesas de
pessoal, Previdência, custeio e outras despesas obrigatórias, que já
engoliam 79%, foram para 88%.
— Do ponto de vista da sustentação do crescimento econômico no futuro,
é difícil imaginar uso mais ineficiente dos recursos públicos — diz
Marinis.
A Tendências consultoria calcula que as despesas do governo cresceram
em média 7,7% ao ano nos últimos 10 anos enquanto o PIB cresceu bem
menos, 3,3%. Se esse aumento fosse concentrado nos investimentos, o
gasto seria saudável.
O problema é que ele se concentra em salários para funcionários
públicos, reajustes no INSS e nas despesas correntes, que são gastos
para o próprio funcionamento do governo.
Para se ter uma ideia da diferença de valores, nos 12 meses terminados
em março, o governo e o Banco Central gastaram R$ 597,1 bilhões. Desse
total, R$ 154,4 bilhões foram para pagamento de pessoal; R$ 232,8
bilhões, para benefícios previdenciários; e apenas R$ 39 bilhões, para
investimentos.
O único ano em que houve um ajuste fiscal foi 2003.
Depois, o governo aumentou fortemente o número de funcionários; não
regulamentou a única reforma que fez; a da Previdência Pública; e tem
usado truques contábeis para esconder o aumento do endividamento.
Note, por exemplo, num dos gráficos, o aumento dos créditos repassados ao BNDES.
Esse é um dos truques. O governo alega que empresta ao banco, mas na
verdade está aumentando o capital do banco de fomento, que concede
empréstimos subsidiados muitas vezes para as próprias estatais.
— O Tesouro empresta para o BNDES com juros em torno de 5%, só que
paga 9,5% de juros, que é a taxa Selic, para rolar a própria dívida.
Ou seja, o Tesouro está tomando prejuízo na operação — explicou Felipe
Salto, da Tendências.
A declaração do ministro Guido Mantega de que será feito um corte de
R$ 10 bilhões e o aviso do ministro Paulo Bernardo de que "vai doer"
não impressionam.
Ao longo dos últimos anos o governo ampliou de forma extravagante seus gastos.
Essa é a herança que ficará para a próxima administração.
Marinis acha que se tivesse mantido constante, depois de 2003, as
despesas de pessoal e custeio em relação ao PIB, o governo poderia ter
aumentado em 45% os investimentos. Felipe Salto acha que o corte
anunciado serve para apagar incêndio.
— O governo tem que fazer cortes pensando num horizonte mais longo. O
que foi anunciado é mudança de curto prazo para apagar incêndio. Por
não ter feito isso antes, teremos mais juros e crescimento menor do
PIB a partir de 2011. Crescer um ano é fácil, mas a partir do ano que
vem vamos entrar num ciclo de crescimento mais baixo — afirmou Salto.
seja que lhe suceda. O corte anunciado ontem é uma gota num oceano de
gastança. A maior parte da queda do superávit primário foi para
aumento de despesas de custeio, pessoal e Previdência. A dívida
pública bruta cresceu fortemente e isso só não aparece na dívida
líquida pelos truques contábeis.
Confira nos gráficos abaixo.
Em outubro de 2008, o governo destinava para superávit primário 16% da
Receita Corrente Líquida. Hoje, ele destina apenas 6%.
Receita Corrente líquida é o que fica nos cofres federais, depois dos
repasses para estados e municípios. Pelos cálculos do economista
político Alexandre Marinis, sócio da consultoria Mosaico, essa queda
do superávit primário não significou um aumento de investimento.
Antes da crise, o governo investia 5% da sua receita, agora, destina
6%. O aumento foi de apenas um ponto percentual. Mas as despesas de
pessoal, Previdência, custeio e outras despesas obrigatórias, que já
engoliam 79%, foram para 88%.
— Do ponto de vista da sustentação do crescimento econômico no futuro,
é difícil imaginar uso mais ineficiente dos recursos públicos — diz
Marinis.
A Tendências consultoria calcula que as despesas do governo cresceram
em média 7,7% ao ano nos últimos 10 anos enquanto o PIB cresceu bem
menos, 3,3%. Se esse aumento fosse concentrado nos investimentos, o
gasto seria saudável.
O problema é que ele se concentra em salários para funcionários
públicos, reajustes no INSS e nas despesas correntes, que são gastos
para o próprio funcionamento do governo.
Para se ter uma ideia da diferença de valores, nos 12 meses terminados
em março, o governo e o Banco Central gastaram R$ 597,1 bilhões. Desse
total, R$ 154,4 bilhões foram para pagamento de pessoal; R$ 232,8
bilhões, para benefícios previdenciários; e apenas R$ 39 bilhões, para
investimentos.
O único ano em que houve um ajuste fiscal foi 2003.
Depois, o governo aumentou fortemente o número de funcionários; não
regulamentou a única reforma que fez; a da Previdência Pública; e tem
usado truques contábeis para esconder o aumento do endividamento.
Note, por exemplo, num dos gráficos, o aumento dos créditos repassados ao BNDES.
Esse é um dos truques. O governo alega que empresta ao banco, mas na
verdade está aumentando o capital do banco de fomento, que concede
empréstimos subsidiados muitas vezes para as próprias estatais.
— O Tesouro empresta para o BNDES com juros em torno de 5%, só que
paga 9,5% de juros, que é a taxa Selic, para rolar a própria dívida.
Ou seja, o Tesouro está tomando prejuízo na operação — explicou Felipe
Salto, da Tendências.
A declaração do ministro Guido Mantega de que será feito um corte de
R$ 10 bilhões e o aviso do ministro Paulo Bernardo de que "vai doer"
não impressionam.
Ao longo dos últimos anos o governo ampliou de forma extravagante seus gastos.
Essa é a herança que ficará para a próxima administração.
Marinis acha que se tivesse mantido constante, depois de 2003, as
despesas de pessoal e custeio em relação ao PIB, o governo poderia ter
aumentado em 45% os investimentos. Felipe Salto acha que o corte
anunciado serve para apagar incêndio.
— O governo tem que fazer cortes pensando num horizonte mais longo. O
que foi anunciado é mudança de curto prazo para apagar incêndio. Por
não ter feito isso antes, teremos mais juros e crescimento menor do
PIB a partir de 2011. Crescer um ano é fácil, mas a partir do ano que
vem vamos entrar num ciclo de crescimento mais baixo — afirmou Salto.
PT NA TV – A MENTIRA SOBRE O PROGRAMA “LUZ PARA TODOS” quinta-feira, 13 de maio de 2010 | 22:40
"Lula afirmou no programa ilegalmente eleitoral do PT que percebeu a vocação verdadeiramente social de Dilma quando ela apareceu com a proposta do programa “Luz Para Todos”. E aí a candidata apareceu numa casa que passou a ter energia elétrica, com o testemunho da pessoa beneficiada e tal. A impressão que passou é que o Brasil vivia às escuras até que surgisse… Dilma. Vejam dados oficiais sobre a luz elétrica nas residências brasileiras:
1996 - 79,9%
2002 - 90,8%
2008 - 96,2%
Em 1996, segundo ano do governo FHC, a luz chegava a 76,9% dos lares brasileiros; quando o tucano deixou o poder, a 90,8%: um avanço de 12,64% em seis anos. Também em seis anos, o avanço no governo Lula foi de 5,94% - menos da metade! Lula e Dilma, no entanto, apresentaram o programa como se, antes do governo petista, o país vivesse às escuras. Como disse o economista Cláudio Salm em entrevista à Folha:
“Do ponto de vista da política econômica já sabemos que não houve qualquer ruptura, como o próprio Lula havia anunciado que não haveria, em 2002, na famosa Carta aos Brasileiros. Eu diria até que, em alguns aspectos, como o da política monetária, Lula é mais conservador que FHC. Conservador no sentido do excessivo cuidado em relação à banca. Quanto à política social, é só conferir os números. O período Lula é uma continuidade do período FHC, com tudo o que tem de bom e de ruim. Houve uma progressão contínua na qualidade de vida dos 25% de brasileiros mais pobres. Desde 1996, vários indicadores melhoram mais ou menos no mesmo ritmo: acesso às redes de água e esgoto, coleta direta de lixo, iluminação elétrica, posse de telefone, máquina de lavar. Essa conversa de herança maldita é pura bobagem.”
1996 - 79,9%
2002 - 90,8%
2008 - 96,2%
Em 1996, segundo ano do governo FHC, a luz chegava a 76,9% dos lares brasileiros; quando o tucano deixou o poder, a 90,8%: um avanço de 12,64% em seis anos. Também em seis anos, o avanço no governo Lula foi de 5,94% - menos da metade! Lula e Dilma, no entanto, apresentaram o programa como se, antes do governo petista, o país vivesse às escuras. Como disse o economista Cláudio Salm em entrevista à Folha:
“Do ponto de vista da política econômica já sabemos que não houve qualquer ruptura, como o próprio Lula havia anunciado que não haveria, em 2002, na famosa Carta aos Brasileiros. Eu diria até que, em alguns aspectos, como o da política monetária, Lula é mais conservador que FHC. Conservador no sentido do excessivo cuidado em relação à banca. Quanto à política social, é só conferir os números. O período Lula é uma continuidade do período FHC, com tudo o que tem de bom e de ruim. Houve uma progressão contínua na qualidade de vida dos 25% de brasileiros mais pobres. Desde 1996, vários indicadores melhoram mais ou menos no mesmo ritmo: acesso às redes de água e esgoto, coleta direta de lixo, iluminação elétrica, posse de telefone, máquina de lavar. Essa conversa de herança maldita é pura bobagem.”
quinta-feira, 13 de maio de 2010
MENTIROSA
Não tem jeito não. Transformar uma stalinista autoritária em uma senhora boazinha para enganar o eleitorado, definitivamente não vai dar certo. No programa do PT na televisão, no qual inclusive deram um bom tapa na justiça eleitoral, por fazerem campanha para a candidata mentirosa do presidente pinóquio, passaram a lorora de que ela resistiu a ditadura por lutar pela democracia. Que mentira cabeluda! Dilma pertencia a um grupo terrorista que queria não a democracia, mas instituir o totalitarismo de tipo soviético aqui nesse pais. O danado é que, com toda a marquetagem , ela não convence. A sua cara de boneca asasina, não deixa mentir.
Ela é autoritária, daquelas de dar nojo. Tenta vestir uma pele de cordeiro que só convence os bêstas, ou mesmo os muito fanáticos. Ela foi na verdade uma convicta terrorista, e nunca se retratou em público como deveria, posando de democrata. Em, suma´ela tem de democrata, o que seu mentor , Lula, tem de operário e pobre. E cada dia que fala, provoca arrepios.
Ô gente mentirosa meu deus. Lula, com a cara de pau que deus lhe deu, ainda defende esse tipo de gente. Ademais, ele não gosta dessa gente? Ou será que ela, de repente, virou uma democrata? É ruim , né?
POLICIA FEDERAL EM CAETÉS
Andam falando à boca miúda que a polícia federal deu uma voltinha em Caetés, para investigar os malfeitos oriundos da famosa operação suíça. Alguns funcionários da prefeitura foram procurados para as investigações e deram depoimento. Tem uma pessoa que, apesar de ganhar um salário bem mixuruca na prefeitura, anda comprando terrenos e casas, além de ter comprado um caminhão e outras “cositas más”. Caetés é a terra da corrupção impulsionada pela impunidade reinante neste país. Os corruptos desfilam com seus carrões, e o povo assiste a tudo meio, digamos, bestializado. Gostaria que estes cidadãos, para o povão daqui pessoas mais ou menos ilustres , fossem não só indiciados, mas enviados para a cadeia que é aonde eles deveriam estar juntos com suas lideranças políticas, os verdadeiros mandantes. Até quando? Mas pelo menos essa gente anda de cabelo em pé. Hoje mesmo passou por mim numa reluzente cabine dupla um dos principais operadores da corrupção daqui. Vinha de Capoeiras, aonde deveria ter ido botar gasolina na conta da prefeitura, é claro. Porém, diante dos mandantes, são apenas bagrinhos.
FICHA LIMPA
Claro, logo ele Romero Jucá quer melar este projeto que passou incólume na câmara de Deputados, Jucá é um corrupto conhecido na defesa de inúmeros amigos também corruptos. Este cidadão agora é um dos principais aliados do governo Lula. Bonito, né? Lula disse que , como Roberto Jerffeson não foi csssado pelo mensalão, o mesmo não exixtiu. Então tá. Não existiu mensalão. Os mais de quarenta indiciados pelo STF, são apenas personagens de ficção.
Ela é autoritária, daquelas de dar nojo. Tenta vestir uma pele de cordeiro que só convence os bêstas, ou mesmo os muito fanáticos. Ela foi na verdade uma convicta terrorista, e nunca se retratou em público como deveria, posando de democrata. Em, suma´ela tem de democrata, o que seu mentor , Lula, tem de operário e pobre. E cada dia que fala, provoca arrepios.
Ô gente mentirosa meu deus. Lula, com a cara de pau que deus lhe deu, ainda defende esse tipo de gente. Ademais, ele não gosta dessa gente? Ou será que ela, de repente, virou uma democrata? É ruim , né?
POLICIA FEDERAL EM CAETÉS
Andam falando à boca miúda que a polícia federal deu uma voltinha em Caetés, para investigar os malfeitos oriundos da famosa operação suíça. Alguns funcionários da prefeitura foram procurados para as investigações e deram depoimento. Tem uma pessoa que, apesar de ganhar um salário bem mixuruca na prefeitura, anda comprando terrenos e casas, além de ter comprado um caminhão e outras “cositas más”. Caetés é a terra da corrupção impulsionada pela impunidade reinante neste país. Os corruptos desfilam com seus carrões, e o povo assiste a tudo meio, digamos, bestializado. Gostaria que estes cidadãos, para o povão daqui pessoas mais ou menos ilustres , fossem não só indiciados, mas enviados para a cadeia que é aonde eles deveriam estar juntos com suas lideranças políticas, os verdadeiros mandantes. Até quando? Mas pelo menos essa gente anda de cabelo em pé. Hoje mesmo passou por mim numa reluzente cabine dupla um dos principais operadores da corrupção daqui. Vinha de Capoeiras, aonde deveria ter ido botar gasolina na conta da prefeitura, é claro. Porém, diante dos mandantes, são apenas bagrinhos.
FICHA LIMPA
Claro, logo ele Romero Jucá quer melar este projeto que passou incólume na câmara de Deputados, Jucá é um corrupto conhecido na defesa de inúmeros amigos também corruptos. Este cidadão agora é um dos principais aliados do governo Lula. Bonito, né? Lula disse que , como Roberto Jerffeson não foi csssado pelo mensalão, o mesmo não exixtiu. Então tá. Não existiu mensalão. Os mais de quarenta indiciados pelo STF, são apenas personagens de ficção.
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