O terrorismo ataca outra vez. Covardemente, como sempre. No caso, hoje o que preocupa é o terrorismo islâmico.
Diferentemente do terrorismo do final do século XIX e início do século XX, onde os atentados eram direcionados a vítimas em foco, como príncipes, reis ou mesmo ricos burgueses, geralmente por anarquistas e outros grupos correlatos, depois da guerra e com a banalização das notícias pela mídia, os ataques terroristas são direcionados ao cidadão comum em geral, e em locais de grandes aglomerações públicas com o intuito de causar o maior número de vítimas, obtendo assim um maior impacto midiático.
O governo brasileiro se recusa a aprovar uma lei antiterrorismo. Afinal, a presidente foi uma terrorista, depois travestida por marqueteiros profissionais de "guerrilheira revolucionária", e ainda pior: Quiseram mostrar-lhe como uma combatente pela democracia. Parece piada, pois basta ver os programas políticos daquelas organizações que surgiram antes mesmo do golpe militar de 64. Todos propondo uma ditadura comunista. Uma "beleza".
Dizem nas redes e na imprensa que o Brasil é um território livre para terroristas islâmicos. O certo é que o país pode sofrer danosas sanções econômicas por ter prometido e não ter feito a lei antiterrorismo.
O governo por sua vez justifica sua inação porque acredita que tal lei criminalizaria os tais "movimentos sociais", que são de fato braços do partido dos trabalhadores em movimentos de desestruturação social e de baderna no campo. Até quando nosso país ficará sem uma devida lei antiterror? Parece que vai ser preciso antes derrubar este governo.
Por falar nisso, no livro didático adotado pela minha escola, aponta o terrorista Carlos Marighela como um "revolucionário e combatente da ditadura". E diz que a "luta armada" começou como uma reação ao endurecimento do regime depois do Ato Institucional n- 5, no final de 68. Na verdade , antes do golpe já existiam grupos terroristas em plena atuação.
Tive evidentemente que explicar a verdade aos alunos, distinguindo terrorismo de guerra de guerrilhas, e mostrando o caráter covarde e reacionário do terrorismo.
Paris está em pavorosa. Temos que rezar pelos franceses, e realmente combater o fundamentalismo islâmico , dentre outros. Terrorismo é coisa de gente covarde ao extremo. Só um governo de bandidos é condescendente com tal prática. É o nosso caso, infelizmente.
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