quarta-feira, 8 de abril de 2015

TVEJA: Em comentário com Joice Hasselmann, digo que Dilma — vejam só! — descobriu que Temer existe. Não será tarde para pedir socorro ao vice?


(Foto: veja.abril.com.br)
O convite tardio a Temer contém dificuldades e interrogações. Por exemplo: se ele não der certo, como ser demitido, se é vice-presidente eleito? (Foto: veja.abril.com.br)
Nesta edição do “Aqui entre Nós”, com Joice Hasselmann, comento a tardia descoberta, pela presidente Dilma Rousseff, de que tinha a seu lado um forte nome para ser coordenador político do governo, cujo principal problema, no momento, é o constante criar de casos por parte dos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e do Senado, Renan Calheiros (AL), ambos do PMDB.
Trata-se, naturalmente, do vice-presidente Michel Temer, que é presidente do partido e que estava sendo alijado do núcleo principal do governo. A designação contém várias interrogações. Temer dará certo? Não irá dividir, em vez de unir, o PMDB? E se fracassar — como demitir do cargo, sem título, mas assim mesmo um cargo, quem não pode ser demitido por ser vice-presidente eleito?
Também comentei a baderna junto ao Congresso feita pela CUT, pela UNE e pelo MST, supostamente em protesto contra o projeto de ampliar os casos de terceirização nas empresas. Curiosamente, um levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que 87% dos próprios trabalhadores são favoráveis.
O tema é polêmico, mas fala-se que, com a nova regulamentação, 3 milhões de postos de trabalho, fora da Consolidação das Leis do Trabalho, poderiam ser criados. Comento que a terceirização, boa ou má, é algo inevitável num mundo globalizado, em que as empresas brasileiras, se não baixarem seus custos, não conseguirão competir — e, portanto, gerar riqueza e criar oportunidades de trabalho.

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