A popularidade de Dilma
despencou, assim dizem os institutos de pesquisa. O que difere o estadista do
político medíocre, a grande maioria, diga-se de passagem, é fazer as coisas
certas, muitas vezes tomando medidas impopulares.
Fernando Henrique tomou medidas
impopulares, prejudicando muito seu candidato, na época José Serra, para
entregar o país com a economia relativamente equilibrada para seu ingrato
sucessor, que repetiu à exaustão a lorota da “herança maldita”. Fernando Henrique teve que tomar dinheiro
emprestado ao FMI para acalmar os mercados diante da eleição de Lula, que
passou sua vida política com aquele papo
de “mudar tudo isso que aí está”. Enquanto não mudou os paradigmas
econômicos, seu primeiro governo foi um sucesso, com a devida ajuda do boom
econômico mundial, puxado pelo enorme crescimento da economia chinesa.
Já no segundo mandato, Lula achou
que podia governar, abrindo o caixa do estado, inchando ainda mais o mesmo, e
dando aumento às corporações estatais, fazendo a festa de muitos funcionários
ditos públicos. Muitos barnabés, mas também muitos marajás. Reforma do estado
nada, afinal é coisa de “neoliberais” , palavrinha hoje fora de moda. Antes
tarde do que nunca.
Com Dilma, que pensava que era
economista, e foi apresentada como uma “gerentona”, começou
a ampliar o gasto público e o aparelhamento do estado, e deu no que deu.
Errado. Só um burro desinformado ou um fanático petista, além é claro dos
beneficiados que não foram poucos, não sabiam que não ia dar certo. O que era
para dar errado deu mesmo. Ponto. Agora vem a conta, sempre amarga para a população
que vai pagar amargamente a farra populista.
O PT NÃO FEZ NEHUMA REFORMA
IMPORTANTE. NEM NA ECONOMIA NEM NO
ESTADO. AFUNAOU MAIS A EDUCAÇÃO E
SAÚDE...NADA. O país perdeu credibilidade internacional com uma política
externa ideologizada nos paradigmas do sangrento século XX. Ficou no discurso
de anti-imperialismo de botequim, e o país está cada vez mais isolado fazendo
poucos e pontuais acordos no comércio global. Nossa indústria patina e nossa
produtividade é uma das mais baixas em relação aos países que contam no cenário
internacional.
Nossas universidades caíram mais
no ranking mundial, pois sabemos que pelo menos 39% dos nossos formandos são analfabetos funcionais. E os professores
do ensino básico, mal formados e parcamente renumerados, tudo como dantes no
quartel de Abrantes.
Com a economia em frangalhos, o
povo vaia. O que sobrará do petismo? Nada. Um grande retrocesso para o país,
que desde meu avô, o velho Fausto Souto Maior, já era cantado em prosa e verso
como “o país do futuro”. E se Lula, o chefe, sair às ruas também será vaiado. O
QUE O POVO NÃO AGUENTA MAIS É DO PETISMO. QUE NÃO PASSA DE UM COMUNISMO FORA DO
TEMPO E DO ESPAÇO. Foram os mais retrógrados governos da nossa conturbada e
autoritária história republicana. Seu legado negativo vai atrapalhar e muito a
libertação do povo, sobretudo os mais pobres que esta canalha fala em proteger.
Ademais, popularidade passa como o vento, e muda conforme a posição das nuvens.
As obras é que ficam, sobretudo as que apontam para o desenvolvimento das
forças produtivas, ou seja, o velho capitalismo.
Assim
pensava o velho e carcomido comunista italiano Antônio Gramsci. Nem de
comunismo os petistas entendem. Aliás quantos dos nossos professores
autodenominados marxistas o leram? Ademais,
o velho Marx daria surras homéricas de tabica de goiabeira em muitos
“intelequituais” que por essas bandas ainda falam por ele. Ou ainda dizem
falar.
Já disse certa vez que Lula seria
o Sarney de barbas, que depois de ter uma grande popularidade durante o
fatídico plano cruzado em 1986, e saiu do governo sem poder aparecer em eventos
públicos. E vejam que Sarney não tinha nenhuma militância paga para bradar seu
nome. Com Lula e Dilma vai ser pior. Aliás o pesadelo já começou. Por essas e
outras Lula quer partir para a briga, dividindo o país. Não vai colar. Queremos
paz. E mais democracia. Juntos, marcharemos contra o petismo no próximo sai 15.
Será o início de uma longa marcha para efetivamente ENDITEITAR O PAÍS.
LITERALMENTE.
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