sexta-feira, 20 de março de 2015

O BARCO AFUNDA E NINGUÉM SABE O QUE FAZER - RAFAEL BRASIL




Lula esbraveja para Dilma manter a economia no arrocho, o que está mais do que certo, e manter o PMDB sob controle, como se isso fosse possível. Logo agora, quando o barco afunda. Os pemedebistas nunca foram de se sacrificar por ninguém. É adesista até quando as coisas vão dando certo. Foi assim com Fernando Henrique, assim como nos governos petistas.
Claro, tem as dissidências honrosas e de praxe, como Jarbas Vasconcelos, e um Pedro Simon, que se aposentou. Deve ter outros gatos pingados porém, dada suas importâncias não lembro os nomes. Ainda mais quando o barco afunda e o PT queria liquidar o PMDB fabricando novos partidos para dividir e enfraquecer a legenda. Com Lula no encalço as coisas podem ficar melhor encaminhadas, vamos dizer assim. Mas só um mágico conserta a situação mortal do partido.
A situação econômica tende a piorar. O clima das ruas é o pior possível, com uma rejeição recorde. Quem se dispõe a salvar Dilma? Só o desmoralizado PT, que tem tudo a perder. Como se desvencilhar de  Dilma que é cria de Lula, e pôs em prática a economia esquerdista, ou o que isso vier a ser, achatando quem produz e trabalha, e redistribuindo dinheiro nos grotões do país, como se o mesmo nascesse em árvores.
Enquanto isso os políticos continuam piores do que Dilma na avaliação do povo, sobretudo os deputados.
A crise  além de social é política. E o povo, de certa forma tem culpa no cartório. Afinal, quem vota nos políticos? Sabe-se há décadas que cerca de 80% do povo não lembra em quem votou para deputado há pelo menos dois anos do pleito.
 Nas regiões mais pobres, vale o voto dos políticos municipais, como prefeitos e vereadores. O que não deixa de ser legítimo, se o deputado tem serviços prestados ao município ou região. Mas é também é por aí que entra a compra de votos. Por essas outras sou a favor do voto distrital misto. O sujeito votaria para deputado na proporcional e na distrital. Ou seja duas vezes.
Porém seria melhor uma comissão de notáveis para elaborar um projeto amplo de reforma política. Seria melhor do que começar do zero, como na constituinte. O BRASIL PRECISA MUDAR DEMOCRATICAMENTE. É preciso reformar o país de cabo a rabo. Na economia , na política e tudo o mais. TODOS QUEREMOS, E NÃO AGUENTAMOS MAIS. Não é só Dilma saindo que as coisas mudarão instantaneamente. Mas ela precisa sair. Nunca teve competência para o cargo. Simples assim. Mais quatro anos do PT o Brasil não aguenta. Ou no mínimo sairemos muito pior. E não foi por falta de aviso da imprensa, chamada pelos petistas de golpista. Golpista é a mãe dos que vêem golpistas aonde simplesmente eles não existem.



VAMOS DERRUBAR ESTES CORRUPTOS NO PANELAÇO



Dilma foi dar uma declaração no jornal nacional sobre a tal lei anti- corrupção.  Durante sua breve fala, que graças a Deus não vi, tome panelaço. E haja panelaço nos petistas. Só não vale na frente da casa de ninguém aí isso é fascismo. Nem destratar as pessoas em ambientes públicos como fizeram com o ex ministro Mantega num hospital de São Paulo.
Agora, manifestações pacíficas em frente a prédios públicos aí sim isso pode.
Apesar de nunca ter simpatizado com o ex governador do Rio Sérgio Cabral, detestei quando fizeram vigílias na frente do apartamento dele. Isso é coisa de fascista, ou comunista tresloucado. Não cabe na democracia.




O CAMELÔ  O ESPÍRITO CAPITALISTA E OS PROTESTOS




Como bem dizia Roberto Campos, o especulador é a essência do sistema capitalista, ao contrário do que sempre falou a esquerda burra e a direita nacionalista, que de certa forma sempre andaram juntas pelo atraso nacional.
O que chamam de especulador é o sujeito sabido que compra mais barato e vende mais e melhor do que seus concorrentes. É o especulador que é o principal agente do capitalismo livre concorrencial, como diria Antônio Gramsci, só para agradar alguns esquerdistas. E os camelôs são, em muitos casos exímios portadores do germe, digamos capitalista. São os de sangue puro, digamos assim.

Nas manifestações contra o governo em Brasília, além de camisas e adereços em verde e amarelo, venderam muitas frigideiras com colheres para protestar contra o governo. Quem teve a idéia faturou. Parabéns, fulano de tal.

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