A ECONOMIA JOGA CONTRA O GOVERNO – RAFAEL BRASIL
Enquanto o tempo passa, a deterioração da economia avança. O
governo que só pensa nas eleições vem tentando empurrar a situação com a
barriga. E vai estourando os princípios da estabilidade duramente conquistada
no governo Fernando Henrique e mantida por Lula, pelo menos no primeiro
governo.
Para consertar pelo menos momentaneamente as coisas, é
preciso austeridade. Em outros termos
cortar gastos, tomar medidas impopulares. Seja por ideologia, seja pela
proximidade das eleições, o governo não deve tomar tais medidas. E a situação
tende a piorar. É ai que entram as
oposições. Aécio não deixa de ser um forte candidato, mas Eduardo pode
despontar, aliás já está despontando como um candidato de peso. E as eleições
vão ganhando contornos por muitos, inesperados. Bom para o Brasil e para a
democracia. Chega de hegemonia petista. O Brasil precisa respirar e fazer o
balanço desta negra fase da nossa história. Quando um partido que está no poder
flerta com o autoritarismo tentando impor censura à imprensa e mudar a
constituição para se perpetuar no poder, é preciso tirar essa gente daí, e já.
EDUARDO NA ALEMANHA
Lá vai Eduardo Campos fabricar imagens suas na altamente
desenvolvida Alemanha. Onde um juiz ganha cerca de cinco mil euros, e uma
professora primária quase a metade disso e quase o mesmo que um professor
universitário. Eduardo vendendo sua
imagem de modernidade reforçando o discurso da competência gerencial e
administrativa como alternativa ao petismo o qual se desgarrou. Ademais, o
discurso oficial é de competência sob o comando da “gerentona” Dilma. Que pobreza... Como o governo é mastodôntico,
digamos assim, o problema é mesmo o
governo. Não dá para consertar muita coisa que aí está. É preciso privatizar
radical e abertamente, mostrando à sociedade os malefícios que o estado sem
controle faz. Que suga as energias do país que produz e trabalha. E milhões de
espertalhões vagabundos vivem nababescamente de suas sinecuras nas relações
incestuosas com o estado. A hipertrofia do estado favorece à corrupção. Qualquer
criança sabe disso. Infelizmente não tem nenhum candidato que fale isso ao
povo. A maioria decerto sabe dessas coisas, mas por serem de esquerda ou
similares, endossam o modelo. Sem uma grande
reforma conceitual, estrutural, como diriam os marxistas, as coisas não andam.
O Brasil não só precisa de mais competência administrativa e gerencial, mas
sobretudo de mudar radicalmente a concepção de estado. Passar do estado patrimonialista
para o democrático, com o efetivo controle da população. Vamos ter que procurar votar no menos, pior.
Fazer o quê?
CONSERVADOREES
O Brasil precisa muito de um grande partido liberal e
conservador. A população é majoritariamente conservadora, e gosta de trabalhar.
Quase ninguém apoia coisas como o abortismo, o gaysismo e outros ismos. E
detesta corrupção que é filha do gigantismo estatal. Para dar empregos à
população é preciso não só privatizar, mas abrir a economia.
Outra coisa que mais assusta os brasileiros, a grande
maioria silenciosa conservadora, é a violência. A vitimização social dos
assassinos teoria levada a cabo pelos milhares se sociólogos de botequim atinge
sobretudo à justiça. Quem mata é vítima social, e a leniência com criminosos é
absurda. A menoridade penal é uma delas. Nas escolas falta disciplina, e as famílias
estão abandonadas à própria sorte, pois foram abandonadas por muitos padres de
passeata. Por essas e outras os evangélicos crescem. São cinquenta mil
homicídios por ano. Quem mata ou mesmo
sequestra, não tem recuperação. Tem que apodrecer mesmo na cadeia. Nada de
progressão. Tem que se estudar a possibilidade de aplicação de prisão perpétua.
Mas é preciso mudar tudo. Da polícia ao judiciário passando pelo nosso horrendo
sistema prisional. E claro, pela valorização da família, que é a base de toda sociedade. Hoje é até considerado “careta” ser
cristão e defender os valores das
família. A desestruturação da família interessa a quem?
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