
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Para não esquecerem de mim (1)
Já estou viajando por este país. Quando faço isto não me descuido e trago alguns livros comigo. Sem internet só os livros me acalmam. Trouxe um que estou lendo como quem sorve um sorvete. É do Leandro Narloch. Sim, aquele mesmo que me deu munição para discutir com o Guerrilheiro de Garanhuns, sobre o Che Guevara, mostrando que foi o assassino mais festejado do século XX.
O autor agora lançou um novo livro que se chama Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo (os anteriores eram sobre o Brasil e sobre a América Latina). E eu adorei saber que Nero não incendiou Roma e que o Ghandi tinha lá seu problemas. Mas, depois, eu conto isto quando tiver mais tempo.
Hoje estou na casa de amigos, longe de minha casa, e aproveito que há internet para publicar alguma coisa do Narloch para não matar meus leitores de crises de abstinência.
Começo, ainda influenciada pela última do PSB e vou colocando aqui algumas coisas que se pode esperar de um governo socialista, embora com a ressalva de que se Eduardo Campos for socialista eu sou a Maria Madalena.
São apenas trechos curtos do que este regime fez no mundo em sua experiência real a partir de 1917, e que segundo a Marina, o PT quer repetir no Brasil, com o chavismo. Com vocês o Leandro Narloch, com quem a partir de hoje, sempre que eu dispuser de uma conexão eu tentarei fazer com que meus leitores não esqueçam de mim (do capítulo sobre As 32 razões para não levar o comunismo a sério):
“1.
Uma das variantes mais criativas da ideologia socialista é o “posadismo”, doutrina delineada pelo teórico argetino Homero Cristalli, vulgo J. Posadas. De acordo com o posadismo, não era preciso ter medo de uma invasão extraterrestre. Afinal de contas, se os ETs dominam a tecnologia para viajar pelo espaço, é porque formam uma civilização mais avançada que a humana. E, se são intelectualmente superiores, então é óbvio e elementar que todos eles vivem num perfeito comunismo. A invasão alienígena, portanto, destruiria os Estados Unidos e levaria os habitantes da Terra a um socialismo perfeito não só entre nações, mas entre planetas e – por não? – galáxias. Como não pensamos nisso antes! O socialismo posadista teve representação em pelo menos 13 países, incluindo o Brasil e os Estados Unidos.”
Durma-se com um bronca destas!
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