quarta-feira, 9 de outubro de 2013

INJUSTIÇAS E PRIVILÉGIOS: O VELHO CORPORATIVISMO - RAFAEL BRASIL


INJUSTIÇAS E PRIVILÉGIOS: O VELHO CORPORATIVISMO EM AÇÃO - RAFAEL BRASIL


Uma das pragas nacionais é o corporativismo. Claro, o mesmo é necessário, pois categorias profissionais devem se unir para defender seus interesses, o que é perfeitamente natural numa sociedade aberta  e democrática. Mas no nosso caso a questão é histórica e vem dos tempos do Brasil Colonial, se é que podemos chamar assim. O patrimonialismo , pai do clientelismo político, do nepotismo, e outros ismos, é uma praga nacional. No caso dos médicos e outras profissões, sou completamente a favor da abertura também do mercado de trabalho, sobretudo nas áreas de tecnologia e educação. Caiu o muro de Berlim e não fomos capazes, pela burocracia e corporativismo universitários, de trazer excelentes cérebros dos países da então cortina de ferro, a ainda hoje somos pobres nas ciências exatas e tecnologia, salvo algumas exceções como na agropecuária. Que aliás nos rende os sucessivos superávits comerciais.  No caso específico dos médicos cubanos, minhas restrições são de ordem trabalhista e ética. Eles vem trabalhar como escravos do regime cubano. São pessoas que não podem dizer não. E o governo aprova isto, o que é uma vergonha. 
No caso dos professores, é preciso mudar. Não é possível que quaisquer sistema educacional não priorize a meritocracia. Quando o  sujeito entra no estado, é tratado como número. Nunca é levada em conta sua competência profissional. Os cargos de direção são exercidos por gente de fora, ou mesmo frutos de apadrinhamentos políticos dos mais diversos. E os sindicatos dos professores são contra. Como é que pode ser contra a meritocracia , sobretudo na educação?
Li na Internet que o que o governo gasta com bolsa família, cerca de 22 bi por ano, o mesmo com os reajustes e promoções do funcionalismo federal. No bolsa família, cerca de 30 milhões de famílias, são beneficiadas, cerca de um terço da população. Com o funcionalismo, cerca de um milhão de pessoas. Ninguém fala nisso. Ademais, o discurso de Collor contra os Marajás ainda é atualíssimo, porém proferido pelo sujeito em questão, sabíamos que seria mais uma farsa propagandista nacional. Mas o problema persiste, e é preciso , simplesmente por  questões éticas e republicanas, acabar com tudo isso. Com cargos de confiança e muitas outras mordomias. Muitos dirão que a economia seria pouca. Mas no plano moral, corretíssimo. 
É triste ver professores fazendo molecagens nas ruas. Juntos com grupos fascistas e totalitários, que agridem a polícia e a ordem democrática estabelecida. Seria preciso uma verdadeira revolução no serviço público brasileiro, em todos os setores. Enquanto ninguém fizer nada, continuaremos entravados na obsolescência de sempre. Já somos um país de barnabés. Cerca de absurdos 10 por cento da população. E haja mais burocracia, para empregar mais parasitas. Claro nem todos são parasitas, a grande maioria não o é, decerto. Precisamos mesmo é de abertura econômica desregulamentação da economia para atrair investimentos e fazer crescer o país. Sem esta política não teremos empregos, e melhor , empregos qualificados. O estado afinal não pode empregar todo mundo. Óbvio ululante. O problema é que nenhum político fala disso. Medo de perder votos. Mas a população compreende, tão mal tratada pelos serviços prestados pelo estado. Collor tornou-se popular com isto. Quem teria a coragem? 
 No atual espectro político ninguém tem. Mas todos sabem onde estão um dos nossos principais problemas. 


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