quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

ETICA DO TRABALHO...



ÉTICA DO TRABALHO




Tenho um primo, Breno Souto Maior que está na Alemanha há mais ou menos um ano. Foi concluir seu trabalho sobre redes sociais, trabalho que vem desenvolvendo há algum tempo na área da sociologia. Bem, concluir é uma forma de dizer que o mesmo vai ser transformado em livro, já que não exixte obra concluída, ou mesmo conclusiva. Geralmente conversamos através do computador, e ele me informa sobre como é a vida, as pessoas, o cotidiano na Alemanha contemporânea. Dentre muitas coisas, comentamos a ética do trabalho , e suas ligações com o luteranismo, tradicional por lá. Breno me disse que a idéia de malandragem é inconcebível para os alemães. Tentou explicar a uma amiga a idéia de malandragem, a idéia de que se pode viver sem trabalhar, e ela simplesmente não compreendeu. Achou inconcebível alguém viver sem trabalhar. Inconcebível porque sobretudo vergonhoso. Aqui vivem famílias inteiras com aposentadorias dos mais velhos, e é até glamouroso viver sem trabalhar. Ou pelo menos trabalhando o mínimo. Seria a mistura de europeus espiritualistas da contra-reforma, com povos do neolítico, e do mundo mágico africano. Segundo Sérgio Buarque, o pai de Chico, de tendência imediatista ou de aventureira , os portugueses sonhavam ganhar a vida num golpe. Numa viagem transatlântica, ou num achado de um grande tesouro. Depois se afidalgar, ou seja, malandrar. No Brasil colonial, só quem pegava no pesado era o negro. Os pobres portugueses vinham ao país com a intenção de não mais trabalhar. Nos tempos da escravidão, era vergonhoso trabalhar. Até os pobres tinham escravos, que trabalhavam para eles. Seja na prostituição, ou mesmo vendendo doces. Outros se enganam semanalmente com a loteria, ou com a possibilidade de ganhá-la. Com os benefícios sociais, o governo ajuda os pobres, certo, mas em que medida aumenta a vagabundagem? Ou estimula? Não estou falando do chamado ócio produtivo, ou coisa parecida, e sim do ócio pelo ócio. A vagabundagem glamourizada e reconhecida nas colunas sociais. Tudo a ver com a vagabundagem dos políticos.



PREGUIÇOSOS



Tenho um amigo que se vangloriava de nunca ter dado um dia sequer do trabalho. Era sustentado pela família, até que pegou uma boquinha na prefeitura. Aí virou vagabundo renumerado. Tenho uns primos que nem gostam de ouvir falar no assunto. Dá preguiça de pensar. Muitos entram na criminalidade, e passam a viver de golpes. Aí é que mora o perigo, pois, às vezes, vida de meliante também dá trabalho. Se não, todo mundo logo vai preso, por incompetência e falta de planejamento. Porém, tem muita gente mudando de mentalidade, graças a deus. Trabalhar é chato, mas é a única forma de viver honestamente, sem explorar os outros ou o estado. Com o crescimento do capitalismo, uma nova ética se imporá. Se não, continuaremos à beira da miséria. Não é , bando de preguiçosos?



CAMPEONATO PERNAMBUCANO



Começou o melhor campeonato de futebol do mundo. O velho Sport começou perdendo uns pontos, e o Santa ressuscita. O náutico junto com o santa tentam evitar o hexa do sport, única exclusividade alvirrubra. Vai pegar fogo.

3 comentários:

  1. AQUI NA NOSSA TERRINHA TEM GENTE QUE ENTENDE MUITÍSSIMO DISSO...A PALAVRA PREGUIÇA ELE JULGAM NO PRESENTE E NO FUTURO,VEJAM...INCLUSIVE ESSA FAMÍLIA NUNCA TRABALHOU, PARECEM MAIS COM FILHOTES DE PASSARINHO SEMPRE COM O BICO ABERTO ESPERANDO A PAPA CHEGAR....ÓÓÓ UM DIA A CASA CAI VIU?

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  2. AQUI NA NOSSA TERRINHA TEM GENTE QUE ENTENDE MUITÍSSIMO DISSO.A PALAVRA É...É...É...PREGUIÇA.VEJAM SÓ.UMA FAMÍLIA QUE NUMCA TRABALHOU, PARECEM MAIS UNS FILHOTES DE PASSARINHO, SEMPRE COM O BICO ABERTO ESPERANDO A PAPA CHEGAR.UM DIA ESSA CASA CAI.KKKKKKKK

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  3. Faé teu irmão Ricardo faz parte desse grupo de vagabundos remunerados e ociosos.
    O cara não dá um prego em barra de sabão,e dilapidou o patrimônio que o pai prefeito deixou.
    Enquanto o ex prefeito Hermínio Sampaio deixou a família sem renda pois o mesmo sempre foi honesto e bom cidadão.Não quero dizer que seu pai não o foi.
    Acho que só sobra você,que também não é chegado na arte de trabalhar.
    Ronaldo Melo/Caetés

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