sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Humilde Apresentação de um Exilado Político Sobrinho do Ben Gurion.

Boa noite, caros amigos leitores deste blog.

Sou o Hadriel Ferreira, professor de Geografia, ex-aluno do prof. Faé e, segundo o próprio, o enviado pelo Mossad (percebe-se o quanto os judeus estão decadentes) para colaborar com uns pequenos e desinteressantes textos, vez por outra. É um privilégio poder compartilhar com vcs minhas opiniões, dúvidas e descobertas em se tratando de visões políticas e ademais. Considero esse pequeno refúgio, um lugar sóbrio, independente e consciente no que tange ao debate honesto e a demonstração sadia de argumentos, algo raro hoje no Brasil.
Daqui em diante, convido-os a lerem, sempre que possível, a algum texto que eu, porventura, vier a postar.

Obrigado a todos!

2 comentários:

  1. Serás bem aceito e se possível aplaudido,esperamos que venhas desarmado para um combate limpo,ético e democrático.
    Não aceitamos bravatas e rabugice.
    Esse Mossad(alusão ao serviço secreto israelense) parece-me contaminado,pois só observa o que de ruim acontece em Caetés e não tem a ombridade de reconhecer o que de bom esse município adquiriu nos últimos 15 anos.
    Espero que não peças ao teu tutor FAÉ para me excluir,pois o professor gosta e encara qualquer debate,revelando-se um bom democrata.
    Seja bem vindo.
    Einstein,recife/PE

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  2. Obrigado, Einstein. Acho que é muito comum e natural haver divergências de opiniões em qualquer lugar. Não o contra por si só,mas o contra com fatos. Há uma frase de um escritor francês, cujo nome me foge, que é a seguinte:'' Onde não se pode criticar, todos os elogios são suspeitos''. Tornar uma ideia monopolizada e com ela atingir a massa e privar outros de pensamento é mais danoso do que criticar. Nelson Rodrigues, um dos pernambucanos mais geniais, nosso conterrâneo e bem daí do Recife, arrematou:'' Quando todos pensam a mesma coisa, ninguém está pensando''. Se vc vier a ler um texto escrito por mim, será uma grande honra. E mais: esteja à vontade para discordar e mostrar falhas nas palavras. Thomas Jefferson dizia preferir críticas ao seu governo ante a calar os jornais. Não seria ele um exemplo a ser seguido hoje?

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