sexta-feira, 27 de agosto de 2010

ESTADO POLICIAL

Abriram o sigilo fiscal de alguns membros do governo Fernando Henrique. Eduardo Jorge Caldas, Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio Oloveira, todos graduados ministros do governo anterior. Até agora, os governistas passam para a população de que crimes como esse são de menores. Porém é muito sério funcionários do estado abrir dados sigilosos de particulares, sobretudo com o intuito de utilizar estes dados como forma de chantagem política. Hitler, Stálin, Fidel, ou mesmo Pinochet sempre se utilizaram do estado para esmagar a vida e reputação de cidadãos. Não só a reputação, mas milhares de vidas. No caso dos dois primeiros, dezenas de milhões. E Dilma, com seus stalinistas à solta, comandando o estado? Menos mal ela ser manobrada por Lula, pois este já conhecemos com sua extraordinária capacidade de mentir, e falar bobagens.

O MAIORAL

O maioral disse , do alto de sua gigantesca popularidade, que se arrepende de não ter mexido só com um dedinho, para ganhar o terceiro mandato. Não passaria pelo senado. Ou será que o Brasil está mesmo sofrendo, como afirmam alguns analistas, um processo de mexicanização? Não gosto destes paralelos históricos, afinal, a história nunca se repete, graças a deus. Mas tem muito stalinista sonhando com o poder total do estado contra os cidadãos. Vade retro satanás!

O MAIORAL II

O maioral, antigo sapo barbudo, não se conformando com a vitória de sua laranja, agora quer esmagar as oposições nos estados , sobretudo os mais importantes, São Paulo e Minas Gerais. Ele também tem ódio do nosso Jarbas Vasconcelos, e quer por que quer esmagar todo mundo. Como qualquer autocrata fuleiro, ele sonha com um governo sem oposição. Agora só vale babão. Vejam aonde estamos chegando. Existe democracia sem dissenso? Nam nas piores fases da ditadura militar. Ademais, Médici se elegria facilmente , nas indiretas, ou em eleições diretas, se elas existissem na ditadura. Preferiu passar o cargo para o então completamente desconhecido Geisel. Que não aceitou ser tutelado por ninguém e distencionou o país que rumou para a democracia.

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