domingo, 18 de novembro de 2018

Se Bolsonaro quiser moralizar o pais, deve começar cortando as asas de governadores corruptos



Inconsequentes, governadores reeleitos (e os novos) querem o fim da Lei de Responsabilidade Fiscal, que limita em 60% os gastos com pessoal.

Pessoal, sabe-se, é um poço sem fundo.

Custa alto aos pagadores de impostos. E o retorno, a prestação de serviço, não é distante do que ocorre na Africa.

Haja vista saúde, educação, segurança...

Anotem o que acontece em alguns dos mais importantes (?) estados do país:

O Rio (espoliado desde Brizola, até a quadrilha de Cabral, trombadinha do Lula) compromete 81% de sua receita com pessoal. Minas Gerais, 79% e o Rio Grande do Sul, 78%. E o Rio Grande do Norte, com 88%? 

Dezessete Estados descumprem a LRF.

São Paulo, governado por gente razoavelmente séria, até onde um político pode ser sério, como Montoro, Covas, Serra, Alckmin compromete 54%. Longe, o melhor desempenho.

Não surpreende que inúmeros estados, entre os mais perdulários, sejam governados por elementos denunciados por corrupção. 

Aí está Pernambuco. 

O governador Paulo Câmara (da patota de Eduardo Campos, neto de Arraes... Imaginem só a linhagem!) chegou ao descaramento de fechar uma delegacia que estava à caça dos ladrões do dinheiro do povo. 

Uma parte expressiva dos governantes (reeleitos ou eleitos agora) são integrantes da organização criminosa de Lula.

Bahia, Alagoas, Ceará, Piauí, Maranhão, Rio Grande do Norte... 

Seus 'mandatários' deveriam estar no xilindró, fazendo companhia ao 'capo' Luiz Inácio Lula da Silva.

Mas, estão no poder, atrás de mais 'flexibilidade' para torrar a grana extorquida dos brasileiros que trabalham, produzem.

Se o capitão quiser impor a ordem de fato, um dos primeiros passos será cortar as asas dessa escória que corrói as entranhas do país há décadas e que roubou à exaustão na era Lula.

É simples fazer a separação dos que não se corromperam.

Pelo menso, até agora!

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