sábado, 16 de julho de 2016

RISCO DE ATENTADO NAS OLIMPÍADAS É REAL - com O Antagonista

RISCO DE ATENTADO NAS OLIMPÍADAS É REAL


A imprensa noticiou ontem a reunião de Eduardo Paes com a equipe de segurança das Olimpíadas. Não foi a única. O Antagonista sabe que Wilson Trezza, da Abin, se reuniu também com adidos militares e de inteligências dos países que participarão dos Jogos.
Nessa reunião, foi feito um diagnóstico preocupante: até pouco tempo, considerava-se "improvável" um atentado terrorista durante o evento. Depois de Nice, agora o risco é real.

ABIN FAZ VARREDURA DE ESTRANGEIROS SUSPEITOS

Na reunião de Wilson Trezza com os adidos militares e de inteligência estrangeiros, ficou estabelecido que a Abin fará um rastreamento conjunto com a PF e o Itamaraty de todos os estrangeiros suspeitos de terrorismo.
Há muita preocupação com a medida tomada por Dilma Rousseff, ainda na presidência, que derrubou por 90 dias a exigência de visto de turista para quem vier para as Olimpíadas.
O projeto sancionado pela petista não prevê sequer a comprovação de compra do ingresso para o evento. Trezza disse que já tem uma lista de suspeitos, mas não a compartilhou com os demais.
As delegações de países como EUA, Inglaterra, Alemanha, Índia, França, entre outros, foram orientadas a redobrar os cuidados. A Abin concentrará os contatos com as equipes de inteligência estrangeiras.

ALERTA DE TERRORISMO NO ITAQUERÃO

O risco de atentado terrorista não se restringe ao Rio de Janeiro, sede oficial das Olimpíadas. Constam do relatório de alertas da Abin, o estádio do Itaquerão e o metrô de São Paulo, que terão esquema especial de segurança.
O estádio receberá dez partidas oficiais dos Jogos.

Paquistanês ainda é mistério

Um paquistanês de 32 anos, que foi preso no domingo passado numa cidade-satélite de Brasília, ainda é um mistério para a Abin.
Na reunião com representantes de delegações estrangeiras, Wilson Trezza prometeu repassar a ficha do cidadão e seu depoimento. A colaboração internacional pode ajudar elucidar algumas questões.
Trezza disse que o paquistanês fornecceu informações desencontradas. Ele foi preso após ser denunciado pela própria mulher por ameaçar explodir uma bomba no Aeroporto de Brasília.
O suspeito, que foi libertado um dia depois, entrou no Brasil, em 2014, como refugiado e conseguiu visto permanente após se casar com uma brasileira. Na busca em sua residência, o Batalhão de Operações Especiais da PM encontrou passagens compradas para os Emirados Árabes, com retorno para setembro.
O ANTAGONISTA AGORA TEM UMA NEW

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