segunda-feira, 23 de outubro de 2017

GOVERNO FINANCIA FILME SOBRE TERRORISTA - RAFAEL BRASIL

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D. Pedro II, José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, Lima Barreto, José Bonifácio, dentre muitos outros personagens e heróis da nossa história ficaram no chinelo para o terrorista Carlos Marighella, um dos heróis da nossa esquerda com sua narrativa fajuta.
Nada contra filme enaltecendo terrorista e contando uma narrativa falsa de que ele lutava pela democracia , dentre outras coisas. Há gosto pra tudo, e numa democracia a liberdade de opinião e artística deve ser total. Desde que não financiada com dinheiro público, aliás dinheiro público deveria ser apenas destinado a instituições de pesquisa e relacionadas a manutenção do patrimônio histórico. E sinda enaltecendo terrorista. Quem foi Marighela?
Marighella foi membro do partido comunista, e depois virou dissidente, e como muitos, influenciado pela chamada revolução cubana, partiu para a chamada luta armada. Com o desencanto com o socialismo da ex União Soviética, muitos intelectuais esquerdistas, europeus sobretudo, apostaram suas esperanças revolucionárias no chamado terceiro mundo. A chamada revolução cubana foi um arraso midiático. Jovens cabeludos lutando contra ditaduras na América Latina, e mostrando que a revolução poderia ter outros meios. Que lindo!
Marighela foi chefe da organização terrorista ANL, aliança libertadora nacional, que juntamente com outros grupelhos praticava sequestros, atentados e  roubos contra bancos, matando e ferindo inocentes, em nome da ditadura comunista, a chamada ditadura do proletariado.
Deixou como herança maldita um manual de terrorismo urbano que viria a ser utilizado por inúmeras organizações terroristas mundiais, inclusive por um dos terroristas mais famosos como o venezuelano Carlos, apelidado de O Chacal.
Lá se vão cerca de 10 milhões de reais para financiar merdas como essa. O terrorismo é a negação da política, que pressupõe o diálogo. Ainda mais que estes grupos atrapalharam significativamente o processo de redemocratização do país, fortalecendo setores mais duros do regime, o que realmente aconteceu.
É isso aí. Esta lei Rouanet tem que acabar. Apesar do petismo ter saído formalmente do governo, o mesmo continua aparelhado. Vamos ver a bosta desse filme como ficará. São estes absurdos que ainda perdurarão por muito tempo. Todo estado e a cultura estão aparelhados, e a esquerda mais fajuta ainda tenta reescrever a História. Só os idiotas ainda acreditam nessas narrativas. Mas as coisas estão mudando. Afinal, a história se move, como diria o grande poeta comunista ferreira Gullar.

O JUDICIÁRIO NU - RAFAEL BRASIL

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Pela primeira vez na nossa história o judiciário está nu. Antes eram os todo poderosos, cientes de serem Deuses do olimpo, a agraciar as elites de todos os quadrantes do país. Das grandes e pequenas, como os neo coronéis dos imensos e esquecidos grotões deste país, aos grandes, agora acossados entre manter a velha política ou irem pra cadeia.
Hoje ninguém está a salvo das redes sociais. Os conchavos e manobras pintadas com o horrível e ridículo juridiquês são vistas e criticadas por qualquer Zé Mané deste país, e do estrangeiro também. Nunca membros do judiciário, sobretudo das altas cortes foram tão achincalhados pelo povo. Que bota pra quebrar sem delongas. Afinal o povo também os odeia. Como diria Dadá Jacaré, a justiça , que deveria ser a solucionática, é uma das problemáticas que o estamento burocrático impõe ao país. E custa caro pra cacete, pois as mordomias abundam em todos os quadrantes. Afinal nossa justiça é mais cara do que todos os legislativos do país, incluindo todas as Câmaras de vereadores dos mais de cinco mil e quinhentos municípios de Pindorama. Além das ridículas a também caríssimas assembléias estaduais.
Precisamos deslindar a política para discutir o país, como bem disse o excelente Fernando Gabeira. E dentre as reformas para o país do futuro está a do judiciário. Dentro de uma concepção de um novo pacto federativo. Do jeito que está não dá. O judiciário, juntamente com toda a classe política envergonham o país. E trabalham, com raras exceções, para manter e estrutura do velho e malfadado patrimonialismo. Eles mandam e se protegem, e o povo que se lasque. E pague a conta da safadeza e corrupção deslavada. Que se fodam!

Ministro do Supremo discute com blogueiro Com Blog do Josias - UOL

Ministro do Supremo discute com blogueiro

Com Blog do Josias - UOL


Os ministros do Supremo, como se sabe, estão sentados do lado direito de Deus. Neste domingo, entretanto, Alexandre de Moraes desceu ao purgatório do Twitter para responder a um post veiculado aqui na última sexta-feira. Com a supremacia em riste, Moraes desancou o repórter: “Ignorância, burrice, apoio ao tráfico, ou tudo junto, que soma mais de 40% das mortes no país. É fácil criticar sem conhecer a realidade.” Na sequência, Moraes foi apresentado à realidade das redes sociais. Descobriu da pior maneira que todos são iguais perante as leis da internet. Atacado impiedosamente, o ministro chegou a ordenar a um internauta: “Vá trabalhar!”
Ignorância, burrice,apoio ao tráfico, ou tudo junto, que soma mais de 40% das mortes no país. É fácil criticar sem conhecer a realidade.
Tudo começou na sexta-feira. Horas antes da exibição do último capítulo de ‘A Força do Querer’, Moraes reclamou numa palestra da suposta glamorização da personagem Bibi Perigosa, vivida por Juliana Paes. Declarou que a novela de Glória Perez “mostra aqueles bailes funk, fuzil na mão, colarzão de ouro, mulheres fazendo fila para os líderes do tráfico, só alegria. Aí mostra a Bibi, que se regenerou, ela tentando procurar emprego e não conseguindo. Qual é a ideia que é dada? Que é melhor você não largar. Enquanto você não larga, você tá na boa. É uma valorização. Aí podem dizer que essa é a realidade. Mas tá passando isso de uma forma glamorizada.”
O repórter sustentou que, no Supremo, a coisa é muito pior. Anotou que, não fosse uma senhora bem-posta, Glória Perez talvez dissesse a Moraes algo assim: a TV Justiça “mostra aquelas sessões plenárias do Supremo, Constituição na mão, toga sobre os ombros, poderosos fazendo fila à espera de sentenças que nunca chegam, só alegria. Aí mostra o Aécio, que se safou. A Primeira Turma tentando impor sanções e o plenário impedindo. Qual é a ideia que é dada? Que é melhor você não largar o foro privilegiado. Enquanto você não larga, você tá na boa. Aí podem dizer que essa realidade precisa mudar. Mas sempre haverá um ministro no Supremo para pedir vista do processo e declarar, com glamour: 'Tem que manter isso'!”
Ex-ministro da Justiça de Michel Temer, Moraes não se notabilizou pelo combate ao tráfico. Coordenou a elaboração de um plano nacional de segurança que a realidade vai convertendo em pó (com trocadilho!). No Supremo, porém, Moraes tornou-se notável rapidamente. Pediu vista do processo sobre a limitação do alcance do foro privilegiado. Com seu gesto, favoreceu ex-colegas de governo que respondem a inquéritos na Suprema Corte. Evitou, por exemplo, que ministros como Moreira Franco e Eliseu Padilha tivessem o mesmo destino do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso preventivamente na Papuda.
Na resposta ao blog, Moraes enquadrou o repórter: “A ignorância de Josias de Souza é tão grande que não sabe que a vista do foro foi devolvida em setembro. Estude mais. Criticar é fácil.” Embora reconheça que precisa estudar muito para alcançar a genialidade de Moraes, o signatário do blog não ignora que o ministro já devolveu o processo à presidência do Supremo. O problema é que permanece pendente de julgamento uma encrenca que poderia ter sido julgada há 143 dias, não fosse o providencial pedido de vista. De resto, Moraes renderia homenagens à transparência se explicasse por que ficou sentado sobre o processo por mais de 100 dias.
A ignorância de Josias de Souza é tão grande que não sabe que a vista do foro foi devolvida em setembro. Estude mais. Criticar é fácil.
Ex-secretário de Segurança do governo tucano de São Paulo, Moraes compôs no Supremo a maioria de 6 a 5 que transferiu para o Legislativo a palavra final sobre sanções cautelares impostas a parlamentares. Graças a esse recuo, o Senado pôde restituir a Aécio Neves o mandato que a Primeira Turma do Supremo suspendera. Sobre isso Moraes não se animou a escrever uma mísera palavra no Twitter. Aos internautas que o criticaram, o ministro respondeu com uma interrogação: “Vocês concordam com o glamour do tráfico de drogas, banhado a sangue, contra o trabalho sério do povo brasileiro?”
Vocês concordam com o glamour do tráfico de drogas, banhado a sangue contra o trabalho sério do povo brasileiro?
O repórter, por ignorante, não etendeu a analogia que o ministro tentou estabelecer. No encerramento de ‘A Força do Querer’, Bibi estava regenerada. Rubinho, seu marido-traficante foi passado nas armas pelo comparsa Sabiá, que recebeu voz de prisão de Jeiza, uma policial militar de mostruário. Salvo melhor juízo, Glória Perez quis realçar a tese segundo a qual o crime não compensa. E a plateia, a julgar pela audiência, foi trabalhar no dia seguinte embevecida com o sucesso da novela.

É compreensível que Moraes não tenha gostado do que viu. A realidade que a ficção exibe só existe porque autoridades como o ministro fracassam em suas tentativas de combater o crime. De resto, Moraes está habituado com uma realidade que ultrapassa qualquer ficção. Os últimos movimentos do Supremo ensinam que não é que o crime não compensa. É que, quando compensa, ele muda de nome. Só não vê quem é ignorante e burro. Ou aliado do tráfico. O repórter, atento ao conselho supremo —“estude mais”— não ousaria discordar de alguém que fala da ignorância e da burrice com tamanha supremacia. Trata-se, evidentemente, de um especialista.

domingo, 22 de outubro de 2017

O CENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO RUSSA - RAFAEL BRASIL


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O que os historiadores, mais especialmente os de esquerda, passaram a chamar de Revolução Russa, foi um golpe de estado, em outubro de 1917, dado pelos bolcheviques, chamado partido da maioria, liderado por Lênin. Que lutara contra o marxismo da Segunda Internacional Comunista, que advogava um socialismo, mais, digamos, processual, ou seja, a ruptura revolucionária seria dada com o crescimento do capitalismo e suas contradições internas. A revolução se daria, como previra Marx, nos países capitalistas mais avançados, logicamente os de maior classe operária.
Lênin advogava que a revolução poderia acontecer em países mais atrasados como a Rússia, com uma incipiente classe operária, e uma população preponderantemente camponesa, e uma classe média urbana  atrelada ao poderoso aparato do estado imperial czarista. E o papel revolucionário caberia ao partido, com intelectuais oriundos das classes médias, denominados “traidores de classe”. Eram os pequenos burgueses, ou seja, os intelectuais que comandariam a revolução. E assim se deu, porém com fatores peculiares do envolvimento do Império Russo na Primeira Guerra mundial,  um dos fatores que redundaram no fenômeno histórico que viria a ser de fundamental importância para a política global do sangrento século XX, expressão utilizada pelo autor auto intitulado último intelectual comunista do séc. Eric Hobsbawm. O mesmo que omitiu todas as atrocidades do comunismo no século sangrento, como ele intitulara no seu livro Era dos Extremos. Haja contorcionismos e desonestidade intelectual.
A tomada do poder foi um golpe. Um golpe no vácuo do fracasso dos mencheviques, os social democratas liderados pelo hesitante Kerenski, que não soube enfrentar a crise causada pela guerra, onde abundavam incompetência e corrupção deslavada, e ampla e crescente antipatia popular. Já Lênin, negociara o fim da guerra secretamente com os alemães, era um estrategista e um lutador político incansável, e implacável com seus inimigos, lançando as bases do estado totalitário que viria a se tornar a União Soviética. Para tal acabou com as pretensões dos mencheviques e outros opositores com o cancelamento de uma assembleia constituinte, que dizem, os bolcheviques perderiam.
A Revolução se consolidaria de fato com a guerra civil. Na época, ninguém dava um derréis de mel coado, pela vitória dos bolcheviques. Mas graças a capacidade política e organizacional militar de Trotski, os bolcheviques ganharam, em batalhas sangrentas, em 1921. Ao passo do desenvolvimento da guerra civil, o chamado e endeusado pelos comunistas,  terror revolucionário, ao tempo que aniquilava os exércitos brancos, aniquilava toda a dissidência interna à esquerda, impondo o chamado centralismo democrático, que de democrático não tinha nada. Era apenas a imposição da ditadura bolchevista, sob o férreo comando de Lênin, e a agitação e organização militar de Trotski, que fundara o exército vermelho.
Com Lênin e Trotski, as sementes do estado totalitário já estavam plantadas. Todos os revolucionários que sobreviveram foram aniquilados por Lênin, e depois por Stálin, como o próprio Trotski. Depois da morte de Lênin em 1924, a luta pelo poder foi ganha pelo então obscuro burocrata Stálin, que seria um dos maiores tiranos da história. A experiência socialista na então União Soviética causou o extermínio de cerca de 30 milhões de pessoas. Há controvérsias para mais. Foi utilizado massivamente o trabalho escravo. Centenas de milhares de almas pereceram nas obras feias e suntuosas do regime comunista. Uma desgraça, a ainda tem gente que acha isso legal. Só se for por ignorância mesmo, ou simplesmente má fé.

A  Revolução russa marcou indelevelmente o século XX, que foi caracterizado por violentas guerras  tendo como pano de fundo a ideologia comunista. Hoje o comunismo é cultural, gramsciano, vindo da academia. Ademais, o comunismo é uma obra de intelectuais. A classe operária que os intelectuais diziam representar nunca aderiu efetivamente ao regime. Afinal nunca na história a classe trabalhadora foi tão explorada e escravizada. Coisa de satã. Vade retro!

sábado, 21 de outubro de 2017

CAETANO E PAULA LAVIGNE PROCESSAM MBL E FROTA. E A LADAINHA DE “CENSURA NUNCA MAIS”? FLÁVIO MORGESNTERN


Caetano Veloso e Paula Lavigne, o casal 20 (ou 40-13) dos famosos brasileiros, quer calar o MBL para impedir posts sobre sua conduta sexual.
Caetano Veloso, o músico, e Paula Lavigne, hoje atriz e que galgou fama ao perder a virgindade com o primeiro aos 13 anos, processam o MBL e Alexandre Frota, que registrou o MBL em seu nome, por danos morais, devido a posts em que o MBL teria “ferido a honra do casal” já que “acusariam Caetano de ser pedófilo”, segundo o blog de extrema-esquerda “Jornalistas Livres”.
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A exigência de Caetano e Lavigne, com seus poderosíssimos advogados, é de indenização de R$ 100 mil de cada um dos seis réus, e pela imediata retirada das páginas do MBL de 24 publicações consideradas ofensivas aos autores da ação, sob pena de multa diária de R$ 5.000.
É difícil crer como o MBL poderia ter “ferido a honra do casal” ao dizer o que o próprio casal já disse: Paula Lavigne, ainda em 1998 (anos FHC, Brasil tetra, Spice Girls no topo) já havia se auto-revelado em entrevista à revista Playboy que perdera a virgindade com Caetano Veloso aos 13 anos, na festa de aniversário de 40 anos do cantor.
Além disso, Paula Lavigne também confessou que, quando criança, costumava levantar a própria saia, com a ajuda da irmã, e cobrar para permitir que meninos observassem o conteúdo.
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Paula Lavigne indignou-se com o que a Playboy revelou antecipadamente à mídia na época, mesmo assumindo que tinha dito tudo. Na época, menos dada a envolvimentos políticos de extrema-esquerda como hoje, disse que não processaria (como processar? se auto-processar?) e que, se pudesse, preferiria se autopunir pelas declarações dadas.
“Eu me arrependi de falar. Não falo mais, em entrevistas, de minhas intimidades. Se eu pudesse, eu me processaria”, disse Lavigne. Foi ela que obrigou que o livro auto-biográfico Verdade Tropical, de Caetano Veloso, em que o cantor se jacta de ter freqüentado as intimidades de Paula Lavigne, tivesse passagens censuradas. A mesma Paula Lavigne, posteriormente e já famosa sem precisar ter relações com Caetano Veloso, contou o que nem o próprio Caetano havia contado.
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Como se ofende uma honra dizendo que Paula Lavigne disse o que disse e admitiu que disse, ainda que qualquer um tenha vergonha alheia de suas palavras?
Ainda de acordo com o blog de extrema-esquerda “Jornalistas Livres”, no processo que movem contra o MBL, os poderosos advogados do casal acusam o MBL de ter “por prática habitual ‘perseguir, caluniar e achincalhar os Autores (Caetano e Lavigne)'”.
É uma informação estranha, mas quase um faux pas, um Freudian slip, um ato falho revelador: o MBL não chama Caetano Veloso de pedófilo: apenas aponta que o mesmo cidadão que deflorou uma então menina de 13 anos do alto dos seus 40 anos vividos hoje defende exposições supostamente “artísticas” em que homens na casa dos seus 40 anos estão com o pênis próximo ao rosto de crianças que ainda podem chegar a ter seus 13 anos.
O que há de “calúnia” em apontar uma homogeneidade de ações de Caetano? Calúnia é imputar crime a quem não o cometeu. Se há crime que o MBL imputou, então… até mesmo os poderosíssimos advogados de Caetano Veloso e Paula Lavigne (o curioso casal em que a dama nunca vem à frente) admitem que há algo, no mínimo, afrontador da lei… no que Caetano defendeu.
Os posts do MBL que o casal quer censurar também contam outro fato público e notório: a defesa do uso de dinheiro público (dinheiro do povo) para os gastos com artistas, mesmo que o povo prefira gastar seu dinheiro com outras coisas, como comida, do que com Caetano e Lavigne. Se isto é “calúnia”, novamente falta aos poderosos advogados do casal 20 (ou casal 40-13) que crime estaria em jogo – o que acabaria por mostrar malversações que não seriam exatamente do MBL.
Post do MBL sobre Caetano Veloso - pedofilia



Post do MBL sobre Caetano Veloso - pedofilia
Post do MBL sobre Caetano Veloso - pedofiliaPost do MBL sobre Caetano Veloso - pedofilia
Ainda de acordo com o blog de extrema-esquerda, os poderosíssimos advogados de Caetano e Lavigne escreveram:
“Os Réus fazem parte dessa parcela de pessoas que usam do alcance das redes sociais para perseguir, denegrir, ofender, injuriar, caluniar aqueles que discordam de sua plataforma política, de suas ideias, de sua agenda. A opinião alheia, se contrária à dos Réus, torna-se alvo de ataques violentos, verbais e, até, físicos, senão pelos próprios Réus, pelos seus seguidores, insuflados pelo discurso de ódio.”
Não é exatamente sem perseguir, denegrir, ofender e flertar com afrontas ao Código Penal (e mesmo com ataques violentos, verbais e, até, físicos) que os seguidores de Caetano e Lavigne, insuflados pelo discurso de ódio da esquerda, tratam quem discorda de sua agenda (esta, aparentemente, mais bem remunerada). Vide-se a página Ódio do Bem.
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A classe artística brasileira encontra-se em total descompasso com o povo. Toda a litania de “é proibido proibir” que Caetano cantava na época da ditadura, quando Paula Lavigne ainda era um bebê, se mostra apenas hipocrisia e discurso falso.
O povo percebe cada vez mais que não tem por que incensar ídolos de importância e relevância episódica, pontual e limitada, ou não, e hoje certos músicos que eram tidos como revolucionários são apenas mais gente do showbizz e sua fabricação de celebridades via mídia, em linhas de produção fordistas. Todo aquele discurso que era idealista na Guerra Fria hoje se mostra simplesmente fantasia de adolescente que não conhece a realidade.
Quando Caetano e Lavigne tentam ir contra o povo, falam justamente através de palavras escandidas marqueteiramente, como “censura nunca mais”. O que acabam praticando é, justamente, algo bem próximo da censura: perseguem, insuflam seus seguidores e fazem ataques a quem apenas enxerga a obviedade ululante sobre eles.
Basta ver como o seu movimento, #342artes, mesmo sendo criado por dois seres conhecidíssimos no país, não agremia no Twitter mais do que mil seguidores, e teve tantas avaliações negativas no Facebook que preferiram tirar a página do ar para não passar vergonha (devem crer que é tudo culpa do MBL, “insuflando ódio”).
Se Caetano Veloso e Paula Lavigne se preocupam com a sua “honra”, poderiam ter uma história melhor a contar ao povo. Se Caetano Veloso tem vergonha de defender “performances” que flertam com a pedofilia, talvez fosse o caso de não defendê-las, de criticá-las. Se Caetano e Lavigne acham um absurdo lembrarem deles pelo uso do dinheiro público, poderiam fazer algo mais admirável do que gastá-lo.
No Twitter, a hashtag #CaetanoPedofilo chegou rapidamente ao primeiro lugar como assunto mais comentado do Twitter no Brasil. E agora? Caetano e Lavigne irão processar o país inteiro?
Ainda que o Código Penal não fale em “pedofilia”, o artigo 213 do CP define como “estupro de incapaz” a conjunção carnal forçada. Já no caso de menores de 18 e maiores de 14, não se fala em “consentimento”, já que o não-consentimento é presumido. No caso ainda de menor de 14, caso de Paula Lavigne, a pena subiria de 8 para 10 anos de cadeia.
Como estamos falando de Caetano Veloso, o crime pode prescrever diante do país inteiro que é apenas um pequeno dissabor. Errado e criminoso é quem critica. “Calúnia” vira dizer o que Paula Lavigne ela própria disse ao país. Ele é intocável.
A esquerda brasileira e seus intelectuais orgânicos como Caetano Veloso se distanciam cada vez mais do povo. Se fosse o Tião da construção que fizesse fiu-fiu para uma garota de 13 anos, haveria choro e ranger de dentes. Como é Caetano Veloso, é admirado, defendido por esquerdistas e feministas, pode censurar e se jactar contra a censura, pode torrefazer dinheiro público e rugir contra Temer, por ser corrupto.
Como o povo não iria se sentir numa casta inferior em relação ao todo-poderoso Caetano Veloso e seu discurso datado, ou não?
Alexandre Frota não parece colher bons frutos ao registrar a marca em seu nome, já recebendo seu primeiro processo em nome do MBL.

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Alguém precisa defender a finada Marisa do seu marido Lula, o corrupto número 1 do Brasil Com Blog do Josias


Alguém precisa defender a finada Marisa do seu marido Lula, o corrupto número 1 do Brasil

Com Blog do Josias - UOL




Repentinamente, verifica-se que Lula e seus advogados perderam o respeito pela memória de Marisa Letícia. De mulher exemplar, a ex-primeira dama foi transformada numa doidivanas que pagou em dinheiro vivo, durante quase cinco anos, os aluguéis do apartamento malcheiroso de São Bernardo, vizinho à cobertura da família Silva. Nessa versão, a mulher de Lula foi acomodada pela defesa do homem com quem viveu por 43 anos, ao lado de personagens como Aécio Neves, outro inconsequente que tem uma predileção pelas formas mais primitivas e inseguras de transferência de valores: os envelopes, as malas, as mochilas.
No total, Marisa teria manuseado entre 2011 e 2015 algo como R$ 189 mil. Com esse dinheiro, teria quitado os aluguéis do apartamento que a Lava Jato sustenta que a Odebrecht comprou para Lula com dinheiro sujo desviado da Petrobras. No caso de Aécio, a Polícia Federal filmou as malas e mochilas utilizadas para transportar parte dos R$ 2 milhões que o senador tucano alega ter tomado emprestado do benfeitor Joesley Batista. Quanto a Marisa, ainda não foi explicado como a ela fazia chegar os envelopes, mês a mês, às mãos do locador.
Chama-se Glauco Costamarques o hipotético locador. Segundo a força-tarefa de Curitiba, trata-se de um laranja que o amigo José Carlos Bumlai providenciou para funcionar como proprietário de fachada do imóvel que a Odebrecht deu de presente a Lula. Reside em Campo Grande. Não há notícia de que Marisa tivesse o hábito de visitar amiúde a capital do Mato Grosso do Sul. Aécio confiou ao primo Frederico Pacheco a missão de buscar a grana provida pelo dono da JBS. Os advogados de Lula ficaram devendo o nome do portador dos aluguéis que Marisa mandou pagar.
Em depoimento a Sergio Moro, Lula disse que nunca teve tempo para cuidar do ordenamento das despesas da família. Delegou a tarefa a Marisa. Foi ela quem assinou o contrato de locação. Era ela a responsável pelos pagamentos. O juiz da Lava Jato cobrou os recibos. E a defesa anexou aos autos um papelório malcheiroso. Agora, mais essa: dinheiro vivo! Lula costuma dizer que seus investigadores mentem. E inventam novas mentiras para justificar as anteriores. O pajé do PT enxerga mentirosos em toda parte, menos no espelho.
Viva, Marisa talvez não se importasse de emprestar seu nome para ser usado na fábula que a defesa de Lula compõe para justificar os confortos do ex-mito. Mas não estava previsto no contrato de locação —ou na certidão de casamento— que a veneranda senhora, depois de recolhida à sepultura, deveria servir de álibi post-mortem para um marido indefeso.
Alguém precisa defender Marisa Letícia do marido dela. É pena que os filhos não se animem a convocar uma entrevista coletiva. Não seria preciso muita coisa para salvar a imagem da mãe. Bastaria uma declaração singela. Algo assim:
“Mamãe era honesta. E nunca foi uma mulher imbecil. Como qualquer criança de cinco anos, ela sabia o que é um DOC. Para realizar o pagamento de um aluguel de quase R$ 4 mil mensais, mamãe não trocaria o ‘Documento de Ordem de Crédito’, uma forma de pagamento e transferência de dinheiro disponível em qualquer agência bancária, devidamente regulamentada pelo Banco Central, por envelopes de dinheiro vivo. Em tempos tão inseguros, com tanto ladrão ao redor, mamãe não se atreveria a retirar o dinheiro do ambiente eletrônico para levá-lo até o meio da rua.”
De resto, convém aos filhos de Marisa mandar confeccionar uma lápide nova para colocar no túmulo dela. Sugere-se a seguinte inscrição: “Não contem mais comigo!”.