segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Qual o tamanho do veto? Rafael Brasil

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Bolsonaro terá que vetar, pelo menos em parte, o tal de projeto das caladas da noite, o de abuso de autoridade de Renan Calheiros e Roberto Requião. Como mais da metade do congresoso tem rabo preso, votaram sorrateiramente, depois da MP da modernização econômica. Forças terríveis agem em conjunto para acaber com a lava jato. É a velha fórmula, desde a chamada nova república, passando pelo PSDB com o plano real. Faz-se reformas econômicas para um  país há décadas estagnado, e matém-se a estrutura corrupta da política desde e sempre. Como disse muitas vezes Marco Maciel, o Brasil precisa de uma grande reforma política. Brasília corrompeu de vez o país, e claro, não quer largar o osso. 
Se não vetar, acaba com o combate à corrupção e pior: piora o combate à violência, que é nosso principal problema. E também Sérgio Moro sairia do governo, o que seria um desastre. Parece que o governo vai delegar a Sérgio Moro, em consonância com os anseios populares, a negociação dos vetos. Que, como um remédio, dependendo da dose pode curar ou matar o paciente. A conferir.
 Sérgio Moro é muito popular, e quanto mais atacado, o povo o defende, ótimo. O povo quer mudanças, afinal o próprio PT subiu com o discurso anti corrupção, claro, num passado agora longínquo. Afinal, recordar é viver. Vamos ver a dose do remédio, e acompanhar as reformas econômicas. Sérgio Moro está cercado, mas Paulo Guedes está atuando a todo o vapor, e com o aval do congresso, que cobra a contrapartida e até o protagonismo. Menos mal. A conferir.

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