sexta-feira, 15 de abril de 2016

GOVERNO ESPERNEIA E O STF VOLTA A TER O SEU PAPEL - RAFAEL BRASIL


O governo esperneou tentando melar o impeachment via STF. Que em tempos recentes quis substituir o legislativo, e melar as incontroláveis e avassaladoras denúncias, comprovadas, de corrupção e descalabro administrativo do governo.
Com a decisão de 8X2, o governo sem rumo e em estado final, vai ficando para a nossa triste história republicana engendrada na redemocratização, chamada de "Nova República, resultando no domínio da esquerda por mais de uma década. O período de maior mediocridade da história nacional, e a história ainda deve ser contada. Veremos. 
Agora a política. Construir uma agenda para o futuro, e em termos liberais. Privatizar quase tudo, e fazer uma radical reforma no estado e na política. Ou o Brasil toma jeito enfrentando as corporações estatais, ou ficamos como sempre patinando. 
Reconstruir o país é tarefa para ontem e disso depende o futuro de nossos netos. Muitos obstáculos teremos pelo caminho, mas o país não aguenta mais ficar falando dessas nulidades que nos governaram, com a esquerda nacional.
Temer pode fazer um bom governo, se tomar medidas de impacto para sairmos da crise. Consenso existe e ele sinalizou neste sentido na tal de carta "vazada" publicada na última semana. Agora ver o início da derrocada dos socialistas que nos governaram e que puseram o país no buraco. Que Deus nos proteja dessa gente para sempre!

Um comentário:

  1. York Times: Honesta, Dilma pode ser afastada por criminosos

    Reportagem de capa do maior jornal do mundo destaca o caráter surreal do processo de impeachment que corre no Brasil; segundo o NYT, a presidente Dilma Rousseff corre o sério risco de ser afastada por um processo dominado por corruptos e por abusos aos direitos humanos; texto cita o próprio vice-presidente da República, Michel Temer, que assume o lugar de Dilma caso o processo seja aprovado no Congresso, como possível envolvido no esquema de corrupção da Lava Jato; destaca o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como réu da corte suprema do País por suspeita de ter recebido 40 milhões de dólares em propina, e ainda o deputado Paulo Maluf (PP-SP), outro defensor do impeachment, alvo de processos nos Estados Unidos por ter desviado mais de 11,6 milhões de dólares

    15 de Abril de 2016 às 10:39

    247 – O maior jornal do mundo, The New York Times, publicou uma reportagem com chamada de capa que destaca como é absurdo o processo de impeachment que corre no Brasil contra a presidente Dilma Rousseff.

    Nas palavras da publicação, um processo conduzido por parlamentares corruptos, dominado por abusos aos direitos humanos, contra uma presidente que não é alvo de investigação alguma.

    A matéria, assinada por Simon Romero e Vinod Sreeharsha, cita o próprio vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que assumirá o lugar de Dilma caso o processo seja aprovado no Congresso Nacional, como possível envolvido no esquema de corrupção da Operação Lava Jato.

    Outros que recebem destaque, com direito a foto-legenda, são o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apontado como réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de ter recebido 40 milhões de dólares em propina. Além do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), outro defensor do impeachment, alvo de processos nos Estados Unidos por ter desviado mais de 11,6 milhões de dólares.

    Pelo The New York Times, se o golpe passar, teremos a nova República dos bananas. Enquanto no Brasil a mídia familiar apoia o impeachment, o maior jornal do mundo denuncia um golpe absurdo. Confira aqui a íntegra da reportagem no site do NYT, em inglês.

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