terça-feira, 28 de maio de 2019

O STF E O PROTAGONISMO DO ATRASO - RAFAEL BRASIL



O STF sempre se notabilizou pela subserviência aos poderosos de plantão, desde a aurora golpista da república. Passando evidentemente pelas ditaduras, a varguista e a militar, a primeira mais cruel e fascista, a segunda tecnocrática. Todas as versões dos chamados tribunais superiores foram de uma subserviência sem par. Só agora o STF se volta contra o governo abertamente, e contra todas as medidas de corrupção,  sobretudo quando se sabe que membros de todas as cortes estão com medo de serem pegos em casos mais que escabrosos de corrupção. Afinal a corrupção petista até agora não chagou ao judiciário. Ou seja, faltam os togados na extensa galeria da corrupção nacional.
Hoje, está aparelhado pela ideologia de esquerda, e quer legislar, como no caso do aborto e da chamada homofobia, que torna este crime igual ao racismo, o que é um absurdo e esta matéria ainda está para ser apreciada pelo congresso. 
Agora, depois da eleição de Bolsonaro, as altas cortes tentam bagunçar o governo, logo mais agora, quando Fachin suspendeu o leilão da petrobrás para a privatização das refinarias, dando um prejuízo de mais de 8 bilhões a estatal de petróleo, que aliás devia ser vendida também.
Assim como os políticos, os ministros do STF são odiados pela população, justamente, aliás. Afinal eles se colocam sempre ao lado dos poderosos, aliás os mesmos que lhes deram os preciosos cargos cheios de mordomias. E, claro, como os políticos, tem medo da lava jato, que está se tornando um processo, altamente positivo para a nação. E que, no andar mesmo deste processo, vai pegar gente das altas cortes, aliás, várias propostas de impeachment de alguns de seus membros já tramitam pelo senado sem sucesso. 
Agora, com a pressão popular, o presidente negocia um pacto entre os três poderes, simplesmente para salvar o estado, falido até a medula. Aliás não só o governo federal, as estados e municípios estão à mingua. Evidentemente a má vontade com o novo presidente é total, mas vão-se os anéis, ficam os dedos. Afinal a falência total do estado também atingiria em cheio a nata do estamento burocrático do estado, o pior e mais poderoso inimigo do povo, cevado desde o império.
A rigor não devia ter pacto algum, afinal o judiciário está aí para que se cumpra a lei. Porém, com este ativismo, e com a mídia contra, aliás acusando o governo de não saber negociar, fez bem o governo abrir negociações para o caminho das reformas que garantirão, como disse, a própria sobrevivência do sistema, mas, claro, com mudanças mais do que significativas. O problema vai ser até que ponto as mudanças vão ser permitidas. Em poucas palavras, esta gente quer justamente que tudo mude para que tudo fique onde está. Dá pra fazer omelete sem quebrar os ovos? A ver.

ALÉM DO STF SOLTAR BANDIDO, ATRAPALHA A ECONOMIA - RAFAEL BRASIL



O STF e o congresso são os principais problemas do país. Claro, são partes integrantes dos poderes republicanos e seus equilíbrios, mas tem sido os maiores empecilhos para o desenvolvimento, digamos assim, institucional do país e agora uma desgraça na economia. O STF, não sei porque, ou se teria poderes para isso, impediu o leilão da petrossauro, que , pela lógica do mercado, trará mais competição, e consequentemente preços mais baixos para o consumidor.
O impedimento, formalizado pelo ministro esquerdista Edson Fachin, afugentará capitais, ou seja, investimentos sobretudo pela insegurança jurídica que traz. Afinal, quem vai investir fortunas em empreendimentos gigantescos, e depois mudarem as regras do jogo? Sobretudo num país onde sempre reinou a insegurança jurídica, desde as estatizações em massa, depois do último governo de Getúlio Vargas, passando pelo regime militar que estatizou muito, mais, pasmem, do que um Brizola no poder faria. Por essas e outras ditadura é sempre uma merda.
Os dois momentos liberalizantes na economia, o país cresceu. Foi durante o governo Castelo Branco, que criou as bases do chamado milagre econômico dos governos militares, e durante o plano real, feito pelo esquerdista social democrata Fernando Henrique. De lá pra cá, o estado se agigantou e o país afundou. Nada de novo em governos estatizantes, à esquerda e à direita. O único milico que abriu a economia à força, foi Pinochet, malgrado sua feroz ditadura. Ele Chamou Milton Friedmann e os Chicago boys, privatizaram quase tudo e abriram a economia. Resultado: O Chile é o país mais desenvolvido da América do Sul, e, claro, nem os socialistas no poder ousaram mexer muito no sistema.
Aqui nossos liberais estão mostrando a cara, com muitas exceções, claro. Muitos fazem beicinho com Bolsonaro, que entregou a economia ao liberal Paulo Guedes, um dos pilares do governo. E ele vem apontando para simplesmente implantar o capitalismo no país, desburocratizando, privatizando, abrindo a economia e reformando o estado. Porém muitos capitalistas aqui sempre viveram à sombra do estado. E durante os governos esquerdistas, os bancos , que mais lucraram, formaram um oligopólio. É a reação constante do nosso chamado capitalismo cartorial. Nossa chamada burguesia, se é que podemos chamar assim , sempre viveu à sombra do estado, com suas negociatas e protecionismo. E a resiliência dessa turma, juntamente com o estamento burocrático do estado, lutam como podem, para manter os privilégios e tem muita força. Em poucas palavras, são liberais só de boca pra fora.
Vamos acompanhar esta luta hercúlea do governo para implantar o capitalismo no país, coisa difícil, e revolucionária, diante das condições e do ajuntamento de forças contrárias. É a união da esquerda, com a mídia e show business, acadêmicos, alta burocracia, corporativismo em todos os setores, e tudo o mais. É pouco? O certo mesmo é que hoje, ser reacionário é ser de esquerda, e quem se junta com ela. Simplesmente.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

POVO NAS RUAS DE DIREITA É FASCISMO? - RAFAEL BRASIL


Realmente fiquei apreensivo com as manifestações de ontem. Temia ser um fracasso, mas foi um sucesso. E, pasmem: Pela primeira vez na nossa história, o povo vai às ruas pedir reformas, dentre estas, as liberais, como a reforma da previdência. Bem não diria nem liberal, mas emergencial, pois sem a mesma o Brasil cai mais ladeira abaixo. E, como diz um ditado, se tudo está ruim, sempre pode piorar. Além disso, manifestações contra o STF, e o pacote anti violência e corrupção do ministro Sergio Moro. Ótimo para o Brasil, uma surpresa para muitos liberais que não apoiaram a manifestação por acharem que seria autoritarismo, um risco, meio fascistóide, do governo estimular às ruas para a consecução de seus objetivos, que são, pela descentralização econômica, justamente anti fascistas por natureza. Como ser fascista e pregar a descentralização política e administrativa? É essa a essência do pensamento liberal, bem ao estilo Paulo Guedes. Como um liberal, mesmo sem gostar de Bolsonaro, não gosta de Paulo Guedes e suas propostas econômicas? Eis a questão.
As manifestações, como sempre tem acontecido recentemente com as de direita, foram extremamente pacíficas, com velhos e crianças vestidas com as cores do Brasil, e muitas bandeiras monarquistas, viva Antônio Conselheiro! Afinal ele estava certo, enquanto as elites urbanas do país o chamava de lunático. Pode até ter sido, mas ele estava certo, bem mas isso é outra história. Mas fica a pergunta: Onde está o fascismo? Onde estavam os hinos, falanges militarizadas, e a exaltação do "grande líder"? Bolsonaro é e se comporta como um homem comum, justamente o que nossas "zelites" acadêmicas ou midiáticas detestam. Ademais, Marilena Chauí não disse odiar a classe média? Bem ela faz parte destas elites que foram responsáveis pelo desastre que se tornou o país, e que o homem comum quer, e vai mudar. Alguém duvida?
E é sempre bom lembrar que a praça é do povo, sem essa de demonizar manifestações populares. A pressão popular é ótima para a democracia, ao contrário dos que pensam que deve ficar restrita às elites políticas de sempre. E o povo é conservador, felizmente está lutando para abrir canais de comunicação e comando da sociedade, claro, de uma forma democrática e republicana. E ser de direita não é nem nunca foi ser fascista. Fascismo tem origem na esquerda,  totalitarismo também. A direita quer conservar os valores da família e da comunidade em detrimento do estado opressor. A respeito, a direita não tem nem partido, além de jornal, rádio e televisão. É preciso mudar este quadro, que será um longo processo., mas isso também é outra história que comentaremos depois. O bom é que o povo está de parabéns, e esta foi a primeira manifestação de liberais da nossa história. Muitos ditos cujos não gostaram. Se lascaram. Bem feito.

domingo, 26 de maio de 2019

POVO NAS RUAS PEDE REFORMAS - RAFAEL BRASIL

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Pela primeira vez na nossa História o povo foi às ruas por reformas, ainda melhor, reformas capitalistas, ou seja a diminuição do estado e pela reforma da previdência, antes consideradas reformas impopulares.Também contra as artimanhas do parlamento, sobretudo o mais fisiológico, em querer emparedar o governo nestas questões, que ademais são cruciais ao país, nesta trilha lenta e gradual, como diria o general Geisel, rumo ao capitalismo, ou como chamam uma economia de mercado.
Muitos idiotas da objetividade quiseram tachar as manifestações como anti democráticas, porque achavam que tais atos seriam coisas como fascismo, ou coisa que o valha. Nem o PT ousou fazer tais acusações, povo nas ruas é democracia, ponto final. 
E como sempre, as manifestações da direita são extremamente ordeiras, ao contrário da esquerda radical, que parte logo para a baderrna, e o quebra quebra, e com palavras de ordem, digamos, violentas, com o velho discurso divisionista entre "nós e eles". É o povo nas ruas, e nas redes sociais clamando por mudanças, democráticas e republicanas, ora essa. A esquerda quebrou o Brasil e agora parte para a velha política do quanto pior melhor. O que chamamos de centrão é simplesmente a parte mais podre do congresso nacional, que tenta chantagear o governo, protelando às reformas, e agravando a crise, simplesmente pela sobrevivência política, e do sistema, antes batizado de presidencialismo de coalizão. Em poucas palavras, o velho loteamento do estado para grupos políticos mais do que comprometidos com escabrosos casos de corrupção. Essa turma quer mostrar força no parlamento, e quebrar a resistência do governo avesso totalmente a esta forma de fazer política, e que isto foi inclusive discurso de campanha e plataforma de governo. Parece que não vão conseguir, porém o caminho é longo e o tempo é curto.
O mais importante disso tudo, é que o governo se uniu com esta plataforma de governo, e o povo está mobilizado contra as manobras. E dentre as reivindicações, não podemos esquecer o combate à corrupção e à violência, em defesa do pacote de Moro. Também fica implícito o descontentamento, inclusive dos militares contra as medidas mais do que descabidas do STF para aliviar a barra dos corruptos de plantão, que aliás não são poucos, e mais importante: Barrar às investigações nas altas cortes do judiciário, inclusive o próprio STF. É isso aí, vamos acompanhar a batalha da reforma da previdência e das que virão. Reforma tributária, e privatizações. Se fosse presidente eu privatizaria logo a petrobrás. E vocês?

sábado, 25 de maio de 2019

MÉDICAS CUBANAS ESCRAVAS SEXUAIS - RAFAEL BRASIL

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Li agora, na revista Crusué que muitas médicas cubanas eram escravas sexuais. Seguinte: As mais bonitas eram mandadas para cidades maiores e com maior infra estrutura, as mais feias e velhas, para os rincões do interior. Quatro entre dez médicos do programa viram casos de expoloração sexual e foram obrigados a serem coniventes, em outras palavras fechar os olhos. Muitas mulheres eram ameaçadas de serem  cortadas do programa se abrissem a boca. 
Diante destes fatos, nenhuma palavra de feministas sobre o assunto, afinal estes movimentos servem à esquerda, e suas narrativas mais do que fajutas. Há mais de cinco décadas que o comunismo impôs uma cruel ditadura no país, talvez a pior da América Latina em todos os tempos, de triste memória com suas mais grotescas ditaduras. Os comunistas transformaram o país em um favelão, e diante da situação, qual a saída? O pior é que nestes tipos de regime, para sobreviver, a população se corrompe de tal forma, que a mentira e a hipocrisia tornam-se a chave da sobrevivência. E a nomenklatura, ou seja, os membros das altas esferas do partido comunista, não só mandam, mas tem uma penca infindável de privilégios diante da população amorfa e completamente dominada.
Cresci ouvindo loas ao regime que pregava igualdade e justiça social. E as mazelas do regime sempre foram armações do imperialismo americano sempre malvado. Antes Cuba fosse um estado da federação norte americana...quem duvida que a vida do povo não fosse infinitamente melhor? A respeito a maior fonte de renda da ilha é o dinheiro que os exilados mandam aos familiares que continuaram presos à ilha comunista. Um horror. Essa história ainda vai ser contada, mas até quando?

sexta-feira, 24 de maio de 2019

É A PREVIDÊNCIA, IDIOTAS! - RAFAEL BRASIL

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Certa vez, ao ser indagado sobre o sucesso do governo, um assessor de Bill Clinton disse de pronto: É a economia, idiota! Como diz o ditado popular, a parte mais sensível do corpo humano é o bolso. Em outras palavras, quem gosta de estar e ser liso? Estamos na pior recessão da história republicana, que aliás nunca foi tão republicana  com a economia. Aos trancos e barrancos, descemos ladeira abaixo, desde os anos 80 e sua tresloucada inflação. Veio o plano real e um pouco de racionalidade e abertura econômica, reencontramos o valor da moeda, isso durou sofregamente até o segundo governo Lula. A partir do final do segundo governo petista, já descoberta a ação criminosa da cleptocracia no governo com o mensalão, a esquerda tomou conta da economia, e aí afundamos como nunca antes no país. A queda quase fatal veio nos governos Dilma, o poste de Lula, e só ainda estamos respírando e por aparelhos graças a algumas medidas racionalizadoras do governo Temer.
Todos sabem da situação e a bola da vez é a reforma da previdência e concomitantemente do estado. A da previdência era para anteontem, eu mesmo já dizia isso há mais de uma década atrás. E nem precisa ser um analista de botequim para não saber da bomba previdenciária, e dos gastos excessivos do estado. Só um idiota, ou um maluco não sabe disso, além dos muito ignorantes mesmo, estes estão perdoados. E com a reforma da previdência, muitos sabem que o Brasil pode seguir por um caminho virtuoso na economia, claro, com outras mudanças como a tributária e do estado.
Estas mudanças mexem com muitas corporações, sobretudo as elites do funcionalismo público em todos os níveis. É muita mordomia nesta merda de república nababesca. Os marajás pululam em todas as instâncias da administração pública do país, e isso é um processo que deve continuar sendo combatido com a devida ajuda da sociedade, agora munida nas redes sociais. Ou seja, estas corporações e as oposições, aliadas ao lado mais fisiológico do congresso, tentam barrar às reformas, manter privilégios, encurralar o governo contendo seus ímpetos reformistas, sobretudo os muito metidos com corrupção. Outra frente governamental é a luta contra a corrupção, contida no pacote de Moro, daí a efervescência dos fígados mais do que ressentidos, inclusive os das altas cortes da justiça, estas caíram no ridículo malévolo de soltar diuturnamente criminosos de gola branca, como sempre. Em poucas palavras, o Brasil velho do estamento burocrático do estado resiste em todos os campos e com toda a força. Afinal essa gente domina o estado desde o império, aliás o Brasil foi, digamos, criado pelo estado, mas isso é outra história. A luta é do povo contra este estamento que sempre privatizou o estado segundo seus interesses, evidentemente.
Agora o povo está mais atento nas redes sociais, que tem muita merda, mas é de fundamental importância nos dias de hoje. São as redes que estão quebrando o monopólio da grande mídia, esta cada vez mais desmoralizada. O povo apareceu na cena desde as manifestações de 2013, passando pelas de 2015. Pode ser a primeira e verdadeira revolução democrática brasileira, mas temos muitas batalhas pela frente. Afinal precisamoes é de capitalismo. E a respeito, muitos liberais de merda ficam contra o governo, deviam mesmo ficar radicalmente com sua ótima agenda econômica, como muito bem o faz o Partido Novo. Mas isso é outra conversa. Vamos torcer para que a reforma não seja tão desidratada, como confessou Paulinho da Força, outro corrupto da nossa grande máfia sindical, também ressentida porque tem a perder com um Brasil apontando para a modernidade. Vamos acompanhar os acontecimentos e ficar com o governo e sua ótima agenda. Simplesmente não temos alternativa. Temos?

DILEMAS DA EDUCAÇÃO - RAFAEL BRASIL

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A educação tem que ser tema permanente na sociedade. É muito mais importante do que reforma de previdência e o escambau. Claro, sem estabilidade não iremos a lugar algum , longe de desdenhar a economia  aliás em frangalhos, mas só sairemos do buraco com educação. E precisamos mudar radicalmente, de fio a pavio, como se diz no popular. Investimos muito, e mal, em universidades, e pouco em escola básica. Resultado: os alunos chegam à universidade analfabetos e sem saber nem a tabuada.
Nas universidades públicas, federais e estaduais, só entra remediado ou rico. Para os pobres, faculdades fajutas, em sua maioria de cuspe e giz, como se dizia antigamente. Nossos alunos ficam nos últimos lugares em exames de avaliação internacional como o PISA, e nossas universidades produzem muito, mas a relevância dos trabalhos é pequena. Em poucas palavras, produzimos muita porcaria, afinal o sistema prioriza a quantidade ao invés da qualidade, e muitos professores para ganhar produtividade fatiam seus trabalhos, o que evidentemente piora a produção científica. Estamos em décimo terceiro em quantidade de trabalhos científicos e quadragésimo em citações. Em humanas deve ser muito pior. Ficamos atrás de países como Argentina, Chile e Colômbia, só para ficarmos aqui na periferia do capitalismo que é a América do Sul.
Os governos petistas queriam transformar o país numa potência educacional, e aí o estímulo à produção em massa. Foram, cridas 270 revistas científicas, das quais apenas 16 tem alguma relevância internacional em termos de citações. 
Então tudo ou quase tudo tem que ser repensado, e a briga é grande, afinal 80% do orçamento das federais é para pagar salários. Os entraves burocráticos somados à resitência ideológica de buscar parcerias com o setor privado piora o estado de coisas. Afinal o aparelhamento ideológico dos campus pela militância esquerdistas salta aos olhos, não dá para esconder. 
Para mudar este quadro, só em décadas, mas é preciso começar. Vai ter e já está tendo muita briga por vir, afinal o novo ministro da educação veio pra brigar. Terá uma gigantesca resistência das corporações, já está tendo, e os problemas da escola básica são enormes. Como formar melhor, e incentivar pessoas a abraçar a carreira do magistério? Afinal, são os piores alunos do ensino médio  vão ser professores. Enfim os problemas são enormes, e os debates serão esclarecedores. O que não pode é gastar muito e não ensinar a ler nem contar. Sem a base, nada feito. Alguém duvida?

quinta-feira, 23 de maio de 2019

BOA MINISTRO ABRAHAM, DÊ UM FORA NA UNE - RAFAEL BRASIL

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Muito bem o ministro da educação Abraham Weintraub não querer conversa com gente da UNE, desde os anos 80 dominada de cabo a rabo pelo PC do B, partido stalinista da pior qualidade, e cujos quadros sempre participou de governos petistas, fazendo parte da roubalheira ampla geral e irrestrita, inclusive na UNE. Mas afinal, para o esquerdista, ainda mais leninista e stalinistra, roubar para o partido é uma atitude mais do que louvável.
Pelo que vi na comissão do congresso, muitos reclamaram de cortes de verbas para programas como o EJA (educação de jovens e adultos) além de outros relacionados com o ensino básico. Na verdade programas como o EJA não levam a lugar nenhum, trata-se de dar diplomas a analfabetos, aliás, como as demais instâncias do nosso ensino, do básico ao superior. Afinal tem-se que mudar quase tudo, gasta-se muito com poucos resultados.
Pra começar tem-se que banir para sempre o sócio construtivismo das nossas escolas. Que volte o bom e eficiente método fonético, o que vai aconbtecer, com o programa do  professor Carlos Nadalin. E priorizar a leitura em todas as instâncias da nossa educação. O bom é que o novo ministro sabe a que veio, e é bom de briga, afinal não existe setor mais aparelhado pelo petismo do que a educação. Enquanto pessoas faziam balbúrdia, ele as fitava com um olhar fixo de quem não tem medo de cara feia, nem de discurso mais do que fajuto.

LOBÃO, LOBINHO - RAFAEL BRASIL

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Quando  jovem, metido a comunista,  amava e considerava como heróis os artistas contestadores do regime militar, como muitos idiotas como eu. Chico Buarque, Milton Nascimento, Gonzaguinha, a turma do Ceará como Fagner, Belchior e Ednardo, a turma do Recife, como o conjunto (era assim que chamávamos o que hoje se chama banda)  como o Ave Sangria, Lula Côrtes, Alceu Valença, Zé Ramalho, Elba, Geraldo Azevedo, dentre outros, enfim tudo gente de muito talento, o que infelizmente não acontece nos dias de hoje. 
Na época, eles tinham um papel até importante na luta pela democracia, conquistando corações da chamada e odiada por Marilena Chauí, classe média, que a considera fascista, ou do que existe de pior na nossa sociedade, uma imbecilidade sem par, no reino dos idiotas, como diria Nélson Rodrigues. A grande maioria destes artistas foram, desde àquela época, cooptados pelo esquerdismo reinante, já nas universidades e mídia, porém, assim como muitos jornalistas e intelectuais, gente de talento.
Estes entes do show business, viriam a comandar o panorama cultural brasileiro desde àquela época, chegando ao clímax, no reinado da cleptocracia revolucionária petista, cujos efeitos maléficos estamos vendo hoje. Na cultura reinou o chamado relativismo cultural, e a fabricação dos chamados por Olavo de Carvalho imbecis coletivos, em poucas palavras, ficaram falando a mesma língua, as mesmas narrativas, e, evidentemente cansou. Os artistas ficaram velhos e sua arte também, com raríssimas exceções, aliás é o que realmente mostra o pequeno alcance da chamada cultura de massas, ou popular, mas isso é outra história, enfim.
Hoje acontece coisas semelhantes, só que agora à direita. Lobão foi um crítico mordaz dessa defunta turma, ademais, chutar cachorro morto não vem a ser lá grande coisa, mas tudo bem ,faz parte da chamada guerra cultural. Agora está metido com uma briga com o pessoal da direita por discordar do que ele considera uma confusão e mediocridade do governo e apoiadores de Bolsonaro. Para ele o governo é medíocre, e não poderia ridicularizar o movimento dos jovens pela educação, chamando-os de idiotas úteis. Tudo bem, é uma opinião. Mas o pior dessa gente é não querer, ou não saber envelhecer. Afinal, todo mundo quer ser "jovem", ou mesmo parecer "jovem". Aliás é a ditadura consolidada do "jovem", como já ridicularizava Nélson Rodruigues, meu guru de cabeceira, já nos idos dos anos sessenta. 
E como dizia o velho anjo pornográfico, a juventude é a fonte da imbecilidade. E as cosas são, como afinal disse certa vez Ariano Suassuna, ao ser informado por um neto sobre a grandeza de John Lennon, quando o mesmo nem sabia da existência do mesmo, perguntou: É melhor do que Bach? Bem , ouço muito pouco música popular, e me diverti com as história de Lobão, mas ouvir suas músicas, jamé. Fico com gente como Egberto Gismonti, ou mesmo os chorões antigos, assim como clássicos como Eernesto Nazereth, Villa Lobos, e muitos outros. E quando ouço música popular, vou de Roberto Carlos, Agnaldo Timóteo, Odair José, Zé Augusto e muitos outros. Afinal, as melhores músicas populares, eram as realmente populares, a que o povão gostava. E rock nacional é merda pura, com, raras exceções, afinal sempre existem, exceções, ou não? Não é, Raúl Seixas e Zé Ramalho?

quarta-feira, 22 de maio de 2019

GENETON MORAES NETO E A HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA - RAFAEL BRASIL

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Sempre li muito jornais e revistas, desde a infância. Primeiro os gibis, depois livros infantis, como de Monteiro Lobato, e aos poucos, revistas e jornais. Desde as fofocas políticas e embates ideológicos, até ciência e futebol, quando lia Issac Assimov e João Saldanha, dentre muitos outros. E apesar da imensidão do bestrirol do dia a dia, ou mesmo da semana, sempre digo que se deve ler de tudo, ou quase tudo. E que os jornais e muitos jornalistas ajudaram a escrever a nossa história, com entrevistas, depoimentos, reportagens investigativas, etc. Portanto muitos livros de reportagens jornalisticas ou mesmo enfocando nossa cultura se destacam não só para esclarecer fatos , como descrever biografias de personagens da nossa cultura, política e coisas a afins, mas para desenterrar diversos fatos históricos antes esquecido por articulistas e historiadores. É o caso de Geneton Moraes Neto, com seu livro Nitroglicerina Pura, e uma longa entrevista reportagem sobre Carlos Drummond de Andrade. Paulo Francis logo comentou que ninguém tinha tirado tanto do grande poeta.
No livro Nitroglicerina Pura Feito em parceria com o famoso jornalista sergipano Joel Silveira, é desvendado um fato bem significativo, e escondido pela esquerda, da intensa colaboração de jornalistas esquerdistas e integralistas na época do pacto Molotov-Ribentroff, ou seja de Hitler e Stálin. Jornalistas comunistas como Jorge Amado dentre muitos outros passaram a colaborar com jornais fascistas, afinal isso era a orientação do comitern, ou seja a Internacional Comunista. No pacto houve até troca de prisioneiros com Stálin "presenteando" a Hitler milhares de comunistas alemães, que depois seriam eliminados nas masmorras da gestapo, a terrível polícia política nazista. Afinal, nazismo e comunismo tinham muito em comum, pois o sistema totalitário foi implementado por Lênin seis semanas depois do golpe no vácuo do poder na Rússia em poder dos social democratas. Stálin fez o resto do "serviço" matando milhões que eram considerados contra revolucionários pelo partido, coisa tão vaga como roubar espigas de cevada nos campos para matar a fome endêmica na Rússia, e países satélites como a Ucrânia, por exemplo.
Geneton com muita razão sabia da brevidade do trabalho em televisão, e, claro, os limites do trabalho jornalístico. E como jornalista abriu esta lacuna na nossa historiografia que sempre endeusou de certa forma os movimentos à esquerda do espectro político. Em poucas palavras, a partir desta investigação, abriu um leque neste campo, de reinterpretar a história com outras narrativas. Justamente nestes tempos bicudos, onde finalmente a direita conservadora ganhou a eleição presidencial depois de um grande assalto e desmonte do estado brasileiro perpetrado pela esquerda no poder. Também no trabalho em televisão, mostrou depoimentos contundentes dos principais atores políticos da ditadura militar, entrevistando inclusive generais como Leônidas Pires Gonçalves, dentre muitos outros.
Tive o prazer de conviver um pouco com Geneton através de um tio meu, Romero Souto Maior, que foi colega dele desde o cursinho Torres em Recife na década de 70. Era um homem muito tranquilo e bem humorado, de uma simplicidade sem par. E muito tolerante politicamente, afinal naquela época tínhamos muitas brigas, entre os defensores do regime, e os democratas que lutavam contra a ditadura. Evidentemente Geneton estava do lado dos democratas, mas tinha amigos do outro lado também, sem maiores problemas. Afinal além de sua verve de jornalista, havia um grande ser humano a observar agudamente os fatos e desnudá-los, sempre em busca da verdade. E o que é mais importante do que a busca da verdade?

terça-feira, 21 de maio de 2019

GENERAL HELENO MANDA UM RECADO AO STF E A CLEPTOCRACIA NACIONAL - RAFAEL BRASIL


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Vejam o pronunciamento do general Heleno. Os militares estão realmente preocupados com a institucionalização democrática do país. Não é mais suportável estas manobras para acobertar criminosos. 

"Brasileiros honestos, e com um mínimo de compromisso com o futuro do País, reflitam. O STF concluirá,em breve, uma das manobras mais tenebrosas e bem urdidas da História do Brasil. Eliminando a prisão após a condenação em segunda instância e acabando com o foro privilegiado (o que poderia até parecer positivo), o STF institucionalizará, para todos os indiciados em processos de corrupção (dispensável citar o nome dessa corja), a impunidade e a inevitável prescrição dos crimes. Os recursos e embargos se encarregarão de cumprir essa tarefa. Não só a lava-jato, mas o próprio Brasil estará liquidado e será entregue definitivamente a essas quadrilhas. Vamos assistir passivamente?"
É muito descaramento e desprezo ao povo brasileiro estes tristes conchavos da cleptocracia nacional, envolvendo membros do legislativo e das altas cortes do judiciário, sobretudo do STF, cujos alguns ministros estão envolvidos em muitas maracutaias. Isto todo o Brasil, sabe, e não quer mais. Em síntese, a sociedade é que tem que pressionar não só nas redes sociais, mas nas ruas, igrejas e locais de trabalho. 
Os militares enfim, tem mentalidade modernizadora, e evidentemente isto também no campo político e de aperfeiçoamento institucional. E a sociedade quer mudanças, evidentemente, mas está desorganizada. A direita nem tem um projeto de partido, o que é lamentável. Mas não tenhamos dúvida. Quem está ao lado da modernidade e do aperfeiçoamento politico e institucional? A esquerda desmoralizada? Tem que ser a direita, moderna e conservadora, o que pode parecer uma contradição em termos, mas o que é o conservadorismo senão um ceticismo natural, em poucas palavras o desconfiômetro? Ou seja, nem tudo que é moderno presta, nem tudo o que é antigo é ruim. Precisamos de ordem, estabilidade democrática e modernização, não só da sociedade, mas do estado. Um estado que nem ensina o povo a ler, está fadado ao fracasso, a mediocridade, nossa maior doença. Quem duvida?

A CRISE É BOLSONARO? - RAFAEL BRASIL


A CRISE É BOLSONARO? - RAFAEL BRASILResultado de imagem para charges sobre o centrão


Há pouco mais de cem dias do governo Bolsonaro, muitos espertalhões bradam pelo ipeachmnent, está surgindo confusão no ar. A mídia, os parlamentares com medo da polícia e da justiça, os tribunais superiores, as corporações de alto e baixo clero, sussurram seus rancores.   Falta articulação política, bradam jornais e a mídia ressentida, porque em grande parte militante das pautas da esquerda. O que Bolsonaro está fazendo de tão ruim? Por que esta reação em cadeia?
A crise econômica se avoluma, e sem as reformas, sobretudo a mais urgente, a da previdência, piora os humores do mercado e tudo o mais, por isso  é de fundamental importância para que o sistema respire. É neste imbróglio legislativo que está nosso principal problema. Os parlamentares de ambas as casas, estão pedindo cargos no governo. E também estão morrendo com medo da polícia e da justiça nos calcanhares. Estão azedos com o pacote de Sérgio Moro, que combate a violência endurecendo as penas e a fiscalização da corrupção. Aliás em relação ao Moro, estão com ódio visceral do fundador e , digamos, promotor da lava jato. Neste clima, fazem chantagem com o governo e a sociedade, pois uma das bandeiras da campanha do presidente foi justamente o não loteamento de cargos em troca de apoio político.
Esta pendenga vai demorar muito, aliás é um governo de direita, que a esquerda vai ter que respeitar, ou seja engolir. E as corporações ameaçadas estão reagindo, de marajás a barnabés, ambos com privilégios incontáveis perante o cidadão comum. Ou algum idiota pensa que a esquerda  foi às ruas em defesa de verbas para a educação que eles próprios destruíram?
O governo está no caminho certo, muitos torcem o nariz mas tem que reconhecer. Está tentando desburocratizar a economia, e tentando lutar contra nossa endêmica violência. Aliás, o que a mídia nem mostrou foi a redução em mais de 20% dos homicídios, o que seria motivo de comemoração nacional.
Porém o governo também fez muitas trapalhadas, sobretudo na comunicação. Na questão do contingenciamento de verbas para a educação, o ministro, ótimo por sinal, demonstrou inexperiência, afinal é na educação que está montado o maior esquema de dominação esquerdista da nossa história. Desde o professorzinho analfabeto das periferias e grotões, aos professores universitários, são esquerdistas. Aí é guerra prolongada, como diria Mao Tsé Tung. E a direita está desarmada. Mas vai ser uma briga boa. Afinal gastamos muito com poucos resultados.
Vamos ver o desfecho desta briga. O bom é que os milicos estão comprometidos com o governo, e podem, de certa forma, garantir o início das reformas. Mas quem está do lado certo da questão? Quem é progressista? Quem quer manter o status quo, ou quem quer mudar, democraticamente em em preceitos  republicanos? Eis a questão, o resto é farofa.