quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

A ZOADA DO HINO - RAFAEL BRASIL

Resultado de imagem para bagunca e violencia nas escolas charges.


Me diverti muito nas redes sociais nos últimos dias. Foi a questão do hino, que foi sugerido pelo ministro da educação Velez Rodriguez, de todos cantarem e até filmarem estes eventos cívicos, que estávamos acostumados no passado, e que nas últimas décadas de ensino "progressista" foi praticamente abolido, afinal, nas nossas universidades, nacionalismo ficou fora de moda, virou até coisa de direitista fascista e xenófoba, naturalmente.
A besteira do ministro, que logo foi consertada, foi botar o slogan da campanha, que aliás no início pensei que era mentira dos oposicionistas, o que hoje chamam de fake. E também de filmar, isso acho besteira, pois filmar hoje é uma coisa mais do que banal, aliás por que não filmar muitos professores dando aulas? Assim como as mazelas das nossas escolas, que aliás não são poucas, e até para vermos como funciona uma sala de aula com o pobre do professor, que passou a ser opressor, não ter autoridade nenhuma sobre alunos livres de punição, e por isso mal educados e autoritários? Filmar é uma ótima idéia, assim como antigamente punir alunos mal criados e mal educados, pra dizer o mínimo.
Pórém, o mais ridículo, foi uma penca de professores esquerdistas ficarem fazendo faniquitos por causa do hino, insinuando que obrigar a cantar o mesmo seria coisa de fascista. Até o governo do estado, envolvido até o gogó com corrupção, emitiu uma nota, com aplausos de muitos professores, dizendo que não era pra cumprir a determinação de cantar o "maldito" hino nacional. 
Em suma , foi bom essa besteirada toda, para medir o grau de ignorância em que nos meteram. O óbvio passou a ser o exótico, e vice versa. Temos que lutar pelo óbvio, aliás em quase tudo. E temos que seguir a intuição milagrosa do homem comum, de quem falou magistralmente o Grande jornalista britânico do início do século XX, Chesterton. O homem comum está salvando o país, mas as elites falantes reagem, e com raiva. Uma raiva histérica, e claro, ridícula. Alguém duvida?

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