quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

A GUERRA AINDA NEM COMEÇOU - Rafael Brasil

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A guerra do governo contra o establishment apenas está começando, e nunca na nossa história recente um governo foi tão hostilizado pela mídia e as chamadas classes falantes. Primeiro a reforma da previdência, depois a reforma do estado com muitas privatizações e desregulamentações, mais do que necessárias para atrair investimentos, em poucas palavras, fomentar o velho e bom capitalismo no país. Além do pacote contra a violência, mais do que urgente, precisamos, e o povo está compreendendo, de mais sociedade e menos estado. E, claro, mais educação.
Enquanto escrevo, muitas corporações se movimentam para manter seus inúmeros privilégios, como o judiciário e os altos escalões das burocracias, federal, estadual e municipal, com seus marajás dormindo em berço esplêndido, desde tempos imemoriais.
E a batalha pela educação que está em pandarecos, nem tanto pela falta de dinheiro, mas com os inumeráveis desperdícios e pedagogias mais do que equivocadas como o sócio construtivismo, e a horrenda ocupação militante da educação pela esquerda. Isto é trabalho para décadas, mas sem educação não iremos a lugar algum.
Como sempre por aqui deixam tudo pra depois do carnaval. Os demagogos de sempre, os fisiológicos da velha política e a esquerda, jogam no quanto pior melhor. Sem a reforma da previdência continuaremos ladeira abaixo, com a consequente quebradeira total dos estados e municípios. Todos perdem, sobretudo os mais pobres. É isso aí. Vamos acompanhar os acontecimentos e ver como o governo vai lutar a guerra da comunicação. Na campanha, as redes sociais foram fundamentais. Agora também, mas todos vão perder, eis a questão. Afinal, vão-se os anéis ficam os dedos. Mas a questão é cortar privilégios. E o governo deve se empenhar nesta guerra midiática. A ver.

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