terça-feira, 31 de outubro de 2017

Mais Lidos CNN traduz "Allahu akbar" por "Deus é grande" em árabe “ALLAHU AKBAR” NÃO SIGNIFICA “ALÁ É GRANDE”, E SIM “ALÁ É MAIOR”


Não é um mero detalhe: traduzir "Allahu akbar" por "Alá é grande" retira todo o caráter guerreiro e de dominação pela jihad do islamismo.
Após cada atentado terrorista, jornalistas que te tratam como se fosse uma lesma manca com paralisia infantil dizem que o jihadista da vez gritou Allahu akbar”, o que significaria “Alá é grande”, ou mesmo “Deus é grande” (naquela curiosa “tradução” da palavra para a divindade maior para “Deus” que só usam para Alá, nunca para Tupã, Odin, Zeus ou outras línguas que sofrem do mesmo efeito lingüístico).
PUBLICIDADE
CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
“Allahu akbar” não significa “Alá é grande”. Akbar (اکبر) é um comparativo ou superlativo, e significa “o maior”. Allahu akbar não é uma glória, como “Deus é amor”: é uma comparação: “[Meu] Alá é maior [do que o seu Deus]”.
Todo jihadista passa um recado desesperado para o Ocidente, berrando a plenos pulmões: “Alá vai dominar o seu Deus e substituí-lo”. Tal como ocorre com a hégira a plenos pulmões, que nenhum ocidental sabe o que é, jornalistas que não gastam 5 segundos no Google antes de controlar a opinião pública repetem-se a si próprios na autofagia jornalística denunciada por Rolf Kuntz, e não transmitem o recado para o Ocidente.
PUBLICIDADE
É o caminho simples da grande e velha mídia para fingir que terrorismo nada tem a ver com o islam, que jihad é uma mera “purificação espiritual” ou, como é a narrativa preferida da mídia, que o terrorista é apenas um transtornado qualquer, que mata aleatoriamente por razões que não são derivadas do Corão. Mais ou menos como se nem estivesse interessado em islamismo, tornando o terrorismo um mero “acidente” do mundo moderno, como a chuva ou a Selena Gomez (o que o próprio prefeito muçulmano de Londres, Sadiq Khan, já explicitamente verbalizou).
Basta traduzir “Allahu akbar” corretamente, refletir por 5 minutos e entender que a islamização do Ocidente pela hégira e pela jihad são realidades para as quais o Ocidente tem se forçado a se cegar.
Veja também:

"A turma do jatinho não quer você de Uber", por Ana Paula Henkel


"A turma do jatinho não quer você de Uber", por Ana Paula Henkel

O Estado de São Paulo


Desconheço a posição do pré-candidato Luciano Huck sobre os táxis, no máximo lembro do antigo sucesso da sua primeira-dama, mas uma declaração recente dele me deixou de cabelo em pé. Logo ele que se empenha tanto em consertar latas velhas.
Falando no mesmo tom do socialista Bernie Sanders daqui, Huck disse que “não adianta achar que o liberalismo, o livre mercado e o Estado mínimo tornarão o Brasil menos desigual”, ignorando informações básicas sobre economia como o ranking de liberdade econômica da The Heritage Foundation que prova, sem margem para dúvidas, que liberalismo e desenvolvimento humano caminham juntos. O apresentador mostrou seu ceticismo em relação ao capitalismo num evento de empreendedorismo, mostrando que o Brasil nunca vai deixar de surpreender. Como dizia o insuperável Millôr, uma ideologia quando fica bem velhinha vem morar no Brasil.
Se este liberal não é assim tão liberal em economia, outros socialistas cariocas parecem mais dispostos a quebrar o tabu. Gregório Duvivier e Fernanda Torres, por exemplo, já exaltaram o Uber nas redes sociais e na imprensa, provando que socialismo é bom mesmo para os outros.
Os táxis são quase tão antigos quanto os carros e as leis que regulam o serviço não são nada menos antiquadas, inadequadas e retrógradas, como o Uber mostrou de forma tão contundente. O aplicativo é uma solução de mercado para um problema de mercado. Ele ajuda a demanda de serviços de transporte particular encontrar uma oferta ampla, diversificada e acessível, uma oportunidade de trabalho ou de complemento de renda para milhares de brasileiros. É esse livre mercado que Huck parece não entender completamente ou não gostar.

Não há nada que justifique moral, social ou economicamente a idéia de que o Estado deve ditar quem pode disputar a preferência do usuário por este tipo de serviço. Se o motorista está habilitado para dirigir, se seu carro está ordem, se o aplicativo pré-seleciona seus motoristas para você pensando na sua segurança e na qualidade do serviço, o que a burocracia governamental tem a ver com essa relação privada? Como a história já provou, burocrata não regula bem.
O bordão de Benito Mussolini “Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”, pedra fundamental do fascismo, parece ter sete vidas. O Uber e seus similares não são perfeitos, nada humano é, mas o serviço regulado pelo mercado, pela decisão livre do consumidor, é sempre preferível às malfadadas soluções governamentais. Não basta para os políticos dirigirem (mal) a nação? Deixem os carros em paz.
A motivação por trás dos defensores do monopólio atual é criar dificuldades para a maioria silenciosa enquanto vende facilidade para a minoria organizada, barulhenta e violenta que luta pela reserva de mercado. O Estado está, como sempre, usando recursos públicos para fazer negócios privados, socializando prejuízos e privatizando lucros. Ao menos até colocarmos liberais no Congresso, como teremos mais uma oportunidade no próximo ano.
Não devemos dar as costas e abandonar os taxistas honestos, dedicados e trabalhadores que gastaram fortunas para entrar neste mercado e atender as insanas demandas do governo. O importante é compensar os taxistas por seu investimento e buscar um modelo de transição que não crie uma concorrência desleal, assim como não se pode impedir a inovação, a livre concorrência e a evolução deste ou de qualquer outro mercado.
Quando o Estado promete “não impedir, apenas regular”, já sabemos como esse filme termina e quem morre no final. A votação, em regime de urgência, da PLC 28/2017, vai na prática estatizar o Uber e similares, asfixiando o que tem de bom e inovador sem dar nada em troca para o consumidor a não ser mais e mais Estado. É o Estado, mais uma vez, querendo decidir por você.
O governo do país com 60 mil assassinatos por ano, que não consegue oferecer o mínimo em segurança, saúde e educação para o cidadão que paga uma carga tributária imoral, deveria derrubar a lei do deputado petista que foi flagrado num vídeo dizendo que o Uber, vejam vocês, deveria ser proibido de deixar “qualquer um” dirigir.
Carlos Zarattini (PT – SP), autor da PLC 28/2017 é do partido que deixou o país na maior crise econômica da história, com milhões de desempregados ávidos por uma oportunidade, qualquer uma, de voltar ao mercado de trabalho. Mas o coração petista bate mais forte pelos sindicatos que alimentam a máquina de votos do partido.
O presidente do Sindicato dos Taxistas de São Paulo, Natalício Bezerra, declarou recentemente que “pobre tem que se conformar que é pobre, o pobre não vai querer o que o rico tem.” Se continuarmos sendo pautados por socialistas e liberais de araque, os pobres podem mesmo perder qualquer esperança de, um dia, andar de táxi ou de Uber. Terão de se contentar com o precário sistema público de transporte e PT saudações.
Quando Reagan disse, logo no discurso de posse, que “na atual crise o governo não é a solução, o governo é o problema”, abriu caminho para 25 anos de crescimento e prosperidade do país que recebeu com a economia combalida, inflação alta e crescimento baixo. Quem sabe um dia poderemos aprender, ao menos uma vez, com os bons exemplos.

PT QUER ACABAR COM UBER - RAFAEL BRASIL

Resultado de imagem para projeto visa acabar com o uber


Tudo que é bom para o povo o PT é contra. O UBER, que já é um sucesso para a população, pode ser proibido, ou mesmo ser entupido de impostos, como bem reza a cartilha esquerdista. 
O certo seria mesmo desregulamentar o trabalho dos taxistas, extinguindo o controle dos sindicatos e impostos mil. Mas não. Querem tirar o ganha pão de cerca de 500 mil pessoas que sobrevivem nesta baita crise transportando pessoas , e facilitando a vida do povo.
Estes canalhas , liderados pelo deputado Carlos Zaratini, que tem um projeto de lei para acabar com o UBER, sempre estiveram contra o povo. Milhares de pessoas protestam em todo o país. 
Taí o resultado destes socialistas, que querem ver o estado regulamentando tudo, tirando o pão da boca do povo trabalhador e sobretudo dos usuários. Vamos ver o resultado desta palhaçada. Mais essa. Só o povo nas ruas para botar esta cambada na cadeia.

Alemanha: Agora é Oficial, Censura Total – Tribunais Reescrevem a História - Por Judith Bergman


Alemanha: Agora é Oficial, Censura Total – Tribunais Reescrevem a História

31 de outubro de 2017 - 2:22:27
Por Judith Bergman
Um tribunal alemão condenou recentemente o jornalista Michael Stürzenberger (foto) a seis meses de prisão por ter publicado em sua página do Facebook uma foto histórica do Grande Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, apertando a mão de um alto funcionário nazista em Berlim em 1941. O promotor acusou Stürzenberger de “incitar o ódio ao Islã” e “denegrir o Islã” ao publicar a fotografia.
(Imagem: captura de tela de do video da PI News)

Uma nova lei alemã que introduz a censura oficialmente sobre as plataformas das redes sociais entrou em vigor em 1º de outubro de 2017. A nova lei exige que as plataformas das redes sociais, como o Facebook, Twitter e YouTube censurem os usuários em nome do estado alemão. As empresas de redes sociais são obrigadas a excluir ou bloquear todo e qualquer “delito penal” online em suas respectivas plataformas, tais como calúnia, difamação, vilipêndio e incitamento, dentro de 24 horas do recebimento de uma reclamação de usuário – independentemente do fato da reclamação proceder ou não. As empresas de redes sociais têm direito a sete dias para casos mais complicados. Caso não cumpram a lei, o governo alemão poderá multá-los em até 50 milhões de euros por não cumprirem a lei.
A censura estatal faz com que a liberdade de expressão fique à mercê de decisões arbitrárias de entidades corporativas susceptíveis de censurarem mais do que o inequivocamente necessário, evitando assim correrem o risco de serem penalizadas com pesadas multas. Quando funcionários de empresas de redes sociais são contratados para desempenharem o papel de patrulheiros ideológicos do estado e a eles é dado o poder de moldarem o presente formato do discurso político e cultural, decidindo quem tem o direito de se expressar e o que é passível ou não de ser dito e quem será censurado, a liberdade de expressão não passa de um conto de fadas. Não seria este o objetivo?
Enquanto isso, o tribunal distrital de Munique condenou recentemente o jornalista alemão Michael Stürzenberger a seis meses de prisão por ele ter publicado em sua página do Facebook uma foto histórica do Grande Mufti de Jerusalém, Haj Amin al-Husseini, apertando a mão de um alto funcionário nazista em Berlim em 1941. O promotor acusou Stürzenberger de “incitar o ódio ao Islã” e “denegrir o Islã” ao publicar a fotografia. O tribunal considerou Stürzenberger culpado de “divulgar propaganda de organizações anticonstitucionais”. Considerando-se que a admiração mútua existente entre Al-Husseini e os nazistas alemães é um fato histórico incontestável, agora a história está, inequivocamente, sendo reescrita pelos tribunais alemães. Stürzenberger apelou da sentença.
A Alemanha não fez segredo em relação ao seu desejo de ver sua nova lei replicada em toda a UE, que já possui um código de conduta parecido, relacionado aos gigantes das redes sociais. A Comissária de Justiça da UE, Vera Jourova, salientou há pouco que ela estaria disposta a legislar futuramente se o código de conduta ‘voluntário’ não estiver produzindo os efeitos desejados. Ela ressaltou no entanto que o código de conduta ‘voluntário’ estava funcionando “a contento”, sendo que o Facebook havia removido 66,5% do material notificado considerado de “ódio” entre dezembro e maio do ano em curso. O Twitter removeu 37,4% e o YouTube 66% das notificações dos usuários.
Estando hipoteticamente preocupado com o “discurso de incitamento ao ódio” na Internet, uma organização da UE, Parlamento da UE, não titubeou em permitir que suas dependências fossem usadas para recepcionar a terrorista árabe condenada, Leila Khaled da Frente Popular para a Libertação da Palestina (PFLP) de discursar em uma conferênciasobre “O Papel das Mulheres na Luta Popular Palestina” em setembro. (A UE, EUA, Canadá e Austrália consideram a PFLP uma organização terrorista). A conferência foi organizada, entre outros, pela delegação espanhola Izquierda Unida (esquerda unida) que faz parte do bloco Esquerda Unida Europeia/Esquerda Verde Nórdica no Parlamento Europeu.
No Reino Unido, a primeira-ministra Theresa May também realçou que pedirá às empresas que trabalham com a Internet que cuidem do conteúdo extremista:
“O setor precisa avançar mais rapidamente na automação da detecção e remoção de conteúdos terroristas na Internet… em última análise, não são apenas os próprios terroristas que precisamos derrotar. São as ideologias extremistas que os alimentam. São as ideologias que pregam o ódio, semeiam a cisão e prejudicam o caráter humano que temos em comum. Devemos ser muito mais robustos em identificar essas ideologias e derrotá-las – em todos os cantos das nossas sociedades”.
A primeira-ministra May continua insistindo que “essas ideologias” são disseminadas “em todos os cantos das nossas sociedades” quando na realidade praticamente todo o terrorismo é islâmico. O próprio ministro do interior Amber Rudd se recusou a proscrever a ala política do Hisbolá. O discurso de incitamento ao ódio do Hisbolá, ao que parece, é perfeitamente aceitável para as autoridades britânicas. Também é aceitável o discurso de incitamento ao ódio do clérigo muçulmano sul-africano e pregador de ódio Ebrahim Bham, que já foi intérprete do principal assessor jurídico do Talibã. Ele foi autorizado a entrar no Reino Unido para discursar no Centro Queen Elizabeth II, um edifício do governo, na “Palestine Expo” um enorme evento de ódio aos judeus em Londres em julho último. Bham é conhecido por citar o ministro da propaganda nazista Goebbels e dizer que todos os judeus e cristãos são “agentes de Satanás. “No entanto, um conceituado estudioso como Robert Spencer é proscrito de entrar no Reino Unido, supostamente com base no que ele relata – acertadamente – ser “islamofobia”.
O Serviço de Promotoria Publica da Grã-Bretanha (CPS) também emitiu uma nota, recentemente, segundo a qual os perpetradores de “crimes de ódio” na Internet serão processados “com a mesma abordagem robusta e pró-ativa empregada nos crimes fora da Internet”. Estima-se que a decisão de tratar os crimes na Internet da mesma forma que os crimes fora dela irá multiplicar as ações de crimes de ódio que já estão em um patamar jamais visto. Procuradores ingressaram com 15.442 casos de crimes de ódio entre 2015 e 2016.
Os judeus da Grã-Bretanha, que sofreram com a impressionante expansão do antissemitismo nos últimos três anos, são à miúde as maiores vítimas dos crimes de ódio. Mesmo assim, casos envolvendo judeus representam menos de uma fração nas estatísticas. Nos anos de 2016 e 2017, o CPS entrou na justiça contra 14.480 crimes de ódio. De acordo com a Campanha Contra o Antissemitismo:
“ainda está por vir um único ano em que mais de duas dezenas de crimes de ódio antissemita tivessem dado entrada na justiça. Até o presente momento, desde o início de 2017, segundo informações, houve…21 ações na justiça, em 2016 houve 20 e em 2015 apenas 12. A falta de ação do CPS é de tamanha gravidade no sentido de falta de providências que tivemos que entrar na justiça por conta própriaquestionando o CPS no judiciário, e já na primeira ação saímos vitoriosos em março. No ano passado apenas 1,9% dos crimes de ódio contra judeus deram entrada na justiça, sinalizando às forças policiais que o trabalho de investigar os crimes de ódio contra judeus poderia ser pura perda de tempo, além de mandar uma forte mensagem aos antissemitas que eles não têm motivos para temerem a lei… A cada ano desde 2014 é batido o recorde do ano anterior no quesito crimes antissemitas: entre 2014 e 2016 crimes antissemitas saltaram 45%”.
Aparentemente quase um em cada três judeus britânicos está pensando em deixar a Grã-Bretanha devido ao antissemitismo dos últimos dois anos.
As autoridades britânicas, ao que tudo indica, estão muito mais interessadas na “islamofobia” do que no aumento de crimes de ódio contra os judeus. Na realidade, a polícia se uniu com as autoridades do Transport for London para estimularem a população a denunciar crimes de ódio durante a “Semana de Conscientização Contra os Crimes de Intolerância”, que irá de 14 a 21 de outubro. O Transport for London e a Metropolitan Police realizarão mais de 200 eventos comunitários com o objetivo de “tranquilizar as comunidades de que o sistema de transporte público de Londres é seguro para quem quer que seja”. Os eventos são direcionados especificamente aos muçulmanos. Autoridades visitaram a ‘mesquita’ East London Mosque para incentivar a denúncia de crimes de ódio.
No ano passado, o Mayor’s Office for Policing and Crime (MOPAC) da gestão do prefeito Sadiq Khan de Londres, (órgão responsável pela supervisão estratégica da Metropolitan Police), anunciou que estava desembolsando £1.730.726, dinheiro de impostos, para monitorar as comunicações na Internet após ter solicitado a concessão ao Home Office. Khan ressaltou que ele não tem recursos suficientes para monitorar os estimados 200 jihadistas que se encontram em Londres, dos 400 jihadistas que até agora retornaram à capital da Síria e do Iraque. (Implicitamente ele também admitiu que não sabe o paradeiro dos jihadistas que retornaram). Quando questionado pelo jornalista Piers Morgan, sobre o motivo do prefeito não mandar monitorá-los, Khan respondeu:
“Porque o orçamento da Met Police, aproximadamente 15%, 20% é financiado pela prefeitura. O restante vem do governo central. Se a Met Police está sendo encolhida e reduzida, eles precisam priorizar e usar os recursos de maneira sensata e perspicaz “.
Quando Morgan perguntou o que poderia ser uma prioridade maior do que “indivíduos que voltam de um campo de batalha sírio com a intenção de fazer mal aos cidadãos britânicos”, Khan não respondeu. Talvez porque seja difícil admitir em público que lutar contra a “islamofobia” é uma prioridade maior do que combater o terrorismo?

Judith Bergman é colunista, advogada e analista política.
Publicado no site do Gatestone Institute – https://pt.gatestoneinstitute.org
Tradução: Joseph Skilnik


sábado, 28 de outubro de 2017

EXTREMISTA DE ESQUERDA QUE LEVOU UMA BOFETADA É FUNCIONÁRIO DA UFPE - RAFAEL BRASIL

Resultado de imagem para briga na ufpe com a apresentação do filme de olavo de carvalho


No arranca rabo patrocinado pelos comunistas da UFPE contra a apresentação do filme O jardim das Aflições, o sujeito que provocou e depois levou num tabefe é funcionário da universidade. Que tem um reitor comunista e a maioria dos professores são esquerdistas. 
Isto é apenas a ponta do iceberg da ocupação completa das nossas universidades pelos comunistas. O sujeito foi provocar, e um sujeito baixinho, certamente bem preparado em lutas marciais, aplicou-lhe um tabefe monumental, que foi amplamente divulgado nas redes sociais.
Muitos professores comunistas dizem que foram os carecas neo nazistas que provocaram. Porém o vídeo não deixa dúvidas quem partiu primeiro para agredir. Ficaram dizendo que os direitistas estavam utilizando soco inglês e outras armas, mas nada foi constatado. Simplesmente os direitistas reagiram à altura, e botaram a turba pra correr. Bem feito.
Volto a repetir: Fascista é o mesmo que comunista. Ambos defendem a supremacia do estado sobre a sociedade. São entes essencialmente totalitários, posando de democratas.
Faz bem o professor Rodrigo Jungmann, em apresentar filmes anticomunistas, mostrando os inúmeros genocídios perpetrados pelos comunistas no sangrento século XX. A intolerância é filha do totalitarismo. Só no Brasil comunismo ainda é apresentado como coisa bacana. Mas agora eles vão ter que aguentar. A sociedade não aguenta mais esta gente, que quer cagar regras para todo o povo, para eles ignorante, porque conservadores. 
Enquanto escrevo, em inúmeras cidades do Brasil o povo luta contra a tal da ideologia de gênero. A que nega o sexo das pessoas, dizendo que a sexualidade é uma construção cultural, e que a escola deve substituir as famílias na educação sexual das crianças. Não passarão. O povo está reagindo. Bom para o Brasil. A mudança começa nas escolas e locais de trabalho, todo o povo deve se engajar. Afinal esta luta está apenas no começo. Basta de violência institucionalizada. Basta de doutrinação comunista nas escolas e faculdades. Debate sim, doutrinação não.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

REBULIÇO NA FEDERAL - RAFAEL BRASIL

Resultado de imagem para professor rodrigo jungmann


A universidade há décadas está  ocupada pela esquerda. Quem pensar diferente é escanteado e até hostilizado. O reitor da UFPE é um comunista antigo, assim como a grande maioria dos professores.
Recentemente, alguns tiveram a ousadia de pensar diferente. 
Na ocupação da universidade o ano passado, os gabinetes dos professores Rodrigo Jungmann e Jorge Zaverucha foram invadidos e depredados. O primeiro por ser de direita, o segundo por ser achincalhado por feministas, e por ser de origem judaica. Afinal, o antissemitismo é hoje um mantra esquerdista. O reitor não deu uma mísera nota de repúdio às agressões, numa atitude vil e covarde de um serviçal do petismo. Coisa de comunista mesmo, que pensa em termos totalitários, destruindo seus adversários, reais e imaginários.
Hoje foi o dia da exibição do filme de Josias Teófilo, cineasta pernambucano sobre a obra do filósofo conservador Olavo de Carvalho. Quem conhece um pouco a obra de Olavo, vê que ele é quase um anarquista, que defende a supremacia do cidadão sobre a tirania do estado. Eu diria , um anarquista conservador.
Pois bem, fizeram a maior zoada. Filmes e exposições sobre tiranos comunistas pode. Che Guvara, Lênin , Gramsci, Fidel Castro e outras desgraças maiores e menores. Já conservador, defensor de Bolsonaro não pode. Bolsonaro é fascista? Qual nada, ele é apenas um conservador que tem reais chances de ganhar a eleição para presidente.
E o movimento conservador ganha corpo, sobretudo nas redes sociais. O povo, que é majoritariamente conservador, votou na esquerda gramsciana, que esconde seus reais projetos de dominação entrando nas instituições educacionais e ocupando quase todo espaço na mídia. Só que as redes sociais estão quebrando o monopólio midiático, e o povo está sentindo literalmente na pele os resultados de mais de quarenta anos de ocupação nas escolas e mídia. A violência generalizada, e a putaria nas escolas, que estão a serviço desta malfadada elite acadêmica, anti  cristã, que quer, através da doutrinação, moldar suas idéias malucas de sociedade e comportamento social. E o povo não suporta mais isso. Ademais o povo é saudavelmente careta, gosta de ordem e família.
Devemos ressaltar o bom trabalho desenvolvido pelo corajoso professor Rodrigo Jungmann para quebrar este tipo de monopólio. Fascista e comunista detesta contraditório, pois ambos tem o DNA totalitário. Numa universidade deve existir o debate democrático de idéias, e não de molecagens , militâncias movidas  a ódio, e palavras de ordem. 
Mas a luta apenas está começando. Muita água vai rolar embaixo do lamaçal que se tornaram nossas universidades. Mas a briga é boa e deve ser travada com perseverança e sem tréguas. Precisamos de professores bons de briga. Briga cultural ideológica decerto. Com eventos como este o monopólio esquerdista começa a ruir. Mas falta muito ainda, e a ação dos homens é que promove mudanças. É isso aí. A história se move, assim como a sociedade. Antes tarde do que nunca.

ESTOURANDO TUDO – Rafael Brasil - RECORDAR É VIVER - ARTIGO DE JUNHO DE 2006



ESTOURANDO TUDO – Rafael Brasil

Antes das eleições, o governo está dando a corda toda. Abrindo concursos, aumentando muito o número do funcionalismo público, seus tradicionais eleitores, dando aumentos, tanto ao mesmo funcionalismo, como no salário mínimo, tudo muito bom. Só que , na vida e na economia, não existe almoço grátis. A conta vem depois, claro, para nós , contribuintes. Sem saber, e claro querer, pagamos tudo, ou quase tudo, compulsoriamente. Ou melhor, os governos tomam alegremente os tostões dos amargurados contribuintes, que trabalham aproximadamente quatro meses do ano para sustentar o estado. O estado comilão, e que oferece péssimos serviços, nem protege nem educa os cidadãos. Tem-se ampliado a esmola, e a propaganda da mesma. É o carnaval da socialização da miséria. Eu bem que desconfiava que ainda chegaríamos ao socialismo no alvorecer do século XXI. Aí está. Sirvam-se, ó socialistas de mesa de bar.
O presidente tudo fala, é um homem muito sabido. Esperto, escondeu-se o quanto pôde das acusações de corrupção, jogou tudo nas costas dos antigos comparsas, e está aí, firme e forte, com a ajuda das oposições, tem amplas chances de ganhar as eleições. Já está preparando amplos acordos, inclusive com a oposição, para o próximo governo, que deve servir para tapar os buracos, agora abertos, para agradar boas parcelas do eleitorado. Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
As oposições, coitadas. Trocaram um candidato de quarenta por cento das intenções de voto, e com algum carisma, por outro, sem carisma e com dezessete. Ainda vão ter que explicar tal obra de engenharia política. Na frente desses o presidente é mesmo um çábio. Um çábio político, ora bolas, e com o congresso desmoralizado, quem vai ligar para corrupção? Isso é coisa das minorias que lêem jornais, ora bolas, o povão mesmo quer mesmo saber é da copa do mundo, regada a cerveja e carne assada. Mesmo que a cerveja seja parcialmente subsidiada, não tem problema. Ou poblema, afinal todo mundo rouba, e querem tirar nosso presidente por roubar? Pelo menos para nós, sobra um pouquinho, mesmo que a conta venha a ser altamente salgada depois. Depois da farra dos pobres.
Enquanto escrevo, a economia internacional estremece com a alta dos juros nos Estados Unidos. Que, juntamente com o mundo, cresceu bem mais do que nós, nos três últimos anos de relativa bonança. Pegamos carona, mas crescemos pouco. Nosso çábio presidente nenhuma reforma institucional fez. Tudo muito difícil, e sobretudo trabalhoso, costurar acordos, varando madrugadas...Trabalhoso e chato. Melhor andar de avião, e falar diretamente com o povão, nesse intenso vestibular para mais um pai dos pobres. Mais um. Na verdade esse pessoal se alimenta da miséria e da ignorância, que por aqui são fartas. Se os pobres e ignorantes acabarem o que será dessa gente? De que viverão os políticos demagogos e os padres de passeata? E dos ladrões que roubam botando a culpa no social, os larápios sociólogos? Será que um dia ficaremos livres da miséria da ignorância? Perguntem ao bispo, pois cada vez de nada sabemos.
Enquanto isso, mais uma vez o povo vai sendo passado para trás, por um governo essencialmente corrupto e soberbamente mentiroso. Tão mentiroso que um dia a gente, se não tiver muito cuidado, um dia acredita, como os idiotas da objetividade, que nos tempos de Nélson Rodrigues eram poucos, mas agora somam milhões. Estamos mesmo lascados. Escrevam aí. Num futuro próximo estaremos pior. Vocês duvidam?


 Escrito por Rafael Brasil às 10h01

PROCURA-SE CANDIDATO - RAFAEL BRASIL

Resultado de imagem para jair bolsonaro cresce nas pesquisas

Com a derrocada do PSDB juntamente com o petismo, setores da mídia, e do esquerdismo moderado procuram um candidato. Está difícil, tal a ojeriza da população a maioria dos políticos.
A esquerda procura um substituto para Lula que deve ser condenado em segunda instância, e são raras as chances de ele concorrer. E se concorrer, perde, pois perdeu o apoio da classe média, que o elegeu, dentre outras coisas, pelo discurso da ética na política. E foi reeleito com a sucesso do seu primeiro governo ajudado perla manutenção de um programa conservador capitaneado por Palocci, e pelo boom das comodittes com o crescimento exponencial da economia mundial, sobretudo da China.
Claro que podemos debitar pelo menos um terço do eleitorado que ainda vota em esquerdista, cujo cabo eleitoral vai sendo disputado a tapa que é justamente Lula. Que tenta se livrar da cadeia juntamente com quase toda a camarilha política do país, acossada pela lava jato e outras investigações menores.
Todos tem medo de Bolsonaro, que cresce e se consolida para o segundo turno. Todos desdenham o candidato da direita, classificando-o como de extrema direita, enganação midiática , como sabemos. Afinal Bolsonaro é o primeiro candidato da direita conservadora desde a redemocratização. Extrema direita seria o fascismo, e Bolsonaro é simplesmente conservador, como aliás a maioria da população. Seu discurso é forte, contra a política de direitos humanos que acabou com a paz no país. Sobretudo  no que tange ao desarmamento civil, e uma legislação, dita de desencarceramento, o que na prática tornou impune qualquer bandido deste país. E o maior problema nacional é mesmo a violência e a impunidade, que andam juntas, apavorando à população.
Enquanto este candidato não vem, estão falando no apresentador Luciano Hulk, antes era o prefeito de São Paulo João Doria, Bolsonaro se consolida, e muita gente ainda não o conhece. A mídia não só o despreza, mas o hostiliza. Ele é forte nas redes sociais, o que é muito positivo, pois tira o poder da mídia, capitaneada pela rede globo e jornais como a folha de São Paulo e o Estadão. E os artistas , estes, quase todos vergonhosamente comprados pelo petismo. Mas fala a linguagem do povão que é conservador e foi enganado durante décadas pelo esquerdismo gramsciano.
Afinal ninguém aguenta mais a esculhambação nas escolas e universidades, onde se gastam fortunas para nada. A maioria do professores e alunos são analfabetos funcionais, e são meros doutrinadores de um esquerdismo terceiro mundista, no mínimo amorfo, ridículo. E a sociedade se mobiliza contra aberrações como a impostura da tal da ideologia de gênero, e outras mazelas mais. Até na Igreja Católica vemos o renascimento de um saudável conservadorismo.
Em síntese, o bom é que a direita  está mostrando a cara, depois de décadas no ostracismo. Ser de direita era considerado um palavrão, mas agora a direita está saudavelmente, saindo do armário. Falta muito, decerto, como a consolidação de um grande partido conservador, e uma imprensa,  e mídias conservadoras. Mas as coisas estão mudando. Enquanto escrevo, Bolsonaro cresce e aparece. E sinaliza para os agentes econômicos que não é nenhum retrógado em economia. É a favor das privatizações e de uma maior aproximação com  os Estados Unidos. Bom para o Brasil. Creio que se ele realmente se consolidar, como aliás vem acontecendo, o Brasil vai dar uma guinada à direita. O que é ótimo, depois de décadas de esquerdismo.