terça-feira, 28 de março de 2017

O problema de Fernando Bezerra com o foro - O SENADOR PERNAMBUCANO PEDIU 20 MILHÕES PARA A CAMPANHA DE EDUARDO CAMPOS - COM O ANTAGONISTA


O problema de Fernando Bezerra com o foro


Fernando Bezerra Coelho pediu "respeito" aos colegas e acrescentou que sua emenda não pode ser interpretada como forma de "procrastinar o debate pelo fim do foro".
No ano passado, a Polícia Federal comprovou a denúncia de Paulo Roberto Costa de que o senador e ex-ministro de Dilma Rousseff pediu a ele, entre 2010 e 2011, 20 milhões de reais de propina para a campanha à reeleição de Eduardo Campos ao governo de Pernambuco.
Em relatório, a PF constatou que "restou demonstrado que Bezerra participou ativa e substancialmente na solicitação de propina às empresas envolvidas e também se beneficiou de uma parte do montante ilícito".
Apenas uma lembrança.

Fernando Bezerra Coelho, o porta-voz dos que não querem o fim do foro

Fernando Bezerra Coelho se consolidou como o porta-voz da turma que quer melar a tramitação e a essência da PEC do fim do foro privilegiado.
Em discurso há pouco, no plenário do Senado, ele reforçou que apresentará uma emenda para alterar o texto de Álvaro Dias.
A ideia de Bezerra? Acabar com o foro sem acabar com o foro.
Para ele, tirar a "proteção" dos políticos é "um exagero". Por isso, o senador propõe que as denúncias apresentadas contra deputados, senadores e ministros de Estado sejam, antes, analisadas pelo STF.
"O Supremo analisaria a procedência ou não da denúncia. Caso fosse aceita, nós iríamos ser julgados como qualquer cidadão brasileiro pela Justiça de primeira instância."

Foro privilegiado: emendas no plenário

Fernando Bezerra Coelho, o que jura não querer procrastinar o debate pelo fim do foro privilegiado, quer que sua emenda para desconstruir a PEC da Álvaro Dias seja apreciada pela CCJ.
Eunício Oliveira não pode permitir isso, uma vez que em votações recentes no Senado, como já mostramos, criou-se o precedente de que emendas a PECs devem ser apreciadas pelo próprio plenário.

Nenhum comentário:

Postar um comentário