quinta-feira, 21 de abril de 2016

O BRASIL EXPOSTO AO RIDÍCULO - RAFAEL BRASIL


Como dizia o finado Paulo Francis, a ONU é uma grande repartição pública global sustentada pelos contribuintes norte-americanos. E geralmente o que se diz por lá não vale um derréis de mel coado. Em poucas palavras repercussão zero. Sobretudo quando por lá falam dirigentes políticos de países irrelevantes, dado sua pouca expressão econômica, política e estratégica.
Um discurso na ONU só é relevante para fazer propaganda nos próprios países em que os dirigentes políticos querem se fazer aparecer. Por essas e outras dá-se uma relevância a estas aparições que elas realmente não tem. 
Paulo Francis também ridicularizava com a breguice e ignorância dos nossos presidentes, sobretudo Sarney, que se vestia e agia com a maior cafonice, típica do provincianismo tupiniquim. Ele chamava Maílson da Nóbrega ministro da economia no desgoverno Sarney de "cabeça de mamão, ou melancia", e coisas do gênero.
Pois eis que a ainda presidente, agora vai ser devidamente notada por toda a mídia mundial. Imaginem um chefe de estado , seja norte- americano, francês, inglês e tutti quanti chegar à tribuna para esculhambar com as instituições dos países que representam.
O parlamento, a polícia e a suprema corte. Só faltou levar um dito representante dos eufemisticamente chamados "movimentos sociais" para incitar a invasão de terras, em suma a guerra civil. Ridículo. 
Por isso suma estadia na ONU vai render muitos artigos e aparições na mídia. Mais uma péssima imagem para este país já visto com muita desconfiança pelos agentes políticos e econômicos.
Já bastou termos os dois piores presidente da história do país. Um semi analfabeto e catapultado pela intelectualidade esquerdista e a mídia idem. E sua cria, que nem dava para ser secretária de Angelim, com todo o respeito daquela cidadezinha simpática do nosso agreste. 
É isso aí. Enquanto isso o país afunda no mar dar incertezas políticas e econômicas. Uma lástima. Quem duvida? Só os eternos idiotas da objetividade como diria o saudoso Nélson Rodrigues. 

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