segunda-feira, 31 de agosto de 2015

HUMOR - ALPINO

Alpino - Lula Inflado

A colisão frontal entre os dois vídeos demoliu a aula magna de vigarice recitada pelo doutor honoris causa em cinismo Com Blog do Augusto Nunes - Veja

A colisão frontal entre os dois vídeos demoliu a aula magna de vigarice recitada pelo doutor honoris causa em cinismo

Com Blog do Augusto Nunes - Veja
No vídeo que mostra um trecho da entrevista à rádio Itatiaia, Lula ensina que a oposição tem que ter paciência, conformar-se com o resultado da eleição de outubro passado, aguardar a próxima sem pensar em golpes e ajudar o governo a governar. É muita mentira para menos de 1 minuto. Em apenas 55 segundos, o doutor honoris causa em cinismo ministrou uma aula magna de vigarice.
Ele jura que, depois das disputas que perdeu em 1989, 1994 e 1998, foi para casa calado e calado ficou nos quatro anos seguintes. Haja canalhice. O candidato perpétuo nem esperou que a apuração terminasse para deixar claro que não conseguia ouvir a voz das urnas. Lula jamais engoliu a vitória de Fernando Collor, muito menos os nocautes que FHC lhe impôs já no primeiro turno.
Ninguém exigiu o impeachment de Collor com tanta ferocidade quanto o chefão do PT. Ninguém foi mais hostilizado que Fernando Henrique Cardoso pela selvagem oposição petista. Em 1995, ainda apostando no fracasso do Plano Real, Lula continuava atribuindo o fiasco que protagonizara meses antes a um “estelionato eleitoral”. Três meses depois de derrotado pela segunda vez consecutiva ─ e por uma diferença de 14 milhões de votos ─, entusiasmou-se com a palavra de ordem lançada por Tarso Genro: “Fora FHC”.
“Fora FHC”, continuava balindo no segundo semestre de 1999 o rebanho conduzido pelo sinuelo ensandecido pela compulsão de trocar a presidência de honra do PT pela Presidência da República. Em 26 de agosto, um dia depois de uma manifestação de rua em Brasília, Lula achou que a miragem estava ao alcance da mão. A queda do inimigo era questão de tempo, informava o sorriso de quem já dormia com o peito enfeitado pela faixa presidencial cerzida por Marisa Letícia.
A ofensiva boçal fora intensificada na véspera pelos dois principais oradores da chamada Marcha dos 100 Mil. “Eu sou solidário com tudo o que se fizer contra esse governo”, informou Leonel Brizola. “Por conseguinte, eu sou solidário com a instalação de um processo de responsabilidade. Mas eu quero dizer a vocês todos que eu considero que o que é necessário, que o Brasil reclama e precisa, reclama e necessita é a renúncia deste homem que está aí”.
O desfile de afrontas foi encerrado pelo farsante que agora acusa de “golpista” quem prega a renúncia de Dilma. “Eu tô gratificado porque nós conseguimo dizê ao Fernando Henrique Cardoso e à sua corja que nunca mais… que nunca mais eles ousem duvidar da capacidade de organização da sociedade civil brasileira”, gabou-se o campeão de bravata & bazófia . Horas mais tarde, numa entrevista coletiva, reiterou a opção preferencial pela estratégia do quanto pior, melhor.
“Vamos fazer um ato por mês nas capitais e uma greve geral contra a política econômica e as privatizações”, prometeu. Um repórter perguntou-lhe se concordava com a bandeira desfraldada por Brizola. “Renúncia é um gesto de grandeza, e Fernando Henrique Cardoso não tem essa grandeza. Ele é orgulhoso, prepotente e não quer enxergar o que está acontecendo”.
Fazendo de conta que conversava olho no olho com a sigla que sempre o assombrou, concluiu o numerito cafajeste: “Se a porca entortar o rabo aqui, você corre para Paris. Mas nós não temos para onde correr”. Hoje lhe sobra dinheiro para correr em direção ao melhor hotel de qualquer capital europeia. Como o filho, é um multimilionário. Há pelo menos cinco anos não lhe têm faltado jatinhos, anfitriões generosos ou patrocinadores perdulários.
O problema é que o Brasil mudou. A lei começou a valer para todos. Os truques de mágico de picadeiro não funcionam mais. Tudo somado, Lula não pode correr para lugar algum antes de livrar-se de uma indesejada escala em Curitiba. É tudo de graça, mas ninguém quer ser hóspede da Operação Lava Jato

Ecos da roubalheira comandada pela dupla medonha Lula-Dilma! Até a prefeita piriguete é notícia lá fora - DIOGO MAINARDI E MÁRIO SABINO


O Antagonista
A imprensa internacional não se interessa apenas por grandes casos de corrupção no Brasil. A prefeita piriguete Lidiane Rocha, que roubava dinheiro da merenda para aplicar em botox, jóias e roupas caras, é pauta da CNN, BBC, The Telegraph, The Independent, entre outros.
Moro disse hoje que "perdemos a dignidade". É pior: viramos motivo de chacota planetária.
Bonitinha, mas ordinária. Lidiane é "a cara" da corrupção brasileira lá fora

TSE vai continuar julgamento de ação contra campanha de Dilma Agência Brasil




O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou nesta segunda-feira (31) que vai dar continuidade à apuração e julgamento de processo contra a campanha da presidente Dilma Rousseff, mesmo após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter se manifestado pelo arquivamento de parte da ação que contesta contratação de uma gráfica. O tribunal não tem prazo para concluir o julgamento.
Janot argumentou que as contas de campanha de Dilma foram aprovadas pelos ministros do TSE, com ressalva, em dezembro passado e o prazo para recursos terminou.  O procurador disse ainda que não há indícios de irregularidade na contratação da gráfica VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda pela campanha de Dilma. A manifestação de Janot foi em resposta a um pedido do vice-presidente do TSE, Gilmar Mendes, relator da prestação de contas da campanha eleitoral, para investigação da gráfica.
No despacho, datado de 13 de agosto, Janot disse que "outro fundamento para o arquivamento ora promovido: a  inconveniência de serem, Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral, protagonista – exagerados – do espetáculo da democracia, para os quais a Constituição trouxe, como atores principais, os candidatos e os eleitores".
Segundo o texto, os fatos apontados pelo vice-presidente do TSE não apresentam "consistência suficiente para autorizar, com justa causa, a adoção das sempre gravosas providências investigativas criminais".
Assessores do ministro Gilmar Mendes informaram que foram reunidos documentos e informações noticiadas pela imprensa para pedir a investigação.
O processo teve início após denúncia apresentada pela Coligação Muda Brasil, do então candidato Aécio Neves (PSDB). Na denúncia, a coligação questiona várias pontos da campanha de Dilma, entre eles o pagamento de R$ 16 milhões à gráfica citada para impressão de material de campanha. Segundo a ação, a gráfica não funciona no endereço informado e não teria estrutura para concluir o serviço. A coligação também questiona o motivo de todo o material, que seria distribuído em várias cidades do país,ter sido entregue em um único endereço de Porto Alegre.
O TSE informou que, além do Ministério Público, foram encaminhados pedidos de apuração a outros órgãos, como a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf), para se manifestarem e investigarem a origem da empresa.

Oposição

Partidos de oposição na Câmara criticaram a decisão de Janot. Em nota, divulgada neste domingo (30), os líderes Rubens Bueno (PPS), Carlos Sampaio (PSDB), Arthur Maia (SD) e Mendonça Filho (DEM) destacaram que o despacho do procurador-geral "causou estranheza" às legendas.
"No processo eleitoral, eleitores, partidos, Justiça Eleitoral e Procuradoria têm papéis distintos e complementares e é fundamental que todos cumpram o que lhes cabe, com equilíbrio e isenção", afirmaram.
Os deputados destacaram que maioria dos ministros do TSE votou a favor do prosseguimento da ação "para investigar as graves denúncias de ilícitos, alguns deles apontados não pelas oposições, mas por colaboradores no bojo da Operação Lava Jato, que vem tendo como justo 'protagonista' exatamente o Ministério Público Federal, o que justificaria ainda mais o avanço das investigações".

GILMAR MENDES CHAMA JANOT DE ADVOGADO PETISTA - RAFAEL BRASIL


O ministro do STF Gilmar mendes chamou, mesmo indiretamente, o procurador geral da república de advogado do PT. Ao engavetar uma investigação recomendada pelo TSE , sobre uma gráfica fantasma de São Paulo,  através da qual fluíram propinas do petroduto, ou seja com fortes indícios de lavagem de dinheiro. Janot tentou passar um pito no TSE. Recebeu o troco e a acusação de que faz o jogo de Dilma e dos petistas. Coisa que até as pedras sabem, pois este sujeito fez acordos com Dilma e com Renan Calheiros, para ser reconduzido ao cargo.
Mas, do jeito que as coisas andam, não tem jeito. A economia tende a piorar juntamente com o humor dos brasileiros. Prometeram o paraíso, e estamos no purgatório, e a um passo do inferno. Enquanto as instituições se deterioram partimos para o buraco. Claro, o Brasil não acaba, mas teremos mais duas décadas perdidas. E este pessoal do governo se apegando aos cargos, ou do que resta do poder, amedrontados pela lava jato. 
Como todos são vagabundos, jamais terão oportunidades de enriquecer roubando o erário impunemente. O povo está vigilante, e o boneco "Pixuleco" está visitando as capitais e se popularizando.
Os petistas estão irritados, logo eles, tão bem comportados quando na oposição. 
Outro dia vi Lula num vídeo circulando na internet aconselhando às oposições terem calma. Logo ele, que na oposição mais parecia um cão raivoso. Mas isso mostra a falta de caráter do chefe da desordem nacional. Ele mente descaradamente. Com a cara mais lisa, de quem sempre desprezou o povo e os mais pobres os quais sempre dizia defender.  Como bem o disse Chico de Oliveira, um esquerdista histórico, Lula não tem caráter. Ele e quem segue esta verdadeira organização criminosa com um malfadado projeto de poder.

REUNIÃO DE PAUTA - DIOGO MAINARDI E MÁRIO SABINO - JANOT, NÃO SÓ JANOT


Gilmar Mendes responde a Janot: “Ele não deveria se comportar como um dos advogados do PT; o partido já os tem” - POR REINALDO AZEVEDO


O ministro e professor Gilmar Mendes: repudiando a aula de mau direito dada por Rodrigo Janot
O ministro e professor Gilmar Mendes: repudiando a aula de mau direito dada por Rodrigo Janot, procurador geral da República
O ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e membro do Supremo Tribunal Federal (STF), não deixou a arrogância grosseira, ou a grosseria arrogante, de Rodrigo Janot, procurador-geral da República, passar em branco e respondeu com todas as letras em entrevista a este blog, neste domingo: “Janot não deveria se comportar como um dos advogados do PT; afinal, o partido já contratou profissionais competentes para fazer a sua defesa”.
Nas moscas! Para quem não acompanhou, explico.
A empresa VTPB, que se diz especializada na área gráfica, recebeu R$ 26,8 milhões do PT a título de serviços prestados durante o processo eleitoral — desse total, R$ 23 milhões foram pagos pela campanha de Dilma Rousseff. Muito bem! Mendes, relator da prestação de contas do PT, dadas as informações que estão vindo à luz em razão da Operação Lava-Jato e de apurações da imprensa, encaminhou à Procuradoria-Geral da República e à Polícia Federal um pedido de investigação da empresa.
E ele explica os motivos: “Ora, sabemos agora tratar-se de uma empresa que recebe esse enorme volume de dinheiro, embora não tenha um único funcionário contratado, não disponha de parque gráfico e não tenha nem mesmo, num dia de visita fortuita, uma sede aberta para chamar de sua. Convenham: é, no mínimo, estranho”.
Pois é… Em seu parecer, que recomenda o arquivamento da investigação, Janot alega que já se extinguiu o prazo para se apurar crime eleitoral e ainda se atreve a dar uma lição de moral no ministro. Escreveu:
“Não interessa à sociedade que as controvérsias sobre a eleição se perpetuem: os eleitos devem poder usufruir das prerrogativas de seus cargos e do ônus que lhes sobrevêm, os derrotados devem conhecer sua situação e se preparar para o próximo pleito.  A questão de fundo é que a pacificação social e estabilização das relações jurídicas é um das funções mais importantes de todo o Poder Judiciário, assumindo contornos de maior expressão na Justiça Eleitoral, que lida ‘com a escolha de representantes para mandatos temporários’”.
Gilmar responde: “Repudio esse entendimento, obviamente absurdo. Ainda que não se pudesse mais apurar crime eleitoral, há a possibilidade de que outros tenham sido cometidos. É preciso investigar se uma gráfica, nessas condições, não está praticando, por exemplo, crime previdenciário ou de lavagem de dinheiro. Isso tudo é da alçada do procurador-geral.” E a suspeita surge do nada? Não! O delator Ricardo Pessoa afirmou em seu depoimento que a tal VTPB recebeu dinheiro sujo do petrolão.
De fato, estabelece o Parágrafo 10 do Artigo 14 da Constituição o que segue:
“§ 10 – O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude”.
Muito bem. Gilmar foi relator das contas de Dilma no TSE. Basta consultor o seu voto para constatar que ele recomendou a aprovação das ditas-cujas, deixando claro, no entanto, que eventuais irregularidades poderiam e deveriam, sim, ser apuradas. Por isso mesmo, ele não fechou o procedimento. De resto, o próprio tribunal, por maioria, já determinou que se investiguem os indícios de irregularidade na campanha.
Mendes afirma a este blog: “A Justiça Eleitoral não pode servir de lavanderia de dinheiro sujo. Se aquela aulinha que o procurador-geral tentou dar à Justiça Eleitoral estivesse certa, deixar-se-ia de investigar até um homicídio ocorrido no âmbito de uma campanha eleitoral. Aliás, parte considerável da investigação da Lava-Jato, então, estaria fora da lei. Quando mandei apurar o caso dessa gráfica, não pensava exclusivamente no eventual crime eleitoral, mas principalmente nos outros, os conexos. O Parágrafo 10 do Artigo 14 da Constituição não embasa a recusa do procurador-geral.”
Já enfrentei alguns ataques na área de comentários do blog em razão de críticas que fiz a Janot quando as julguei procedentes. E, meus caros, quando avalio ser pertinente, critico também o papa. À moda Padre Vieira, de vez em quando, sobre até para o Altíssimo. E, por óbvio, sendo assim, é claro que também posso ser criticado. O problema é que alguns bobos se deixam levar pela subimprensa a soldo, que tem compromisso com uma agenda, não com os fatos. Aos poucos, como vemos, ela vai se desmoralizando. Nessa questão, como em qualquer outra, basta perguntar: “Quem está financiando?” Obtida a resposta, o resto é fácil. Já tem farsante com um pé na cadeia. Desde o começo da Operação Lava-Jato, pergunto onde estão os representantes do Poder Executivo, não é mesmo?
Mas voltemos a Mendes. Diz o ministro sobre Janot: “Se ele quer opinar contra a investigação, que o faça, mas, então, que aponte as razões. Se ele não viu sinal de irregularidade na tal gráfica, que diga isso. Mas não lhe cabe dizer quais são os limites da Justiça Eleitoral. Ele precisa tomar cuidado para não criar a Hermenêutica Dilma, de sorte que se tem uma linha interpretativa destinada à proteção da presidente. A Justiça Eleitoral sabe muito bem qual é o seu papel e está atuando dentro dos mais estritos limites legais. Se há indícios de outros crimes, conexos ao eleitoral, cabe à Procuradoria-Geral da República atuar”.
Pressão antiga
Não custa lembrar. No fim do ano passado, Eugênio Aragão, procurador-geral eleitoral e aliado de Janot, entrou com um pedido para que Mendes deixasse de ser o relator das contas da campanha de Dilma. O PT fez a mesma coisa. Aragão é um homem muito próximo do partido e frequentava a lista dos preferidos de Dilma para o Supremo.
A reação de Mendes é dura, sim, mas à altura da provocação gratuita de Janot.
Texto publicado originalmente à 0h31
Por Reinaldo Azevedo

Esquerdistas não querem apenas o monopólio do crime: também exigem o da caricatura, do maldizer e da ironia - REINALDO AZEVEDO


A hipocrisia dos petistas e de seus colunistas amestrados é mesmo asquerosa. É irritante vê-los todos ofendidos por causa do Pixuleko, o boneco inflável em que Lula aparece vestido de presidiário. Parece que se está chutando a santa, numa atitude iconoclasta em sentido religioso mesmo. Não! A única iconoclastia foi cometida por quem meteu a faca no… ícone! Qual é a dos petistas?
Vejam esta foto de Juca Varella (FolhaPress)
Boneco FHC
Quem é esse? É uma tentativa de representar Fernando Henrique Cardozo em 1998. Quem patrocinou o protesto? O PT e a CUT. O que eles pediam? “Fora FHC”! Alguma suspeita ou acusação de que o presidente, então, tivesse cometido crime de responsabilidade? Nem a mais remota. FHC não tinha nem um mês à frente do novo mandato, e Tarso Genro, à época um figurão do PT, defendeu em artigo na Folha o seu afastamento.
Ninguém foi lá bater nos petistas. Ninguém os chamou de golpistas. Ninguém tentou confronto de rua. Consta, informa Folha, que os companheiros disseram ter gastado R$ 32 mil para fazer aquele troço em 1998. Eu, hein!? Já era um caso, acho, de superfaturamento até entre a companheirada. Não vale! FHC foi malhado depois.
Vejam esta outra imagem, de Joel Silva, da Folhapress.
Boneco Alckmin
Trata-se de um protesto de policiais civis, em 2013, que contou com o apoio do PT, por elevação de salários. Na foto abaixo, de novo, o governador é alvo, aí por causa da crise hídrica. Notem quem assina a faixa: MTST, um dos muitos esbirros do petismo. E isso tudo sempre foi chamado por aquilo que é: liberdade de expressão.
Alckmin boneco crise hídrica
Outra foto.
boneco Lula traidor
Em 2005, PSOL, PSTU, PCB, PDT e até o Prona organizaram um protesto em Brasília. Vejam ali o Lula caracterizado como traidor e associado a Collor.
Ora, quando grupos que pedem o impeachment de Dilma resolvem fazer um boneco de Lula caracterizado como presidiário, aí os petistas se comportam como santinhas no lupanar? Tiram ares de ofendidos?
Então só as esquerdas têm licença para fazer graça, caricatura e ironia? Então só elas têm o privilégio de criar pechas, de maldizer, de escarnecer? Então a linguagem do protesto é domínio exclusivo de “companheiros” e “camaradas”?
Uma ova! As esquerdas perderam as ruas, e se revelou a sua condição essencial, que é o divórcio do povo. Desde quando esses caras representam a maioria? Enquanto foi possível dar um truque nos brasileiros, escondendo os pés de barro de uma economia condenada a ruir, viveu-se a ilusão de que as esquerdas haviam aprendido alguma coisa.
Mas elas não aprenderam nada. Muito menos a ser tolerantes com a divergência. Continuam querendo bater, espancar, esfolar e, se possível, como fizeram no passado e fazem ainda hoje no comando ditaduras e protoditaduras, matar.
Mas não farão por aqui! Perderam e vão ter de se conformar.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 30 de agosto de 2015

DIREITA VOLVER - Rafael Brasil




O Brasil precisa urgentemente se endireitar. Literalmente. Dar uma guinada à direita. E é preciso ter orgulho de ser direitista. A demonização da direita tem pelo menos quatro décadas de trabalho intenso pelos mais diversos agentes políticos e ideológicos esquerdistas, sobretudo nas instituições educacionais do estado. Alguns transformados em meros agentes ideológicos esquerdistas.
A direita a que me refiro é conservadora e liberal. Temos que conservar o que é bom, como no caso da família, e liberar o possível, o povo das garras do estado mastodôntico, prisioneiro do terrível estamento burocrático. Em poucas palavras, menos estado e mais cidadão. Menos burocracia e mais incentivo ao trabalho e ao empreendedorismo. Mais abertura econômica, e agressividade no encaminhamento de acordos internacionais com países que realmente contam, liderados pelos Estados Unidos e a aliança ocidental. E lutar pela real abertura de mercados nas américas.
Muitos dizem que o Brasil sempre foi governado no século XX pela direita. Decerto, mas sempre esteve longe de ser uma direita liberal  sobretudo nos aspectos econômicos. Desde o getulismo que temos uma crescente preponderância do estado sobre a sociedade. Nossa direita sempre foi  pelo menos no século XX, de cunho nacionalista. A centralização varguista foi confrontada , mesmo que de forma meio caótica, com a revolta paulista de 1932, esmagada pelo exército, que  era quem de fato dava às cartas na política brasileira desde o golpe republicano. 
Na monarquia, os civis controlavam o exército. Depois da Guerra do Paraguai, o exército ganhou musculatura, com uma influência decisiva do positivismo republicano. Só que nosso republicanismo sempre foi autoritário. E o exército adotaria o positivismo até a ditadura militar, nos tenebrosos tempos da guerra fria.
Os militares que deram o golpe de 64 eram essencialmente positivistas. Castelo Branco, o mais cerebral, deu um sopro de liberalismo econômico, e dizem inúmeros analistas, que queria entregar o poder aos civis. Veio Costa e Silva com os duros do regime, mais fortalecidos pela esquerda autoritária e terrorista. Depois o Ato Institucional número 5 deu um golpe duro nos democratas, endurecendo o regime. Médici colheria os frutos do boom da economia internacional, investindo massivamente na infraestrutura, fazendo o país crescer até a taxas de 11% ao ano. Era os tempos do chamado eufemisticamente pelos militares “milagre econômico”.
Com Geisel, foi reforçado o nacionalismo econômico, com uma verdadeira ampliação das empresas estatais. Nem Brizola faria tanto. A respeito o tal modelo dilmista guarda certas características dos tempos de Geisel. Ampla ampliação da participação do estado na economia, e favorecimento de determinados grupos econômicos privados pelo estado. A crise do petróleo de 1973 acabou a farra desenvolvimentista. Em poucas palavras, cadê o liberalismo?
Só Fernando Henrique, um esquerdista moderado deu uma pequena abertura na economia, com algumas poucas privatizações e acenos para uma reforma do estado. Com a estabilização da moeda com medidas consideradas conservadoras, o Brasil se mexeu. Lula no primeiro mandato, ainda manteria os chamados fundamentos macroeconômicos, mas com a popularidade, pensou que sabia das coisas. Com Dilma a esquerda assumiu a economia de vez. Tai o resultado.
Da crise deve sair novas lideranças no campo da direita liberal. Porém é preciso tempo, pois o aparelhamento do estado pelas esquerdas é antigo. Remonta os tempos do regime militar o aparelhamento não só do estado, mas da imprensa e dos meios de comunicação. Ademais, em muitos momentos a ditadura não foi tão dura assim.
 Tive alguns parentes comunistas que trabalharam alegremente em empresas estatais nos tempos dos milicos. Nenhum foi incomodado, pois os nacionalismos convergiam, pelo menos em alguns aspectos econômicos. A direita positivista e nacionalista e a esquerda, nacionalista porque auto intitulada de anti-imperialista, no caso contra os Estados Unidos, claro, além de outras baboseiras.
O renascimento desta nova direita revela um Brasil menos dependente do estado. Mais indivíduo menos estado. Que o estado seja amplamente reformado e controlado pela sociedade. Temos que estimular esta virada que significaria a verdadeira revolução para o povo brasileiro. Que ainda crê que o estado tudo pode e deve resolver. E que toda a juventude sonha em ser barnabé. Uma lástima!

Todos contra Janot DIOGO - MAINARDI E MÁRIO SABINO



Rodrigo Janot arquivou o caso da gráfica fantasma, mas o assunto está longe de ser encerrado. Agora à tarde, os líderes da oposição na Câmara divulgaram uma nota com duras críticas à postura de Janot, que "parece querer dar lições ao TSE e às oposições".
No texto, os deputados Rubens Bueno (PPS), Carlos Sampaio (PSDB), Arthur Maia (SD) e Mendonça Filho (DEM) afirmam que a "pacificação social", aludida pelo procurador, "só virá quando não pairarem dúvidas sobre os métodos utilizados" por Dilma para vencer a eleição.
"O voto, como disse corretamente o ministro Joao Otávio de Noronha, do TSE, garante a presunção da legitimidade, que só será confirmada quando da decisão final da Justiça Eleitoral", diz a nota.
Eis a íntegra:
“Causou grande estranheza nas Oposições os termos da decisão assinada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinando o arquivamento do pedido de investigação referente às contas da campanha da presidente da República, Dilma Rousseff. Não obstante os fortes indícios de irregularidades apontados, o despacho do procurador parece querer dar lições ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e às Oposições.
No processo eleitoral, eleitores, partidos, Justiça Eleitoral e Procuradoria têm papéis distintos e complementares e é fundamental que todos cumpram o que lhes cabe, com equilíbrio e isenção. 'Inconveniente' seria se não o fizessem.
Acreditamos, da mesma forma, que a 'pacificação social', aludida pelo procurador, só virá quando não pairarem dúvidas sobre os métodos utilizados pelos candidatos para vencer eleições, sobretudo quando um dos concorrentes, no caso a presidente Dilma, ter anunciado, um ano antes do início do processo eleitoral, que eles poderiam 'fazer o diabo quando é hora de eleição'.
O voto, como disse corretamente o ministro João Otávio de Noronha, do TSE, garante a presunção da legitimidade, que só será confirmada quando da decisão final da Justiça Eleitoral. O TSE já formou maioria para investigar as graves denúncias de ilícitos, alguns deles apontados não pelas Oposições, mas por colaboradores no bojo da Operação Lava Jato, que vem tendo como justo 'protagonista' exatamente o Ministério Público Federal, o que justificaria ainda mais o avanço das investigações.
Continuaremos aguardando e confiando na imparcialidade da Procuradoria-Geral da República para que ela continue cumprindo, como vem fazendo, o papel de guardiã dos interesses da sociedade"


Diário Filosófico de Olavo: "Façam a intervenção vocês mesmos!" - OLAVO DE CARVALHO



Assumo publicamente a responsabilidade de instigar a derrubada do governo por uma rebelião popular. Incruenta, mas rebelião. Presidente, vice, ministros, deputados e senadores cúmplices – todos para a LATA DO LIXO JÁ.

Exigir que as massas peçam explicitamente uma intervenção militar, para só então realizá-la, é um fenomenal cu-doce fardado como nunca se viu. Em 1964 NINGUÉM saiu às ruas pedindo intervenção militar. O povo pediu a queda de Jango, e as Forças Armadas ouviram. E notem que o descalabro janguista não só foi incomparavelmente menor que o dos comunopetistas, mas também durou APENAS DOIS ANOS, em comparação com os DOZE da dupla Lula-Dilma. Uma intervenção saneadora das Forças Armadas seria aplaudida por todo o povo. O que ninguém quer é uma DITADURA MILITAR. Ora, se os militares exigem que o povo implore a sua volta, é porque não concebem a hipótese de uma intervenção rápida e temporária, mas querem O PODER TOTAL OU NADA. Fora disso, não há explicação possível para a exigência absurda da convocação ostensiva, exceto a hipótese – na qual prefiro nem pensar – de que essa exigência seja apenas um pretexto para não fazer coisa nenhuma.
*
Todo governo deve sua legitimidade ao CONSENTIMENTO DO POVO. No nosso país, esse consentimento JÁ FOI NEGADO DA MANEIRA MAIS CLARA E OSTENSIVA. O Brasil não tem governo nenhum. Tem uma quadrilha de usurpadores e sanguessugas que não querem largar o osso. É preciso tirá-los dos seus postos usando a pura FORÇA MUSCULAR. Não é preciso armas nem tiros. Só braços em número suficiente. As Forças Armadas que então decidam se vão ficar ao lado do povo ou atirar nele para proteger os ladrões.
*
Depois destas duas notícias, tolerar o PT e seus amiguinhos no poder por mais um minuto que seja se torna cumplicidade com os maiores crimes já praticados contra o nosso país. Basta! Fora! Todos para a lata de lixo. Na lei ou na marra.
*
Não peçam mais intervenção militar. "Façam a intervenção vocês mesmos". As Forças Armadas que decidam de que lado estão.
*
Assumo publicamente a responsabilidade de instigar a derrubada do governo por uma rebelião popular. Incruenta, mas rebelião. Presidente, vice, ministros, deputados e senadores cúmplices – todos para a LATA DO LIXO JÁ.
*
Que a próxima “Marcha para Brasília” não seja para “reivindicar” nada, mas para ARRANCAR DOS SEUS CARGOS OS FILHOS DA PUTA E OS OMISSOS E COLOCÁ-LOS NA LATA DE LIXO.
TOLERÂNCIA ZERO. LATA DE LIXO JÁ.
*
Homens arrogantes nos despertam instintos homicidas. Mulheres arrogantes, instintos suicidas.
*
Quando algum justiceiro universal comunopetista-emessetista, discursando em favor das “áreas indígenas”, lhe disser que os índios eram os “legítimos proprietários” da terra brasileira, depois “usurpada” pelos portugueses, informe ao desgraçado que, na época dos descobrimentos, havia aproximadamente 5 milhões de índios numa área territorial de 8.515.767,049 quilômetros quadrados, portanto 1.703 quilômetros quadrados para cada um. O equivalente a uma área inteira da cidade de São Paulo para cada índio. Os portugueses na Europa eram 10 milhões, acotovelando-se em 92 090 quilômetros quadrados, isto é, 0,009 quilômetro quadrado para cada um. Tomar as terras “dos índios” era uma questão elementar de REFORMA AGRÁRIA: dividir entre os trabalhadores os maiores latifúndios improdutivos do planeta.
*
ESTOU CANSADO DE VER MILICOS BATENDO NO PEITO EM VEZ DE BATER NOS INIMIGOS DO PAÍS.
*
Se as Forças Armadas não intervierem, entrarão para a História como traidoras do povo. Se intervierem, entrarão como benfeitoras preguiçosas e tardias.
*
Um oficial de alta patente, desiludido com as Forças Armadas já nos anos 90 do século passado, dizia algo que na época me soou ofensivo, mas agora começa a me parecer razoável:
– Não espere nada dessa gente. Milico é tudo funcionário público. Só pensa em aposentadoria.
*
Se os militares decidirem agir no 7 de setembro, estarei solidário com eles, mas triste de ver que esperaram a desgraça anunciada consumar-se para só então agir. Em 2012, após uma espera de DUAS DÉCADAS, escrevi:

“O Livro dos Seis Estratagemas chineses ensina: 'Todo fenômeno é no começo um germe, depois termina por se tornar uma realidade que todo mundo pode constatar. O sábio pensa no longo prazo. Eis por que ele presta muita atenção aos germes. A maioria dos homens tem a visão curta. Espera que o problema se torne evidente, para só então atacá-lo.”

A conta dos empréstimos do BNDES para o Porto de Mariel não fecha - VEJA.COM


Levantamento de VEJA revela que o volume de bens e serviços exportados para Cuba não condizem com os valores destinados para a obra

Por: Leonardo Coutinho - Atualizado em 
Porto Mariel (Cuba)
Inaugurado em 2013, o Porto de Mariel, em Cuba, recebeu 682 milhões de dólares do BNDES. A obra é um dos segredos que serão desvendados pela CPI(Bloomberg/Getty Images)
Desde a inauguração, em janeiro de 2014, do Porto de Mariel, em Cuba, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) é questionado quanto aos critérios técnicos para o empréstimo de 682 milhões de dólares para a obra (cujo custo total foi de quase 1 bilhão de dólares), que ficou a cargo da empreiteira Odebrecht. A operação, feita com dinheiro dos contribuintes brasileiros, era vantajosa para o banco? Qual era o benefício econômico da obra para os interesses brasileiros? Por que o governo classificou o conteúdo do contrato como "secreto", com validade até 2027? O BNDES e a Odebrecht sempre deram a mesma resposta: que 100% do dinheiro investido não saiu do Brasil, ficando aqui na forma de pagamento de salários, de custos de engenharia e administração e de exportação de bens (cimento, aço, máquinas, carros, etc) destinados à construção. Na semana passada, Luciano Coutinho, do BNDES, repetiu a explicação em depoimento que marcou o início dos trabalhos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), instalada na primeira semana de agosto no Congresso para investigar possíveis irregularidades na atuação do banco.
Falando não apenas de Mariel, Coutinho voltou a garantir que as operações de incentivo a obras no exterior são rentáveis e que os 12 bilhões de dólares concedidos em empréstimos foram integralmente destinados à compra de bens e à contratação de serviços no Brasil. Esta, aliás, é a regra para que o dinheiro seja concedido. Mas, como as obras são realizadas no exterior e não estão sujeitas ao escrutínio do Tribunal de Contas da União, a forma como esse dinheiro é gasto é uma caixa-preta que as empreiteiras e o próprio BNDES se recusam abrir.
Um levantamento realizado por VEJA, a partir da análise da balança comercial Brasil-Cuba, revela o abismo entre as explicações do presidente do BNDES e os números oficiais disponíveis. O total da exportação de produtos brasileiros que podem ser associados à construção civil (incluindo máquinas, caminhões, tratores e peças de reposição) para Cuba, entre 2010 e 2013, corresponde a apenas 22% do valor do empréstimo para construção do porto neste mesmo período. Trata-se de uma estimativa otimista, pois é possível que parte desses produtos exportados tenham sido destinados a outros empreendimentos, sem qualquer relação com Mariel.
LEIA MAIS:
Além das exportações de produtos, mediu-se o valor da contratação dos serviços sobre o total da obra. Para isso, baseou-se na referência utilizada pelo TCU para os empreendimentos no Brasil. Para calcular a relação dos custos dos serviços de engenharia e arquitetura, o tribunal se vale de uma pesquisa da Associação Brasileira de Consultores de Engenharia que montou uma tabela a partir das informações fornecidas por seus associados. Segundo a experiência auferida no Brasil, quanto maior o valor da obra, menor o impacto do preço dos projetos em seu custo final. Em uma obra como a de Mariel, esse percentual seria de cerca de 3,5% do valor do orçamento (ou seja, 3,5% sobre os quase 1 bilhão de reais do total da obra). E, ainda conforme estimativas do TCU, que considerou mais de 2 000 obras no Brasil para estabelecer um indicador, os custos indiretos de uma obra portuária são de 27,5%, em média (também sobre o valor total da obra). Este percentual inclui a administração da obra, despesas financeiras e o lucro da empreiteira.
Portanto, a soma da exportação de produtos para construção civil, além de carros e outros bens, dos serviços de engenharia e dos custos indiretos (incluindo a margem de lucro da empreiteira) mal chega 65% do valor do empréstimo concedido pelo BNDES. Onde foram aplicados os 35% restantes, que equivalem a 238,7 milhões de dólares?
Procurada por VEJA, a Odebrecht não informou como é composto o custo da obra. Limitou-se a enviar uma lista de fornecedores e afirmou ter gerado 130.000 postos de trabalho no Brasil. O BNDES sustentou que 100% dos recursos destinados às obras foram gastos na aquisição de produtos e serviços brasileiros. "Muita gente tem pensado que a CPI tem por objetivo destruir o BNDES. A nossa missão é justamente o contrário. Vamos revisar cada um desses contratos e caso existam problemas, ninguém será poupado", diz o deputado Marcos Rotta (PMDB-AM), que preside a CPI.
Na semana passada, a CPI definiu a estratégia de trabalho. Serão convidados a depor nas próximas sessões três ex-presidentes que comandaram a instituição desde 2003 - Carlos Lessa, Guido Mantega e Demian Fiocca. Requerimentos que previam a convocação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de seu filho Fábio Luis e de empresários como Eike Batista, Joesley Batista e Marcelo Odebrecht não serão votados até que a comissão consiga analisar um total de 270.000 contratos firmados pelo BNDES desde 2003. Para esse trabalho, os deputados pediram reforço. Farão parte da "força-tarefa" técnicos do Tribunal de Contas da União, do Coaf e da Polícia Federal.
A CPI do BNDES foi instalada no início de agosto para investigar os contratos firmados pelo banco nos últimos doze anos. Somente em projetos de infraestrutura em onze países, o BNDES destinou mais de 12 bilhões de dólares, no período. Angola, Venezuela e República Dominicana foram beneficiadas com cerca de 66% do total. Em junho, o banco publicou na internet informações sobre as taxas de juros e os prazos de pagamento de cada um dos 516 contratos firmados com onze países. A abertura parcial dos dados sequer resvalou no nível de transparência necessário para as operações.

JE Cardozo é vaiado na Paulista durante protestos contra a quadrilha comandada pela dupla Lula-Dilma


Mônica Bergamo - Folha de São Paulo


O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi cercado e xingado na avenida Paulista, na região central de São Paulo, na manhã deste domingo (30).

Ele fazia uma caminhada, hábito que mantém nos finais de semana. Cardozo estava com um amigo, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que estava com uma camisa vermelha e chegou a ser empurrado pelos manifestantes.

Os dois passaram perto do boneco inflável de Lula que está fazendo um "tour" pela cidade e é exibido na Paulista.

Cardozo, que estava sem seguranças, decidiu atravessar a rua para evitar a manifestação, Mas foi visto por um grupo de manifestantes que correram em direção a ele e passaram a protestar com gritos de "Fora, PT", "Fora, Dilma" e "Pega ladrão".

Alguns gritavam palavrões.

Ele então caminhou até a livraria Cultura, seu destino final. Lá, acabou conversando com outros manifestantes que acusavam o governo de ter fraudado as eleições e que criticavam a gestão da presidente Dilma Rousseff.
A segurança dele foi acionada.

Marcello Reis, do Revoltados Online, publicou em uma rede social um vídeo com Cardozo (veja abaixo).

O ministro debateu com algumas das pessoas presentes e acabou abraçado por alguns manifestantes.

Cardozo afirmou que as manifestações são positivas, embora ele discorde da pauta. "Democracia é divergência. Oque não pode é xingar, ofender pessoalmente, que foi o que alguns fizeram", disse.

Uma pessoa que estava na livraria saiu em defesa de Cardozo, mas cobrou o ministro. "Tem muita gente contra esse grupo [pró-impeachment], mas fica difícil defender um governo que corta direitos do povo", disse Gabriel, que se identificou como jornalista e não informou o sobrenome.

O ministro disse que "o governo está trabalhando para que não precise cortar direitos".

PIXULEKO

Os manifestantes estavam na Paulista para exibição do Pixuleko, boneco inflável do ex-presidente Lula vestido de presidiário, que reapareceu com esquema de segurança reforçado após ter sido atacado na sexta (28).

Cinco seguranças e um gradil foram contratados por cerca de R$ 2 mil e levados para isolar o boneco do público na avenida Paulista.

O Pixuleko foi inflado na altura da alameda Ministro Rocha de Azevedo, na frente do prédio onde funciona TCU (Tribunal de Contas da União) em São Paulo, para pressionar o tribunal a agilizar a análise de supostas irregularidades na conta do governo Dilma em 2014.

Líderes dos movimentos pró-impeachment também recolhiam assinaturas para um manifesto contra a corrupção.


Colaborou BRUNO FÁVERO