sábado, 19 de maio de 2012

PAULO FRANCIS



Ai que saudades de Paulo Francis. Nestes tempos medíocres, do esquerdismo cleptocrático Paulo Francis atiraria sua metralhadora giratória, não só contra o governo, mas também medíocre oposição. E o governo ainda reclama de uma coisa que praticamente não existe, justamente a oposição. O que petistas como o tal de Ruy Falcão - devia ser chamado de Ruy Galinha, com todo respeito aos galináceos - queriam mesmo seria a censura total. E Dilma presidente? Com àqueles vestidos horrorosos que ela usa, e pelo mais completo desconhecimento do mundo de uma figura como essa, atrasada política e ideologicamente. Mais perigosa do que Lula, pois acredita que pensa. Lula sabiamente deixava mais ou menos as coisas com os outros e saía andando pelo país politicando, faturando o pequeno boom econômico preparado por seu antecessor, Fernando Henrique. Passou os oito anos de governo tentando explicar à nação o contrário, ou seja, que recebeu um país quebrado e desestruturado. 
Foi lançado ultimamente um livro de crônicas "Diário da Côrte", que acompanhei todas as semanas na folha de são Paulo e aqui, no jornal do comércio. Depois o mesmo seria censurado pela imprensa local, quando da indicação de Gustavo Krause no ministério da fazenda, ele disse que nenhum nordestino tinha capacidade de assumir um cargo como esse. Logo depois se retrataria, depois da grita geral de intelectuais nordestinos, mas a censura foi mantida. Uma imbecilidade dos tribalistas de esquerda. Um conhecido meu do PT, hoje presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Túlio Velho  Barreto , nos tempos do mestrado da UFPe., ao ouvir falar que eu gostava muito dele, me disse, mais ou menos assim: "Rafael, não sabia que você gostava dele. Eu o odeio. Por falar nisso, vou queimar uns livros dele que tenho na prateleira lá de casa". Túlio ainda era comunista. Ainda é? Um leninista apaixonado e preparado. Mas achava que nossa dívida externa não deveria der paga, e o governo devia intervir nos bancos. Será que ainda hoje defenderia idéias como essas?
Paulo Francis foi comunista na juventude. Comunista da linha trotskista. Como jornalista conheceu muitos países, inclusive Moscou, capital da então União Soviética. Ao conhecer o meio oeste americano, mudou de opinião. Nunca viu tanta riqueza, comparada a pobreza dos países socialistas, e de países periféricos como o Brasil. Começou a descobrir que nosso problema, dentre muitos outros é a estatização da economia. É no estado que a cleptocracia nativa sempre mamou. Porém ele não tinha conhecido a corrupção de esquerda. Se estivesse vivo se esbaldaria, e mexia com muito cabra safado travestido de comunista ou socialista. Vou comprar um exemplar e dar a um amigo meu petista, pra ver se ele se salva dos larápios, pois ladrão ele não é. Ainda não.

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