quinta-feira, 29 de março de 2012

POLITICA DE GARANHUNS

Tanta confusão por nada. Parece que el governador vai mesmo de Antonio João Dourado. A clarque contra fica orfã, mas muitos que agora choram logo vão apoiá-lo. É a vida. Manda quem pode obedece quem tem juízo, essa é ,a lógica coronelesca. Pior é o PT, com sua retórica neo leninista e stalinista. Afinal os coronéis são autoritários, mas nunca pensaram em fazer o que os velhos intelectuais comunistas fizeram em matéria de genocídio , pelo menos no século XX.  Na verdade, todos fogem do PT, até pela simples questão de sobrevivência. Com um viés autoritário, o PT simplesmente não sabe conviver com contrários. Mesmo que as diferenças sejam apenas pontuais. Daí esta reaproximação de Eduardo com Jarbas. Saudavelmente, todos fogem da hegemonia petista. Estão absolutamente certos. E em Garanhuns, o governador quer ter alguém de sua confiança. E este alguém é Antônio João Dourado, que, dada a qualidade dos políticos da cidade deve mesmo ser o melhor. Claro, deve ter alguém como reserva na manga da camisa. Ademais, muitos não queriam para Pernambuco uma espécie de ACM? Aí está: Eduardo. Espero que ele dê chibatadas nessa gente que , pelo menos no íntimo, adora um autoritarismo. Bem, mas ele pode ser um déspota iluminado, como se acham os comunistas e muitos socialistas. Como sou liberal, não aceito déspota de nenhuma qualidade. Mas também não gosto de ladrão nem tampouco traidor. Neste sentido, a escolha do governador tem sua lógica. Para ele, tem tudo a ver. Muitos irão chorar. Inúmeros vão ranger os dentes, e simplesmente engolir. Que vão para o inferno.

sábado, 24 de março de 2012

BAIXARIAS

Depois de meterem o pau no cidadão  e no político joão Dourado, plantam notícias através de blogueiros do Recife para legitimar a escolha de alguns candidatos que seriam da preferência do governador, e de alguns grupos da cidade. "Ah, se é blogueiro do Recife é bom" raciocinam alguns idiotas da objetividade.  Quanto provincianismo. Pode até ser que o govrnador apóie algum dos candidatos apontados pelo blogueiro chamado Inaldo Sampaio. Não creio. O de Caetés, (ou do Recife?) seria a melhor receita para esculhambar de vez  a cidade. Será que em Garanhuns ele governaria do Recife, como em Caetés? E como o Dourado virou o diabo, agora todos são bonzinhos! Como é bela nossa vida politica!

O PODER DA NOVA CLASSE MÉDIA




A pequena abertura proporcionada ao capitalismo por Fernando Henrique, e mantida , mesmo tropegamente, pelos governos petistas, proporcionou uma gigante mobilidade social, com a emergência da chamada nova classe média. O bom da história é que, uma boa democracia é sustentada pelas classes médias, que tendem , com o aumento da educação e consequentemente da informação, se transformar em uma massa crítica, a favor do aperfeiçoamento constitucional, contrárias à corrupção da politica, hoje infelizmente quase generalizada. Só a introdução do capitalismo livre concorrencial, para seguir as palavras do pensador comunista italiano Antônio Gramsci, pode mudar mais facilmente nossa podre estrutura política. Por essas e outras, quem é corrupto nem quer saber de capitalismo, pois precisam, através do estado, 
manter suas clientelas, dentre outras coisas.

ESTADO PATRIMONIALISTA

O estado brasileiro , para manter as inúmeras clientelas, que vão desde a chamada burguesia nativa,  aos mais pobres da bolsa família, cobra uma alta taxa de impostos de todos, inibindo o crescimento econômico das empresas e uma significativa melhora nos níveis de qualificação do trabalho,que é baixo, dado sobretudo os baixos níveis de educação. É preciso urgentemente desburocratizar e democratizar o estado, reformando-o radicalmente. Fazer o dever de casa na educação, e abrir o país para  investimentos, sobretudo na área de infraestrutura, que é o maior entrave ao desenvolvimento das forças produtivas nos dias que correm. Atualmente só sobra um por cento para investimentos. Aliás, só para ficarmos neste exemplo, o rombo na previdência pública fica na ordem dos setenta bilhões. O que sobra para investir é quarenta.  Precisa dizer mais? O montante do dinheiro arrecadado vai para as chamadas despesas correntes, ou seja, para manter nossa gigante e enferrujada "máquina" pública. Não se diminui a burocraia, para dar emprego a milhões de inúteis burocratas, isto nos níveis federal, estadual e municipal, com suas mamatas mil. Vejam: Não estou falando dos barnabés, dos professores em sala de aula, de médicos e enfermeiros, só para ficarmos nestes exemplos, mas dos tubarões do serviço público, como parlamentares e juízes, e dos milhares de carfgos de confiança que infestam o serviço dito público, com os infindáveis vírus de corrupção. Aliás, é por essas e outras que o sonho de muitos jovens hoje é ser barnabé. De qualquer empreguinho no serviço público. O empreendedorismo é baixo porque, dentre outras coisas, para abrir uma pequena empresa no país , haja tempo e burocracia. E, paradoxalmente, para fechar também.

INFORMALIDADE

Muitos da nova classe média ascenderam através da informalidade, e até mesmo do contrabando, pois em inúmeros casos só sobrevive quem sonega. Daí as altas taxas de sonegação. Também, é na informalidade que se encontra, digamos nosso capitalsimo mais selvagem, pois se trabalha muito, sem os direitos nem a qualificação necessária, como nos empregos formais.

POLÍTICA

Estas novas classes médias, que subiram na vida com um enorme esforço tende e ter uma verdadeira ojeriza à corrupção, ainda mais generalizada, como estamos vendo atualmente. E esta nova classe média deve pressionar politicamente para que as coisas mudem. Se fosse Dilma, peitaria todos pelas reformas política e administrativa. Se conseguisse pelo menos parte das mudanças, já ficaria na história. Mas ela tem preconceito ideológico contra as privatizações e mudanças que as esquerdas sempre tacharam de "neo liberais". Uns "neo bobos", como diria Fernando Henrique. E não fazem, porque não sabem o que querem. Por isso, vão empurrando com a barriga, como estamos vendo até agora. A conta disso tudo virá para as próximas gerações. Quem viver verá.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Os 'bandidos de toga' - EDITORIAL O ESTADÃO

 

As investigações realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal no Tribunal de Justiça (TJ) do Tocantins, a que a reportagem do Estado teve acesso, constituem uma radiografia de tudo o que a Corregedoria Nacional de Justiça vem combatendo no Poder Judiciário - a começar pela corrupção e passando pela ineficiência e o corporativismo das corregedorias dos tribunais na fiscalização das denúncias de desvio de conduta de juízes, desembargadores e ministros.
Elaborado com base em quatro anos de investigação, o diagnóstico das graves irregularidades do Tribunal de Justiça do Tocantins mostra como 4 dos 12 desembargadores da Corte - com a cumplicidade de 3 serventuários judiciais, 2 procuradores e 7 advogados - montaram um esquema de venda de sentenças.
Eles negociavam favores a políticos do Tocantins. Cobravam propinas para liberar pagamento de precatórios. Confiscavam parte dos salários de assessores por eles indicados para cargos de confiança ou livre nomeação. Usavam recursos públicos para custear viagens de turismo ao exterior. E, decidindo em causa própria, ainda cobravam do Tesouro estadual vultosas indenizações em processos por danos morais.
Com 15 volumes, num total de 5 páginas e 47 apensos, a denúncia do Ministério Público Federal revela que o esquema, além de envolver a venda de acórdãos, chegou ao requinte de "terceirizar" a elaboração de votos de alguns desembargadores, deixando-os a cargo de advogados das partes que aceitavam pagar o "preço de tabela". Em alguns casos, os desembargadores envolvidos não se davam ao luxo nem mesmo de corrigir erros de digitação, pontuação e de gramática dos textos recebidos. E os vídeos e as interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal com a devida autorização judicial mostram como os integrantes do esquema se preparavam para as sessões plenárias do Tribunal, como discutiam a partilha das propinas e como transportavam e guardavam o dinheiro recebido.
Os preços negociados dependiam da importância e dos valores dos processos - num dos casos relacionados pela reportagem do Estado, por exemplo, foram cobrados R$ 100 mil de comissão pela venda de um acórdão. Desse total, 2 desembargadores ficaram com R$ 15 mil cada um e os R$ 70 mil restantes foram distribuídos a advogados e serventuários judiciais.
Fazia parte do esquema a presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins, desembargadora Willamara Leila de Almeida. As investigações dos policiais e procuradores federais mostram que ela costumava cobrar uma "taxa de manutenção" de quem ocupava cargos de confiança em seu gabinete e usava o dinheiro para viagens pessoais. Quem não tinha condições de fazer o pagamento à vista, no valor de R$ 300, em média, era obrigado a entregar cheques pré-datados. Amigos da desembargadora Willamara alegaram que o dinheiro não era usado para turismo, mas para propósitos filantrópicos - como aquisição de cestas básicas para pessoas carentes. Independentemente da destinação dos valores, o Ministério Público Federal condenou a origem do dinheiro e a forma de arrecadação.
"A desembargadora constrangeu os servidores para obter vantagens econômicas", dizem os procuradores federais. Em sua defesa, os demais acusados de integrar o esquema alegaram que foram coagidos nos interrogatórios e que as interceptações telefônicas não foram acompanhadas pela OAB, como manda a lei, mas não refutaram a maioria das acusações.
Os processos criminais contra os envolvidos, por formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência, peculato e concussão, já estão tramitando no Superior Tribunal de Justiça, do qual a corregedora nacional de Justiça faz parte. Quando afirmou que existem "bandidos de toga", no ano passado, defendendo o Conselho Nacional de Justiça contra a tentativa da Associação Brasileira de Magistrados de esvaziar o órgão, a ministra Eliana Calmon já fora informada da denúncia criminal do Ministério Público Federal e já havia lido as 5 mil páginas dos autos. Ela sabia exatamente do que estava falando.

domingo, 18 de março de 2012

FHC E EDUARDO CAMPOS

Mesmo na "reserva", vamos dizer assim, Fernando Henrique continua na ativa no que se refere às articulações políticas. Liberou Aécio Neves para se posicionar como a liderança do PSDB na oposição, e flerta com Eduardo Campos, governador de Pernambuco, que tenta ser protagonista da política nacional. Aliás, em outras palavras, ele deixou a entender que Eduardo Campos teria, digamos assim, mais vontade de poder do que Aécio, podendo mesmo, como alternativa ao lulo,petismo, ser o cabeça de chapa das oposições. Isto na perspectiva de Lula não entrar  no páreo, dada a amizade de Eduardo pelo mesmo, consubstancida pelos pesados investimentos no estado de Pernambuco efetuados pelo ex-presidente. Claro, tudo não passa de especulações. Eduardo está de ego amaciado, digamos assim. Fernando Henrique é bom nisso, com sua educação e maturidade política. O certo é que todos, ideologicamente, digamos assim, são, se não iguais, muito parecidos, com perspectivas social-democratas. Ou seja, capitalismo com preocupação social, leia-se, assistencialismo de estado. Porém o Brasil precisa mesmo é de um grande partido liberal e conservador. Ainda é preciso, desde anteontem, fazer uma séria reforma no estado, desonerando sobretudo quem produz e trabalha. Em outras palavras, desmontar o estado cartorial brasileiro, uma tarefa de gigantes, e verdadeiramente revolucionária. Afinal chega do mesmo. Ou desoneramos nosso capitalismo, ou vamos ficando para trás na produtividade, fruto de pesquisas com um sistema que permita e facilite a inovação em todos os sentidos. O debate político ficou meio chôcho, pois as forças políticas que disputam o poder são idênticas. Tem que aparecer alguém que proponha a privatização, inclusive de vacas sagradas como o Banco do Brasil e a Petrobás, e abra de uma vez a infrastrutura para a iniciativa privada, sobretudo a estrangeira. É preciso urgentemente incrementar o desenvolvimento das forças produtivas no país. O que o Brasil precisa é de capitalismo. O resto é farofa.

sábado, 17 de março de 2012

LEI DA ANISTIA

Há muito tempo que querem burlar a lei de anistia. Como sabemos a mesma tem mais de trinta anos, e significa o perdão, não  o esquecimento, de atrocidades cometidas reciprocamente durante o regime militar. A lei de anistia é fundamentada filosoficamente em preceitos cristãos sobre o perdão, sem os quais seria impossível a pacificação de conflitos, sobretudo os de natureza política. Para que seja efetivada é necessário que se proponha o perdão recíproco, garantindo a sobrevivência, inclusive dos algozes do ancién regime, ademais quem iria aceitar um pacto, para depois ser perseguido pelas novas forças no poder?
Ainda mais no Brasil, onde as perdas em vidas foi pequena, pelo menos em comparação com as outras ditaduras do continente, surgidas nos tempos sombrios da extinta guerra fria. Já nos países ditos socialistas, nem se fala, pois a eliminação física de oponentes sempre foi a lógica mesma do sistema.
Também podemos salientar que esta questão não mexe com o grosso da população brasileira, dado mesmo o pequeno número de vítimas fatais do regime militar, que a anistia cobriu exemplarmente, pacificando politicamenre o país nos tempos de transição política.
Acontece que muitos esquerdistas, querem porque querem, modificar na prática a lei de anistia. Um absurdo porque simplesmente fora de tempo e lugar. Felizmente um juiz indeferiu um processo contra o famigerado capitão Curió, movido por uns tresloucados esquerdistas do ministério público. Poe que esta gente não faz um movimento contra a tortura nas nossas delegacias e masmorras oficiais? Não ía faltar trabalho.
 Afinal, para essa gente, tortura so é ruim para gente de classe média e esquerdista. Para preto e pobre, pode. Pode? Tortura é um crime hediondo, e sobretudo covarde. Quem a pratica deveria ser enquadrado e preso, conforme os ditames da lei. Por aqui até a presidente andou indignada com as torturas em Guantânamo. Nunca moveu uma sílaba em favor dos nossos presos pobres que são torturados em quase todas as delegacias deste país. Haja hipocrisia!

PONTO MORTO




É como ficou a situação política depois da confusão causada pela gravação não autorizada do candidato do governador, Antônio Dourado, falando bobagens no meio de uma farra. Como sabemos, falamos de todos e o tempo todo. Somos, antropologicamente falando, uns fofoqueiros profissionais, sobretudo quando estamos sob o efeito do álcool. Quem não fala de ninguém, ou é louco, ou mentiroso. Todos, falamos de todos porque simplesmente somos seres falantes, comunicantes, essencialmente. E quem não fala mal? Já pensaram , um jornalista que não fala mal de ninguém? Simplesmente faz parte da condição humana. Ficou todo mundo chocado, que coisa! Uns santos. O diabo mesmo dessa história é o cara que gravou. E os que insistentemente reproduziram o fato, uns anjos. Todos querem derrubar o candidato do governador, e todos sonham em ser apoiados por ele. Se radicalizarem, pode ser pior. Em política, como na vida, não é bom cutucar onça com vara curta.
ALTERNATIVAS PARA GARANHUNS
Se a candidatura de Antonio João pifar  ,  qual seria a atitude do governador? Deixar tudo para trás? Quem apoiar, se ele não confia em ninguém? Na verdade, Garanhuns precisa de um projeto econômico de atração de empresas, públicas e privadas.  Precisa avançar nas escolas técnicas, ampliando o leque de oportunidades na área educacional, e precisa avançar, e muito no setor de turismo. É uma das cidades mais bonitas e de clima extremamente agradável do estado. Realmente, não pode mais ser entregue a um amador, ou a um reles populista qualquer. Com a mentalidade provinciana, a cidade continuará a definhar, aliás, como já vem acontecendo.   
CAPOEIRAS
Diferentemente de Caetés, Capoeiras tem prefeito. É um cidadão comum, empresário bem sucedido, o Dudu vem fazendo um bom trabalho na cidade. Uma ocasião quando o encontrai por acaso no fórum da cidade, me reclamou do baixo nível dos adversários. Uma pena, pois ainda usam o famigerado racismo para o atacar. Detesto racistas. Que Deus o proteja, e continue seu trabalho para o bem do povo da cidade, que merece. Enquanto isso, Caetés continua nas mãos de vândalos. Para não dizer outras coisas.
   

sexta-feira, 16 de março de 2012

PREVISÕES ERRADAS



Deram muita importância as "previsões" do colunista Inaldo Sampaio sobre a desistência do candidato do governador a prefeito dee Garanhuns o sr. João Dourado. O colunista já decretou por duas vezes a morte da candidatura. Errou feio, e disso ninguém fala. Como ninguém falou sobre a natureza dos conteúdos das declarações do mesmo. Como sabemos, foi uma verdadeira sacanagem, gravar alguém sem sua prévia autorização. Um crime, passível de processo. Para muitos blogueiros foi tudo normal, ninguém questionou a safadeza. Porém, apesar do bombardeio, a candidatura continua, e todo mundo ainda com medo do governador, só que agindo mpelas costas. Quem armou esta gravação , não passa de um criminoso. Quem a reproduz acriticamente, não passa de um mal intencionado. Ou alguém acha que o governador vai agir sob pressão? Ai não seria governador. Ao contrário do que muitos pensam, com estes tristes fatos, a candidatura de Antônio João agorta sai mais fortalecida, isto em relação ao apoio governamental. Aliás, o governador está vendo quais as qualidades dos aliados no município e na região. E ele parece estar tranquilo, pois certamente tem muitas cartas na manga para fazer decolar sua candidatura. Veremos.
QUEM FEZ A SACANAGEM?
Seria bom que os blogueiros da cidade procurassem saber quem foi o autor da sacanagem de gravar as conversas informais do candidato. A ele nunca foi dado um mísero direito de resposta, o que contraria os preceitos minimamente democráticos. Porém o governador deve saber, e o povo quer também saber. Eu mesmo nunca convidaria um sujeito desses para tomar um cafezinho na minha casa. Quem fez a sacanagem acredita que o governo vai ceder às pressões? Digo e repito: Isso é coisa de bandido, aliás é o que não falta na política. Infelizmente.
PRESSÃO
Nunca vi tanta pressão contra uma candidatura. Interessante é que todos viraram santinhos. Umas freiras carmelitas. Os bonzinhos contra o mau João Antônio. Porém, digo e repito, toda essa pressão vai fazer com que o governador radicalize, e passe como um trator sobre os inúmeros possuidores de rabo de palha do município. Quem os tiver, que saiam de baixo. E as rapozas felpudas começam a olhar para o próprio rabo. Eu particularmente quero ver sangue. Vade retro satanás.
INALDO SAMPAIO
Um colunista chinfrin, provinciano e governista de carteirinha. Não vale um derréis de mel coado. Tanto suas colocações são equivocadas, quanto suas posições políticas não são confiáveis. Há muito tempo. Aliás, o colunismo político do estado é de doer. A imprensa é toda governista, uma vergonha. A imprensa do estado sempre foi ruim, agora com a ditadura petista está pior. Tal qual os políticos de Garanhuns, todos viram governistas, em qualquer governo. Por essas e outras não está fácil ler um jornal do estado. Imagine os do interior, aonde é pecado bater em Lula. O santo dos otários e desinformados.
CAETÉS
Quem pensa que as eleições no município são favas contadas, está muito enganado. O desgaste da oligarquia é cada vez mais patente, e o povo espera um candidato realmente popular. A corrupção e o descredito com a classe política municipal salta aos olhos. A saída oportunista de Lindolfo não tirou um mísero voto das oposições. Ao contrário, todos estão fortalecidos. Sobretudo com a empolgante entrada no páreo de Carlos do Correio, uma das maiores esperanças do povo sofrido da cidade. Todos temos que tapar o nariz com a queda da mais obscurantista oligarquia da história do município. Quem viver, verá.

terça-feira, 13 de março de 2012

Celso Ming É a indústria definhando


Os decepcionantes resultados da indústria em janeiro podem ter sido agravados pela crise externa ou por fator sazonal atípico. Mas não foram causados por eles. São resultado das omissões deste governo e dos anteriores.
A queda da produção física em janeiro sobre o mês anterior foi de 2,1%, como apontou o IBGE na última quarta-feira. E a redução em 12 meses terminados em janeiro, de 0,2%. Alegações de que o mês foi atípico, por causa das férias coletivas da indústria, não têm cabimento. Embora também tenha sido atípico, janeiro de 2011 apontou produção industrial física 2,3% maior do que a de janeiro deste ano.
O desempenho ruim deste início de ano vem quando o consumo avança perto dos 5% – mostraram as Contas Nacionais – e há pleno emprego. Ou seja, quando o mercado interno cresce vigorosamente, mas não consegue ser plenamente atendido pela indústria. Outro sinal de que o setor perde competitividade.
O governo ainda aposta em que o aumento dos investimentos na área, a partir deste ano, melhorarão seu desempenho. Mas os obstáculos de base continuam aí.
Como pode a indústria enfrentar o jogo duro da crise global se arca com carga tributária de 36% do PIB? Ainda nessa sexta-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reconhecia que era preciso levar adiante a desoneração dos encargos sociais que incham as folhas de pagamentos. E, no entanto, já em fevereiro de 2011, a presidente Dilma prometia prioridade à tal desoneração, adiada indefinidamente e, ainda assim, quando sair, será por período relativamente curto.
Como a indústria do Brasil pode competir se, num país em que quase 80% da matriz energética é de fonte hídrica (ou seja, tem custo zero de matéria-prima), lhe é cobrada a quarta mais alta tarifa por quilowatt/hora do mundo?
Os dados do Banco Central mostram que as empresas pagaram, em fevereiro, custo (médio) de 40,9% ao ano nos juros para desconto de duplicatas; de 55,8% ao ano para desconto de notas promissórias; de 26,o% ao ano para financiamentos de capital de giro; e de 109,1% ao ano para financiamentos de conta garantida. Que empresa enfrenta impunemente essas despesas financeiras? Ou, perguntado de outra forma, de quanto precisa ser o lucro para enfrentar essas contas?
Há um mês, a consultoria MB Associados apontou que os custos de logística estão em 20% do PIB no Brasil. Enquanto isso, são de 10,5%, nos Estados Unidos; de 12,0%, no Canadá; de 13,0%, na Alemanha; e de 20,0%, no México.
Essa baixa competitividade não começou anteontem. Vem lá de trás, dos tempos de substituição de importações e das políticas industriais distorcidas. Mas vinha sendo compensada com generosas desvalorizações da moeda nacional, que barateavam em dólares o produto exportado e encareciam em moeda nacional o produto importado.
Não dá mais para prosseguir com esse arranjo. E, no entanto, o governo federal não tem nenhum plano firme e abrangente destinado a atacar com coragem as reformas que fortificarão a indústria.
CONFIRA
Dolar9mar.jpg
Como mostra o gráfico, apenas no mês de março a alta do dólar no câmbio interno (desvalorização do real) foi de 4,0%. Mas, na acumulada do ano, a queda ainda é de 4,6%.
Intervenção. A compra de moeda estrangeira no mercado à vista pelo Banco Central continua sendo o principal mecanismo pelo qual o governo Dilma intervém no câmbio para deter a baixa do dólar. O resultado dessas compras é incorporado às reservas externas. No dia 8, o volume das reservas externas estava nos US$ 357 bilhões, 1,5% superior ao saldo do final do ano.

domingo, 11 de março de 2012

SENHOR LINDOLFO




Li, não muito surpreso, que não foi candidato às eleições porque as oposições estão divididas. Mentira. Todos ficaram à sua espera para assumir a coordenação da política que seria o mínimo que se pode exigir de uma liderança política. Você não apareceu, nem na cidade. Nem para dar um “olá”. E muitos o procuraram.
Seria mais importante que você simplesmente fosse sincero, apenas dizendo que não dava mais. Que estava cansado. Que estava mais interessado no futebol. Mas isso teria que ser dito antes, e com o compromisso de colaborar de uma forma ou de outra com as oposições que lhe deram mais de seis mil votos nas últimas eleições e o pior: Agora vosmecê sabe que foi o governo quem gastou muito dinheiro para lhe derrotar nas eleições. Se houve acordo com a situação, você o fez  com seu algoz. O problema como vês não é nosso, das oposições. Simplesmente você está cuspindo no preto que comeu, como os velhos e carcomidos traidores. Muitos das oposições se sentem traídos. Falo muitos, pois as oposições são pluralistas, existem divergências, naturais até nas melhores famílias. Só não existem divergências nas ditaduras, ou regimes totalitários. Nas democracias, a divergência é a essência mesma do sistema. O resto é farofa. Falo em nome dos companheiros, Armando Duarte, Gordo , Neguinho e Carlos do Correio. Que são aliás pré-candidatos. Como você vê, o que não falta é candidato, e todos, homens sérios, que lutam por um Caetés Melhor. Até mais ver. Rafael Brasil.