terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A VEZ DA SIRIA


A síria é um pais em fanca convulsão. O regime é uma horrenda ditadura que já passou de pai para filho. Hoje, Internacionalmente, só tem  apoio de China e Rússia. A primeira surgindo como protagonista na cena internacionmal. A segunda, tentando inutilmente reviver os tempos de glória da guerra fria, quando era União Soviética, de triste memória. Só uns malucos latino - americanos ainda a admiram, com a devoção a Cuba. Sim, tem o Irã, que mantém em seu território os terroristas do Hamas e Hesbolah. Aliás o irã é hoje o principal sustentáculo do regime. Que está dando um verdadeiro banho de sangue naquele sofrido povo.

RADICALIZAÇÃO RELIGIOSA

Todos os movimentos inssurrecionais nos psíses árabes-mulçumanos podem redundar em ditaduras islâmicas. Nunca se matou tanto cristãos e outras minorias religiosas como hoje no Egito. A conhecida irmandade mulçumana funciona há décadas, e prepara o bote para a islâmização do estado. Tudo num processo estrategicamente calculado. Israel está cada vez mais isolado, e murmura-se um ataque ao Irã , mais especialmente nas suas instalações nucleares.  Porém, perdendo a Síria, dependendo da conjuntura política, perdem os fundamentalistas iranianos, que não são nem árabes , mas persas, e não de maioria sunita como a maioria dos países árabes, mas chiita. Dependendo das circunatâncias, o ataque será inevitável, obstruindo quem sabe, o fornecimento mundial de petróleo, Neste caso, adeus estabilidade na já instável conjuntura internacional.

GUANTÁNAMO

A presidenta, para fugir do debate sobre os dirteitos humanos em Cuba, citou Guantánamo. Se fosse no Brasil, os terroristas teriam progressão de pena? E se eles explodissem alguns prédios em Brasília ou em São Paulo? Seriam tratados a pão de ló? Dariam palestras em nossas universidades de mentirinha? Por falar nisso, a polícia baiana em greve, matou, pelo menos vinte pessoas pobres os chamados indigentes. à queima roupa, sem direito à defesa. Uns pobres coitados, vítimas permanentes da nossa conhecida e covarde violência policial. O que Dilma e os petistas falaram destes pobres e anônimos mortos? Nana. Nadinha. Mortte de pobre não dá ibope. Nem peroração de sociólogo de botequim.

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